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Marketing Digital para Hotéis e Pousadas

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Métricas sociais relevantes para hospedagem e otimização de pauta

Capítulo 35

Tempo estimado de leitura: 0 minutos

+ Exercício

O que são métricas sociais e por que elas importam para hospedagem

Métricas sociais são indicadores que mostram como o público interage com seus conteúdos nas redes sociais e como essas interações se conectam a objetivos do negócio, como gerar pedidos de orçamento, aumentar reservas diretas, reduzir dependência de intermediários e fortalecer relacionamento com hóspedes. Para hotéis e pousadas, métricas sociais não servem apenas para “medir likes”; elas ajudam a entender quais temas e formatos aceleram a decisão de viagem, quais dúvidas estão travando a compra e quais conteúdos aumentam confiança (por exemplo: detalhes do quarto, políticas, localização, café da manhã, estacionamento, pet friendly, acessibilidade, experiências e regras de check-in).

Uma boa leitura de métricas sociais responde perguntas práticas: quais posts atraem pessoas com intenção real de se hospedar? Em que etapa da decisão o público está (sonhando, planejando, comparando, pronto para reservar)? Quais conteúdos geram conversas em direct e comentários que viram oportunidade de venda? E, principalmente, como transformar esses sinais em uma pauta melhor, com menos achismo e mais consistência.

O que medir: mapa de métricas por objetivo (sem confundir vaidade com resultado)

Alcance e descoberta (topo)

Essas métricas mostram se você está chegando a novas pessoas e se o conteúdo tem potencial de distribuição orgânica. Em hospedagem, isso é crucial para encher períodos de baixa e ampliar o público além dos seguidores atuais.

  • Alcance: quantas contas únicas viram o conteúdo. Útil para comparar temas e formatos que “furam a bolha”.
  • Impressões: quantas vezes o conteúdo foi exibido. Ajuda a entender repetição e frequência.
  • Crescimento de seguidores: observe como tendência semanal/mensal e relacione com posts específicos (picos após vídeos curtos, colabs, séries).
  • Taxa de visualização inicial (em vídeos curtos): retenção nos primeiros segundos indica se o gancho está alinhado ao interesse de viagem.

Engajamento e intenção (meio)

Aqui entram sinais de interesse mais forte. Para hospedagem, o engajamento que mais vale é o que indica planejamento: salvar para decidir depois, compartilhar com quem vai viajar junto, perguntar detalhes e pedir valores.

  • Salvamentos: normalmente é um dos melhores indicadores de intenção futura (roteiro, dicas do destino, “como chegar”, “o que levar”, “melhor quarto para família”).
  • Compartilhamentos: sinal de recomendação e de conteúdo útil para o grupo de viagem (casal, família, amigos).
  • Comentários qualificados: perguntas sobre datas, valores, políticas, estrutura, distância de pontos turísticos, estacionamento, pet, acessibilidade.
  • Respostas em stories: reações e respostas em caixa de perguntas indicam objeções e dúvidas reais.
  • Cliques no perfil: quando alguém sai do post e vai ao perfil, geralmente está checando credibilidade, localização, destaques e link.

Tráfego e conversão assistida (fundo)

Mesmo quando a reserva não acontece “dentro” da rede social, as redes influenciam a decisão. Por isso, acompanhe sinais de passagem para canais de conversão (site, WhatsApp, motor de reservas) e sinais de pré-venda (directs e cliques em botões).

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  • Cliques no link (bio, stickers, botões): compare por tipo de conteúdo e por oferta (ex.: “ver disponibilidade”, “falar no WhatsApp”, “ver tarifas”).
  • Mensagens diretas iniciadas: é uma métrica de alta intenção. Classifique por motivo (tarifa, disponibilidade, dúvidas, comemoração, grupo, pet).
  • Leads/contatos gerados: quando houver formulário, lista de espera ou captação para datas especiais.
  • Conversões assistidas (quando você consegue cruzar dados): conteúdo que não gera clique imediato, mas aumenta buscas pela marca, directs e pedidos dias depois.

Qualidade de relacionamento (pós-venda e fidelização)

Para hospedagem, relacionamento não é “engajar por engajar”; é manter a pousada/hotel na memória para a próxima viagem e estimular indicação.

  • Repetição de interação: pessoas que voltam a comentar, responder stories e enviar direct ao longo do tempo.
  • Menções e marcações: sinal de prova social e recomendação espontânea.
  • Sentimento (qualitativo): tom dos comentários e mensagens (elogio, dúvida, reclamação, comparação com concorrentes).

Métricas específicas que costumam funcionar melhor para hotéis e pousadas

1) Salvamentos por alcance (indicador de utilidade e intenção)

Em vez de olhar apenas o número bruto de salvamentos, compare salvamentos em relação ao alcance. Um post com 80 salvamentos em 4.000 pessoas alcançadas pode ser mais valioso do que outro com 120 salvamentos em 20.000 alcançadas, porque indica maior densidade de interesse.

2) Compartilhamentos por alcance (indicador de “conteúdo de grupo”)

Viagem é decisão compartilhada. Conteúdos que ajudam a convencer o acompanhante (ex.: “o que está incluso”, “como é o café”, “distâncias”, “o que fazer com crianças”) tendem a ser enviados no grupo. Essa métrica ajuda a escolher pautas que aceleram a decisão.

3) Taxa de cliques no perfil e no link (indicador de confiança e próxima etapa)

Quando alguém clica no perfil após ver um vídeo, geralmente está validando: fotos, localização, destaques, avaliações, políticas. Se o clique no perfil é alto, mas o clique no link é baixo, pode haver problema de clareza no próximo passo (ex.: link confuso, falta de chamada, destaque desatualizado, falta de informação básica no perfil).

4) DMs por post (indicador de pré-venda)

Crie o hábito de anotar quantas conversas cada conteúdo inicia. Em hospedagem, um post pode ter engajamento moderado e ainda assim ser excelente se gerar conversas sobre datas e valores.

5) Retenção em vídeos curtos (indicador de aderência do tema)

Se a retenção cai muito cedo, o tema pode estar genérico ou o vídeo demora para mostrar o que importa (quarto, vista, piscina, café, localização, experiência). Ajuste o gancho e a ordem das cenas para entregar valor nos primeiros segundos.

Como montar um painel simples de métricas sociais (sem complicar)

O objetivo do painel é transformar dados em decisões de pauta. Um painel simples, atualizado semanalmente, já é suficiente para a maioria dos hotéis e pousadas.

Passo a passo: painel semanal em 30–45 minutos

  • Passo 1 — Defina o período: escolha uma janela fixa (ex.: segunda a domingo) para comparar semanas.
  • Passo 2 — Liste os conteúdos publicados: anote formato e tema (ex.: vídeo curto “tour do quarto”, carrossel “como chegar”, stories “perguntas”).
  • Passo 3 — Colete 6 números por conteúdo: alcance, curtidas, comentários, salvamentos, compartilhamentos, cliques no perfil (ou cliques no link, se disponível).
  • Passo 4 — Colete 2 números do período: total de mensagens diretas iniciadas e total de cliques no link do perfil.
  • Passo 5 — Calcule 3 taxas: salvamentos/alcance, compartilhamentos/alcance, (comentários + salvamentos + compartilhamentos)/alcance para ter uma visão de engajamento “útil”.
  • Passo 6 — Marque os “Top 3”: top 3 por alcance (descoberta), top 3 por salvamentos/alcance (intenção), top 3 por DMs (pré-venda).
  • Passo 7 — Escreva 5 aprendizados: uma linha por aprendizado, sempre conectando a pauta (ex.: “posts com mapa e distâncias geram mais salvamentos”).

Esse painel evita que você tome decisões com base em um único post “viral” e ajuda a repetir o que funciona com consistência.

Leitura de métricas: como interpretar sem cair em armadilhas

Armadilha 1: comparar posts de formatos diferentes sem normalizar

Vídeos curtos tendem a ter mais alcance; carrosséis tendem a ter mais salvamentos; stories tendem a gerar mais respostas e directs. Compare “dentro do mesmo formato” e use taxas (por alcance) para comparar temas.

Armadilha 2: olhar apenas curtidas

Curtidas são fáceis, mas nem sempre indicam intenção de compra. Para hospedagem, salvamentos, compartilhamentos, cliques e DMs costumam ser mais próximos de decisão.

Armadilha 3: ignorar comentários e DMs como pesquisa

Perguntas repetidas são pauta pronta. Se muitas pessoas perguntam “tem estacionamento?”, “é perto do centro?”, “aceita pet?”, “tem berço?”, isso deve virar conteúdo fixo e recorrente, não apenas resposta individual.

Armadilha 4: não considerar o tempo de maturação

Viagem pode ter ciclo de decisão de dias ou semanas. Um conteúdo pode gerar salvamentos hoje e conversas daqui a 10 dias. Por isso, acompanhe tendências semanais, não apenas resultados imediatos.

Otimização de pauta com base em métricas: método prático

Otimizar pauta é transformar sinais do público em decisões sobre temas, formatos, frequência e chamadas para ação. A ideia é criar um ciclo: publicar, medir, aprender, ajustar, repetir.

Passo a passo: ciclo quinzenal de otimização

  • Passo 1 — Separe conteúdos em 4 categorias de desempenho: (A) alto alcance + alta intenção (salvamentos/compartilhamentos), (B) alto alcance + baixa intenção, (C) baixo alcance + alta intenção, (D) baixo alcance + baixa intenção.
  • Passo 2 — Decida o que fazer com cada categoria: A: repetir em série e variar ângulos; B: manter o tema e ajustar CTA/estrutura para gerar ação; C: melhorar distribuição (gancho, capa, horário, colaboração, reaproveitamento); D: pausar ou reformular completamente.
  • Passo 3 — Identifique “gatilhos de intenção”: quais elementos aparecem nos posts com mais salvamentos e DMs (ex.: preço ancorado em benefício, comparação de opções, checklist do que está incluso, regras claras, prova social).
  • Passo 4 — Crie 3 séries recorrentes: séries reduzem esforço e aumentam previsibilidade. Exemplo: “Dúvida da semana”, “Tour rápido”, “Roteiro de 1 dia saindo da pousada” (sem repetir conteúdos já tratados, foque na métrica e no formato).
  • Passo 5 — Ajuste o mix de formatos: se vídeos curtos trazem descoberta, use-os para atrair; se carrosséis geram salvamentos, use-os para educar e ser lembrado; se stories geram DMs, use-os para ativar conversas.
  • Passo 6 — Defina uma hipótese por semana: exemplo: “Se eu abrir o vídeo com a vista do quarto e inserir texto com ‘a 5 min do centro’, a retenção e cliques no perfil aumentam”.
  • Passo 7 — Meça e registre: no fim da semana, confirme ou rejeite a hipótese com dados do painel.

Como transformar métricas em decisões de tema (o que postar) e de formato (como postar)

Quando o alcance está alto, mas salvamentos e DMs estão baixos

Isso indica conteúdo “assistível”, mas pouco acionável. Ajustes práticos:

  • Inclua um próximo passo claro: “salve para comparar quartos”, “envie para quem vai viajar com você”, “responda ‘datas’ no direct para verificar disponibilidade”.
  • Adicione informação decisiva: o que está incluso, regras, diferenciais operacionais (horários, estrutura, facilidades).
  • Troque estética por clareza: textos na tela com 3 pontos objetivos costumam aumentar intenção.

Quando salvamentos estão altos, mas cliques no link estão baixos

O público quer decidir depois, mas você pode encurtar o caminho:

  • Crie conteúdos de “ponte”: um post seguinte respondendo as 3 dúvidas mais comuns daquele tema e chamando para o link.
  • Use stories para reativar: 24–48 horas depois, faça stories com enquete e caixa de perguntas sobre o mesmo assunto e direcione para o próximo passo.
  • Revise a promessa do post vs. destino do clique: se o post fala de “pacote romântico”, o clique deve levar exatamente para informações desse pacote, não para uma página genérica.

Quando DMs estão altas, mas o alcance está baixo

Você está falando com quem já confia, mas precisa ampliar descoberta:

  • Reaproveite o tema em vídeo curto: transforme a dúvida que gerou DM em um vídeo de 15–30 segundos com resposta direta.
  • Melhore o gancho: comece pelo benefício ou pela objeção (“Dá para ir sem carro?” “Como funciona o estacionamento?”).
  • Teste capas e títulos: em carrosséis, a capa precisa prometer um resultado concreto (“3 formas de escolher o quarto ideal para…”).

Modelo de classificação de posts para pauta: “Sinal de viagem”

Para hospedagem, vale classificar cada conteúdo pelo tipo de sinal que ele gera. Isso ajuda a equilibrar a pauta e não depender de um único tipo de post.

  • Sinal de sonho: inspira e amplia alcance (normalmente vídeos curtos com cenas fortes). Métrica principal: alcance e retenção.
  • Sinal de planejamento: ajuda a organizar a viagem (checklists, mapas, distâncias, “como funciona”). Métrica principal: salvamentos e compartilhamentos.
  • Sinal de comparação: reduz dúvida entre opções (ex.: diferenças entre categorias, o que muda em cada opção). Métrica principal: comentários qualificados e cliques no perfil.
  • Sinal de decisão: chama para ação (disponibilidade, condições, datas, dúvidas finais). Métrica principal: cliques no link e DMs.

Ao revisar a semana, pergunte: sua pauta está gerando sinais em todas as etapas ou está concentrada só em “sonho”?

Rotina de otimização de pauta usando comentários, DMs e enquetes

Passo a passo: mineração de perguntas para virar conteúdo

  • Passo 1 — Centralize as perguntas: crie um documento com três colunas: pergunta, onde apareceu (comentário/DM/story), data.
  • Passo 2 — Agrupe por tema: acesso/localização, estrutura, regras, família/crianças, pet, alimentação, horários, pagamento.
  • Passo 3 — Priorize por frequência e impacto: perguntas frequentes e que travam reserva entram primeiro.
  • Passo 4 — Escolha o formato ideal: perguntas simples viram stories; perguntas com passo a passo viram carrossel; perguntas que exigem demonstração viram vídeo curto.
  • Passo 5 — Publique em sequência: transforme um tema em mini-série de 3 conteúdos (resposta rápida, detalhamento, prova/visual).
  • Passo 6 — Meça a redução de atrito: após publicar, observe se a mesma pergunta diminui nos DMs e se aumentam mensagens de “quero reservar” ou “tem disponibilidade”.

Testes rápidos (A/B) aplicáveis à pauta orgânica

Mesmo sem anúncios, você pode testar variações para aprender mais rápido. O segredo é testar uma variável por vez e comparar com métricas normalizadas.

O que testar (e como medir)

  • Gancho do vídeo: comece com “vista”, “quarto”, “café” ou “localização”. Meça retenção nos primeiros segundos e cliques no perfil.
  • Texto na tela: com ou sem bullets. Meça salvamentos/alcance.
  • CTA: “salve”, “envie”, “fale no direct”, “clique no link”. Meça a métrica correspondente (salvamentos, compartilhamentos, DMs, cliques).
  • Ordem das cenas: primeiro benefício vs. primeiro detalhe. Meça retenção e compartilhamentos.
  • Formato do mesmo tema: carrossel vs. vídeo curto. Meça intenção (salvamentos/DMs) e descoberta (alcance).

Roteiro de teste em 2 semanas

  • Semana 1: publique 2 conteúdos do mesmo tema com ganchos diferentes (mesmo dia da semana e horário parecido). Registre métricas.
  • Semana 2: publique o “vencedor” com melhoria adicional (ex.: melhor CTA) e compare com a semana anterior.

Checklist de otimização de pauta orientada a métricas (para usar toda semana)

  • Quais 3 conteúdos geraram mais salvamentos/alcance e por quê?
  • Quais 3 conteúdos geraram mais compartilhamentos/alcance e por quê?
  • Quais conteúdos geraram mais DMs e quais perguntas apareceram?
  • Existe conteúdo com alto clique no perfil e baixo clique no link? O que precisa ser ajustado no próximo passo?
  • Qual tema merece virar série (repetição com variações)?
  • Qual tema deve ser pausado ou refeito com outro ângulo?
  • Qual hipótese você vai testar na próxima semana (uma variável)?

Exemplo prático de aplicação: da métrica à pauta em 7 dias

Cenário

Você publicou um vídeo curto mostrando a área da piscina. Ele teve alto alcance, mas poucos salvamentos e quase nenhum direct. No mesmo período, um carrossel com “o que levar para um fim de semana” teve menos alcance, mas muitos salvamentos e compartilhamentos.

Decisão de pauta baseada nas métricas

  • Dia 1 (vídeo curto): repetir o tema piscina, mas com gancho de utilidade: “3 horários em que a piscina fica mais tranquila” e texto na tela com dicas. Métrica-alvo: salvamentos/alcance.
  • Dia 3 (stories): enquete “você prefere piscina de manhã ou à tarde?” + caixa “qual sua dúvida sobre a estrutura?”. Métrica-alvo: respostas e DMs.
  • Dia 4 (carrossel): “Checklist de estrutura para escolher sua hospedagem” com itens objetivos e CTA “salve para comparar”. Métrica-alvo: salvamentos e compartilhamentos.
  • Dia 6 (vídeo curto): responder a principal dúvida coletada nos stories com demonstração visual. Métrica-alvo: retenção e cliques no perfil.
  • Dia 7 (stories): sequência com 3 perguntas e respostas + CTA para falar no direct com palavra-chave (ex.: “datas”). Métrica-alvo: DMs iniciadas.

O ponto central é usar o alcance do conteúdo inspiracional como porta de entrada e, em seguida, publicar conteúdos que aumentem intenção e reduzam atrito, guiando o público para o próximo passo.

Modelo simples de registro (copie e use):
Data | Conteúdo | Formato | Tema | Alcance | Salv./Alc. | Comp./Alc. | Cliques perfil | Cliques link | DMs | Observação

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Se um post de hotel tem muitos cliques no perfil, mas poucos cliques no link, qual interpretação e ação estão mais alinhadas às métricas sociais para hospedagem?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

Cliques no perfil sugerem que o público está checando credibilidade e informações. Se o link não recebe cliques, o problema costuma estar na clareza do próximo passo (link confuso, CTA fraco, destaques desatualizados ou falta de informações essenciais).

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Estrutura de campanha: objetivos, segmentação e criativos

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