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Perito Médico do INSS: Guia Estratégico para Aprovação no Concurso Federal

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13 páginas

Legislação previdenciária e normas do INSS para o Perito Médico Federal

Capítulo 3

Tempo estimado de leitura: 15 minutos

+ Exercício

Este capítulo organiza a leitura da legislação e dos atos normativos que sustentam o ato pericial no âmbito do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), com foco em como transformar dispositivo legal em raciocínio técnico e em registro administrativo consistente. A meta é saber: (1) qual norma responde a cada pergunta pericial, (2) quais requisitos precisam ser checados, e (3) quais elementos devem aparecer no texto do laudo/parecer para aderir ao tipo de benefício e ao pedido.

1) Arquitetura normativa: o que ler e para que serve no ato pericial

Na prática do concurso e do trabalho, a legislação previdenciária se organiza em camadas. Saber “quem manda em quem” evita fundamentação frágil e ajuda a localizar rapidamente o dispositivo cobrado.

1.1 Camada legal (base)

  • Constituição Federal: princípios gerais (seguridade, proteção social, contributividade/solidariedade) e diretrizes. Em prova, costuma aparecer como fundamento principiológico, não como regra operacional do laudo.

  • Lei nº 8.213/1991 (Planos de Benefícios): define benefícios, requisitos, carência, qualidade de segurado, conceitos operacionais (incapacidade, reabilitação, acidente do trabalho etc.). É a lei mais “pericial”.

  • Lei nº 8.212/1991 (Custeio): contribuições e filiação; aparece quando a discussão envolve qualidade de segurado, categorias e contribuições (mais comum em questões objetivas).

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1.2 Camada regulamentar e administrativa (como fazer)

  • Decreto nº 3.048/1999 (Regulamento da Previdência Social): detalha procedimentos e operacionaliza conceitos da Lei 8.213/91. Em prova, cobra-se muito a correspondência “lei x decreto” e regras de manutenção/cessação.

  • Instruções Normativas do INSS (e atos correlatos): orientam fluxo administrativo, exigências documentais, prazos, rotinas e padronizações de registro. Em geral, são cobradas por temas (ex.: procedimentos de benefício por incapacidade, exigências de documentação, revisão, reabilitação) e por coerência com o processo.

  • Portarias, resoluções e manuais técnicos: detalham rotinas e padronizam condutas. Em concursos, aparecem como “normas internas” vinculadas ao procedimento e ao registro.

1.3 Como usar essa arquitetura no raciocínio pericial

  • Lei define “o que precisa existir” (requisitos do benefício).

  • Decreto define “como se aplica” (condicionantes, manutenção, cessação, reavaliações).

  • IN/atos internos definem “como tramita e como registrar” (procedimento, campos, exigências, comunicação com o processo).

2) Princípios do RGPS que impactam a perícia (cobrança recorrente)

Princípios não substituem requisito legal, mas orientam interpretação e ajudam a justificar escolhas técnicas quando a norma exige juízo de adequação (ex.: reabilitação, fixação de DII, avaliação de incapacidade).

  • Contributividade e filiação: benefício depende de vínculo com o RGPS (qualidade de segurado) e, quando aplicável, carência. No laudo, isso aparece como aderência ao pedido (benefício previdenciário x assistencial) e como atenção ao tipo de benefício (acidentário x previdenciário).

  • Seletividade e distributividade: a proteção é direcionada a riscos sociais definidos em lei (incapacidade, idade, morte etc.). Na perícia, reforça que a análise é sobre capacidade laborativa e requisitos do benefício, não sobre “merecimento” social.

  • Equilíbrio financeiro e atuarial (diretriz): em prova, pode aparecer como justificativa para revisões periódicas e reavaliações, sem dispensar o exame técnico.

  • Legalidade e motivação do ato administrativo: a conclusão pericial precisa ser motivada, com nexo lógico entre achados, evidências e enquadramento legal.

3) Conceitos legais de incapacidade: o que a lei exige que você responda

Em benefícios por incapacidade, a lei não pede “diagnóstico” como fim, mas sim resposta a perguntas jurídicas: existe incapacidade? desde quando? por quanto tempo? para qual atividade? há possibilidade de reabilitação? há nexo com trabalho (quando pertinente)?

3.1 Incapacidade: conceito operacional para o INSS

Incapacidade previdenciária é a impossibilidade (ou limitação relevante) de desempenhar atividade habitual ou qualquer atividade que garanta subsistência, conforme o benefício analisado, considerando a repercussão funcional da condição de saúde e as exigências do trabalho.

  • Não confundir: doença ≠ incapacidade. O registro deve traduzir doença/lesão em restrições funcionais e impacto no trabalho.

  • Elementos mínimos que costumam ser cobrados: temporariedade x permanência; parcial x total; possibilidade de reabilitação; compatibilidade com atividade habitual.

3.2 Marcos temporais (essenciais em prova e no registro)

  • DII (Data de Início da Incapacidade): quando a incapacidade começou (não necessariamente quando surgiu a doença). Deve ser sustentada por evidências (documentos, evolução clínica, exames, relato coerente, eventos objetivos).

  • DID (Data de Início da Doença) (quando usada): útil para contextualizar, mas não substitui DII.

  • DCB (Data de Cessação do Benefício) (quando aplicável): estimativa fundamentada de recuperação ou ponto de reavaliação, coerente com prognóstico e plano terapêutico.

3.3 Incapacidade e atividade: a pergunta muda conforme o benefício

  • Benefício temporário por incapacidade: foco na atividade habitual e na temporariedade.

  • Aposentadoria por incapacidade permanente: foco em incapacidade total e permanente para atividade que garanta subsistência, com análise de insuscetibilidade de reabilitação (quando aplicável).

  • Auxílio-acidente: não é incapacidade total; é redução permanente da capacidade para a atividade habitual após consolidação das lesões, com repercussão funcional.

4) Benefícios relacionados à incapacidade: requisitos e condicionantes que a perícia precisa “enxergar”

O perito não decide sozinho o direito ao benefício (há requisitos administrativos), mas precisa produzir um parecer que dialogue com os requisitos legais. Em concursos, é comum cobrar a tríade: qualidade de segurado, carência (quando exigida) e incapacidade (com seus marcos e características).

4.1 Benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença)

O que a lei exige, em termos periciais:

  • Existência de incapacidade para a atividade habitual.

  • Temporariedade e estimativa de duração (ou necessidade de reavaliação).

  • DII e coerência com documentos.

Condicionantes frequentes (para conectar com o processo):

  • Carência (salvo hipóteses legais de dispensa).

  • Qualidade de segurado e manutenção.

  • Possibilidade de reabilitação e encaminhamentos quando cabíveis.

4.2 Aposentadoria por incapacidade permanente

O que a lei exige, em termos periciais:

  • Incapacidade total para atividade que garanta subsistência.

  • Caráter permanente (prognóstico desfavorável para retorno ao trabalho).

  • Insuscetibilidade de reabilitação para outra atividade (quando aplicável ao caso e ao enquadramento normativo).

  • Fixação de DII e coerência com evolução clínica.

Ponto de prova: diferenciar “incapacidade permanente” de “doença crônica”. Crônico pode ser controlável e compatível com trabalho; permanente, no sentido previdenciário, é incapacidade sem perspectiva de recuperação funcional suficiente.

4.3 Auxílio-acidente

O que a lei exige, em termos periciais:

  • Sequela permanente após consolidação das lesões.

  • Redução da capacidade para a atividade habitual (não precisa ser incapacidade total).

  • Relação com acidente/doença ocupacional quando o enquadramento for acidentário (nexo e caracterização do evento, conforme o processo).

Evidências típicas: exames de imagem comparativos, laudos cirúrgicos, avaliação funcional, descrição objetiva de limitações (força, amplitude, destreza, tolerância a carga/postura).

4.4 Benefícios acidentários (B91/B92/B93/B94): onde a perícia entra

Quando o benefício é acidentário, além da incapacidade/redução, o processo costuma exigir análise de nexo e caracterização do evento (acidente típico, trajeto, doença ocupacional). Em prova, é comum cobrar:

  • Diferença entre benefício previdenciário comum e acidentário (efeitos administrativos e de estabilidade/FGTS no vínculo trabalhista, quando aplicável).

  • Importância do registro coerente com a natureza do benefício requerido e com os documentos do processo (CAT, PPP, prontuários, relatos, exames).

5) Procedimentos administrativos correlatos: o que costuma ser cobrado e como impacta o laudo

Normas internas e regulamentares determinam como o ato pericial se encaixa no processo: exigências documentais, prazos, reavaliações, encaminhamentos e consistência do registro.

5.1 Checagem de aderência ao pedido (primeiro filtro)

Antes de escrever qualquer conclusão, alinhe o raciocínio com o tipo de benefício e o objeto do requerimento:

  • O pedido é benefício por incapacidade temporária, aposentadoria por incapacidade permanente, auxílio-acidente, benefício acidentário?

  • O segurado descreve atividade habitual compatível com o CNIS/declarações do processo?

  • Há elementos administrativos mínimos no processo (documentos médicos, identificação, vínculos, CAT/PPP quando aplicável)?

5.2 Passo a passo prático: transformar norma em roteiro de análise

Use este roteiro como “checklist legal” para qualquer perícia de incapacidade:

  • Passo 1 — Identificar o benefício e o critério legal central: temporário (atividade habitual), permanente (atividade que garanta subsistência + reabilitação), auxílio-acidente (redução permanente após consolidação).

  • Passo 2 — Delimitar a atividade habitual: descreva tarefas, exigências físicas/cognitivas e contexto (turnos, carga, postura, risco). Isso conecta incapacidade ao requisito legal.

  • Passo 3 — Traduzir o quadro clínico em funcionalidade: registre achados objetivos, limitações e restrições. Evite apenas listar CID.

  • Passo 4 — Fixar marcos temporais: DII (e DID se útil), e DCB quando aplicável. Justifique com evidências do processo.

  • Passo 5 — Classificar a incapacidade conforme o benefício: temporária/permanente; parcial/total; possibilidade de reabilitação; consolidação de sequelas (auxílio-acidente).

  • Passo 6 — Verificar coerência com documentos e com o pedido: se há divergências (ex.: atestado sem exame, datas incompatíveis), explicite tecnicamente.

  • Passo 7 — Redigir motivação clara: conclusão + fundamentos (achados, documentos, nexo lógico com requisito legal).

5.3 Elementos do registro que precisam aparecer (padrão de motivação)

Independentemente do sistema utilizado, concursos cobram a lógica do registro: fundamentação, coerência e aderência.

  • Identificação do objeto: qual benefício/espécie e qual a pergunta administrativa (incapacidade? redução? permanência? nexo?).

  • Resumo objetivo das evidências: documentos relevantes (datas, emissor, achados), exame pericial (achados positivos/negativos pertinentes), tratamentos.

  • Análise funcional: limitações e restrições relacionadas às tarefas da atividade habitual.

  • Marcos temporais justificados: DII/DCB com base em evidências.

  • Enquadramento no requisito do benefício: frase que conecte diretamente a incapacidade ao critério legal (ex.: “incapacidade temporária para atividade habitual”, “redução permanente após consolidação”).

  • Coerência interna: diagnóstico, achados e conclusão não podem se contradizer (ex.: exame normal com incapacidade total sem justificativa).

  • Coerência externa: compatibilidade com documentos do processo; quando não houver, explicitar por que não sustentam a conclusão.

5.4 Exemplos práticos de redação orientada pela norma (modelos curtos)

Exemplo A — Benefício por incapacidade temporária

Objeto: avaliação de incapacidade para atividade habitual (operador de empilhadeira). Evidências: atestados de ortopedia (dd/mm/aaaa), RM de coluna (dd/mm/aaaa), uso de analgésicos e fisioterapia. Exame pericial: limitação dolorosa de flexoextensão lombar, teste X positivo, sem déficits neurológicos. Análise funcional: atividade exige permanência sentado, vibração e rotações de tronco; no momento, há limitação para tolerar postura prolongada e manobras repetidas. Conclusão: incapacidade temporária para atividade habitual. DII fixada em dd/mm/aaaa por início documentado de piora funcional e afastamento. DCB estimada em dd/mm/aaaa, condicionada à continuidade de reabilitação e reavaliação.

Exemplo B — Aposentadoria por incapacidade permanente

Objeto: avaliação de incapacidade total e permanente e possibilidade de reabilitação. Evidências: prontuário especializado, exames seriados, histórico terapêutico completo. Exame pericial: déficits funcionais persistentes e documentados, com baixa resposta a tratamento. Análise funcional: limitações incompatíveis com atividades que exijam X, Y e Z; restrições persistentes apesar de tratamento otimizado. Prognóstico: sem perspectiva de recuperação funcional suficiente. Conclusão: incapacidade total e permanente, com insuscetibilidade de reabilitação no contexto funcional apresentado. DII fixada em dd/mm/aaaa com base em documentação longitudinal.

Exemplo C — Auxílio-acidente

Objeto: avaliação de sequela consolidada e redução permanente da capacidade. Evidências: laudo cirúrgico, exames pós-tratamento, reabilitação concluída. Exame pericial: redução de amplitude e força em membro superior direito, dor aos esforços, estabilidade articular preservada. Análise funcional: redução permanente para tarefas de preensão sustentada e elevação de carga, compatível com atividade habitual (auxiliar de carga). Conclusão: sequela consolidada com redução permanente da capacidade para atividade habitual, compatível com auxílio-acidente.

6) Mapa de dispositivos e temas recorrentes em concursos (com situações típicas e evidências)

O objetivo deste mapa é ligar “assunto de prova” a “pergunta pericial” e a “provas/evidências” que sustentam a conclusão. Use como guia de revisão.

6.1 Lei 8.213/91 e Decreto 3.048/99: núcleo duro

  • Qualidade de segurado e manutenção

    • Situação típica: segurado relata estar sem contribuir há meses e pede benefício por incapacidade.

    • Pergunta pericial conectada: a perícia não “cria” qualidade de segurado, mas deve evitar extrapolar o objeto; registre incapacidade e marcos, e mantenha aderência ao pedido.

    • Evidências: documentos médicos para DII; informações de atividade habitual; datas objetivas de afastamento/tratamento.

  • Carência e hipóteses de dispensa

    • Situação típica: requerimento com pouco tempo de contribuição; alegação de evento grave.

    • Pergunta pericial: caracterização da incapacidade e seu início; em alguns casos, a natureza do evento/doença pode ser relevante ao enquadramento administrativo.

    • Evidências: documentação contemporânea ao início; exames; relatórios com cronologia.

  • Benefício por incapacidade temporária: critério de incapacidade para atividade habitual

    • Situação típica: trabalhador com dor crônica e atestados repetidos.

    • Pergunta pericial: há incapacidade atual? é temporária? qual DII? qual DCB?

    • Evidências: exame físico/funcional, exames complementares, evolução terapêutica, coerência entre queixa e achados.

  • Aposentadoria por incapacidade permanente: totalidade, permanência e reabilitação

    • Situação típica: doença degenerativa com limitações progressivas.

    • Pergunta pericial: incapacidade é total? há possibilidade de reabilitação? desde quando?

    • Evidências: documentação longitudinal, tentativas terapêuticas, avaliação funcional consistente, prognóstico fundamentado.

  • Auxílio-acidente: redução permanente após consolidação

    • Situação típica: sequela ortopédica pós-fratura com retorno parcial ao trabalho.

    • Pergunta pericial: há sequela consolidada? há redução permanente da capacidade para atividade habitual?

    • Evidências: comparação pré/pós, exames, avaliação funcional objetiva, descrição de tarefas.

  • Reabilitação profissional (tema recorrente)

    • Situação típica: incapacidade para atividade habitual, mas potencial para outra função.

    • Pergunta pericial: há incapacidade parcial/temporária com possibilidade de reabilitação?

    • Evidências: limitações específicas, capacidades preservadas, escolaridade/experiência (quando constarem do processo), prognóstico.

6.2 Temas de nexo e natureza acidentária (quando aplicável)

  • Acidente típico, trajeto e doença ocupacional

    • Situação típica: benefício requerido como acidentário com CAT e relatos divergentes.

    • Pergunta pericial: compatibilidade entre evento alegado, lesão e cronologia; quando o procedimento exigir, análise de nexo técnico.

    • Evidências: CAT, prontuário de urgência, exames iniciais, evolução temporal, descrição do trabalho (PPP quando houver), coerência clínica.

  • Concausa

    • Situação típica: doença prévia agravada por trabalho.

    • Pergunta pericial: o trabalho contribuiu para o agravamento de forma tecnicamente plausível?

    • Evidências: linha do tempo, exposição ocupacional documentada, evolução clínica compatível, exclusão de causas alternativas relevantes.

6.3 Temas de prova sobre motivação, coerência e padronização do ato

  • Motivação do ato administrativo

    • Situação típica: laudo com conclusão sem justificar DII/DCB.

    • O que a banca cobra: necessidade de fundamentar com elementos objetivos e de responder ao quesito do benefício.

    • Evidências: documentos datados, achados de exame, evolução terapêutica.

  • Coerência com o pedido e com a espécie do benefício

    • Situação típica: segurado pede auxílio-acidente, mas o laudo discute incapacidade total temporária sem abordar sequela consolidada.

    • O que a banca cobra: aderência ao objeto e uso correto dos conceitos legais.

    • Evidências: descrição de sequelas, consolidação, redução funcional específica.

  • Uso de CID e exames

    • Situação típica: laudo baseado apenas em CID de atestado.

    • O que a banca cobra: CID é acessório; o núcleo é funcionalidade, cronologia e compatibilidade com atividade.

    • Evidências: exame pericial, exames complementares pertinentes, consistência temporal.

7) Checklist de “itens legais” que devem aparecer no raciocínio pericial e no registro

Use este checklist para treinar respostas discursivas e para revisar laudos simulados em estudo.

  • 1) Benefício/espécie e objeto do pedido: qual benefício e qual critério legal central.

  • 2) Atividade habitual: descrição mínima das exigências e tarefas.

  • 3) Evidências consideradas: documentos relevantes (com datas) e achados do exame.

  • 4) Tradução clínico-funcional: limitações/restrições objetivas.

  • 5) Classificação da incapacidade: temporária/permanente; parcial/total; reabilitação; consolidação/sequela (quando aplicável).

  • 6) Marcos temporais: DII (sempre que possível), DCB (quando aplicável), com justificativa.

  • 7) Coerência: interna (achados x conclusão) e externa (documentos x narrativa).

  • 8) Linguagem motivada e objetiva: conclusão diretamente conectada ao requisito do benefício, sem extrapolar para requisitos administrativos que não são do ato médico.

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Ao redigir um parecer pericial para benefício por incapacidade, qual abordagem melhor transforma a norma em raciocínio técnico e em registro administrativo consistente?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

A construção adequada conecta o requisito legal do benefício à funcionalidade e à atividade habitual, fixa marcos (DII/DCB) com evidências e apresenta motivação coerente com o pedido e com os documentos, evitando basear o parecer apenas em CID ou em princípios.

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