Exercícios
Avalie seus conhecimentos sobre Lógica Ladder e operação de CLPs na automação industrial. Este questionário aborda o ciclo de varredura do controlador, contatos e bobinas, circuitos de partida e reversão de motores, intertravamentos de segurança, temporizadores TON e TOF, contadores CTU, comandos de parada normalmente fechados, lógica booleana e instruções de pulso por borda positiva. Você também encontrará questões sobre interpretação de diagramas Ladder, identificação de erros de programação e conversão de sinais analógicos, como transmissores de pressão de 4 a 20 mA. Ideal para estudantes, técnicos e profissionais que desejam revisar conceitos fundamentais de programação de CLPs e controle industrial.
Responda às questões abaixo e confira a explicação de cada resposta.
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Em uma varredura típica, o CLP registra o estado das entradas, executa o programa usando essa imagem de processo e depois atualiza as saídas.
O símbolo exibido representa um contato normalmente aberto em Ladder. Ele se torna logicamente verdadeiro quando o bit associado X0.0 está ativo.
A bobina recebe o resultado lógico do degrau e o grava no bit associado, que pode representar uma saída física ou uma variável interna.
O contato auxiliar M, em paralelo com o botão de partida, mantém a bobina energizada após o botão ser liberado. Essa técnica é chamada de selo ou autorretenção.
O intertravamento evita o acionamento simultâneo dos contatores de avanço e reversão, condição que pode provocar curto-circuito no circuito de potência.
No TON padrão, Q só é ativada quando a entrada permanece verdadeira até o tempo predefinido. Se a entrada ficar falsa antes disso, o tempo decorrido retorna a zero.
O TOF realiza retardo na desenergização. Quando IN fica falsa, Q continua verdadeira durante o intervalo configurado e só depois é desativada.
O reset limpa o valor acumulado do contador e, em implementações usuais, também remove sua indicação de contagem concluída.
Na ligação normalmente fechada, um cabo rompido interrompe o sinal de entrada, assim como o acionamento da parada. Isso favorece um comportamento de falha segura.
O contato normalmente aberto A conduz com A = 1. O contato normalmente fechado B conduz logicamente com B = 0. Como ambos são verdadeiros, a bobina Y é energizada.
Contatos em ramos paralelos permitem continuidade se qualquer um dos caminhos estiver verdadeiro, implementando a operação lógica OU.
Dois contatos normalmente abertos em série precisam conduzir ao mesmo tempo. Portanto, a bobina é energizada somente quando A e B são verdadeiras.
O one-shot de subida detecta a transição de falso para verdadeiro e gera um pulso com duração de uma varredura, evitando múltiplas execuções para um único evento.
12 mA está no ponto médio da faixa de 4 a 20 mA. Assim, corresponde ao ponto médio da faixa de pressão, que é 5 bar.
O uso da mesma bobina comum em vários degraus cria escritas sucessivas no mesmo bit. Em muitos CLPs, o último degrau executado determina o estado final, dificultando a análise.

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