Exercícios
Avalie seus conhecimentos sobre identificação veicular e detecção de adulterações em fiscalizações rodoviárias. Este questionário aborda a finalidade do exame identificador, a estrutura e a leitura do VIN, WMI, ano-modelo, numeração de chassi e motor, gravações em vidros, etiquetas e placas de identificação veicular. Também explora a validação segura do CRLV-e, os indícios técnicos de remarcação, a clonagem de veículos, a preservação da cadeia de custódia e os aspectos legais da adulteração de sinal identificador previstos no Código Penal. Ideal para estudantes, profissionais e interessados nos procedimentos técnicos aplicados pela PRF.
Responda às questões abaixo e confira a explicação de cada resposta.
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O exame busca verificar se sinais como VIN, motor, placa e gravações secundárias correspondem aos documentos e registros oficiais, permitindo detectar inconsistências ou adulterações.
O VIN padronizado possui 17 caracteres, distribuídos em seções que identificam fabricante, características do veículo e sequência individual de produção.
Na estrutura padronizada do VIN, o décimo caractere é empregado para indicar o ano-modelo, conforme o código alfanumérico aplicável.
Os três primeiros caracteres formam o WMI, utilizado para identificar a região geográfica e o fabricante responsável pelo veículo.
Uma irregularidade é um indício, não uma conclusão isolada. O exame deve integrar sinais principais e secundários, documentos, registros oficiais e padrões conhecidos de fabricação.
O CRLV-e deve ser validado por seus recursos eletrônicos e confrontado com bases oficiais. A aparência de uma impressão, isoladamente, não confirma a autenticidade nem a situação atual do veículo.
A divergência é relevante, mas pode decorrer de substituição regular ou de irregularidade. É necessário consultar registros, documentação e características físicas antes de estabelecer sua causa.
O art. 311 do Código Penal alcança a adulteração, remarcação ou supressão não autorizada de sinais identificadores de veículos e de determinados componentes ou equipamentos.
O código bidimensional da placa auxilia sua rastreabilidade e verificação em sistemas próprios. Ele complementa a fiscalização, mas não substitui o confronto com os demais identificadores.
Identificadores repetidos devem apresentar coerência ou possuir justificativa documental, como substituição regularizada. Uma divergência deve ser apurada, mas não autoriza conclusão isolada e imediata.
Na clonagem, dados visíveis de um veículo legítimo são reproduzidos em outro para dificultar sua identificação e ocultar restrições, origem ilícita ou envolvimento em infrações e crimes.
A cadeia de custódia depende da documentação contínua do vestígio, desde o reconhecimento até sua destinação. Registro, preservação, acondicionamento e rastreabilidade reduzem riscos de contaminação ou questionamento.
Desalinhamento, profundidade desigual e alterações do suporte metálico podem indicar intervenção. Esses elementos devem ser avaliados em conjunto com padrões fabris e outros sinais do veículo.
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