
Passo 1 de 8
Do ganho em malha aberta à banda passante
Veja como a queda do ganho em malha aberta limita a resposta em frequência de um amplificador operacional realimentado.
Trilha de aprendizado · Nível 7 · Tutorial 7
Selecionar a velocidade de resposta necessária para um amplificador operacional, considerando separadamente banda passante, amplitude do sinal e estabilidade da configuração.
Do ganho em malha aberta à banda passante
Veja como a queda do ganho em malha aberta limita a resposta em frequência de um amplificador operacional realimentado. 2 min
Ganho de sinal e ganho de ruído
Diferencie o ganho aplicado ao sinal do ganho de ruído, definido pela rede de realimentação para pequenas variações. 3 min
Estime a banda passante com o GBW
Estime a banda de pequenos sinais a partir do GBW e do ganho de ruído, distinguindo essa verificação das demais limitações do amplificador. 3 min
Slew rate: o limite de inclinação da saída
Entenda o slew rate como limite de inclinação da saída e estime-o por ΔV/Δt. 2 min
Calcule o slew rate para uma senoide
Calcule o slew rate mínimo para uma senoide de saída e escolha um componente com a margem de projeto informada. 3 min
Identifique o que está limitando a saída
Diferencie atenuação por banda, distorção por slew rate e recorte por excursão combinando a forma de onda com alterações controladas de operação. 3 min
Confira estabilidade e condições de uso
Verifique ganho mínimo, carga capacitiva e condições garantidas antes de aprovar um amplificador operacional. 3 min
Aplicação final: selecione um operacional
Integre ganho de ruído, GBW, slew rate e estabilidade para selecionar um amplificador operacional em uma aplicação senoidal inversora. 4 min

Passo 1 de 8
Veja como a queda do ganho em malha aberta limita a resposta em frequência de um amplificador operacional realimentado.
Em baixas frequências, o ganho em malha aberta, A_OL, é muito alto. Assim, uma diferença muito pequena entre as entradas já permite que a realimentação negativa ajuste a saída e mantenha aproximadamente o ganho definido pela rede externa.
Mas A_OL não é constante: ele diminui à medida que a frequência aumenta. Com menos ganho interno disponível, o operacional perde gradualmente a capacidade de corrigir o erro entre as entradas. Por isso, o ganho em malha fechada deixa de seguir perfeitamente o valor previsto pelos resistores.

A realimentação define o ganho em uma faixa; ela não elimina a queda de ganho interno do amplificador operacional.
Um modelo útil para muitos amplificadores operacionais começa com um polo dominante. Depois da região em que esse polo passa a atuar, o módulo de A_OL cai aproximadamente 20 dB por década.
Uma década é uma multiplicação da frequência por 10. Portanto, nessa região, se a frequência passa de 1 kHz para 10 kHz, o ganho em malha aberta diminui cerca de 20 dB. De 10 kHz para 100 kHz, diminui mais 20 dB.
Esse é um modelo aproximado: amplificadores reais podem ter outros polos e detalhes na resposta. Por enquanto, ele serve para visualizar por que a correção da realimentação se torna menos eficaz em frequências altas.
Exemplo
Imagine um estágio não inversor cujo ganho de baixa frequência é definido pelos resistores como 10 V/V.
O valor dos resistores não mudou; o que mudou foi a capacidade dinâmica do operacional de sustentar o comportamento previsto.
Considere o gráfico descrito: A_OL cai 20 dB por década após seu polo dominante. Uma curva de ganho em malha fechada permanece plana em baixas frequências, mas começa a cair quando A_OL já não é suficientemente alto para a realimentação corrigir o erro.
Qual conclusão interpreta corretamente esse comportamento?
Por que o ganho em malha fechada não permanece idealmente constante em frequências cada vez maiores?

Passo 2 de 8
Diferencie o ganho aplicado ao sinal do ganho de ruído, definido pela rede de realimentação para pequenas variações.
Aqui, ganho de ruído não é um cálculo do ruído elétrico do circuito. É o ganho que uma pequena perturbação aplicada à entrada não inversora encontra até a saída.
Para analisá-lo, considere pequenas variações, anule a fonte de sinal e mantenha a referência fixa para essas variações. Observe então a rede que retorna a saída para a entrada inversora.
Esse ganho será útil para avaliar a resposta em frequência no próximo passo.

A perturbação é aplicada em V+; a fonte de sinal é anulada para examinar somente a propriedade da realimentação.
Com uma rede somente resistiva:
No inversor, portanto, o ganho de ruído não é igual ao módulo do ganho de sinal.
Compare o ganho que o sinal segue com o ganho de ruído da realimentação.
| Configuração | Ganho de sinal | Ganho de ruído |
|---|---|---|
| Buffer | 1 | 1 |
| Não inversora | 1 + Rf/Rg | 1 + Rf/Rg |
| Inversora | −Rf/Rin | 1 + Rf/Rin |
Exemplo
Considere um amplificador inversor com Rin = 20 kΩ e Rf = 10 kΩ.
O ganho de sinal é:
Av = −Rf/Rin = −10/20 = −0,5
Porém, o ganho de ruído é:
Ganho de ruído = 1 + Rf/Rin = 1 + 10/20 = 1,5
Mesmo sendo um atenuador para o sinal, esse circuito tem ganho de ruído maior que 1. O termo “+ 1” vem da forma como a perturbação em V+ é realimentada pela rede resistiva.
Dica
As fórmulas valem sob hipóteses específicas: Rf, Rg e Rin formam uma rede resistiva; a referência se comporta como ponto fixo para pequenas variações; e a resistência da fonte é desprezível ou já está incluída na resistência de entrada equivalente.
Se houver capacitores na rede, o ganho de ruído pode variar com a frequência — caso que não será analisado agora.
Associe cada configuração ao seu ganho de ruído.
Faça as associações.
Toque em um item e depois no par correspondente.
Em um amplificador inversor com Rin = 10 kΩ e Rf = 30 kΩ, o ganho de ruído é ___.

Passo 3 de 8
Estime a banda de pequenos sinais a partir do GBW e do ganho de ruído, distinguindo essa verificação das demais limitações do amplificador.
Em uma região dominada por um polo, o ganho em malha aberta |A_OL| cai cerca de 20 dB por década. Nessa região, o produto entre |A_OL| e a frequência é aproximadamente constante: esse produto é o GBW (produto ganho-largura de banda).
No modelo aproximado, o GBW também é próximo da frequência em que o ganho em malha aberta chega a 1 V/V (0 dB). Assim, um operacional com GBW de 10 MHz tem, aproximadamente, ganho unitário em 10 MHz.
Com realimentação de tensão e comportamento compatível com esse modelo, a banda de pequenos sinais em malha fechada pode ser estimada por:
f_BW ≈ GBW / ganho de ruído
Use o ganho de ruído, não o ganho de sinal.

Quanto maior o ganho de ruído, mais cedo ocorre a interseção com a resposta em malha aberta e menor é a banda estimada.
Dica
A aproximação descreve pequenas variações em torno do ponto de operação. Ela não verifica, por si só, estabilidade, excursão de saída nem a capacidade de acompanhar sinais de grande amplitude. Esses limites exigem verificações separadas.
Para um mesmo operacional, aumentar o ganho de ruído reduz a banda disponível. A tabela usa um componente hipotético com GBW de 20 MHz e redes resistivas nas condições já estudadas.
| Configuração | Ganho de sinal | Ganho de ruído | f_BW estimada |
|---|---|---|---|
| Buffer | 1 | 1 | 20 MHz |
| Não inversor | 5 | 5 | 4 MHz |
| Inversor | −5 | 6 | 3,33 MHz |
Exemplo
Em um amplificador inversor, considere R_in = 10 kΩ e R_f = 100 kΩ. O ganho de sinal é −10, mas o ganho de ruído é:
1 + R_f/R_in = 1 + 100 kΩ/10 kΩ = 11
Se o operacional tiver GBW = 22 MHz:
f_BW ≈ 22 MHz / 11 = 2 MHz
Dividir por 10 daria uma estimativa incorreta, pois 10 é o módulo do ganho de sinal, não o ganho de ruído. O sinal inversor continua tendo módulo de ganho 10 na faixa de passagem; a banda é que depende da realimentação, representada pelo ganho de ruído.
Um amplificador não inversor tem ganho de ruído igual a 3 e usa um operacional com GBW de 12 MHz. Complete a estimativa da banda de pequenos sinais:
f_BW ≈ ____ MHz
Escreva pelo menos 1 caracteres (0/1).
Colocar a maior frequência útil exatamente em f_BW normalmente não é uma boa margem quando a amplitude precisa ser preservada: por definição, no corte há aproximadamente 3 dB de atenuação.
Defina antes a tolerância de resposta e transforme-a em uma exigência de banda. Por exemplo, se um projeto declarar que a banda estimada deve ser pelo menos 5 vezes a frequência máxima útil, compare diretamente esses dois valores.
Exemplo: para sinal útil até 100 kHz, a exigência declarada seria f_BW ≥ 500 kHz. Uma estimativa de 2 MHz atende a esse requisito de margem.
Um estágio precisa preservar um sinal até 100 kHz e a exigência de projeto é f_BW ≥ 5 × f_máx. Uma estimativa de banda de 400 kHz atende à exigência.
Escreva pelo menos 1 caracteres (0/1).
A estimativa f_BW ≈ GBW/ganho de ruído, sozinha, garante que o circuito será estável e também responderá corretamente a sinais de qualquer amplitude.
Escreva pelo menos 1 caracteres (0/1).

Passo 4 de 8
Entenda o slew rate como limite de inclinação da saída e estime-o por ΔV/Δt.
Slew rate (SR) é o limite da rapidez com que a tensão de saída de um amplificador operacional pode mudar. Ele é normalmente informado em V/µs.
Por exemplo, um SR de 0,5 V/µs significa que, nas condições especificadas, a saída consegue variar no máximo cerca de 0,5 V a cada microssegundo. Se o circuito solicitar uma mudança mais rápida, a saída não acompanha a trajetória pedida: ela passa a variar na inclinação máxima disponível.
Esse é um limite de grandes variações ao longo do tempo. Ele é diferente da banda passante, que descreve a resposta a pequenos sinais em frequência.

Quando a variação exigida é rápida demais, a saída fica limitada por uma inclinação máxima.
Para estimar a velocidade de variação em um trecho aproximadamente reto, use:
velocidade de variação = ΔV / Δt
Se ΔV estiver em volts e Δt em microssegundos, o resultado sai diretamente em V/µs.
Não confunda amplitude com velocidade: percorrer 1 V em 1 µs exige 1 V/µs; percorrer os mesmos 1 V em 10 µs exige somente 0,1 V/µs.
Exemplo
Uma saída sobe de −1 V para +3 V em um trecho retilíneo de 2 µs.
ΔV = +3 V − (−1 V) = 4 V
Δt = 2 µs
Velocidade de variação = 4 V / 2 µs = 2 V/µs
Portanto, para produzir esse trecho sem limitação de velocidade, o amplificador precisaria de slew rate de pelo menos 2 V/µs nas condições de operação relevantes.
Uma saída precisa mudar 3 V em 0,5 µs. Complete a velocidade de variação necessária:
SR necessário = ____ V/µs
Escreva pelo menos 1 caracteres (0/1).
Um amplificador tem GBW suficiente para a faixa de frequência de pequenos sinais, mas o sinal de saída precisa mudar 4 V em 1 µs. Qual afirmação é correta?
Escreva pelo menos 40 caracteres (0/40).
No próximo passo, você aplicará essa ideia a uma senoide, cuja inclinação máxima depende tanto da frequência quanto da amplitude.

Passo 5 de 8
Calcule o slew rate mínimo para uma senoide de saída e escolha um componente com a margem de projeto informada.
Para uma senoide, a saída muda mais depressa ao cruzar seu valor médio. Nos picos máximo e mínimo, ela muda de sentido e sua inclinação é momentaneamente zero.
Por isso, o slew rate necessário é determinado pela maior inclinação, não pela inclinação média do ciclo. Considere a senoide que deve existir na saída do amplificador operacional.

A inclinação máxima ocorre nos cruzamentos do valor médio.
Para uma senoide de frequência f e amplitude de pico de saída V_pico, use a condição aproximada:
SR ≥ 2πfV_pico
Se f estiver em hertz e V_pico em volts, o resultado inicial estará em V/s. Para converter para V/µs, divida o resultado por 1 000 000.
Use V_pico medido a partir do valor médio da saída. Não use o valor pico a pico, a tensão de polarização nem a amplitude da entrada.
Exemplo
Uma saída senoidal é centrada em 2,5 V, varia de 1,0 V a 4,0 V e tem frequência de 100 kHz.
Logo, V_pico = 1,5 V: essa é a distância entre 2,5 V e um pico, não a variação total de 3,0 V pico a pico.
SR_mín = 2π × 100 000 × 1,5 = 942 478 V/s
Convertendo: 942 478 ÷ 1 000 000 = 0,94 V/µs.
Dica
Se o projeto pede margem de 2× sobre o mínimo calculado:
SR de seleção ≥ 2 × 0,94 V/µs = 1,88 V/µs
Um componente com especificação garantida de 2,0 V/µs atende a esse requisito. Um componente de 1,0 V/µs não atende, embora esteja próximo do limite sem margem.
Ao dobrar f, o SR exigido dobra. O mesmo ocorre ao dobrar V_pico.
Uma senoide de saída varia de 1,0 V a 4,0 V em torno de 2,5 V. Sua amplitude V_pico é de ___ V.
Uma senoide de saída tem f = 200 kHz e V_pico = 2,0 V. A margem exigida é 2×. Qual especificação de slew rate garantida é adequada?

Passo 6 de 8
Diferencie atenuação por banda, distorção por slew rate e recorte por excursão combinando a forma de onda com alterações controladas de operação.
Uma forma de onda deformada não aponta sempre para a mesma causa. Compare a saída com o sinal solicitado e com os limites já calculados para o circuito.
Banda insuficiente: em regime linear, a senoide continua senoidal, porém tem menor amplitude e sofre defasagem.
Slew rate insuficiente: a saída não consegue mudar tensão rápido o bastante; os trechos mais íngremes passam a ter inclinação quase constante.
Excursão insuficiente: a saída encosta em um limite de tensão e aparecem topos ou fundos achatados. Esse limite depende da alimentação e da carga; não precisa ser igual ao trilho.

A aparência orienta o diagnóstico, mas as condições do ensaio confirmam qual limite está predominando.
Altere uma variável por vez e observe a reação. Isso ajuda a separar hipóteses que podem parecer semelhantes em uma única captura do osciloscópio.
Pistas para investigar a limitação predominante.
| Suspeita | Mudança útil | Resultado que reforça a hipótese |
|---|---|---|
| Banda | Aumentar a frequência, mantendo a amplitude | A senoide perde mais amplitude e acumula mais defasagem |
| Slew rate | Reduzir a amplitude, mantendo a frequência | As rampas deixam de ficar limitadas quando o SR exigido diminui |
| Excursão | Reduzir a amplitude, mantendo a frequência | Os topos ou fundos deixam de encostar no mesmo limite de tensão |
Associe cada observação à limitação predominante.
Toque em um item e depois no par correspondente.
Uma saída senoidal de alta frequência apresenta rampas quase retas. A alimentação, a carga e a frequência devem permanecer iguais. Qual mudança é mais útil para testar a hipótese de limitação por slew rate?

Passo 7 de 8
Verifique ganho mínimo, carga capacitiva e condições garantidas antes de aprovar um amplificador operacional.
A realimentação negativa só mantém o comportamento previsto se o amplificador operacional permanecer estável na configuração usada. Portanto, atender aos cálculos de banda por GBW e de slew rate é necessário, mas não basta para aprovar um componente.
Na folha de dados, procure se o componente é estável em ganho unitário ou se exige um ganho mínimo para estabilidade. Um componente estável em ganho unitário pode operar em buffer; outro pode exigir, por exemplo, ganho mínimo 5 V/V.
Nas configurações resistivas estudadas, compare a especificação de ganho mínimo com o ganho de ruído, não automaticamente com o ganho do sinal.
Exemplo: um inversor com ganho de sinal −2 tem ganho de ruído 3. Se a folha de dados declarar “estável para ganho ≥ 5 V/V”, essa configuração não é compatível, mesmo que a banda e o slew rate calculados pareçam suficientes.
Leia a convenção da folha de dados: o dado deve se referir à estabilidade em malha fechada e às condições informadas pelo fabricante.
Atenção
Não conclua que “realimentado” significa “estável”. Se houver ganho mínimo especificado, o ganho de ruído da sua rede deve atendê-lo nas condições declaradas.
A capacitância ligada à saída também pode alterar a estabilidade. Ela pode vir de um cabo, de trilhas, de uma entrada conectada ou de um capacitor presente na carga.
Estime as capacitâncias relevantes da saída e compare a carga prevista com a condição que o fabricante declara como estável. A indicação “estável em ganho unitário” não significa que o operacional pode acionar qualquer capacitância.

Cabo, conexões e entradas ligadas podem compor a carga capacitiva vista pela saída.
Atenção
A carga capacitiva pode comprometer o comportamento mesmo quando o componente é estável em ganho unitário. Verifique o limite, a faixa ou a condição de teste declarada para a carga; não transforme uma condição não informada em aprovação.
Considere uma aplicação já verificada quanto à alimentação, faixa de entrada e excursão. Ela exige: ganho de ruído 3 V/V; GBW garantido de pelo menos 6 MHz; slew rate garantido de pelo menos 1,5 V/µs; e carga capacitiva total estimada de 220 pF.
A tabela mostra dados fictícios nas condições explicitadas. “Não informado” não é o mesmo que “atende”.
Valores “mín.” são garantidos; valores “típ.” servem como referência, não como garantia de projeto.
| Candidato | GBW | Slew rate | Estabilidade | Carga capacitiva estável |
|---|---|---|---|---|
| A | 10 MHz mín. | 3 V/µs mín. | Ganho unitário | 100 pF máx. |
| B | 12 MHz mín. | 3 V/µs mín. | Ganho mínimo 5 V/V | 500 pF máx. |
| C | 8 MHz mín. | 2 V/µs mín. | Ganho unitário | 300 pF máx. |
| D | 20 MHz típ. | 2,5 V/µs mín. | Ganho unitário | Não informado |
A: rejeite para esta carga, pois 220 pF ultrapassa os 100 pF declarados.
B: rejeite, pois ganho de ruído 3 é menor que o ganho mínimo 5.
C: atende todos os requisitos declarados, com margens.
D: não pode ser aprovado: falta garantia de GBW e não há condição informada para carga capacitiva de 220 pF.
Para a aplicação da tabela, qual candidato pode ser aceito com base nas informações fornecidas?
Se um amplificador operacional é estável em ganho unitário, ele pode acionar qualquer carga capacitiva sem outra verificação.

Passo 8 de 8
Integre ganho de ruído, GBW, slew rate e estabilidade para selecionar um amplificador operacional em uma aplicação senoidal inversora.
O estágio é inversor, com R_in = 10 kΩ e R_f = 40 kΩ. Ele deve entregar uma senoide centrada em 0 V, com 4 V de pico e 100 kHz, a uma carga de 100 pF.
As verificações de alimentação, faixa de entrada e excursão de saída já foram aprovadas para todos os candidatos. Agora a decisão depende de banda para pequenos sinais, slew rate, estabilidade no ganho de ruído usado e carga capacitiva.
Para esta aplicação, adote as margens de projeto:

A rede inversora define ganho de sinal de −4, mas o ganho de ruído que define a banda é 1 + R_f/R_in.
Todos os valores abaixo são garantidos nas condições declaradas. O modelo de GBW com polo dominante é informado como aplicável aos três componentes, para a faixa desta análise.
| Candidato | GBW mínimo | SR mínimo | Ganho mínimo estável | Carga capacitiva estável |
|---|---|---|---|---|
| A | 3 MHz | 10 V/µs | 1 | 50 pF |
| B | 4 MHz | 6 V/µs | 5 | 200 pF |
| C | 10 MHz | 20 V/µs | 10 | 500 pF |
Antes de escolher um componente, determine os números que serão comparados. Qual alternativa está correta?
Qual candidato deve ser selecionado para o circuito, considerando os dados e as margens fornecidas?
Em poucas frases, justifique a escolha de B e indique o motivo de rejeição de A e C. Inclua pelo menos uma verificação numérica de B.
Escreva pelo menos 120 caracteres (0/120).
Resumo
Use esta sequência em uma seleção real, sempre com as condições da folha de dados compatíveis com o circuito.
Parabéns! Você concluiu: Banda passante e slew rate do amplificador operacional
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