Exercícios
Avalie seus conhecimentos sobre segurança funcional em células robóticas industriais. Este questionário aborda estratégias de redução de riscos, parada de emergência, categorias de parada, intertravamentos de portas, relés e CLPs de segurança, cortinas de luz, scanners a laser, muting e dispositivos de habilitação. Explore conceitos essenciais da ISO 13849-1, como o Performance Level requerido (PLr), distância de segurança e funções de proteção para pessoas em áreas robotizadas. Também teste sua compreensão sobre células colaborativas, rearme manual e as respostas esperadas dos sistemas de segurança diante do acesso a zonas perigosas.
Responda às questões abaixo e confira a explicação de cada resposta.
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A prioridade é eliminar perigos ou reduzir riscos pelo próprio projeto. Proteções técnicas, informações e equipamentos de proteção complementam essa primeira etapa.
A parada de emergência é uma medida complementar usada para interromper uma situação perigosa. Ela não substitui proteções, intertravamentos ou outras funções de segurança.
O dispositivo é um intertravamento de proteção. Ele monitora a posição da porta e, quando ela é aberta, solicita a parada ou impede movimentos perigosos.
A cortina de luz cria um campo de detecção entre um emissor e um receptor. A interrupção de seus feixes pode acionar uma função de segurança para controlar o perigo.
Relés de segurança utilizam recursos como redundância, supervisão de canais e monitoramento de contatores. Isso permite detectar falhas relevantes e levar o sistema a uma condição segura.
PLr significa nível de desempenho requerido. Ele expressa a capacidade de redução de risco que uma função de segurança deve alcançar, considerando fatores definidos na avaliação de riscos.
Na categoria 0, a energia que produz o movimento é removida imediatamente. A parada é considerada não controlada porque não depende de uma desaceleração comandada pelo sistema de acionamento.
A categoria 1 utiliza energia para executar uma parada controlada. Depois que a parada é alcançada, a energia capaz de gerar movimento é removida dos atuadores.
O rearme reconhece que as condições de segurança foram restauradas, mas não deve iniciar automaticamente o movimento perigoso. A partida precisa resultar de um comando separado e intencional.
A entrada na zona de proteção deve acionar a função de segurança associada, normalmente interrompendo o movimento perigoso. Uma zona externa pode ser usada apenas como advertência.
Muting é uma suspensão temporária e automática da função de proteção, normalmente usada para permitir a passagem de material. Ela deve ocorrer somente sob condições previstas e monitoradas.
O dispositivo de três posições permite a habilitação na posição intermediária. Soltá-lo ou apertá-lo completamente deve retirar a habilitação, ajudando a reagir tanto ao susto quanto à perda de controle.
A distância de separação considera fatores como tempo total de parada, velocidade de aproximação e características do dispositivo. Ela deve impedir que alguém alcance o perigo antes de sua eliminação.
A colaboração depende da aplicação completa, não apenas do modelo do robô. Ferramentas, peças, contato, velocidade, força, layout e tarefas precisam ser considerados na avaliação de riscos.
Um CLP de segurança possui arquitetura e mecanismos de diagnóstico desenvolvidos e avaliados para executar funções de segurança. Isso não elimina a necessidade de projetar e validar corretamente todo o sistema.
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