Exercícios
Avalie seus conhecimentos sobre calibração dimensional e tolerâncias na impressão 3D FDM. Este questionário aborda a interpretação de desvios em cubos de calibração, ajustes de escala por eixo, fluxo de extrusão, passos por milímetro, compensação de pé de elefante e correção de furos. Você também testará conceitos práticos de folgas entre peças móveis, escolha de instrumentos de medição, orientação de furos e influência da temperatura nas medições finais. Ideal para quem busca produzir peças FDM mais precisas, funcionais e compatíveis com as dimensões do projeto.
Responda às questões abaixo e confira a explicação de cada resposta.
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Os valores próximos entre si demonstram boa precisão ou repetibilidade. Entretanto, como estão afastados do valor nominal de 20,00 mm, existe um erro sistemático que reduz a exatidão.
O fator é calculado por 20,00 ÷ 19,60 × 100, resultando em aproximadamente 102,04%. A correção deve ser validada com uma nova impressão e não aplicada globalmente sem necessidade.
A compensação de pé de elefante retrai ligeiramente o contorno da primeira camada, reduzindo o alargamento da base sem alterar as dimensões de toda a peça.
A folga funcional depende da máquina, do material, da orientação e dos parâmetros utilizados. Um corpo de prova reproduzindo essas condições fornece o valor mais confiável para o projeto.
Furos podem apresentar erros próprios devido à geometria dos filamentos depositados, à aproximação do contorno e à contração. Uma calibração específica permite compensá-los sem prejudicar dimensões externas já corretas.
O novo fluxo pode ser estimado por 100 × 0,40 ÷ 0,44, resultando em aproximadamente 90,9%. O valor deve ser confirmado por nova impressão e por avaliação da qualidade das paredes.
Usa-se: novo valor = 80 × 100 ÷ 98. O resultado é aproximadamente 81,63 passos/mm. Essa calibração deve usar o movimento mecânico medido diretamente, evitando confundi-lo com contração do material.
O paquímetro permite medir dimensões externas, internas e profundidades com resolução adequada à maioria das verificações dimensionais em FDM. Ele deve estar limpo, zerado e sem força excessiva sobre a peça.
Com o eixo do furo perpendicular à mesa, o contorno circular é formado no plano XY de cada camada. Furos horizontais exigem pontes ou suportes e tendem a apresentar deformação na região superior.
A menor folga que apresentou movimento livre foi 0,30 mm. Portanto, esse é o menor valor validado pelo teste para as condições específicas de impressão utilizadas.
Polímeros mudam de dimensão durante o resfriamento. Medir a peça ainda quente pode produzir valores diferentes daqueles presentes em sua condição final de uso.
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