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Engenheiro de Segurança do Trabalho - Concurso Caixa Econômica Federal

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14 páginas

Análise e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais para Engenheiro de Segurança do Trabalho (Caixa)

Capítulo 2

Tempo estimado de leitura: 15 minutos

+ Exercício

Conceito e objetivo do gerenciamento de riscos ocupacionais

O gerenciamento de riscos ocupacionais (GRO) é um processo sistemático para reconhecer perigos, estimar e comparar riscos, definir controles e acompanhar a eficácia das medidas, mantendo registros e comunicação contínua. Na prática do Engenheiro de Segurança do Trabalho em um contexto como o da Caixa (ambiente administrativo com interfaces de manutenção predial e contratação de terceiros), o GRO organiza decisões: o que atacar primeiro, quais controles são adequados e como evidenciar conformidade e desempenho.

Um modelo didático e aplicável é o ciclo: identificação → análise → avaliação → tratamento → monitoramento → comunicação. Esse ciclo é iterativo: mudanças de layout, reformas, novos equipamentos, incidentes, auditorias e alterações de contratos com terceiros exigem reavaliação.

Ciclo de gerenciamento de riscos: como aplicar na rotina

1) Identificação de perigos (o que pode causar dano)

Identificar perigos é mapear fontes, situações e atos que podem gerar lesões/doenças, danos materiais ou interrupções. Em unidades administrativas e prédios corporativos, a identificação deve cobrir: postos de trabalho (ergonomia), circulação (quedas), instalações elétricas, prevenção e combate a incêndio, áreas técnicas (CPD, nobreak, subestação quando houver), manutenção (telhado, casa de máquinas, geradores), e atividades de terceiros (limpeza, obras, manutenção de ar-condicionado, elevadores).

Passo a passo prático para identificar perigos:

  • Delimite escopo e processos: atendimento/retaguarda, agência, backoffice, CPD/sala de TI, manutenção predial, almoxarifado, estacionamento, áreas externas.
  • Faça walkthrough (inspeção em campo) com roteiro: observe tarefas reais, não apenas o “procedimento no papel”.
  • Liste tarefas por atividade (ex.: troca de luminária, manutenção de quadro elétrico, movimentação de mobiliário, atendimento em guichê, digitação prolongada).
  • Considere fontes de perigo típicas: energia elétrica, calor/fumaça, inflamáveis, esforço repetitivo, postura estática, queda de mesmo nível, queda de altura, ferramentas, produtos químicos de limpeza, ruído pontual, tráfego de veículos em garagem.
  • Inclua perigos introduzidos por terceiros: isolamento inadequado de área, improvisos elétricos, ausência de bloqueio e etiquetagem, descarte de resíduos, trabalho em altura sem linha de vida.
  • Registre evidências: fotos (quando permitido), croquis, número do patrimônio do equipamento, localização (andar/sala), data e responsáveis.

2) Análise de riscos (como o dano pode ocorrer e quão provável/severo)

Na análise, você descreve cenários de acidente/doença: evento iniciador, barreiras existentes, falhas possíveis e consequências. Aqui entram técnicas como APR, What-If, Checklists, FMEA e HAZOP (conceitualmente), escolhidas conforme o tipo de processo e maturidade das informações.

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3) Avaliação de riscos (comparar com critérios e priorizar)

A avaliação compara o nível de risco estimado com critérios de aceitabilidade e define prioridades. A ferramenta mais usada é a matriz de risco (probabilidade × severidade), com regras claras de classificação e ação. A avaliação deve considerar também requisitos legais/contratuais, exposição de público (clientes), potencial de incêndio e continuidade do serviço.

4) Tratamento de riscos (definir e implementar controles)

Tratamento é selecionar e implementar medidas de controle, preferindo soluções na fonte e barreiras de engenharia antes de depender apenas de procedimentos e EPI. Em prédios administrativos, controles típicos incluem: adequações elétricas, proteção contra incêndio, ergonomia do posto, gestão de terceiros, sinalização e organização, e manutenção preventiva.

5) Monitoramento e revisão (verificar eficácia e atualizar)

Monitorar é acompanhar indicadores e evidências para confirmar se o risco reduziu e se os controles permanecem eficazes. Inclui inspeções periódicas, auditorias internas, análise de incidentes/quase-acidentes, verificação de manutenção, e revisão quando houver mudanças (reformas, novos layouts, troca de prestadores).

6) Comunicação e consulta (engajar e registrar)

Comunicação garante que gestores, empregados e terceiros entendam riscos e controles. Deve ser objetiva e rastreável: orientações de trabalho, DDS/briefings, sinalização, comunicados, e reuniões com responsáveis por contratos. A consulta com usuários do posto (ergonomia) e com manutenção/infraestrutura melhora a qualidade do diagnóstico e a adesão.

Técnicas de análise de riscos: quando usar e como selecionar

APR (Análise Preliminar de Riscos)

Indicada para atividades com etapas claras e riscos conhecidos, especialmente manutenção predial e intervenções pontuais. A APR lista etapas, perigos, causas, consequências, controles existentes e ações adicionais.

Quando usar: troca de luminárias, manutenção de ar-condicionado, limpeza de fachada, serviços em quadro elétrico, movimentação de mobiliário.

Como aplicar (passo a passo):

  • Quebre a tarefa em etapas (ex.: “desenergizar”, “acessar ponto”, “substituir componente”, “testar”).
  • Para cada etapa, identifique perigos (choque, queda, arco elétrico, corte).
  • Defina controles: bloqueio/etiquetagem, ferramentas isoladas, escada adequada, isolamento de área, permissões.
  • Classifique o risco (matriz) e registre ações com responsável e prazo.

What-If

Técnica de perguntas estruturadas (“E se...?”) para explorar cenários e falhas operacionais, útil quando há mudanças, reformas ou integração de sistemas (ex.: nobreak, gerador, novos layouts).

Quando usar: mudanças de layout, obras, implantação de novo CPD/sala de TI, alteração de rotas de fuga, mudanças de prestador.

Como aplicar (passo a passo):

  • Reúna equipe multidisciplinar (segurança, manutenção, TI, brigada, gestor do contrato).
  • Liste perguntas: “E se faltar energia?”, “E se o extintor estiver inacessível?”, “E se o terceiro iniciar serviço sem isolamento?”.
  • Para cada pergunta, descreva consequências e controles necessários.
  • Registre decisões e ações no plano de ação.

Checklists (listas de verificação)

Úteis para padronizar inspeções e auditorias, garantindo cobertura mínima e comparabilidade ao longo do tempo. Funcionam bem em ambientes administrativos para ergonomia, rotas de fuga, extintores, sinalização, organização, e conformidade de terceiros.

Quando usar: inspeções mensais, auditorias de contrato, verificação de prontidão de emergência, rondas de segurança.

Boas práticas: checklist com critérios objetivos (sim/não/não aplicável), campo de evidência (foto/OS), responsável e prazo.

FMEA (Failure Modes and Effects Analysis) – nível conceitual

FMEA avalia modos de falha, efeitos e controles, priorizando falhas críticas. Em segurança do trabalho, pode ser adaptada para sistemas de infraestrutura (ex.: proteção contra incêndio, energia de emergência, elevadores) e processos de manutenção.

Quando usar: sistemas com componentes e falhas previsíveis (iluminação de emergência, detecção/alarme, nobreak, gerador, portas corta-fogo).

Aplicação conceitual: listar componentes/funções → modos de falha → efeitos → causas → controles atuais → priorização (por severidade/probabilidade/detecção, conforme método adotado) → ações.

HAZOP – nível conceitual

HAZOP é mais comum em processos industriais, mas o raciocínio pode ser aplicado conceitualmente a sistemas críticos prediais: ventilação/exaustão, pressurização de escadas, detecção e alarme, alimentação elétrica crítica. Usa “palavras-guia” para explorar desvios (ex.: “sem”, “mais”, “menos”, “reverso”).

Quando usar: análise de mudanças e projetos (retrofit de sistemas, reformas relevantes, alterações em rotas de fuga e pressurização, mudanças em CPD).

Aplicação conceitual: definir nós do sistema (ex.: “alimentação do CPD”) → parâmetros (energia, ventilação, temperatura) → desvios (“sem energia”, “mais temperatura”) → causas → consequências → salvaguardas → recomendações.

Como selecionar a técnica conforme o processo

  • Atividade rotineira e bem definida (manutenção, serviços): APR + checklist de pré-serviço.
  • Mudança/obra/reforma com incertezas: What-If (workshop) + APR para tarefas críticas.
  • Inspeção periódica e conformidade: checklists com critérios e evidências.
  • Sistemas com falhas de componentes (infraestrutura crítica): FMEA (conceitual) para priorizar melhorias.
  • Projetos e sistemas com interdependências e desvios: HAZOP (conceitual) para explorar cenários.

Matriz de risco (probabilidade × severidade) e critérios de priorização

Definição de escalas

Uma matriz simples 5×5 é suficiente para padronizar decisões. O essencial é definir critérios objetivos e consistentes.

Exemplo de severidade (S):

  • S1 – Leve: desconforto/lesão sem afastamento, dano material baixo.
  • S2 – Moderada: lesão com atendimento médico, afastamento curto, dano moderado.
  • S3 – Grave: fratura, queimadura relevante, afastamento prolongado, dano alto.
  • S4 – Muito grave: incapacidade permanente, incêndio significativo, grande interrupção.
  • S5 – Catastrófica: fatalidade, incêndio de grandes proporções, perda crítica de continuidade.

Exemplo de probabilidade (P):

  • P1 – Rara: só em condições excepcionais; controles robustos.
  • P2 – Improvável: pode ocorrer, mas não é esperado.
  • P3 – Possível: ocorre ocasionalmente; exposição existe.
  • P4 – Provável: ocorre com frequência; controles frágeis.
  • P5 – Quase certa: ocorre repetidamente; ausência de barreiras.

Cálculo e faixas de ação

Exemplo de nível de risco: R = P × S (1 a 25). Defina faixas e ações:

  • 1–4 (Baixo): manter controles e monitorar.
  • 5–9 (Médio): planejar melhorias e prazos definidos.
  • 10–16 (Alto): ação prioritária; controle imediato ou redução rápida.
  • 17–25 (Crítico): interromper/impedir atividade até controlar; escalonar gestão.

Critérios de priorização além do número

Para ambientes financeiros/públicos, priorize também por:

  • Exposição de público (clientes/visitantes) e áreas de grande circulação.
  • Riscos com potencial de incêndio e impacto na continuidade (CPD, nobreak, arquivos).
  • Atividades com terceiros e múltiplas interfaces (maior variabilidade e falhas de comunicação).
  • Não conformidades legais e de proteção coletiva (ex.: rotas de fuga obstruídas, quadros elétricos sem identificação/segregação).
  • Histórico de incidentes, quase-acidentes e reclamações (ergonomia, desconforto).

Registros formais e rastreabilidade (o que documentar)

O gerenciamento de riscos precisa de evidências documentais para auditorias, gestão de contratos e tomada de decisão. Exemplos de registros formais:

  • Inventário de riscos por setor/atividade (perigo, cenário, P, S, nível, controles existentes, controles adicionais).
  • APR por tarefa crítica (com assinaturas de responsáveis e equipe executante).
  • Checklists de inspeção (data, local, evidência, responsável, status).
  • Plano de ação (5W2H ou equivalente): o que, por que, onde, quando, quem, como, quanto.
  • Ordens de serviço/manutenção (OS) e relatórios técnicos (antes/depois).
  • Registros de comunicação: DDS, briefing de terceiros, atas de reunião, e-mails formais.
  • Registros de treinamento e autorização de acesso a áreas técnicas.
  • Registros de incidentes e quase-acidentes com análise e ações corretivas.

Estudo de caso: unidade administrativa com manutenção predial e terceiros

Cenário

Unidade com áreas administrativas (open office), sala de atendimento, sala de TI/CPD de pequeno porte, copa, arquivo, garagem e áreas técnicas (quadro geral, casa de máquinas do elevador e sala de nobreak). Há contrato de manutenção predial e serviços recorrentes de limpeza e manutenção de ar-condicionado (terceiros). Foram observados: queixas de desconforto musculoesquelético, pequenas interrupções elétricas, e não conformidades em rotas de fuga durante uma inspeção.

1) Identificação (walkthrough + checklist + entrevistas)

  • Ergonomia: estações com monitores baixos, cadeiras sem ajuste adequado, uso prolongado de notebook sem suporte, pausas irregulares em períodos de pico.
  • Elétrico: réguas de energia em cascata, tomadas sobrecarregadas em ilhas de trabalho, quadro elétrico com identificação incompleta, acesso ao quadro parcialmente obstruído por material de limpeza.
  • Incêndio: extintor parcialmente bloqueado por armário, rota de fuga com caixas temporárias de arquivo, porta corta-fogo com fechamento comprometido.
  • Terceiros: manutenção de ar-condicionado realizada em horário de expediente sem isolamento adequado; escada posicionada em área de circulação; ausência de evidência de bloqueio/etiquetagem em intervenção elétrica simples (troca de disjuntor em circuito secundário).

2) Análise (técnicas aplicadas)

Checklists para inspeção predial e de emergência: rotas de fuga, extintores, iluminação de emergência, sinalização, organização, acesso a quadros.

APR para tarefas de manutenção:

  • Troca de luminária em corredor: risco de queda (escada), queda de objetos, choque elétrico se circuito não estiver desenergizado.
  • Intervenção em quadro elétrico secundário: risco de choque/arco elétrico, energização acidental, acesso de pessoas não autorizadas.

What-If (reunião rápida com manutenção, TI e gestor do contrato):

  • E se houver curto em régua sobrecarregada durante expediente?
  • E se a rota de fuga estiver obstruída em uma evacuação?
  • E se o terceiro iniciar serviço sem isolar a área e um empregado colidir com a escada?

FMEA conceitual para continuidade e segurança do CPD:

  • Função: manter energia e temperatura adequadas.
  • Modos de falha: nobreak com bateria degradada; ventilação insuficiente; sobrecarga de circuitos.
  • Efeitos: aquecimento, falha de equipamentos, risco de incêndio, indisponibilidade de serviços.

3) Avaliação (matriz P×S com exemplos)

Exemplos de classificação (valores ilustrativos, devem ser calibrados ao contexto):

  • Régua em cascata e sobrecarga em ilha de trabalho: P4 (provável) × S4 (muito grave, potencial de incêndio) = 16 (Alto).
  • Rota de fuga com caixas de arquivo: P3 (possível) × S5 (catastrófica em evacuação) = 15 (Alto).
  • Posto com notebook sem suporte e cadeira inadequada: P4 × S2 = 8 (Médio) com alta exposição (prioridade operacional).
  • Terceiro usando escada em circulação sem isolamento: P3 × S3 = 9 (Médio) com agravante de exposição de terceiros e empregados.
  • Quadro elétrico obstruído e identificação incompleta: P3 × S4 = 12 (Alto).

4) Tratamento (plano de ação com hierarquia de controles)

Plano de ação (exemplo em formato 5W2H resumido):

  • Elétrico – sobrecarga e improvisos: substituir réguas em cascata por pontos de tomada adequados e circuitos dimensionados; proibir extensões permanentes; organizar cabeamento; revisar carga por circuito. Responsável: manutenção predial/engenharia. Prazo: 30 dias. Evidência: OS elétrica, laudo/relatório de adequação, fotos do “antes/depois”.
  • Elétrico – quadros: desobstruir acesso, sinalizar área, atualizar identificação de circuitos, implementar controle de acesso e procedimento de bloqueio/etiquetagem para intervenções. Responsável: manutenção + segurança do trabalho. Prazo: 15 dias (desobstrução/sinalização) e 45 dias (identificação completa). Evidência: checklist de inspeção, registro fotográfico, procedimento emitido.
  • Incêndio – rotas e extintores: remover obstruções, definir local de armazenamento temporário de caixas, demarcar “área livre” em frente a extintores, corrigir porta corta-fogo (mola/fechamento). Responsável: facilities/brigada/manutenção. Prazo: imediato (obstruções) e 20 dias (porta). Evidência: checklist de rota de fuga, OS porta corta-fogo, ata de inspeção.
  • Ergonomia – postos administrativos: ajustar altura de monitor (suporte), orientar uso de notebook com teclado/mouse externos, adequar cadeiras e regulagens, implementar pausas e micro-pausas em períodos críticos, organizar rodízio de tarefas quando possível. Responsável: segurança do trabalho + gestores de área. Prazo: 60 dias. Evidência: registro de avaliação do posto, lista de entrega/instalação de suportes, comunicação interna de orientações.
  • Terceiros – controle operacional: exigir APR antes de serviços críticos, emitir Permissão de Trabalho (quando aplicável), briefing diário para atividades com impacto em circulação, isolamento e sinalização obrigatórios, verificação de qualificação/autorização para serviços elétricos, e cláusulas contratuais de segurança com penalidades. Responsável: gestor do contrato + segurança do trabalho. Prazo: 10 dias (procedimento) e contínuo (fiscalização). Evidência: APR assinadas, registros de briefing/DDS, checklists de fiscalização, notificações formais.

5) Monitoramento (indicadores e verificação de eficácia)

  • Inspeção quinzenal de rotas de fuga e extintores com checklist e fotos.
  • Auditoria mensal de terceiros: amostra de APRs, evidência de isolamento, conformidade de acesso a áreas técnicas.
  • Indicadores: número de não conformidades por inspeção; tempo médio de fechamento de ações; incidentes/quase-acidentes relacionados a manutenção; queixas ergonômicas registradas.
  • Teste e manutenção: cronograma de manutenção de sistemas elétricos e de proteção contra incêndio; verificação de iluminação de emergência e sinalização.

6) Comunicação (como garantir adesão e rastreabilidade)

  • Comunicado interno com regras objetivas: proibição de “benjamins” em cascata, manutenção de rotas de fuga livres, canal para reportar riscos.
  • Reunião com gestores e facilities para pactuar prioridades (riscos altos/críticos) e prazos.
  • Integração de terceiros: apresentação de regras do site, áreas restritas, fluxo de autorização, e exigência de APR/isolamento.
  • Quadro de acompanhamento (sem expor dados pessoais): status do plano de ação por área e prazos.

Modelos práticos (exemplos de estrutura para registros)

Exemplo de campos para Inventário de Riscos

Setor/Local: ____________________  Data: ___/___/____  Responsável: ____________________  Atividade: ____________________ Perigo: ____________________ Cenário de dano: ____________________ Expostos: ( ) empregados ( ) terceiros ( ) público Controles existentes: ____________________ Probabilidade (1-5): __  Severidade (1-5): __  Nível (PxS): __  Classificação: ( ) baixo ( ) médio ( ) alto ( ) crítico Ações adicionais (hierarquia de controles): ____________________ Responsável: ____________________ Prazo: ___/___/____ Evidências esperadas: ____________________ Status: ( ) aberto ( ) em andamento ( ) concluído

Exemplo de APR (estrutura mínima)

Tarefa: ____________________  Local: ____________________  Data/Hora: ___/___/____ __:__ Equipe: ____________________ Etapas | Perigos | Causas | Consequências | Controles (antes) | Controles (a implementar) | P | S | R 1) ______ | ______ | ______ | ______ | ______ | ______ | _ | _ | _ 2) ______ | ______ | ______ | ______ | ______ | ______ | _ | _ | _ Autorização/Responsáveis: ____________________  Assinaturas: ____________________

Exemplo de Plano de Ação (5W2H)

O que (What): ____________________ Por que (Why): ____________________ Onde (Where): ____________________ Quando (When): ___/___/____ Quem (Who): ____________________ Como (How): ____________________ Quanto (How much): ____________________ Evidência: ____________________

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Ao aplicar o ciclo de gerenciamento de riscos ocupacionais em um ambiente administrativo com manutenção predial e terceiros, qual ação representa corretamente a etapa de avaliação de riscos?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

Na avaliação, o risco estimado é comparado a critérios de aceitabilidade (como a matriz P×S) para definir classificação e prioridade de tratamento, incorporando fatores como requisitos legais, exposição de público e continuidade do serviço.

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Normas Regulamentadoras essenciais ao Engenheiro de Segurança do Trabalho (Concurso Caixa)

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