Exercícios
Avalie seus conhecimentos sobre diagnóstico e manutenção da direção hidráulica automotiva. Este questionário aborda a função e a especificação do fluido, sintomas de baixo nível, mangueiras de alta pressão, correia da bomba, entrada de ar e espuma no reservatório, procedimentos de sangria, testes de pressão e riscos de manter o volante no batente. Também inclui questões sobre coifas da cremalheira, vazamentos internos, cavitação, falhas de assistência em apenas um sentido e verificações finais após reparos. Ideal para estudantes, mecânicos e profissionais que desejam revisar boas práticas de inspeção, reparo e segurança, sempre considerando as orientações do fabricante.
Responda às questões abaixo e confira a explicação de cada resposta.
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O fluido transmite a pressão produzida pela bomba, lubrifica componentes internos e auxilia na dissipação do calor gerado durante o funcionamento.
O nível baixo pode permitir a entrada de ar e prejudicar a alimentação da bomba, provocando ruído, oscilações na assistência e maior esforço ao girar o volante.
A mangueira reforçada com terminais prensados é normalmente a linha de alta pressão, responsável por conduzir o fluido pressurizado da bomba ao mecanismo de direção.
Uma correia frouxa pode patinar e impedir que a bomba alcance a rotação necessária. Isso gera ruído e reduz a assistência, especialmente em manobras com o motor em baixa rotação.
A espuma indica aeração do fluido. O ar pode entrar durante a abertura do circuito ou por vazamentos na linha de sucção, causando ruído e assistência irregular.
Com as rodas suspensas, o sistema encontra menor resistência. Girar lentamente a direção, monitorando o nível e evitando manter o volante no batente, ajuda a expulsar o ar com segurança.
O conjunto de teste é instalado na linha de alta pressão, entre a bomba e o mecanismo de direção. Assim, é possível medir a pressão e avaliar a capacidade da bomba conforme o procedimento técnico.
No batente, a bomba trabalha próxima da pressão máxima e a válvula de alívio atua. Manter essa condição aumenta o aquecimento e o esforço sobre a bomba, o fluido e as mangueiras.
A coifa protege a região da cremalheira e da articulação axial. Quando rasgada, permite a entrada de água, poeira e resíduos que aceleram a corrosão e o desgaste dos componentes.
Fluido hidráulico dentro da coifa geralmente indica falha nos retentores internos da cremalheira. A coifa não deve funcionar como reservatório de fluido pressurizado.
A cor não determina compatibilidade. Deve-se utilizar a especificação indicada pelo fabricante, pois um fluido incorreto pode alterar a lubrificação, atacar vedações e prejudicar o funcionamento.
Uma falha que afeta apenas um sentido sugere distribuição desigual da pressão pela válvula de controle ou vazamento interno em um dos lados do mecanismo de direção.
A cavitação ocorre quando a bomba recebe fluido de forma insuficiente e surgem bolhas que colapsam internamente. Isso pode causar ruído, vibração, perda de rendimento e danos à bomba.
A inspeção final deve confirmar nível correto, ausência de ar, ruídos e vazamentos, além de assistência uniforme. As conexões também devem respeitar o torque e o procedimento do fabricante.
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