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Analista Judiciário - Área de Contabilidade: Preparação Técnica para Concursos Públicos

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Plano de Contas Aplicado ao Setor Público e Rotinas Contábeis no Judiciário

Capítulo 5

Tempo estimado de leitura: 14 minutos

+ Exercício

Estrutura do PCASP: lógica, classes e níveis de codificação

O Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP) organiza os registros contábeis de forma padronizada para permitir comparabilidade, consolidação e rastreabilidade. No Judiciário, ele é a base para registrar execução orçamentária, fatos patrimoniais, controles e apurações internas (por exemplo, consumo de materiais, depreciação, provisões, restos a pagar e conciliações).

Função das classes de contas

O PCASP é estruturado em classes, cada uma com finalidade específica. A leitura correta da classe ajuda a identificar a natureza do registro e o tipo de relatório que será impactado.

  • Classe 1 – Ativo: bens e direitos (caixa, bancos, créditos, estoques, imobilizado, intangível, etc.).
  • Classe 2 – Passivo e Patrimônio Líquido: obrigações (fornecedores, encargos, provisões, restos a pagar) e variações no PL.
  • Classe 3 – Variações Patrimoniais Diminutivas (VPD): despesas sob enfoque patrimonial (consumo, serviços, depreciação, perdas, etc.).
  • Classe 4 – Variações Patrimoniais Aumentativas (VPA): receitas sob enfoque patrimonial (tributárias, transferências, patrimoniais, etc.).
  • Classe 5 – Controles da Aprovação do Planejamento e Orçamento: registros de controle do orçamento aprovado e suas alterações (dotação inicial, créditos adicionais, etc.).
  • Classe 6 – Controles da Execução do Planejamento e Orçamento: registros de controle da execução (empenho, liquidação, pagamento, arrecadação, etc.).
  • Classe 7 – Controles Devedores: controles diversos que não integram o patrimônio, mas são relevantes (garantias concedidas, responsabilidades, atos potenciais, etc.).
  • Classe 8 – Controles Credores: contrapartidas dos controles devedores (espelhamento para manter partidas dobradas em contas de controle).

Codificação e níveis: como “ler” uma conta

As contas do PCASP são codificadas em níveis (do mais sintético ao mais analítico). Na prática, quanto mais níveis, maior o detalhamento e melhor a rastreabilidade do evento. Em rotinas do Judiciário, o nível analítico é essencial para conciliações (bancos, fornecedores, folha, depósitos) e para relatórios gerenciais por natureza de despesa, unidade gestora e fonte/destinação.

Ao analisar uma conta, observe:

  • Classe: indica o grupo principal (ativo, passivo, VPD, VPA, controles).
  • Grupo/Subgrupo: refina o tipo (por exemplo, disponibilidades, créditos, obrigações).
  • Nível analítico: identifica o objeto específico do registro (por exemplo, banco X, fornecedor Y, tipo de material, serviço, etc.).

Natureza da informação: patrimonial, orçamentária e de controle

No setor público, o mesmo evento pode gerar registros em mais de uma natureza de informação:

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  • Patrimonial (classes 1 a 4): evidencia a situação patrimonial e o resultado patrimonial.
  • Orçamentária (classes 5 e 6): evidencia planejamento, autorização e execução do orçamento.
  • Controle (classes 7 e 8): evidencia atos potenciais, responsabilidades, garantias e outros controles extracontábeis patrimoniais.

Em rotinas do Judiciário, é comum que a execução de despesa gere simultaneamente: (i) controle orçamentário (empenho/liquidação/pagamento) e (ii) efeito patrimonial (reconhecimento de obrigação e de VPD, além de baixa de caixa no pagamento).

Vinculações usuais em registros: como as contas “se conversam”

Para registrar corretamente, é útil memorizar vinculações típicas (contas que frequentemente aparecem juntas). A seguir, exemplos de encadeamentos usuais, sem depender de numeração específica de conta (o foco é a lógica):

1) Despesa com material/serviço (ciclo completo)

  • Empenho: afeta contas de controle da execução orçamentária (classe 6) e suas contrapartidas (classe 5/6 conforme o modelo do ente).
  • Liquidação: reconhece a VPD (classe 3) e a obrigação a pagar (passivo, classe 2), além do controle orçamentário da liquidação.
  • Pagamento: baixa caixa/bancos (ativo, classe 1) e baixa a obrigação (passivo, classe 2), além do controle orçamentário do pagamento.

2) Folha de pagamento (visão contábil de rotina)

  • Reconhecimento: VPD de pessoal (classe 3) contra obrigações (classe 2) como salários a pagar, encargos, consignações.
  • Pagamento: baixa bancos (classe 1) contra baixa das obrigações (classe 2).
  • Consignações: atenção à segregação entre obrigação com o servidor e obrigação com terceiros (por exemplo, planos, sindicatos, impostos retidos).

3) Depósitos/garantias judiciais (quando aplicável ao fluxo do órgão)

  • Recebimento/controle: pode envolver contas patrimoniais (disponibilidades vinculadas) e/ou contas de controle (classes 7 e 8), dependendo do tratamento adotado e da natureza do recurso.
  • Liberação/devolução: baixa do ativo/controlado e baixa da obrigação/controle correspondente, com conciliação rigorosa por processo/identificador.

4) Imobilizado e depreciação

  • Aquisição/incorporação: aumento do ativo imobilizado (classe 1) contra obrigação (classe 2) ou contra caixa (classe 1), conforme pagamento.
  • Depreciação: VPD (classe 3) contra conta redutora do ativo (classe 1), com parametrização por vida útil e método.

Mapeamento de eventos contábeis para contas: método prático

Mapear um evento para contas do PCASP significa transformar um fato administrativo em lançamentos consistentes (patrimoniais, orçamentários e/ou de controle). Um método operacional reduz erros e retrabalho.

Passo a passo para mapear um evento

  1. Identifique o evento e o “momento”: é autorização (empenho), reconhecimento do fato gerador (liquidação/competência), movimentação financeira (pagamento/recebimento) ou controle (ato potencial)?

  2. Defina a natureza da informação: patrimonial (1–4), orçamentária (5–6), controle (7–8) ou combinação.

  3. Determine o objeto: material de consumo, serviço, obra, folha, diárias, passagens, indenizações, depreciação, provisão, etc.

  4. Escolha as contas analíticas: selecione contas que permitam conciliar (por exemplo, banco específico, fornecedor específico, centro de custo/unidade, vinculação de recurso quando aplicável).

  5. Verifique a partida dobrada e a coerência: todo lançamento deve ter débitos = créditos; além disso, o “sentido” deve ser lógico (VPD aumenta no débito; VPA aumenta no crédito; ativo aumenta no débito; passivo aumenta no crédito).

  6. Valide com documentos: nota fiscal/atesto, contrato, folha, guia, extrato bancário, termo de recebimento, etc.

  7. Teste o impacto no balancete: simule como o saldo muda e se o resultado esperado aparece (ex.: obrigação surge na liquidação e some no pagamento).

Exemplo guiado: contratação de serviço de limpeza (R$ 10.000)

Contexto: serviço prestado no mês, nota fiscal atestada, pagamento no mês seguinte.

  • Empenho (controle orçamentário): registrar nas contas de execução orçamentária correspondentes ao empenho.
  • Liquidação (patrimonial + controle): reconhecer VPD de serviços (classe 3) e obrigação com fornecedor (classe 2), além do registro de liquidação no controle orçamentário.
  • Pagamento (patrimonial + controle): baixar bancos (classe 1) e baixar fornecedor a pagar (classe 2), além do registro de pagamento no controle orçamentário.

Ponto de atenção: se houver retenções (ISS/INSS/IR), a obrigação se desdobra: parte para o fornecedor e parte para tributos/encargos a recolher.

Verificação de consistência de saldos: checagens que caem em prova e evitam falhas

Consistência de saldos é a capacidade de demonstrar que os saldos do balancete são compatíveis com documentos, subsistemas e regras de funcionamento das contas. No Judiciário, isso é crítico em: bancos, folha, fornecedores, restos a pagar, depósitos vinculados e imobilizado.

Checklist prático de consistência

  • Partidas dobradas: total de débitos = total de créditos no período.
  • Natureza do saldo: ativo normalmente devedor; passivo normalmente credor; VPD devedora; VPA credora. Saldos “invertidos” exigem justificativa (ex.: adiantamentos, estornos, ajustes).
  • Contas redutoras: verificar se estão com sinal esperado (ex.: depreciação acumulada como redutora do ativo).
  • Conciliação bancária: saldo contábil de bancos deve reconciliar com extrato, ajustado por pendências (cheques/ordens não compensadas, tarifas, créditos a identificar).
  • Fornecedores: saldo do passivo deve bater com relatórios por credor (razão auxiliar) e com notas liquidadas não pagas.
  • Folha/consignações: obrigações devem bater com relatórios de folha e guias de recolhimento; atenção a retenções e repasses.
  • Restos a pagar: compatibilidade entre controle orçamentário (classes 5/6) e passivos correspondentes (classe 2), conforme o tratamento adotado.
  • Vinculações: recursos vinculados (quando aplicável) devem manter coerência entre conta bancária, fonte/destinação e obrigações vinculadas.

Erros típicos e como detectar

  • Liquidação sem passivo: VPD registrada, mas sem obrigação correspondente; aparece como “despesa sem fornecedor a pagar”.
  • Pagamento direto em VPD: baixa de banco contra VPD, ignorando o passivo; distorce obrigações e dificulta conciliação.
  • Retenções esquecidas: pagamento ao fornecedor pelo valor bruto sem registrar tributos a recolher; gera divergência com guias.
  • Conta analítica errada: banco/fornecedor incorreto; o total pode fechar, mas a conciliação por item falha.
  • Classificação entre VPD e ativo: compra de bem permanente lançada como consumo; impacta resultado e imobilizado.

Elaboração de balancetes e relatórios internos: rotina operacional

Balancete é o relatório-base para análise interna: apresenta saldos iniciais, movimentações (débito/crédito) e saldos finais por conta. No Judiciário, ele é usado para validação mensal, prestação de informações à administração e suporte a auditorias.

Passo a passo para montar e revisar um balancete mensal

  1. Feche o período: garanta que lançamentos do mês (folha, notas, depreciação, provisões, conciliações) foram registrados.

  2. Extraia o balancete por nível: gere um balancete sintético (visão geral) e outro analítico (para conciliações).

  3. Revise saldos anormais: filtre contas com saldo invertido, variação abrupta ou sem movimentação esperada.

  4. Concilie contas-chave: bancos, fornecedores, folha/consignações, depósitos vinculados, adiantamentos, imobilizado.

  5. Verifique amarrações internas: por exemplo, VPD de depreciação compatível com aumento da depreciação acumulada; obrigações compatíveis com liquidações não pagas.

  6. Documente pendências: liste itens em aberto (lançamentos a identificar, divergências de extrato, notas em análise) com responsável e prazo.

Relatórios internos úteis (exemplos)

  • Mapa de conciliação bancária: saldo contábil x saldo extrato + pendências (itens em trânsito e a identificar).
  • Aging de fornecedores: obrigações por vencimento, por credor e por unidade.
  • Mapa de retenções: tributos/encargos retidos por competência e situação de recolhimento.
  • Relatório de VPD por natureza: serviços, consumo, diárias, passagens, depreciação, etc., para controle gerencial.
  • Controle de depósitos/valores vinculados: por identificador (processo/guia), com posição inicial, entradas, saídas e saldo.

Atividades práticas (com gabarito comentado)

Atividade 1: classificar eventos por classe do PCASP

Instrução: indique a classe (1 a 8) predominante para o registro principal do evento (considere a natureza da informação mais diretamente afetada).

  • a) Pagamento de fatura de energia elétrica já liquidada.
  • b) Reconhecimento da depreciação mensal de equipamentos.
  • c) Registro do empenho de despesa com material de consumo.
  • d) Reconhecimento de obrigação de salários a pagar no fechamento do mês.
  • e) Registro de controle de garantia concedida (ato potencial), com contrapartida correspondente.

Gabarito comentado:

  • a) Classe 1 e 2 (patrimonial no pagamento: baixa de banco e baixa de obrigação). Há também reflexo em classe 6 no controle do pagamento, mas o núcleo do pagamento é patrimonial.
  • b) Classe 3 (VPD) com contrapartida em conta redutora do ativo na classe 1.
  • c) Classe 6 (controle da execução orçamentária do empenho).
  • d) Classe 2 (passivo) com contrapartida em classe 3 (VPD de pessoal).
  • e) Classes 7 e 8 (controles devedores e credores em partidas dobradas de controle).

Atividade 2: identificar erros de lançamento (diagnóstico)

Cenário: nota fiscal de serviços (R$ 5.000) foi liquidada e paga no mesmo mês. O contador registrou: Débito em VPD de serviços (R$ 5.000) e Crédito em Bancos (R$ 5.000). Não registrou fornecedor a pagar.

Perguntas:

  • a) Qual o erro conceitual?
  • b) Qual o ajuste mínimo para corrigir a trilha contábil patrimonial?

Gabarito comentado:

  • a) O pagamento foi registrado diretamente contra VPD, suprimindo o reconhecimento do passivo (fornecedor a pagar). Isso prejudica a rastreabilidade (liquidação versus pagamento) e a conciliação de obrigações.
  • b) Reclassificar para evidenciar as duas etapas patrimoniais: (1) na liquidação: Débito em VPD de serviços e Crédito em Fornecedores a pagar; (2) no pagamento: Débito em Fornecedores a pagar e Crédito em Bancos. Se o sistema não permite “voltar no tempo”, faz-se estorno do lançamento incorreto e refaz-se corretamente.

Atividade 3: reconciliação bancária simplificada

Dados:

  • Saldo contábil de Bancos em 31/01: R$ 120.000
  • Saldo no extrato em 31/01: R$ 118.500
  • Tarifa bancária debitada no extrato e não contabilizada: R$ 300
  • Crédito identificado no extrato e não contabilizado (restituição): R$ 800
  • Pagamento registrado na contabilidade em 31/01, mas compensado no banco em 01/02: R$ 2.000

Perguntas:

  • a) Qual o saldo do extrato ajustado para conciliar com a contabilidade?
  • b) Quais lançamentos contábeis faltam (natureza patrimonial)?

Gabarito comentado:

  • a) Extrato ajustado = 118.500 + 2.000 (pagamento em trânsito) = 120.500. Para chegar ao saldo contábil (120.000), faltam ajustes contábeis líquidos de -500 (porque a contabilidade está 500 acima do extrato ajustado).
  • b) Registrar a tarifa: Débito em VPD (serviços bancários) e Crédito em Bancos (R$ 300). Registrar o crédito: Débito em Bancos e Crédito em VPA/receita patrimonial (ou conta adequada ao tipo de restituição) (R$ 800). Efeito líquido: +500 no banco contábil, reduzindo a diferença identificada (a conciliação final depende do detalhamento das contas e da correta classificação da restituição).

Atividade 4: mapeamento de evento com retenções

Cenário: serviço contratado de R$ 10.000, com retenção de R$ 1.500 (tributos/encargos). Pagamento líquido ao fornecedor: R$ 8.500.

Tarefa: descreva os lançamentos patrimoniais na liquidação e no pagamento (sem exigir códigos numéricos, apenas classes e contas típicas).

Gabarito comentado:

  • Liquidação: Débito em VPD de serviços (classe 3) R$ 10.000; Crédito em Fornecedor a pagar (classe 2) R$ 8.500; Crédito em Tributos/encargos a recolher (classe 2) R$ 1.500.
  • Pagamento ao fornecedor: Débito em Fornecedor a pagar (classe 2) R$ 8.500; Crédito em Bancos (classe 1) R$ 8.500.
  • Recolhimento das retenções: Débito em Tributos/encargos a recolher (classe 2) R$ 1.500; Crédito em Bancos (classe 1) R$ 1.500.

Questões objetivas (estilo concurso)

1) No PCASP, as contas de Variações Patrimoniais Diminutivas (VPD) pertencem à:

  • A) Classe 1
  • B) Classe 2
  • C) Classe 3
  • D) Classe 4

Gabarito: C

2) O registro de empenho, sob a ótica do PCASP, é predominantemente efetuado em contas de:

  • A) Ativo
  • B) Passivo
  • C) VPD
  • D) Controle da execução orçamentária

Gabarito: D

3) Assinale a alternativa que melhor descreve a finalidade das classes 7 e 8:

  • A) Evidenciar receitas e despesas orçamentárias
  • B) Evidenciar controles de atos potenciais e responsabilidades, em partidas dobradas de controle
  • C) Evidenciar exclusivamente o patrimônio líquido
  • D) Evidenciar apenas a execução financeira

Gabarito: B

4) Um erro comum que prejudica a conciliação de fornecedores é:

  • A) Registrar a liquidação reconhecendo VPD e passivo
  • B) Registrar o pagamento baixando passivo e bancos
  • C) Registrar o pagamento diretamente contra VPD, sem transitar pelo passivo
  • D) Registrar retenções como obrigações a recolher

Gabarito: C

5) Em termos de coerência de saldos, é esperado que uma conta redutora do ativo (ex.: depreciação acumulada) apresente, em regra, saldo:

  • A) Devedor, pois reduz o ativo
  • B) Credor, pois reduz o ativo
  • C) Devedor, pois aumenta o ativo
  • D) Nulo, pois é conta de compensação

Gabarito: B

6) Ao elaborar um balancete analítico para conciliações, a melhor prática é:

  • A) Utilizar apenas contas sintéticas para reduzir volume de dados
  • B) Utilizar contas analíticas que permitam vincular saldos a documentos e itens conciliáveis (banco, fornecedor, retenção)
  • C) Excluir contas de controle para evitar divergências
  • D) Considerar apenas movimentação financeira, pois é a mais objetiva

Gabarito: B

7) Um lançamento patrimonial típico do pagamento de uma obrigação já reconhecida é:

  • A) Débito em VPD e crédito em bancos
  • B) Débito em bancos e crédito em VPA
  • C) Débito em obrigação (passivo) e crédito em bancos (ativo)
  • D) Débito em ativo imobilizado e crédito em VPA

Gabarito: C

8) Na verificação de consistência, a divergência entre saldo contábil de bancos e extrato pode decorrer de:

  • A) Itens em trânsito e lançamentos pendentes (tarifas/créditos a identificar)
  • B) Exclusivamente de erro no método das partidas dobradas
  • C) Exclusivamente de erro na classificação de VPD
  • D) Exclusivamente de erro na dotação orçamentária

Gabarito: A

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Ao mapear o pagamento de uma despesa que já foi liquidada e reconhecida como obrigação, qual lançamento patrimonial preserva corretamente a trilha contábil e facilita a conciliação de fornecedores?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

No pagamento de obrigação já liquidada, a etapa patrimonial correta é baixar o passivo (fornecedor a pagar) contra a baixa do ativo (bancos). Pagar direto em VPD suprime o passivo e prejudica conciliações e rastreabilidade.

Próximo capitúlo

Demonstrações Contábeis do Setor Público e Prestação de Contas no Judiciário

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