Trilha de aprendizado · Nível 12 · Tutorial 6

Dimensionamento do acionamento de um pequeno motor CC

Dimensionar o acionamento unidirecional de um pequeno motor CC por PWM, considerando partida, recirculação e interação com a alimentação do microcontrolador.

  • Nível: Intermediário
  • Duração: 22 min
  • 9 passos
Dimensionamento do acionamento de um pequeno motor CC

O que você vai percorrer

  1. Entenda quais correntes o motor exige Reconheça por que a condição de partida, e não apenas a corrente em vazio, orienta o dimensionamento do acionamento. 2 min
  2. Estime a demanda de partida Calcule uma referência conservadora para a corrente de partida e registre o que esse valor representa — e o que ele não representa. 3 min
  3. Siga a corrente nos dois estados do PWM Acompanhe os caminhos de corrente de um motor com MOSFET no lado de baixo durante os intervalos ligado e desligado do PWM. 2 min
  4. Separe corrente do motor e corrente da fonte Diferencie correntes instantâneas e médias no acionamento PWM e aplique a aproximação de corrente média somente no regime em que ela é válida. 3 min
  5. Verifique se o MOSFET suporta o acionamento Seleção de um MOSFET de lado baixo a partir da tensão de gate disponível, dos limites de tensão e corrente e das condições térmicas e de pulso. 3 min
  6. Dimensione o caminho de recirculação 2 min
  7. Proteja a alimentação do microcontrolador Avalie a capacidade de partida da alimentação e organize os ramos de potência e lógica para reduzir quedas e reinicializações. 2 min
  8. Defina condições seguras para testar 3 min
  9. Conclua o dimensionamento do acionamento Síntese aplicada e decisão técnica para um acionamento unidirecional de pequeno motor CC. 3 min

O que você vai aprender

  • Estimar a demanda de partida a partir de dados elétricos do motor.
  • Verificar se fonte, MOSFET e proteção indutiva suportam as condições previstas.
  • Explicar os caminhos da corrente durante os intervalos do PWM.
  • Identificar riscos de queda da alimentação lógica e definir condições seguras para uma prática de baixa energia.

Antes de começar

  • Chaveamento de baixa potência com MOSFET
  • Supressão de transientes em cargas indutivas
  • Controle de brilho com PWM
  • Seleção de reguladores e módulos de alimentação

Passo 1 de 9

Entenda quais correntes o motor exige

Reconheça por que a condição de partida, e não apenas a corrente em vazio, orienta o dimensionamento do acionamento.

Motor parado e motor girando

O que há dentro do modelo elétrico

Um motor CC com escovas não é apenas uma resistência. No modelo simplificado, o enrolamento tem resistência e indutância. Quando o eixo gira, o motor também gera uma força contraeletromotriz (FCEM), uma tensão interna que se opõe à tensão aplicada.

De forma qualitativa: no instante em que o motor está parado, a FCEM é praticamente zero. À medida que ele acelera, a FCEM cresce e sobra menos tensão para produzir corrente no enrolamento. Por isso, a corrente normalmente diminui depois da partida.

A indutância impede que a corrente mude instantaneamente, mas não elimina a necessidade de dimensionar o estágio para a condição inicial exigente.

Modelo elétrico e rotação

Diagrama do motor com resistência e indutância em série e uma fonte interna de força contraeletromotriz ligada à rotação do eixo.

A rotação cria a FCEM; ela cresce enquanto o motor acelera.

Nosso caso de referência

Caso que será dimensionado

Use este caso de referência didático nos próximos passos. Os valores permitem comparar as condições do motor, mas ainda não são uma autorização para montar ou energizar um circuito.

Dados do motor de referência

Dados elétricos e condições declaradas para o pequeno motor CC de referência.

Valores fornecidos para análise ao longo do tutorial.
ParâmetroValorCondição
Tensão nominal6 VccOperação prevista
Corrente em vazio0,12 AEixo livre, 6 V
Resistência do enrolamento2,4 ΩValor documentado a frio
Alimentação previstaAté 6 VccFonte isolada de baixa tensão
PWM previsto20 kHzAcionamento unidirecional

Por que vazio não basta

Quatro condições, correntes diferentes

A corrente em vazio é medida com o eixo livre, depois que o motor atingiu rotação. Nessa situação, a FCEM já reduz a corrente.

Com uma carga mecânica maior, o eixo tende a girar mais devagar. A FCEM diminui e a corrente aumenta. Na partida, o rotor começa parado; portanto, a corrente pode ser muito maior que a corrente em vazio. O acionamento — fonte, chave e proteção — deve suportar essa condição transitória prevista, não apenas os 0,12 A observados em vazio.

Corrente depende da condição

Comparação visual entre motor em vazio, sob carga, na partida e bloqueado; as setas de corrente aumentam quando a rotação diminui.

Menos rotação geralmente significa menos FCEM e maior demanda de corrente.

Atenção

Partida não é bloqueio

Partida: transitório normal, previsto no projeto; o rotor sai do repouso e acelera.

Rotor bloqueado: condição de falha ou sobrecarga, em que o eixo não gira e a demanda elevada pode persistir. Ela será analisada por dados e cálculos, sem travar fisicamente o eixo para medir a corrente.

Não conclua que um conjunto é adequado só porque o motor gira livremente em um teste rápido.

Verifique antes de avançar

Confira sua interpretação

Associe cada condição do motor à descrição mais adequada.

Exemplo

Condições de operação

Faça as associações entre condição, rotação e comportamento de corrente.

Explique as quatro condições

Associe cada condição à sua característica principal.

Escreva pelo menos 180 caracteres (0/180).

Passo 2 de 9

Estime a demanda de partida

Calcule uma referência conservadora para a corrente de partida e registre o que esse valor representa — e o que ele não representa.

Use V/R como limite de referência

Estimativa conservadora

Na partida, o rotor ainda está parado. Portanto, a força contraeletromotriz é aproximadamente nula e uma referência conservadora é:

I_partida ≈ V / R_enrolamento

Use a maior tensão prevista dentro da especificação do motor e a menor resistência documentada a frio. Essa combinação evita subestimar a demanda do acionamento.

O resultado é uma estimativa de referência resistiva: ele não significa que a corrente salta instantaneamente a esse valor no instante em que a tensão é aplicada.

Por que a corrente não surge de uma vez?

Diagrama de um enrolamento de motor com resistência e indutância e gráfico mostrando a corrente subir gradualmente e depois diminuir quando o rotor acelera.

A indutância limita a subida inicial da corrente. Conforme o motor ganha velocidade, a força contraeletromotriz cresce e reduz a corrente.

Calcule e qualifique a estimativa

Exemplo

Exemplo calculado

Considere um pequeno motor cujo fabricante documenta:

  • tensão máxima prevista: 6,0 V;
  • menor resistência do enrolamento a frio: 2,4 Ω.

A estimativa conservadora é:

I_partida ≈ 6,0 V / 2,4 Ω = 2,5 A

Registre esse valor como pico estimado de partida, acompanhado das condições “6,0 V” e “2,4 Ω a frio”. Não o trate como corrente contínua permitida.

O que registrar junto do valor

O valor calculado orienta uma análise inicial, mas dados documentados mais completos têm prioridade. Quando existirem, prefira a corrente de bloqueio, o envelope de partida e as condições de ensaio informados pelo fabricante.

Cada grandeza responde a uma pergunta diferente.
GrandezaUso no dimensionamentoNão conclui sozinha
Corrente contínuaCondição sustentadaPico de partida
Pico estimado de partidaDemanda inicial provávelDuração suportável
Duração do picoAquecimento e pulsoRepetição das partidas
RepetiçãoDemanda térmica acumuladaValor instantâneo exato

Interprete o resultado com segurança

Calcule a referência de partida

Para um motor com tensão máxima prevista de 9,0 V e menor resistência documentada a frio de 3,0 Ω, complete a estimativa conservadora:

I_partida ≈ ____ A

Verificação

Preencha a corrente de partida estimada.

Atenção

Limite de segurança

Não bloqueie fisicamente o rotor para “medir” a corrente de partida. Bloqueio é uma condição de falha, não um procedimento de obtenção de dados neste tutorial.

Resistência do enrolamento, escovas, contatos e cabos introduzem incerteza. Se faltarem tensão aplicável, resistência confiável ou limites documentados de partida, a decisão segura é não energizar o motor até obter dados suficientes.

Passo 3 de 9

Siga a corrente nos dois estados do PWM

Acompanhe os caminhos de corrente de um motor com MOSFET no lado de baixo durante os intervalos ligado e desligado do PWM.

Monte o mapa das conexões

A topologia de lado baixo

Neste acionamento unidirecional, o motor fica entre +V_MOTOR e o dreno de um MOSFET N. O source vai ao retorno de potência (GND), e o gate recebe o PWM por uma saída lógica compatível, sempre com referência de GND comum.

O MOSFET é uma chave no lado de baixo: quando conduz, ele completa o caminho para o retorno. Esse circuito aciona em um único sentido; inversão de rotação exige outra topologia, vista adiante.

Conexões do estágio unidirecional

Esquema de motor ligado ao positivo, MOSFET N no lado de baixo e diodo em paralelo com o motor.

O diodo externo fica em paralelo com o motor: cátodo no positivo e ânodo no terminal do dreno.

Dica

Por que a orientação importa

Com essa orientação, o diodo fica reversamente polarizado enquanto o MOSFET está ligado. Ele só passa a conduzir quando o MOSFET desliga e o enrolamento tenta manter sua corrente.

Siga o caminho quando a chave conduz

PWM ligado: caminho pela chave

Estado ligado: o PWM coloca o MOSFET em condução. A corrente sai do positivo da alimentação, atravessa o motor, passa pelo MOSFET e retorna ao negativo da fonte.

Nesse intervalo, o diodo externo permanece bloqueado. A corrente no enrolamento tende a crescer, ou pode apenas variar pouco, conforme a velocidade do motor, a carga e os valores do circuito.

Corrente com o MOSFET ligado

Setas mostram a corrente saindo do positivo, passando pelo motor e MOSFET ligado, e retornando à fonte.

Com a chave conduzindo, a fonte fornece energia ao motor pelo caminho principal.

Siga o caminho quando a chave abre

PWM desligado: laço pelo diodo

Estado desligado: ao abrir o MOSFET, a corrente no enrolamento não pode cair instantaneamente a zero. Para conservá-la no mesmo sentido através do motor, a tensão no dreno sobe acima de +V_MOTOR até polarizar diretamente o diodo.

Forma-se então um laço local: motor → diodo → motor. A tensão do dreno fica aproximadamente em +V_MOTOR + V_F; o diodo limita o transiente e oferece o percurso de recirculação.

Corrente de recirculação

Setas mostram um laço local: a corrente continua pelo motor e retorna pelo diodo enquanto o MOSFET está desligado.

O sentido da corrente no enrolamento se mantém; o caminho muda do MOSFET para o diodo.

Dica

A recirculação pode terminar antes

A recirculação existe somente enquanto há energia armazenada no enrolamento. Se a corrente decair a zero antes do próximo pulso PWM, o diodo também desliga. Não se deve desenhar ou supor uma corrente negativa para prolongar artificialmente esse intervalo.

Pratique a leitura do esquema

Verifique a orientação do diodo

Com o MOSFET desligado e ainda havendo corrente no enrolamento, qual conexão do diodo permite a recirculação correta?

Escolha o diagrama correto.

Passo 4 de 9

Separe corrente do motor e corrente da fonte

Diferencie correntes instantâneas e médias no acionamento PWM e aplique a aproximação de corrente média somente no regime em que ela é válida.

Compare as correntes instantâneas

Quatro correntes, quatro leituras

Durante o PWM, não existe uma única “corrente do circuito”. Cada componente conduz em instantes diferentes.

Considere o acionamento já estudado: MOSFET no lado de baixo e diodo externo em paralelo com o motor. Enquanto o PWM está em nível alto, o MOSFET conduz e a corrente segue pelo motor. Quando o PWM vai para nível baixo, a corrente do enrolamento tende a continuar e passa para o diodo de recirculação.

Assim, a corrente do motor pode permanecer positiva e variar suavemente, enquanto as correntes no MOSFET e no diodo aparecem em intervalos alternados.

Formas de onda no acionamento

Diagrama com PWM retangular, corrente do motor aproximadamente triangular e sempre positiva, corrente no MOSFET nos pulsos ligados e corrente no diodo nos intervalos desligados.

Em corrente contínua no enrolamento, MOSFET e diodo conduzem alternadamente.

Dica

A figura representa corrente contínua: a corrente do motor não chega a zero antes do pulso seguinte. Se ela chegar a zero, o diodo deixa de conduzir até o próximo intervalo ligado; ainda assim, não se deve inventar uma corrente de recirculação depois desse ponto.

Separe barramento, estágio e fonte

Fonte e laço de recirculação

Sem considerar um capacitor local, durante o intervalo ligado a fonte entrega corrente ao caminho:

positivo → motor → MOSFET → retorno.

No intervalo desligado, a recirculação ideal forma um laço local:

motor → diodo → motor.

Portanto, a fonte não fornece diretamente a corrente do motor durante a recirculação ideal. Isso não significa que a fonte seja irrelevante: ela repõe, ao longo dos ciclos, a energia retirada quando o MOSFET conduz.

De onde vem a corrente?

Comparação de dois percursos: com o MOSFET ligado, a corrente vem da fonte e atravessa motor e MOSFET; com ele desligado, a corrente circula localmente pelo motor e pelo diodo.

A fonte alimenta o estágio na condução; o diodo fecha o laço durante a recirculação.

O capacitor muda o que a fonte enxerga

Um capacitor próximo ao estágio pode fornecer e receber parte da corrente pulsante. Por isso, a corrente nos terminais da fonte pode ter outra forma de onda que a corrente do MOSFET ou do motor.

Não conclua a capacidade da fonte olhando apenas a corrente média: partida, pulsos, cabos, resposta da fonte e consumos da lógica também importam. A escolha detalhada do capacitor será tratada em outro contexto.

Estime a média, sem esconder os picos

Use a aproximação no contexto certo

Em regime estável, com corrente contínua no motor e pequena ondulação, uma aproximação útil é:

I_fonte,média ≈ D × I_motor

onde D é o ciclo de trabalho e I_motor é a corrente média do motor. A aproximação considera o estágio ideal e desconsidera perdas e consumos auxiliares, como os da lógica.

Ela é uma estimativa de valor médio — não informa o pico de partida nem substitui a verificação da fonte.

Exemplo

Exemplo numérico

Exemplo: em regime estabilizado, o motor conduz cerca de 0,40 A com pequena ondulação, e o PWM está em D = 0,60.

I_fonte,média ≈ 0,60 × 0,40 A = 0,24 A

Esse resultado não quer dizer que todos os fios, a fonte e o MOSFET conduzam 0,24 A o tempo todo. Durante a parte ligada do PWM, sem considerar o capacitor local, o estágio conduz aproximadamente a corrente instantânea do motor.

Calcule a corrente média da fonte

Aplique a aproximação ao caso descrito: corrente média do motor de 0,50 A, pequena ondulação e ciclo de trabalho de 40%.

I_fonte,média ≈ ____ A

Complete o valor estimado.

Evite duas conclusões perigosas

Não transforme PWM em regra universal

Reduzir D normalmente reduz a energia média entregue ao motor, mas duas conclusões são incorretas:

  • “D menor limita o pico de corrente.” Na partida, a força contraeletromotriz ainda é muito baixa. O pico depende da tensão, resistência, indutância e duração do pulso; PWM sozinho não é um limitador de corrente garantido.
  • “Velocidade é proporcional a D.” A velocidade também depende de carga mecânica, atrito, alimentação, perdas e de o motor operar ou não em corrente contínua.

Para dimensionar, trate os picos e as condições de partida como verificações próprias.

Verifique a conclusão

Verdadeiro ou falso: reduzir o ciclo de trabalho do PWM, por si só, garante que o pico de corrente de partida será reduzido proporcionalmente.

Passo 5 de 9

Verifique se o MOSFET suporta o acionamento

Seleção de um MOSFET de lado baixo a partir da tensão de gate disponível, dos limites de tensão e corrente e das condições térmicas e de pulso.

Leia a ficha técnica nas condições certas

Critérios que precisam coincidir

A seleção não começa pela corrente máxima impressa na primeira linha do catálogo. Para o MOSFET N de lado baixo já estudado, compare as condições reais do circuito com as condições declaradas na ficha:

  • V_DS máximo: deve exceder a maior tensão entre dreno e source, incluindo a alimentação máxima e transientes previstos.
  • R_DS(on): use o valor garantido na tensão que o GPIO realmente aplica ao gate.
  • Corrente contínua e pulsos: interprete os limites junto com temperatura, duração e repetição declaradas.
  • Gate: confira carga de gate, frequência de PWM, resistor em série, pull-down e a capacidade do GPIO.

V_GS(th) não garante condução plena. Ele indica apenas o começo da condução sob uma corrente pequena, nas condições específicas da ficha técnica.

O MOSFET faz parte de um conjunto

O MOSFET precisa atender às tensões, correntes e condições de comando que realmente ocorrem no estágio.

Diagrama de um motor CC de 6 V acionado por MOSFET N no lado baixo, com diodo de recirculação, resistor de gate e pull-down.

A tensão no dreno e a corrente pelo MOSFET mudam com o PWM; os limites do componente devem cobrir todos os estados previstos.

Dica

Margem de tensão

Durante a recirculação, o diodo externo limita a subida do dreno aproximadamente a V_alimentação + V_F. Ainda assim, escolha margem: a alimentação pode estar no valor máximo e cabos ou comutação podem acrescentar transientes. Verifique V_DS usando os limites documentados do conjunto, não apenas a tensão nominal da fonte.

Compare candidatos, não apenas um número

Dados do motor e envelope previsto

Retome o motor de referência: tensão máxima prevista de 6,0 V, resistência mínima a frio de 2,4 Ω e estimativa conservadora de partida de 2,5 A.

Para esta comparação didática, o PWM vem de um GPIO de 5 V, opera a 20 kHz com até D = 0,60 e, em regime, o motor conduz 0,50 A com pequena ondulação. Cada intervalo ligado do PWM dura até 30 µs. Considere partidas de até 300 ms, no máximo uma a cada 30 s.

Essas condições tornam explícito que 2,5 A é uma demanda transitória repetida em muitos pulsos, e não uma corrente contínua permitida.

Fichas didáticas de MOSFETs

Valores simplificados e autocontidos para comparar os candidatos. Na prática, confirme os mesmos dados na ficha técnica do componente, nas condições da sua montagem e da temperatura prevista.

A tensão de gate indicada junto de R_DS(on), bem como as condições dos pulsos, fazem parte da especificação.
CandidatoV_DS máx.R_DS(on) garantidoCorrente contínua utilizávelPulso declaradoQ_g típico
A20 V100 mΩ a V_GS = 4,5 V2,0 A, com temperatura declarada3,0 A, 30 µs repetitivo a 20 kHz; partida até 300 ms18 nC
B30 V45 mΩ a V_GS = 4,5 V3,0 A, com temperatura declarada4,0 A, 30 µs repetitivo a 20 kHz; partida até 300 ms10 nC
C40 V35 mΩ a 10 V; 120 mΩ a 4,5 V4,0 A, com temperatura declarada4,0 A, 30 µs repetitivo a 20 kHz; partida até 300 ms22 nC

Faça a verificação térmica e de pulso

Exemplo

Estime a perda em regime

No candidato B, a resistência garantida para o gate disponível é 45 mΩ. No regime indicado:

P_cond ≈ D × I_motor² × R_DS(on)

P_cond ≈ 0,60 × (0,50 A)² × 0,045 Ω

P_cond ≈ 0,0068 W, ou 6,8 mW.

Essa é uma estimativa da perda média de condução em regime, com pequena ondulação. A resistência aumenta com a temperatura; se a ficha fornecer um fator ou curva térmica, use um valor compatível com a temperatura prevista.

Separe regime, partida e comando

Na partida, a corrente pode se aproximar de 2,5 A nos pulsos iniciais. Para B, usar a expressão de condução apenas como referência resulta em:

P_cond ≈ 0,60 × (2,5 A)² × 0,045 Ω ≈ 0,169 W.

Esse valor médio aproximado durante a partida não comprova segurança sozinho. Verifique se o limite de pulso se aplica aos pulsos de 30 µs, à repetição de 20 kHz e à partida de até 300 ms; depois confira as condições térmicas e a área de operação segura aplicável.

B é a melhor escolha preliminar: R_DS(on) é garantido a 4,5 V, V_DS de 30 V deixa margem acima dos 6,0 V e seus dados declarados cobrem o envelope de partida. O valor de 35 mΩ de C não vale para gate de 5 V.

Atenção

Gate também é requisito

Mesmo com R_DS(on) baixa, a seleção fica incompleta sem olhar o gate. Carga de gate maior exige mais corrente instantânea do GPIO para alternar rapidamente. Na frequência de PWM prevista, confira o resistor de gate, o pull-down e as perdas de comutação. Se o GPIO não atender às condições necessárias, reavalie o acionamento; não escolha o componente apenas por ter a menor resistência.

Decida com evidências

Registre a decisão técnica

Com base nas fichas didáticas e no envelope de partida de 2,5 A, qual é a melhor decisão preliminar?

Escreva pelo menos 160 caracteres (0/160).

Decida com as condições declaradas

Qual afirmação seleciona corretamente o candidato mais adequado para esse caso didático?

Passo 6 de 9

Dimensione o caminho de recirculação

Corrente que o diodo recebe

O pulso começa no valor de corrente do motor

Quando o MOSFET desliga, a corrente que já existe no enrolamento não desaparece instantaneamente: ela passa para o diodo externo. Portanto, o diodo deve suportar a corrente do motor no início de cada intervalo desligado — inclusive se o PWM for aplicado enquanto o motor ainda está partindo.

No caso principal, a estimativa conservadora de partida é 2,5 A. Esse é o valor de referência para verificar os pulsos repetitivos de recirculação durante a partida. Não dimensione o diodo apenas pelos 0,12 A em vazio nem somente pela corrente em regime.

Recirculação pelo diodo externo

Esquema de motor com MOSFET no lado baixo desligado e corrente recirculando pelo diodo externo em paralelo.

No início do intervalo desligado, o diodo recebe a corrente que já circulava no motor.

Atenção

Proteção planejada

O diodo interno de corpo do MOSFET de lado baixo tem polaridade inadequada para esse laço normal de recirculação. Ele não substitui o diodo externo ligado em paralelo ao motor.

Também não planeje a avalanche do MOSFET como caminho normal para a energia indutiva. A estratégia é fornecer ao motor o caminho externo pelo diodo, com limites compatíveis com a operação prevista.

Média, perda e limites independentes

Checklist do diodo

Verifique os requisitos separadamente. Uma corrente média aceitável não prova que o componente suporta picos repetitivos; uma especificação de surto isolado também não autoriza condução em todos os ciclos do PWM.

A ficha técnica precisa corresponder às condições reais de corrente, temperatura e frequência.
VerificaçãoO que compararPor que importa
Tensão reversaAlimentação máxima e transientes previstosCom MOSFET ligado, o diodo fica reversamente polarizado.
Pico repetitivoAté 2,5 A no início da recirculação durante a partidaO pulso pode se repetir em muitos ciclos enquanto o motor acelera.
Corrente e temperaturaCorrente média, encapsulamento e condição térmicaAquecimento altera os limites e a queda direta.
Queda direta V_FV_F na corrente e temperatura de interesseDefine uma parcela importante da dissipação.
ComutaçãoComportamento na frequência PWM de 20 kHzRecuperação e perdas podem importar em PWM rápido.
Surto não repetitivoCondição excepcional declarada na fichaNão é autorização para pulsos normais do PWM.

Média, perda e pico são verificações diferentes

Para corrente contínua no motor com pequena ondulação, use em regime estável:

I_diodo,média ≈ (1 − D) × I_motor

P_diodo ≈ V_F × I_diodo,média

Essas expressões estimam a corrente média e o aquecimento médio do diodo. Elas não calculam o pico no início da recirculação. Use um valor de V_F informado para uma corrente e temperatura compatíveis com a condição analisada; não escolha um valor típico isolado sem conferir suas condições.

Exemplo

Exemplo: perda média no mesmo motor

Considere agora uma condição de carga do mesmo motor de referência: PWM com D = 0,60, corrente do motor de 0,50 A em regime estável e pequena ondulação. Para o diodo escolhido, admita V_F = 0,55 V nessa corrente e temperatura.

I_diodo,média ≈ (1 − 0,60) × 0,50 A = 0,20 A

P_diodo ≈ 0,55 V × 0,20 A = 0,11 W, ou 110 mW.

Esse resultado orienta a análise térmica em regime. Separadamente, o diodo precisa conduzir pulsos repetitivos que podem começar próximos de 2,5 A durante a partida. A média de 0,20 A não reduz esse requisito de pico.

Verifique o caso completo

Calcule a dissipação

No motor de referência, considere a condição de regime com D = 0,60, I_motor = 0,50 A, pequena ondulação e V_F = 0,55 V. Complete a estimativa:

P_diodo ≈ V_F × (1 − D) × I_motor = ____

Perda no diodo

Ouça e escreva o que você ouviu.

Digite o valor calculado em W ou mW.

Verificação decisiva na partida

Além da perda média de 0,11 W, qual conjunto de verificações é indispensável para aprovar o diodo no caso principal?

Passo 7 de 9

Proteja a alimentação do microcontrolador

Avalie a capacidade de partida da alimentação e organize os ramos de potência e lógica para reduzir quedas e reinicializações.

Fonte para regime e partida

A partida também é requisito da fonte

A fonte precisa atender a dois cenários distintos: a corrente contínua prevista com o motor em regime e a demanda transitória da partida. Compare esses valores com a capacidade documentada da fonte, inclusive como ela reage ao atingir a limitação de corrente.

Se a fonte limitar a corrente ou sua tensão cair demais na partida, o motor pode não acelerar. Sem aceleração, a força contraeletromotriz permanece baixa e a corrente elevada dura mais tempo. Portanto, a limitação da fonte é uma proteção, não um modo normal de fazer o motor partir.

O motor deve receber energia pelo ramo de potência. Nunca o alimente por um GPIO nem pelo regulador da placa do microcontrolador.

Partida: corrente alta e risco de queda

Diagrama de um motor com MOSFET, mostrando corrente alta na partida, queda de tensão da fonte sob limitação e microcontrolador separado do caminho de potência.

Uma fonte insuficiente pode reduzir a tensão justamente quando o motor precisa de corrente para acelerar.

Conexões que preservam a lógica

Separe os caminhos de potência e lógica

Há duas arquiteturas usuais. Em ambas, o sinal de comando precisa de uma referência comum: o GND do microcontrolador e o retorno do estágio devem estar conectados de forma planejada. Isso não significa unir saídas positivas de fontes diferentes.

Os caminhos de alta corrente do motor devem ser curtos e ficar no ramo de potência. Quedas em fios e retornos compartilhados podem deslocar a referência da lógica, injetar ruído no comando e provocar reset do microcontrolador.

Arquiteturas de alimentação

Compare as duas opções antes de ligar o conjunto.

As duas soluções exigem capacidade de partida documentada no ramo que alimenta o motor.
ArquiteturaRamo do motorRamo da lógicaConexão essencial
Fonte compartilhadaSaída de potênciaRegulador para a lógicaRetorno comum planejado
Fontes separadas compatíveisFonte de potênciaFonte ou regulador lógicoGND comum; positivos separados

Atenção

Capacitor não substitui fonte

Coloque a reserva de energia e o desacoplamento próximos ao estágio, conforme os requisitos do regulador e dos componentes. Eles ajudam com pulsos e ruído, mas não transformam uma fonte continuamente insuficiente em uma fonte adequada.

Se a placa estiver ligada por USB e também por outro terminal de alimentação, verifique a documentação antes de energizar: algumas combinações podem alimentar caminhos não previstos. Não una positivos de fontes somente porque seus GNDs são comuns.

Decida a correção

Diagnóstico de reinicialização

Um motor de 6 V tem estimativa de partida de 1,8 A e corrente em regime de 0,35 A. Ele é ligado a uma fonte de 6 V cuja limitação de corrente é 0,5 A. O mesmo barramento alimenta um microcontrolador, que reinicia quando o PWM é habilitado.

Qual correção é mais coerente?

Escolha a correção

Escolha a ação mais adequada para preparar um teste controlado.

Passo 8 de 9

Defina condições seguras para testar

Prepare antes de ligar

Planeje uma prática de baixa energia

Antes de energizar, trate a prática como uma verificação curta e de baixa energia — não como um modo de descobrir o limite do motor. Use somente um motor pequeno, firmemente fixado, com o eixo livre. Remova hélices, rodas, engrenagens, polias e qualquer outro mecanismo acoplado.

Use uma fonte pronta, isolada e de até 12 Vcc, ajustada à tensão nominal do motor. Defina um limite de corrente justificado pelos dados do motor, pelos componentes selecionados e pela capacidade de fios, contatos e conectores. Limitação de corrente persistente não é uma condição normal de funcionamento.

Montagem preparada para teste curto

Motor pequeno fixado em uma bancada, com eixo livre, ligado a um estágio com MOSFET e a uma fonte CC isolada com corte de potência acessível.

Fixação, eixo livre e corte acessível são condições para uma eventual prática controlada.

Atenção

Dados insuficientes exigem adiamento

Se os dados do motor não permitem justificar a tensão, o limite de corrente e a condição de partida, adie a energização. Não bloqueie o eixo para medir corrente e não use a proteção da fonte como método normal de controle do motor.

Inspecione e defina o corte

Faça a inspeção desenergizada

Com a alimentação de potência desligada, confirme a pinagem real do MOSFET, a polaridade do diodo de recirculação, o pull-down do gate e a referência comum entre o sinal de comando e o retorno de potência.

Confira também se fios, contatos e conectores suportam a corrente prevista. O motor deve receber energia pelo ramo de potência, nunca pelo GPIO nem pelo regulador da placa lógica. Se a placa estiver ligada por USB e por outro terminal de alimentação, verifique a documentação para evitar caminhos de alimentação indevidos.

Dica

Condições mínimas para energizar

Só passe à energização depois de confirmar que o PWM começa desligado, que o corte da alimentação de potência está imediatamente acessível e que a fonte já está ajustada. Aplique apenas acionamentos curtos nas condições previamente verificadas.

Atenção

Critérios de interrupção

Interrompa imediatamente se não houver rotação, se a fonte permanecer em limitação, se ocorrer aquecimento anormal, cheiro ou ruído incomum, ou se a lógica reinicializar. Não tente “forçar a partida” mantendo PWM baixo com o rotor parado: a corrente ainda pode ser elevada e o motor pode não acelerar.

Ordene antes de energizar

Sequência de pré-energização

Organize as ações de uma eventual prática, desde a preparação mecânica e elétrica até o primeiro acionamento. A última ação só é aceitável depois que todas as anteriores foram concluídas.

Ordene as verificações

Coloque as ações na ordem mais segura.

  1. Confirmar PWM desligado e acesso imediato ao corte da potência
  2. Fixar o motor e deixar o eixo livre, sem mecanismo acoplado
  3. Ajustar a fonte à tensão nominal e a um limite de corrente justificado
  4. Energizar e aplicar apenas um acionamento curto
  5. Inspecionar pinagem, diodo, pull-down, referência comum, fios e contatos com a potência desligada

Pare diante de condição anormal

Reconheça o limite da medição

Não use a leitura aparentemente normal de um multímetro como prova de que a partida foi tranquila. O instrumento pode não registrar um pico rápido de corrente nem uma queda breve na alimentação da lógica. A ausência de indicação não comprova a ausência do transiente.

Por isso, a decisão de testar vem dos dados, dos limites verificados e da inspeção. Bloqueio e sobrecarga permanecem condições para análise, não para provocar na prática.

Decida interromper ou adiar

Durante um acionamento curto, o motor não gira e a fonte permanece em limitação. Qual é a decisão correta?

Interprete a ausência de indicação

Verdadeiro ou falso: se o multímetro não mostrar queda de tensão durante a partida, está comprovado que não ocorreu nenhum transiente capaz de afetar o microcontrolador.

Passo 9 de 9

Conclua o dimensionamento do acionamento

Síntese aplicada e decisão técnica para um acionamento unidirecional de pequeno motor CC.

Feche os dados e o esquema

Feche o caso de referência

Retome um único caso didático para fechar a decisão: motor de 6,0 V, resistência mínima do enrolamento a frio de 2,4 Ω e estimativa conservadora de partida de 2,5 A. O PWM é de 20 kHz, com até D = 0,60. Em regime considerado, o motor conduz 0,50 A, com pequena ondulação.

A corrente média aproximada retirada da fonte pelo estágio, em regime, é 0,60 × 0,50 A = 0,30 A. A lógica consome no máximo 0,10 A no caso didático; portanto, a demanda contínua estimada da fonte é 0,40 A, sem incluir pequenas perdas já cobertas pela margem da fonte.

O valor médio não substitui a verificação da partida. Fonte, MOSFET e diodo precisam suportar os pulsos associados aos 2,5 A estimados, sob a duração, repetição e condições térmicas declaradas.

Dossiê final do conjunto

Valores didáticos autocontidos para decidir se o conjunto está apto a um teste curto e controlado.

Os limites térmicos incluem as condições de ambiente, duração e repetição usadas nesta decisão.
ElementoDados e hipóteses declaradosVerificação
Motor6,0 V; R fria mínima 2,4 ΩPartida estimada: 2,5 A
Fonte de potência6,0 V; 3,0 A contínuos; 3,5 A por 500 msPartida total até 2,6 A, incluindo 0,10 A da lógica; partida prevista: 300 ms a cada 30 s
MOSFET B30 V; RDS(on) máx. 45 mΩ a VGS = 4,5 V; pulsos de 4,0 A por 30 µs, repetitivos a 20 kHzA partida de 2,5 A fica abaixo da capacidade declarada; perda total limitada a 0,015 W em regime e 0,20 W na partida
Térmica do MOSFETTa = 25 °C; RθJA = 100 °C/W; ZθJA(300 ms) ≤ 30 °C/W; Tj máx. 125 °CPartidas a cada 30 s retornam praticamente ao patamar de regime
Diodo externo40 V reversos; 3 A repetitivos nos pulsos previstos; VF = 0,55 V a 0,50 A e 0,80 V a 2,5 APerda: 0,11 W em regime; até 0,90 W durante a partida
Térmica do diodoTa = 25 °C; RθJA = 120 °C/W; ZθJA(300 ms) ≤ 20 °C/W; Tj máx. 125 °CPartidas a cada 30 s retornam praticamente ao patamar de regime
LógicaRamo regulado compatível e desacoplado; consumo até 0,10 AGND comum planejado; positivos de saídas não unidos

Verificação integrada dos percursos

Diagrama do motor, MOSFET de lado baixo, diodo externo, laço de alimentação durante condução, laço local de recirculação e ramo lógico com referência comum.

Com o MOSFET ligado, a corrente vem da fonte. Com ele desligado e ainda havendo corrente no enrolamento, o laço é local pelo motor e pelo diodo externo. A lógica compartilha a referência, não o caminho de alta corrente.

Registre uma decisão fundamentada

Demonstre a margem térmica

A aprovação térmica precisa ser demonstrada, não apenas afirmada.

MOSFET B: em regime, a perda total limitada é 0,015 W. Assim, Tj ≈ 25 °C + 0,015 W × 100 °C/W = 26,5 °C. Durante a partida, use a perda total conservadora de 0,20 W por 300 ms: o acréscimo transitório é no máximo 0,20 W × 30 °C/W = 6,0 °C. Somando ao regime: Tj ≤ 32,5 °C, abaixo de 125 °C.

A capacidade declarada de pulso do MOSFET B é 4,0 A por 30 µs, repetitiva a 20 kHz. A corrente de projeto é 2,5 A; portanto, ela fica abaixo desse limite, mas a aprovação também depende da duração de partida de 300 ms e da repetição a cada 30 s.

Diodo: em regime, P ≈ 0,11 W; então Tj ≈ 25 °C + 0,11 W × 120 °C/W = 38,2 °C. Na partida, P ≤ 0,90 W por 300 ms; o acréscimo transitório é ≤ 0,90 W × 20 °C/W = 18 °C. Logo, Tj ≤ 56,2 °C, também abaixo de 125 °C.

Se essas condições não forem documentadas no conjunto real, a conclusão passa a ser “ainda não apto”.

Aplicação final

Escreva uma decisão técnica curta para o conjunto de referência. Inclua a estimativa de partida de 2,5 A; fonte, MOSFET e diodo; pelo menos um resultado térmico; os percursos de corrente com o MOSFET ligado e desligado; a conexão da lógica; e dois critérios de interrupção.

Escreva pelo menos 250 caracteres (0/250).

Conclua com limites claros

Resumo

Síntese da competência

O conjunto didático fica apto para teste controlado porque os limites foram comparados às condições previstas, inclusive termicamente.

A fonte cobre a partida total de até 2,6 A por 300 ms. O MOSFET B tem capacidade declarada de pulso de 4,0 A por 30 µs, repetitiva a 20 kHz, acima da demanda de projeto de 2,5 A; sua Tj estimada é de até 32,5 °C. O diodo externo chega a até 56,2 °C. Ambos permanecem abaixo de 125 °C nas hipóteses declaradas: ambiente de 25 °C, PWM de 20 kHz, D até 0,60 e uma partida a cada 30 s.

Antes de energizar, confirme pinagem, polaridade do diodo, pull-down do gate, fios, conectores, ramo de potência e GND comum planejado. Inicie com PWM desligado, motor fixado e eixo livre, sem mecanismos acoplados, com corte da potência acessível.

Para componentes e montagem reais, conclua ainda não apto se faltar qualquer limite aplicável de pulso, repetição, fonte ou temperatura. Interrompa diante de ausência de rotação, limitação persistente, aquecimento anormal, cheiro, ruído incomum ou reinicialização da lógica.

  • Dimensione pela demanda de partida, não apenas pela corrente em vazio.
  • Verifique fonte, MOSFET e diodo para tensão, pulsos, duração, repetição e temperatura.
  • A capacidade de 4,0 A em pulso do MOSFET B deve ser comparada à demanda de projeto de 2,5 A nas condições declaradas.
  • Com o MOSFET ligado, a fonte alimenta motor e chave; desligado, a corrente recircula pelo diodo externo.
  • Mantenha ramo de potência separado da lógica, com referência de GND comum planejada.
  • Sem dados suficientes, adie o teste em vez de provocar bloqueio ou sobrecarga.

Tutorial concluído

Parabéns! Você concluiu: Dimensionamento do acionamento de um pequeno motor CC

Dimensionamento concluído: decida com dados, margens, condições térmicas e critérios de interrupção — não apenas pela corrente observada com o motor livre.

Baixe o Aplicativo agora para ter acesso a + de 5000 cursos gratuitos, exercícios, certificado e muito conteúdo sem pagar nada!

  • Cursos online 100% gratuitos do início ao fim

    Milhares de cursos online em vídeo, ebooks e áudiobooks.

  • Mais de 60 mil exercícios gratuitos

    Para testar seus conhecimentos no decorrer dos cursos online

  • Certificado Digital gratuito válido em todo o Brasil

    Gerado diretamente na galeria de fotos do seu celular e enviado ao seu e-mail

Aplicativo Cursa na tela de ebook, na tela de curso em vídeo e na tela de exercícios do curso, mais o certificado de conclusão de curso