Capa do Ebook gratuito Engenheiro de Segurança do Trabalho - Concurso Caixa Econômica Federal

Engenheiro de Segurança do Trabalho - Concurso Caixa Econômica Federal

Novo curso

14 páginas

Programas e Documentos de SST: PGR, GRO e registros para Engenheiro de Segurança do Trabalho (Caixa)

Capítulo 4

Tempo estimado de leitura: 14 minutos

+ Exercício

Em ambiente bancário e administrativo (como unidades, agências, prédios corporativos, data centers e áreas de apoio), a conformidade em SST depende menos de “ter documentos” e mais de demonstrar, por evidências, que o gerenciamento de riscos é contínuo, rastreável e controlado. Para fins de auditoria interna, fiscalização e responsabilização técnica, o foco recai sobre a coerência entre: riscos identificados, decisões tomadas, ações executadas, verificação de eficácia e registros mantidos.

GRO e PGR: conceito documental e relação entre eles

GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) é o sistema de gestão que organiza o ciclo de identificar perigos, avaliar riscos, definir controles, acompanhar desempenho e melhorar continuamente. Do ponto de vista documental, o GRO é evidenciado por políticas, procedimentos, responsabilidades, registros, indicadores e rotinas de revisão.

PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) é o conjunto de documentos que materializa o GRO no estabelecimento. Em auditoria, o PGR é verificado por dois pilares: Inventário de Riscos (o “mapa” do que existe) e Plano de Ação (o “roteiro” do que será feito, por quem e quando), além das evidências de execução e monitoramento.

Estrutura documental do GRO (o que o auditor espera ver)

1) Governança e responsabilidades

  • Designação formal de responsáveis (engenheiro de segurança, SESMT quando aplicável, gestores de área, manutenção predial, facilities, TI/data center, RH/saúde ocupacional, compras/contratos).
  • Matriz RACI (Responsável, Aprovador, Consultado, Informado) para: identificação de perigos, aprovação do inventário, priorização do plano, contratação de serviços, liberação de trabalho, investigação de incidentes, gestão de mudanças.
  • Critérios de aceitação de risco e regras de priorização documentadas (para justificar decisões).

2) Procedimentos operacionais e padrões (SOPs) vinculados ao risco

  • Procedimentos para atividades típicas: manutenção elétrica, trabalho em altura eventual (telhados/caixas d’água), espaços confinados quando houver, movimentação de cargas em almoxarifado, limpeza e conservação, controle de pragas, operação de geradores/UPS, manuseio de produtos químicos de limpeza, ergonomia em postos administrativos.
  • Procedimentos de emergência: evacuação, primeiros socorros, resposta a incêndio, pane elétrica, vazamento de combustível (geradores), incidentes com terceiros.
  • Padrões de inspeção: checklists de extintores/hidrantes, rotas de fuga, iluminação de emergência, quadros elétricos, aterramento, EPI/EPC, housekeeping.

3) Registros e evidências (o “rastro” do GRO)

  • Inventário de riscos e revisões.
  • Plano de ação e status (aberto/em andamento/concluído/atrasado) com evidências anexas.
  • Registros de treinamentos, DDS quando aplicável, integrações de contratadas.
  • Permissões de trabalho (PT), APR/AST, checklists de liberação e encerramento.
  • Relatórios técnicos: inspeções, laudos/pareceres, análises ergonômicas quando aplicável, relatórios de investigação de incidentes.
  • Registros de manutenção preventiva/corretiva e calibração de instrumentos quando usados.
  • Indicadores e atas de reuniões (CIPA/Comissão, comitês de segurança, reuniões de contratadas).

Estrutura do PGR: como montar e manter em conformidade

Componentes mínimos e anexos recomendados

  • Inventário de Riscos: perigos, riscos, controles existentes, avaliação, nível de risco, requisitos legais aplicáveis, evidências e responsáveis.
  • Plano de Ação: medidas de controle, prazos, responsáveis, recursos, critérios de verificação de eficácia e indicadores.
  • Anexos recomendados (para robustez em auditoria): matriz de requisitos legais, matriz de treinamentos, matriz de EPI/EPC por atividade, procedimento de gestão de mudanças, procedimento de gestão de contratadas, procedimento de investigação de incidentes, plano de inspeções e auditorias internas.

Passo a passo prático para elaborar o Inventário de Riscos

  • 1. Delimitar escopo: unidade/agência/prédio, áreas (atendimento, retaguarda, tesouraria quando houver, CPD/data center, almoxarifado, estacionamento, casa de máquinas, cobertura), turnos e atividades rotineiras e não rotineiras.
  • 2. Levantar processos e tarefas: descrever tarefas por função (ex.: atendimento, caixa, TI, manutenção predial, limpeza terceirizada).
  • 3. Identificar perigos por tarefa: usar inspeções, entrevistas, registros de incidentes, ordens de serviço, relatórios de manutenção, observação de trabalho e documentos de contratadas.
  • 4. Mapear controles existentes: EPC, procedimentos, treinamento, sinalização, barreiras físicas, manutenção, redundâncias (ex.: UPS), EPI, controles administrativos.
  • 5. Avaliar risco com critério padronizado: definir método (ex.: matriz Probabilidade x Severidade) e registrar a justificativa.
  • 6. Definir risco residual: após controles existentes, estimar nível residual e decidir se é aceitável ou exige ação.
  • 7. Vincular requisitos: associar NRs e normas internas aplicáveis, além de requisitos contratuais e de seguradoras quando existirem.
  • 8. Gerar lista de ações: toda lacuna vira item do plano de ação, com prioridade e evidência esperada.
  • 9. Validar com gestores e contratadas: colher ciência e compromissos (assinaturas/atas/fluxo eletrônico).
  • 10. Controlar versão e publicar: disponibilizar em repositório controlado, com histórico de revisões.

Passo a passo prático para elaborar o Plano de Ação

  • 1. Consolidar lacunas: agrupar por tema (elétrica, incêndio, ergonomia, químicos, contratadas, emergências).
  • 2. Priorizar: aplicar critérios objetivos (ver seção de priorização) e registrar o racional.
  • 3. Definir medidas por hierarquia de controles: eliminar/substituir, engenharia, administrativas, EPI (evitar “EPI como primeira opção”).
  • 4. Atribuir responsável e aprovador: responsável executa; aprovador garante recursos e remove barreiras.
  • 5. Definir prazo e marcos: datas realistas e checkpoints (30/60/90 dias) para ações complexas.
  • 6. Definir evidência de conclusão: foto, nota fiscal, relatório técnico, checklist assinado, certificado, OS concluída, teste funcional.
  • 7. Definir verificação de eficácia: como comprovar que reduziu risco (inspeção, medição, auditoria, observação comportamental, redução de incidentes).
  • 8. Monitorar e reportar: painel mensal com status, atrasos e replanejamento formal quando necessário.

Modelo detalhado (em tópicos) de Inventário de Riscos

Abaixo, um modelo de campos e conteúdo esperado. Pode ser planilha controlada por versão ou sistema, desde que preserve rastreabilidade.

  • Identificação
    • Código do risco (ex.: IR-AG001-EL-001)
    • Unidade/estabelecimento
    • Área/setor
    • Processo/tarefa
    • Rotina: ( ) rotineira ( ) não rotineira ( ) emergência
    • População exposta: próprios/terceiros/visitantes
  • Descrição do perigo e cenário
    • Perigo (fonte): ex.: energia elétrica, superfícies escorregadias, agentes químicos de limpeza, incêndio, mobiliário inadequado
    • Evento indesejado: choque elétrico, queda, intoxicação, incêndio, LER/DORT
    • Consequência: lesão leve/grave, fatalidade, dano patrimonial, interrupção operacional
  • Controles existentes
    • EPC/engenharia: DR, aterramento, enclausuramento, guarda-corpo, piso antiderrapante, exaustão local quando aplicável
    • Administrativos: procedimentos, PT, bloqueio e etiquetagem (quando aplicável), sinalização, limitação de acesso
    • Treinamentos/competências: integração, capacitações específicas
    • Manutenção/inspeções: periodicidade e registros
    • EPI: tipo, CA, critérios de uso e reposição
  • Avaliação do risco (método padronizado)
    • Probabilidade (1 a 5) + justificativa objetiva (frequência, exposição, histórico)
    • Severidade (1 a 5) + justificativa (potencial de dano)
    • Nível de risco (matriz) e classificação: baixo/médio/alto/crítico
    • Risco residual (após controles existentes)
    • Aceitabilidade: ( ) aceitável com monitoramento ( ) requer ação
  • Requisitos e referências
    • NRs aplicáveis (listar)
    • Normas internas/procedimentos corporativos
    • Contratos/SLAs relacionados (ex.: manutenção predial, limpeza, segurança patrimonial)
    • Documentos de suporte: relatórios, laudos, checklists (com link/ID)
  • Vinculação ao Plano de Ação
    • ID da ação corretiva/preventiva
    • Tipo: eliminação/engenharia/administrativa/EPI
    • Responsável pela ação
    • Prazo alvo
  • Rastreabilidade e controle
    • Data de criação
    • Revisão (número/versão)
    • Motivo da revisão (mudança, incidente, auditoria, periodicidade)
    • Aprovador e data

Modelo detalhado (em tópicos) de Plano de Ação com priorização, indicadores e evidências

  • Identificação
    • ID da ação (ex.: PA-AG001-2026-014)
    • Origem: inventário / auditoria / incidente / inspeção / mudança
    • Risco associado (código do inventário)
  • Descrição da ação
    • O que será feito (objetivo claro)
    • Tipo de controle (hierarquia)
    • Escopo (áreas/unidades afetadas)
  • Priorização (critérios recomendados)
    • Critério 1: Nível de risco residual (baixo/médio/alto/crítico)
    • Critério 2: Exposição (nº de pessoas expostas e frequência)
    • Critério 3: Conformidade (exigência legal direta, notificação anterior, risco de autuação)
    • Critério 4: Histórico (incidentes, quase-acidentes, não conformidades recorrentes)
    • Critério 5: Viabilidade e prazo (ação rápida de alto impacto vs. projeto estrutural)
    • Regra prática de fila: ações para riscos críticos e/ou não conformidades legais sem controle efetivo entram como prioridade máxima, com prazo curto e responsável definido.
  • Planejamento
    • Responsável (executor)
    • Aprovador (gestor que libera recursos)
    • Áreas envolvidas (facilities, TI, RH, compras, contratadas)
    • Recursos (orçamento, materiais, parada programada)
    • Prazo e marcos (início, checkpoint, conclusão)
  • Evidência de execução (obrigatória)
    • Documento esperado: OS, relatório técnico, ART quando aplicável, nota fiscal, certificado, checklist, fotos antes/depois
    • Local de armazenamento (pasta/repositório) e nome padrão do arquivo
  • Verificação de eficácia
    • Método: inspeção, teste funcional, auditoria, observação, medição, simulado
    • Critério de aceitação: o que comprova que funcionou
    • Data de verificação e responsável
  • Status e controle
    • Status: aberto / em andamento / concluído / suspenso / cancelado (com justificativa)
    • Gestão de atraso: replanejamento formal + análise de risco temporária (medidas provisórias)
    • Encerramento: aceite do aprovador + anexos completos
  • Indicadores (KPIs) recomendados
    • % de ações concluídas no prazo (SLA do plano)
    • Backlog de ações por nível de risco (alto/crítico)
    • Tempo médio de fechamento por categoria (elétrica, incêndio, ergonomia, contratadas)
    • Taxa de recorrência de não conformidades (auditorias/inspeções)
    • Nº de quase-acidentes reportados vs. tratados (indicador de maturidade de reporte)
    • Índice de conformidade de integração de contratadas (documentos completos antes do início)

Rastreabilidade, controle de versões e “cadeia de evidências”

Como garantir rastreabilidade (prática de auditoria)

  • Identificadores únicos: codificar riscos, ações, inspeções, incidentes e permissões de trabalho.
  • Repositório controlado: estrutura de pastas por unidade/ano/tipo de documento, com permissões e trilha de auditoria (quem alterou e quando).
  • Padronização de nomes: ex.: “PA-AG001-2026-014_Evidencia_OS1234.pdf”.
  • Vínculos cruzados: cada ação referencia o risco; cada evidência referencia a ação; cada verificação referencia a evidência.
  • Registro de decisões: atas ou registros eletrônicos de aprovação de prioridades, prazos e mudanças de escopo.

Controle de mudanças (MOC) aplicado a SST

Em bancos, mudanças operacionais e prediais são frequentes (reformas, layout, troca de mobiliário, atualização de CPD, terceirização). Um procedimento de Gestão de Mudanças evita que o PGR fique desatualizado.

Continue em nosso aplicativo

Você poderá ouvir o audiobook com a tela desligada, ganhar gratuitamente o certificado deste curso e ainda ter acesso a outros 5.000 cursos online gratuitos.

ou continue lendo abaixo...
Download App

Baixar o aplicativo

  • Gatilhos de MOC: reforma civil, alteração elétrica, mudança de layout, troca de equipamentos (ex.: nobreak/gerador), mudança de produtos químicos, mudança de contratada, alteração de jornada/turnos, incidentes relevantes.
  • Fluxo mínimo: solicitação → análise de riscos da mudança → definição de controles → aprovação → execução → verificação → atualização do inventário/plano.
  • Evidências: formulário MOC, APR/AST da mudança, PTs, relatórios de comissionamento/testes, atualização de plantas/diagramas quando necessário.

Gestão de contratadas: documentos, qualificação e fiscalização

Grande parte dos riscos em unidades administrativas decorre de serviços terceirizados (limpeza, manutenção, obras, ar-condicionado, elétrica, vigilância, jardinagem). A conformidade exige demonstrar que a contratante controla o risco, não apenas transfere.

Checklist documental mínimo para início de atividades

  • Contrato/OS com escopo e requisitos de SST.
  • Documentos da empresa: CNPJ, responsável técnico quando aplicável, política/procedimentos de SST.
  • Relação nominal de trabalhadores, função e comprovação de capacitação compatível com a atividade.
  • Comprovação de entrega e treinamento de EPI (quando aplicável) e critérios de substituição.
  • APR/AST por atividade e Permissão de Trabalho para atividades críticas.
  • Plano de emergência e comunicação (ponto de encontro, rotas, contatos).
  • Registros de integração de segurança na unidade (data, conteúdo, assinaturas).

Fiscalização e evidências durante a execução

  • Checklists de inspeção de campo (antes, durante e após).
  • Registro de não conformidades e tratativas (com prazos e responsáveis).
  • Controle de acesso e autorização para áreas restritas (CPD, salas elétricas).
  • Encerramento do serviço com evidências: limpeza da área, retirada de resíduos, testes, liberação formal.

Prontuários e relatórios técnicos: organização para fiscalização

Além do PGR, a fiscalização frequentemente solicita prontuários e relatórios que comprovem controle técnico e manutenção de condições seguras. A recomendação é manter um índice mestre por unidade, com localização e validade de cada documento.

Exemplos de prontuários/relatórios e como evidenciar

  • Relatórios de inspeção: periodicidade definida, checklist, fotos, classificação de achados, plano de ação vinculado.
  • Relatórios de investigação de incidentes: descrição, causas, ações corretivas, verificação de eficácia, lições aprendidas.
  • Relatórios de manutenção: preventiva/corretiva, com OS, testes e comissionamento quando aplicável.
  • Relatórios ergonômicos e de adequação de postos (quando aplicável): recomendações, implementação, reavaliação.
  • Registros de treinamentos: lista de presença, conteúdo programático, avaliação quando houver, reciclagens.

Integração com exames ocupacionais e interface com saúde ocupacional

Para auditoria, é importante demonstrar coerência entre riscos do inventário e o acompanhamento de saúde. A integração ocorre por meio de fluxo de informações entre engenharia de segurança e saúde ocupacional/RH, preservando sigilo médico quando aplicável.

Como integrar na prática (sem expor dados sensíveis)

  • Vincular riscos a grupos homogêneos de exposição por função/atividade (ex.: digitadores/atendimento, manutenção predial, limpeza).
  • Registrar no inventário quais riscos demandam monitoramento de saúde (ex.: ergonomia, químicos de limpeza, ruído em casa de máquinas quando existente).
  • Usar indicadores agregados: absenteísmo por CID agrupado, queixas musculoesqueléticas por área, sem identificação individual.
  • Retroalimentar o plano de ação: aumento de queixas ergonômicas pode priorizar adequações de mobiliário, pausas, treinamento e revisão de layout.

Comissões internas e rotinas de participação (quando aplicável)

Quando houver comissão interna aplicável (como CIPA/representação), ela é fonte de evidência de participação e acompanhamento do GRO. Em auditoria, o que importa é a rastreabilidade: pauta, decisões, responsáveis e prazos.

Como usar a comissão como evidência de gestão

  • Atas com: riscos discutidos, inspeções realizadas, encaminhamentos e prazos.
  • Registro de inspeções conjuntas e abertura de ações no plano.
  • Canal de reporte de condições inseguras e tratamento documentado (triagem, resposta, encerramento).

Exemplo prático de encadeamento de evidências (do risco à comprovação)

  • Achado: quadro elétrico com identificação incompleta e acesso desorganizado em sala técnica.
  • Inventário: risco elétrico cadastrado (código), controles existentes e lacunas.
  • Plano de ação: ação de adequação (identificação, organização, barreiras, procedimento de acesso), prioridade alta.
  • Evidências: OS de manutenção, fotos antes/depois, checklist de inspeção, atualização de procedimento de acesso.
  • Eficácia: inspeção pós-implementação e auditoria interna com item “conforme”.
  • Controle de mudanças: se houve alteração de circuito/layout, registrar MOC e atualização do inventário.

Trechos-modelo (para padronizar procedimentos e registros)

Modelo de regra de revisão do PGR

Periodicidade: revisão anual e revisão extraordinária quando houver: (a) mudança de layout/processo, (b) incidente relevante, (c) alteração de contratadas críticas, (d) reforma/obra, (e) auditoria com não conformidade maior. Toda revisão deve: atualizar inventário, reavaliar riscos impactados, revisar plano de ação e registrar motivo, aprovador e data.

Modelo de padrão de evidência para encerramento de ação

Para encerrar uma ação no Plano de Ação, anexar obrigatoriamente: (1) evidência de execução (OS/relatório/foto/certificado), (2) evidência de verificação de eficácia (inspeção/teste/auditoria), (3) aceite do aprovador, (4) atualização do Inventário de Riscos quando o controle alterar o risco residual.

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Em uma auditoria de SST em ambiente bancário/administrativo, qual conjunto de evidências demonstra de forma mais completa que o gerenciamento de riscos (GRO) é contínuo, rastreável e controlado?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

Auditoria busca coerência e rastreabilidade: riscos identificados, decisões, ações executadas e sua eficácia. Isso é comprovado por Inventário e Plano de Ação com evidências, verificação de eficácia e controle de versões/vínculos entre risco, ação e registros.

Próximo capitúlo

Prevenção e Investigação de Acidentes para Engenheiro de Segurança do Trabalho (Concurso Caixa)

Arrow Right Icon
Baixe o app para ganhar Certificação grátis e ouvir os cursos em background, mesmo com a tela desligada.