Pecuária do Zero ao Profissional: Pastagens, Forragens e Manejo do Pastejo

Capítulo 3

Tempo estimado de leitura: 15 minutos

+ Exercício

Como escolher a pastagem: clima, solo e objetivo do sistema

A escolha da forrageira define o “motor” do sistema a pasto: quanto de alimento será produzido, em que época do ano e com qual custo de manutenção. Para acertar, combine três fatores: clima (chuva/temperatura/risco de geada), solo (fertilidade, textura, drenagem) e objetivo (cria, recria, engorda, leite).

Critérios práticos por clima

  • Tropical úmido/subúmido (verão chuvoso): gramíneas tropicais de alta produção (ex.: braquiárias e panicuns) respondem bem a adubação e manejo rotacionado.
  • Cerrado com seca marcada: priorize espécies com boa tolerância à seca e planeje diferimento e/ou suplementação estratégica na seca.
  • Regiões com frio/geada: gramíneas tropicais podem reduzir muito o crescimento no inverno; considere integração com forrageiras de inverno (onde viável) e ajuste de lotação sazonal.
  • Áreas encharcáveis/mal drenadas: escolha espécies mais tolerantes a excesso de água e invista em correção de drenagem quando possível.

Critérios práticos por solo

  • Solos de baixa fertilidade: espécies mais rústicas tendem a persistir melhor; ainda assim, correção e adubação elevam muito a produtividade e a lotação possível.
  • Solos férteis ou corrigidos: espécies mais exigentes entregam maior ganho por área, especialmente em recria/engorda e leite.
  • Textura arenosa: maior risco de seca e menor retenção de nutrientes; adubação parcelada e manejo de altura são críticos para evitar degradação.
  • Textura argilosa: maior potencial produtivo; atenção a compactação e manejo de tráfego/lotação em períodos úmidos.

Critérios por objetivo (cria, recria, engorda, leite)

  • Cria: foco em estabilidade e resiliência. Pastos persistentes, com boa cobertura do solo, e manejo que priorize condição corporal das matrizes e desempenho de bezerros.
  • Recria: foco em ganho contínuo. Pastagens com boa qualidade e manejo de altura para maximizar consumo e desempenho.
  • Engorda: foco em alta oferta e qualidade; rotacionado bem ajustado e adubação para elevar produção e ganho por hectare.
  • Leite: exige alta qualidade e regularidade; rotacionado com controle fino de altura de entrada/saída, água próxima e sombreamento para reduzir estresse térmico.

Formação de pasto: princípios e passo a passo

Formar pasto é construir uma “fábrica” de forragem com base em solo corrigido, boa implantação e manejo inicial correto. Erros na formação geram falhas, invasoras e baixa longevidade.

Passo a passo prático de formação

  1. Diagnóstico do talhão: histórico de uso, compactação, erosão, plantas daninhas, drenagem e disponibilidade de água.
  2. Amostragem e análise de solo: colete amostras representativas (camada 0–20 cm; e 20–40 cm se houver suspeita de acidez em profundidade). A análise orienta calagem, gessagem e adubação.
  3. Correção do solo: aplique calcário para elevar saturação por bases e reduzir alumínio; gesso agrícola quando indicado para melhorar ambiente radicular em profundidade.
  4. Preparo/plantio: pode ser convencional, mínimo ou direto (dependendo do sistema). Garanta boa cobertura de sementes, contato semente-solo e umidade.
  5. Adubação de plantio: principalmente fósforo (P) e, conforme análise, potássio (K) e micronutrientes. O P é decisivo para enraizamento e arranque.
  6. Controle inicial de plantas daninhas: roçadas e/ou herbicidas seletivos conforme recomendação técnica e estágio das invasoras.
  7. Primeiro pastejo (pastejo de formação): entre quando o pasto estiver bem enraizado e com altura adequada; use lotação alta por curto período para “uniformizar” sem arrancar plantas.

Dica prática: na formação, o maior risco é entrar cedo demais e “arrancar” plântulas. O segundo maior risco é entrar tarde demais e deixar formar talos, reduzindo qualidade e favorecendo invasoras.

Recuperação de pastagens: como sair da degradação

Recuperar pasto é reverter perda de vigor, falhas, baixa cobertura do solo e queda de produção. A estratégia depende da causa: solo ácido/pobre, superpastejo, compactação, daninhas e pragas.

Passo a passo prático de recuperação

  1. Identifique o tipo de problema: baixa densidade de plantas? muitas invasoras? solo exposto? presença de cupins/lagartas? sinais de compactação (poças, raízes superficiais)?
  2. Corrija o manejo primeiro: ajuste altura de entrada/saída e taxa de lotação. Sem isso, qualquer adubação “some”.
  3. Correção e adubação: calagem e adubação de manutenção/recuperação (principalmente N, P e K) conforme análise e meta de produção.
  4. Controle de invasoras: roçada estratégica antes da sementeação das daninhas e/ou controle químico seletivo. Evite roçar muito baixo para não enfraquecer a forrageira.
  5. Descompactação (quando necessário): manejo de tráfego, redução de lotação em solo úmido e, em casos severos, intervenção mecânica (subsolagem) com critério.
  6. Reforma parcial ou total: se a densidade de plantas for muito baixa e o custo de recuperação for alto, pode ser mais eficiente reformar (com planejamento de janela de chuva).

Adubação e correção do solo: o que muda no pasto

Pastagem responde fortemente a fertilidade. Em termos simples: correção cria ambiente para raízes e absorção; adubação fornece os nutrientes que viram folhas (forragem). O manejo do pastejo define se essa forragem vira desempenho animal.

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Correção do solo (calagem e gessagem)

  • Calagem: eleva pH, reduz alumínio tóxico e aumenta disponibilidade de nutrientes. Resultado prático: mais raiz, mais perfilhos, maior persistência.
  • Gessagem (quando indicada): melhora cálcio e reduz alumínio em camadas mais profundas, favorecendo raiz em profundidade e tolerância à seca.

Adubação: funções e cuidados

  • Nitrogênio (N): aumenta produção e teor de proteína; exige manejo de altura e lotação para “colher” o crescimento. Parcelar reduz perdas e melhora eficiência.
  • Fósforo (P): essencial para enraizamento e vigor; crítico na formação e na recuperação.
  • Potássio (K): importante para equilíbrio hídrico e resistência; muito demandado em sistemas intensivos e em solos arenosos.
  • Enxofre e micronutrientes: podem limitar resposta ao N; avaliar pela análise e histórico.

Regra de campo: quanto mais intensivo (recria/engorda/leite), mais a adubação precisa ser planejada e acompanhada por manejo de pastejo e ajuste de lotação, senão vira custo sem retorno.

Controle de plantas daninhas e manejo de pragas

Plantas daninhas: prevenção e controle

Invasoras competem por luz, água e nutrientes e reduzem consumo (algumas são rejeitadas). O controle eficiente combina prevenção e ação no momento certo.

  • Prevenção: manter pasto bem manejado (altura adequada), boa cobertura do solo, adubação equilibrada e evitar superpastejo.
  • Controle mecânico (roçada): útil para reduzir florescimento e sementeação; deve ser feita na altura que preserve a forrageira e antes da invasora “passar do ponto”.
  • Controle químico: usar herbicidas seletivos conforme espécie-alvo e estágio; respeitar dose, condições climáticas e período de carência. Evitar aplicações sem diagnóstico (pode selecionar resistência e abrir espaço para outras invasoras).

Pragas comuns e manejo integrado

  • Cigarrinhas-das-pastagens: causam amarelecimento e queda de produção. Manejo: escolha de cultivares tolerantes, adubação equilibrada (evitar excesso de N sem K), manejo de altura e, quando necessário, controle específico.
  • Lagartas/desfolhadores: reduzem área foliar rapidamente. Monitorar e agir cedo é mais barato do que “correr atrás” após grande desfolha.
  • Cupins: indicam desequilíbrio e podem reduzir área útil. Controle deve ser direcionado e associado à recuperação do vigor do pasto.

Rotina recomendada: inspeção visual semanal em períodos críticos (início das águas e picos de calor), registrando talhão, intensidade e evolução para decidir intervenção.

Manejo do pastejo: princípios que determinam desempenho

Manejo do pastejo é decidir quando entrar, quando sair e quantos animais colocar em cada área, para equilibrar: (1) crescimento da planta, (2) consumo do animal e (3) persistência do pasto.

Conceitos-chave

  • Altura de entrada e saída: controlam qualidade (folha x talo) e velocidade de rebrota. Entrar muito baixo reduz reserva e rebrota; sair muito alto desperdiça e aumenta material velho.
  • Oferta de forragem: quantidade de forragem disponível por unidade de peso vivo (PV). Oferta maior tende a aumentar consumo e seletividade; oferta baixa aumenta aproveitamento, mas pode reduzir ganho individual.
  • Taxa de lotação: quantos animais (ou kg PV) por hectare. É a “alavanca” que ajusta o sistema ao crescimento do pasto.
  • Pressão de pastejo: relação entre demanda animal e oferta de forragem; ajuda a entender se o pasto está sendo “apertado” ou “folgado”.

Métodos de manejo: contínuo, rotacionado e diferido

Pastejo contínuo

Os animais ficam no mesmo piquete por longos períodos, com ajustes de lotação ao longo do tempo.

  • Vantagens: simplicidade, menos infraestrutura, bom para áreas extensivas.
  • Riscos: superpastejo em pontos preferidos, subpastejo em áreas rejeitadas, maior heterogeneidade.
  • Boas práticas: usar “lotação variável” (entrada/saída de animais reguladores), roçadas de uniformização quando necessário e água/sombra bem distribuídas para reduzir concentração.

Pastejo rotacionado

A área é dividida em piquetes; os animais ocupam um piquete por curto período e descansam os demais para rebrota.

  • Vantagens: melhor controle de altura, maior eficiência de colheita, facilita adubação e recuperação.
  • Riscos: se o descanso for fixo e não acompanhar clima, pode “passar do ponto” (talos) ou “faltar pasto”.
  • Boas práticas: ajustar descanso pela velocidade de crescimento (mais curto nas águas, mais longo na seca/frio) e manter ocupação curta para reduzir repastejo de rebrota.

Pastejo diferido (vedação)

Consiste em reservar um ou mais piquetes no fim das águas para formar “estoque” de forragem para a seca.

  • Quando usar: para atravessar períodos de baixa produção com menor custo, principalmente em cria e recria.
  • Pontos de atenção: a forragem diferida tende a ter menor qualidade; planeje categoria animal compatível (ex.: vacas secas, recria com suplementação) e ajuste oferta para evitar perdas por acamamento.
  • Boas práticas: vedar com altura e adubação adequadas (quando viável), definir data de abertura e controlar lotação para “consumir sem destruir” a base do pasto.

Altura de entrada/saída: como aplicar no campo

Alturas ideais variam por espécie/cultivar, fertilidade e estação. O mais importante é trabalhar com um intervalo-alvo e medir com régua de pasto (ou bastão graduado) em vários pontos do piquete.

Passo a passo para definir e usar alturas

  1. Defina a meta por tipo de forrageira: use recomendação técnica local como referência inicial.
  2. Meça a altura média: caminhe em “W” no piquete e faça 20–40 medições, anotando a média.
  3. Entrada: quando a média atingir a altura-alvo (pasto com alta proporção de folhas).
  4. Saída: retire quando atingir a altura residual-alvo (preservando área foliar e gemas de rebrota).
  5. Ajuste fino: se o ganho animal cair e houver muito talo, a entrada está tardia ou a saída alta demais; se o pasto “demorar a voltar”, a saída está baixa demais ou a lotação está alta.

Exemplo de rotina: medir altura 2 vezes por semana nas águas e semanalmente na transição para seca; registrar em planilha por piquete para ajustar descanso e lotação.

Oferta de forragem: cálculo simples e uso prático

Uma forma prática de trabalhar oferta é usar a relação entre massa de forragem disponível e peso vivo no piquete.

Fórmula (base seca)

Oferta de forragem (% PV) = (Massa de forragem disponível (kg MS/ha) / Carga animal (kg PV/ha)) × 100

Interpretação: ofertas maiores aumentam seletividade e ganho individual; ofertas menores aumentam aproveitamento e ganho por área até certo ponto, mas podem reduzir desempenho individual e degradar o pasto se exageradas.

Exemplo numérico

Um piquete tem 2.400 kg de MS/ha disponíveis antes do pastejo. A carga animal é 1.200 kg PV/ha.

Oferta = (2.400 / 1.200) × 100 = 200% do PV

Se você aumentar a carga para 1.600 kg PV/ha mantendo a mesma massa:

Oferta = (2.400 / 1.600) × 100 = 150% do PV

Na prática, isso tende a elevar o aproveitamento e reduzir a seletividade. O ajuste ideal depende da categoria (ex.: engorda e leite exigem maior qualidade) e do objetivo (ganho individual x ganho por hectare).

Taxa de lotação: como calcular com exemplo completo

Taxa de lotação pode ser expressa em UA/ha (Unidade Animal) ou em kg PV/ha. Para tomada de decisão no dia a dia, trabalhar com kg PV/ha e consumo de MS costuma ser mais direto.

Passo a passo para estimar lotação a partir da forragem

  1. Estime a massa de forragem (kg MS/ha): por corte e pesagem (mais preciso) ou por régua + calibração.
  2. Defina a fração colhível: parte que você pretende remover sem prejudicar rebrota (depende da altura de saída). Ex.: 40–60% da massa acima do residual.
  3. Calcule MS disponível para consumo: MS disponível = massa × fração colhível.
  4. Defina período de ocupação (dias): no rotacionado, geralmente 1–3 dias para reduzir repastejo.
  5. Estime consumo: bovinos consomem, em média, 2,0 a 2,5% do PV em MS/dia (varia por categoria e qualidade).
  6. Calcule quantos kg PV cabem: kg PV suportados = (MS disponível por ha / dias) / (consumo %PV).

Exemplo numérico (rotacionado)

Suponha:

  • Massa pré-pastejo: 3.000 kg MS/ha
  • Fração colhível planejada: 50% (para manter residual)
  • Ocupação: 2 dias
  • Consumo: 2,2% do PV/dia (0,022)

1) MS disponível para consumo por ha no ciclo:

MS disponível = 3.000 × 0,50 = 1.500 kg MS/ha

2) MS disponível por dia:

MS/dia = 1.500 / 2 = 750 kg MS/ha/dia

3) kg PV suportados por ha:

kg PV/ha = 750 / 0,022 ≈ 34.091 kg PV/ha

Esse número é teoricamente alto porque ainda não consideramos perdas (pisoteio, rejeição), eficiência de colheita real e variação de massa. Ajustando com uma eficiência de colheita mais realista (ex.: 60% do colhível vira consumo efetivo):

MS efetiva/dia = 750 × 0,60 = 450 kg MS/ha/dia  kg PV/ha = 450 / 0,022 ≈ 20.455 kg PV/ha

Agora, convertendo para número de animais: se os animais têm 450 kg PV em média:

Animais/ha ≈ 20.455 / 450 ≈ 45,5 animais/ha

Como usar corretamente: esse resultado ainda depende da massa real medida, do residual definido e do objetivo. Em sistemas comerciais, é comum trabalhar com margens de segurança e ajustar na prática com “animais reguladores”. O valor do exemplo serve para mostrar o método; na fazenda, refine com medições e desempenho.

Exemplo mais conservador (contínuo, com meta de estabilidade)

Suponha uma área com produção média diária estimada de 35 kg MS/ha/dia nas águas. Se você deseja consumir 70% do crescimento (deixando 30% para manutenção e perdas), a MS disponível para consumo é:

MS consumo = 35 × 0,70 = 24,5 kg MS/ha/dia

Com consumo de 2,2% PV:

kg PV/ha = 24,5 / 0,022 ≈ 1.114 kg PV/ha

Com animais de 450 kg:

Animais/ha ≈ 1.114 / 450 ≈ 2,47 animais/ha

Esse tipo de cálculo é útil para definir lotação inicial e depois ajustar conforme medições de altura/massa e desempenho.

Infraestrutura do pastejo: cercas, água e sombra (e o impacto no desempenho)

Cercas e divisão de piquetes

  • Por que importa: sem divisão, fica difícil controlar altura de entrada/saída e descanso. Com piquetes, você “colhe” a forragem no ponto certo.
  • Boas práticas: dimensionar número de piquetes conforme objetivo (mais intensivo = mais controle), usar corredores para manejo e prever pontos de acesso à água.
  • Impacto direto: melhor uniformidade de pastejo, maior eficiência de colheita e menor degradação por superpastejo localizado.

Bebedouros e distribuição de água

  • Por que importa: água é o “nutriente” mais limitante do consumo. Se o animal caminha demais, perde tempo de pastejo e gasta energia.
  • Boas práticas: água limpa, vazão suficiente para picos de consumo, localização que reduza deslocamento e evite lama (base drenada e piso bem feito ao redor).
  • Impacto no bem-estar: menor estresse térmico e menor competição; melhora consumo e desempenho, especialmente em leite e engorda.

Sombreamento e conforto térmico

  • Por que importa: calor excessivo reduz pastejo diurno, aumenta ofegação e pode derrubar ganho e produção de leite.
  • Opções: árvores bem distribuídas (sombra natural), sombrites/estruturas (onde aplicável) e planejamento para não concentrar animais sempre no mesmo ponto (evitar solo exposto e erosão).
  • Impacto produtivo: mais tempo de pastejo, melhor consumo e menor risco de queda de desempenho em ondas de calor.

Cocho e logística (quando há suplementação)

  • Por que importa: suplementação mal posicionada concentra animais, aumenta pisoteio e cria “manchas” de degradação.
  • Boas práticas: distribuir cochos, alternar locais quando possível, manter piso firme e distância adequada de água para reduzir aglomeração.

Checklist operacional por objetivo (uso rápido no campo)

Cria

  • Priorize estabilidade: evitar superpastejo no fim das águas e planejar diferimento.
  • Manter cobertura do solo e vigor do pasto para reduzir custo com reforma.
  • Infra: água e sombra para matrizes e bezerros, reduzindo estresse e melhorando taxa de desmame.

Recria

  • Controle fino de altura para manter alta proporção de folhas.
  • Ajuste de lotação frequente nas águas (crescimento rápido) para não “passar do ponto”.
  • Adubação de manutenção e correção em dia para sustentar ganho por área.

Engorda

  • Oferta de forragem suficiente para alto consumo; rotacionado ajuda a manter qualidade.
  • Água próxima e sombra elevam desempenho em calor.
  • Monitorar pragas e invasoras: qualquer queda de folha reduz ganho rapidamente.

Leite

  • Rotacionado com ocupação curta e alturas bem definidas para qualidade constante.
  • Água de alta vazão e fácil acesso; conforto térmico é decisivo.
  • Evitar lama e áreas degradadas próximas a bebedouros e sala de ordenha (impacto sanitário e de locomoção).

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Ao escolher uma pastagem para um sistema a pasto, qual combinação de fatores deve ser considerada para aumentar a chance de acerto da forrageira?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

A escolha da forrageira deve combinar clima (chuva, temperatura, geada), solo (fertilidade, textura, drenagem) e objetivo do sistema, pois isso define produção, sazonalidade e custo de manutenção.

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