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Marketing Digital para Hotéis e Pousadas

Novo curso

70 páginas

Principais canais digitais: busca, redes sociais, e-mail, anúncios e marketplaces

Capítulo 4

Tempo estimado de leitura: 0 minutos

+ Exercício

Visão geral: como escolher e combinar canais digitais na hotelaria

Em hotéis e pousadas, “canais digitais” são os caminhos pelos quais um potencial hóspede descobre a propriedade, avalia se ela atende ao que precisa e toma uma ação (visitar o site, pedir informações, iniciar uma reserva, salvar o contato, seguir o perfil, etc.). Os principais canais digitais para hospedagem costumam se agrupar em: busca (orgânica e local), redes sociais, e-mail, anúncios pagos e marketplaces (OTAs e metabuscadores). Cada canal tem uma função diferente: alguns capturam demanda já existente (pessoas procurando “pousada em…”), outros criam demanda e lembrança (conteúdo e redes sociais), outros aceleram resultados (anúncios) e outros ampliam distribuição (marketplaces). O objetivo prático não é “estar em todos”, e sim montar um mix coerente com a realidade do negócio: tipo de público, sazonalidade, localização, diferenciais, capacidade de produção de conteúdo e orçamento.

Uma forma simples de pensar é: canais de intenção (busca e marketplaces) tendem a gerar reservas mais rapidamente porque o usuário já quer viajar; canais de relacionamento (e-mail e redes sociais) aumentam recorrência, indicação e ocupação em baixa temporada; canais de aceleração (anúncios) ajudam a preencher datas específicas e a competir em mercados disputados. A seguir, você verá como cada canal funciona, o que publicar, como medir e um passo a passo para colocar em prática.

Busca: SEO e busca local para hotéis e pousadas

O que é e por que importa

Busca é quando o hóspede usa um mecanismo de pesquisa para encontrar uma hospedagem, comparar opções e decidir. Na hotelaria, a busca tem duas frentes principais: SEO (otimização para aparecer nos resultados orgânicos) e busca local (principalmente para quem pesquisa com intenção geográfica, como “hotel perto de…”). Esse canal é crítico porque captura pessoas com intenção alta: elas já estão planejando uma viagem, um evento, um fim de semana ou uma estadia a trabalho.

Na prática, SEO para hospedagem envolve: páginas do site bem estruturadas, conteúdo que responda dúvidas reais do viajante, informações consistentes (endereço, telefone, horários), velocidade do site, boa experiência no celular e sinais de confiança (avaliações, fotos, políticas claras). Na busca local, a consistência de dados e a qualidade do perfil do negócio são determinantes para aparecer no mapa e nos resultados “perto de mim”.

O que otimizar: checklist essencial

  • Páginas de acomodação e tarifas: cada categoria de quarto com descrição, fotos, comodidades, ocupação máxima, regras e diferenciais.
  • Páginas de localização: como chegar, distância de pontos de interesse, estacionamento, acessibilidade e mapa incorporado.
  • Páginas de experiências: o que fazer na região (praia, trilhas, gastronomia, eventos), com foco em termos que as pessoas pesquisam.
  • SEO técnico básico: site rápido, responsivo, URLs amigáveis, títulos e descrições bem escritos, imagens otimizadas.
  • Busca local: perfil do negócio completo, categorias corretas, fotos atualizadas, respostas a avaliações e perguntas.
  • Prova social: avaliações e depoimentos no site e em perfis públicos, com respostas profissionais.

Passo a passo prático: plano de SEO em 7 dias (início rápido)

Dia 1 — Mapeie as intenções de busca: liste 20 a 30 termos que um hóspede usaria. Misture termos de destino (“pousada em [cidade]”), intenção (“hotel com piscina aquecida”), ocasião (“fim de semana romântico”), público (“pet friendly”), e proximidade (“perto do centro”).

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Dia 2 — Audite suas páginas principais: verifique se o site tem páginas claras para: “Acomodações”, “Localização”, “Contato”, “Políticas”, “Galeria” e “Reservas”. Se tudo estiver em uma única página confusa, priorize separar as informações.

Dia 3 — Reescreva títulos e descrições: para cada página, crie um título objetivo (ex.: “Pousada em [Cidade] com Café da Manhã e Piscina | [Nome]”) e uma descrição que destaque diferenciais e localização. Evite títulos genéricos como “Home”.

Dia 4 — Crie 2 páginas de conteúdo de alta intenção: exemplos: “Como chegar a [Cidade] e onde se hospedar” e “O que fazer em [Cidade] em 2 dias”. Inclua dicas reais, distâncias e horários. No meio do texto, insira chamadas para conhecer acomodações e verificar disponibilidade.

Dia 5 — Ajuste a busca local: complete o perfil do negócio com categorias, descrição, serviços, fotos, link do site e telefone. Garanta que nome, endereço e telefone estejam idênticos em todos os lugares (site, redes, marketplaces).

Dia 6 — Colete e responda avaliações: crie um roteiro curto para pedir avaliação após o check-out. Responda todas as avaliações recentes com padrão: agradecimento + reforço de diferencial + convite para voltar.

Dia 7 — Meça o básico: acompanhe visitas orgânicas, páginas mais acessadas e cliques no botão de reserva/contato. Defina uma meta simples: “aumentar em X% os acessos às páginas de acomodação em 60 dias”.

Exemplos práticos de conteúdos que ranqueiam bem

  • “Melhor época para visitar [Destino]: clima, eventos e preços”
  • “Roteiro de 3 dias em [Destino] com crianças”
  • “Hospedagem pet friendly em [Destino]: regras e dicas”
  • “Hotel perto de [Ponto turístico]: como escolher”

Redes sociais: presença, conteúdo e relacionamento que geram demanda

O que é e por que importa

Redes sociais são canais de descoberta e relacionamento. Para hotéis e pousadas, elas funcionam como vitrine diária: mostram a experiência, constroem confiança e ajudam o hóspede a imaginar a estadia. Diferente da busca, onde a pessoa já procura ativamente, nas redes você “aparece” no momento em que o usuário está consumindo conteúdo. Por isso, consistência e clareza de posicionamento são mais importantes do que posts esporádicos.

O foco deve ser transformar atributos em benefícios: não é “tem piscina”, é “piscina aquecida para relaxar mesmo em dias frios”; não é “café da manhã”, é “café com itens regionais e opções sem glúten mediante solicitação”. Também é essencial reduzir atrito: links fáceis para reservar, destaques com políticas e perguntas frequentes, e respostas rápidas no direct.

Pilares de conteúdo recomendados (hotelaria)

  • Experiência: tour do quarto, áreas comuns, vista, café da manhã, detalhes sensoriais (luz, silêncio, conforto).
  • Destino: dicas locais, eventos, restaurantes, trilhas, praias, deslocamentos.
  • Prova social: depoimentos, avaliações, UGC (conteúdo de hóspedes), antes/depois de melhorias.
  • Oferta e disponibilidade: pacotes, datas estratégicas, condições (mínimo de noites), benefícios diretos.
  • Bastidores: preparo do quarto, manutenção, equipe, cuidado com limpeza e segurança.

Passo a passo prático: calendário de 14 dias para começar

Passo 1 — Defina 3 objetivos: exemplo: (1) aumentar pedidos de orçamento, (2) aumentar tráfego para a página de reservas, (3) aumentar salvamentos/compartilhamentos de conteúdo do destino.

Passo 2 — Monte um calendário simples: em 14 dias, publique 6 conteúdos de experiência, 4 de destino, 2 de prova social e 2 de oferta. Isso evita virar um perfil apenas promocional.

Passo 3 — Produza em lote: reserve 2 horas para gravar: 10 vídeos curtos (quarto, piscina, café, vista, caminho até um ponto turístico) e 20 fotos. Padronize enquadramentos e iluminação.

Passo 4 — Crie “atalhos” no perfil: destaques com: “Acomodações”, “Como chegar”, “Políticas”, “Café”, “Pet”, “Trabalho/wi-fi”, “Promoções”. Inclua respostas prontas para perguntas recorrentes.

Passo 5 — Roteiro de legenda com CTA: descreva o benefício, inclua um detalhe concreto (distância, horário, item do café) e finalize com uma ação: “ver disponibilidade no link”, “chamar no direct com a data”, “salvar para o roteiro”.

Passo 6 — Rotina de atendimento: defina janelas fixas (ex.: 9h, 13h, 18h) para responder mensagens. Tempo de resposta influencia conversão.

Exemplos de posts que convertem em hotelaria

  • Vídeo: “Como é acordar aqui: vista + café + silêncio” com CTA para datas de baixa temporada.
  • Carrossel: “5 passeios a até 20 minutos da pousada” com mapa simples e dicas práticas.
  • Story com enquete: “Você prefere quarto com varanda ou banheira?” e, em seguida, mostrar as opções reais.
  • Reels: “Check-in em 30 segundos” mostrando o fluxo e reduzindo insegurança do hóspede.

E-mail: relacionamento, recompra e ocupação em baixa temporada

O que é e por que importa

E-mail é um canal direto, de baixo custo por contato, excelente para manter relacionamento com hóspedes e interessados. Na hotelaria, ele é especialmente útil para: reativar quem já se hospedou, comunicar novidades (reformas, novos serviços), divulgar condições para períodos específicos e reduzir dependência de intermediários. Diferente das redes sociais, onde o alcance pode variar, o e-mail permite previsibilidade e segmentação.

O ponto central é enviar mensagens relevantes para grupos diferentes. Um casal que viaja para descanso não deve receber o mesmo conteúdo que um viajante corporativo. Segmentar por interesse e histórico melhora abertura, cliques e reservas.

Segmentos simples para começar

  • Hóspedes anteriores: por tipo de viagem (casal, família, trabalho), por época do ano em que vieram, por ticket médio.
  • Leads (interessados): pessoas que pediram orçamento, mas não reservaram.
  • Eventos e datas: feriados, festivais locais, temporada de inverno/verão, períodos de baixa.
  • Preferências: pet friendly, acessibilidade, quarto com cozinha, banheira, vista.

Passo a passo prático: 5 e-mails essenciais (modelos de estrutura)

E-mail 1 — Boas-vindas (para novos contatos): objetivo: apresentar a proposta e reduzir dúvidas. Estrutura: (a) 1 frase sobre o diferencial, (b) 3 bullets do que o hóspede ganha, (c) link para acomodações, (d) botão “Consultar datas”.

E-mail 2 — Pré-chegada (após reserva): objetivo: melhorar experiência e reduzir cancelamentos. Estrutura: check-in/check-out, como chegar, estacionamento, regras, opções de passeio, upsell leve (ex.: decoração romântica, late check-out quando disponível).

E-mail 3 — Pós-estadia (48h após check-out): objetivo: avaliação e retorno. Estrutura: agradecimento, pedido de avaliação com link, convite para voltar em baixa temporada com benefício (ex.: upgrade sujeito a disponibilidade).

E-mail 4 — Recuperação de orçamento: objetivo: retomar conversas. Estrutura: lembrar datas consultadas, oferecer alternativa (outra categoria, outras datas), reforçar política e diferenciais, CTA para responder com “sim” e a data.

E-mail 5 — Campanha de baixa temporada: objetivo: preencher períodos ociosos. Estrutura: contexto (por que vale ir agora), benefício claro (ex.: 10% off em diárias de domingo a quinta), prova social curta, CTA para reservar direto.

Métricas que importam no e-mail para hospedagem

  • Taxa de abertura: indica se assunto e remetente estão bons.
  • Taxa de cliques: indica interesse real no conteúdo e na oferta.
  • Respostas: especialmente em recuperação de orçamento.
  • Reservas atribuídas: use links com parâmetros para identificar campanhas.

Anúncios pagos: quando usar, como estruturar e como não desperdiçar orçamento

O que é e por que importa

Anúncios pagos são investimentos para ganhar visibilidade imediata em momentos estratégicos. Na hotelaria, eles são úteis para: competir por termos disputados na busca, promover datas específicas (feriados, eventos), divulgar pacotes e retomar interessados que visitaram o site. O risco é investir sem estrutura mínima (site fraco, fotos ruins, política confusa), o que aumenta custo por reserva.

Existem dois grandes grupos: anúncios em busca (capturam intenção ativa) e anúncios em redes sociais (criam desejo e lembrança, além de permitir segmentações por interesse e comportamento). Uma estratégia madura combina ambos, mas você pode começar com um formato, desde que tenha uma oferta clara e uma página de destino objetiva.

Passo a passo prático: campanha de busca para “pousada em [destino]”

Passo 1 — Defina a meta: exemplo: “gerar 30 solicitações de reserva no mês” ou “aumentar reservas diretas para dias de semana”.

Passo 2 — Escolha palavras-chave por intenção: priorize termos com destino + hospedagem (“hotel em [cidade]”, “pousada [bairro]”), e termos de diferencial (“hotel com piscina aquecida em [cidade]”). Evite começar com termos muito amplos (“viagem”, “turismo”).

Passo 3 — Crie grupos de anúncios por tema: um grupo para “hotel em [cidade]”, outro para “pousada romântica”, outro para “pet friendly”. Isso melhora relevância e reduz custo.

Passo 4 — Escreva anúncios com prova e clareza: inclua: localização, benefício principal, política (ex.: cancelamento), e CTA (“Ver disponibilidade”).

Passo 5 — Direcione para a página certa: anúncio de “pet friendly” deve levar a uma página que explique regras e mostre quartos adequados, não para a home genérica.

Passo 6 — Configure mensuração: registre cliques em “Reservar”, envios de formulário e cliques no WhatsApp. Sem isso, você não sabe o custo por lead/reserva.

Passo 7 — Otimize semanalmente: pause termos caros sem resultado, aumente orçamento do que converte, teste variações de texto e ajuste horários (ex.: maior intenção à noite e em fins de semana, dependendo do público).

Passo a passo prático: anúncios em redes sociais para preencher datas

Passo 1 — Escolha um período específico: exemplo: “domingo a quinta nas próximas 3 semanas”.

Passo 2 — Crie uma oferta simples: exemplo: “10% off + café incluso” ou “late check-out sujeito a disponibilidade”. Evite condições complexas no início.

Passo 3 — Criativo focado em experiência: vídeo curto do quarto + café + área externa. Texto com 1 benefício principal e 1 prova (nota média, avaliação, ou “a 8 min do centro”).

Passo 4 — Segmentação inicial: raio geográfico (para escapadas), interesses relacionados ao destino, e públicos de remarketing (quem visitou o site ou interagiu com o perfil).

Passo 5 — Página de destino objetiva: datas, política, fotos, botão de reserva/WhatsApp. Quanto menos passos, melhor.

Passo 6 — Ajuste por desempenho: troque criativos a cada 7–10 dias, mantenha os vencedores e teste novos ângulos (família, casal, trabalho).

Erros comuns em anúncios para hotelaria

  • Enviar tráfego para uma página sem informações de preço, políticas ou fotos suficientes.
  • Prometer “melhor preço” sem garantir paridade e sem explicar vantagens da reserva direta.
  • Rodar campanha sem calendário de disponibilidade (anunciar datas esgotadas gera frustração e desperdício).
  • Não separar campanhas por objetivo (marca, destino, diferencial, remarketing).

Marketplaces: OTAs e metabuscadores como distribuição (com estratégia)

O que é e por que importa

Marketplaces de hospedagem incluem OTAs (agências online) e metabuscadores (comparadores de preços). Eles oferecem alcance e demanda pronta, especialmente para destinos turísticos e para propriedades que ainda não têm força de marca. Em troca, cobram comissões e podem reduzir a margem. O uso inteligente é tratá-los como canais de aquisição e ocupação, sem abrir mão de construir presença direta (site, busca local, redes e e-mail).

Em marketplaces, a “vitrine” é o seu anúncio: fotos, título, descrição, comodidades, políticas, preço e avaliações. Pequenas melhorias nesses elementos aumentam conversão e ranking interno. Além disso, a gestão de tarifas e disponibilidade precisa ser consistente para evitar overbooking e para manter competitividade.

Otimização prática do anúncio: checklist de conversão

  • Fotos: primeiras 5 imagens devem vender a experiência (fachada/entrada, melhor quarto, banheiro, área comum principal, café da manhã ou vista). Qualidade e iluminação são decisivas.
  • Título: inclua diferencial + localização (ex.: “Pousada com Vista para o Mar a 5 min do Centro”).
  • Descrição: comece com 2–3 benefícios concretos, depois detalhes de quartos e regras. Evite texto genérico.
  • Comodidades: marque apenas o que é real e consistente. Itens errados geram avaliações negativas.
  • Políticas: cancelamento, horários, crianças, pets, estacionamento. Clareza reduz atrito.
  • Tarifas: crie planos simples (reembolsável e não reembolsável) e pacotes por período quando fizer sentido.
  • Respostas: responda perguntas e avaliações rapidamente, com tom profissional.

Passo a passo prático: estratégia de marketplaces sem perder controle

Passo 1 — Defina o papel do marketplace: exemplo: “preencher baixa temporada e captar novos hóspedes que ainda não conhecem a marca”.

Passo 2 — Selecione 1 a 2 canais principais: começar com muitos ao mesmo tempo aumenta complexidade de tarifas e disponibilidade.

Passo 3 — Padronize inventário e políticas: descreva categorias de quartos de forma consistente (mesmos nomes, mesmas fotos base, mesmas regras) para evitar confusão.

Passo 4 — Crie diferenciais para reserva direta (sem repetir conteúdos anteriores): ofereça vantagens legítimas e sustentáveis, como flexibilidade em horários quando possível, comunicação direta, ou benefícios condicionados à disponibilidade. Garanta que isso não viole acordos de paridade.

Passo 5 — Use períodos estratégicos: aumente exposição em datas de alta demanda local (eventos, feriados) e use promoções controladas em baixa (sem “queimar” o preço base).

Passo 6 — Acompanhe indicadores do canal: taxa de conversão do anúncio, cancelamentos, nota e volume de avaliações, receita líquida após comissão.

Metabuscadores: como pensar o comparador de preços

Metabuscadores exibem opções lado a lado e direcionam o usuário para reservar em um canal (OTA ou site oficial). Para hotéis e pousadas, eles podem ser úteis quando você já tem um motor de reservas funcional e quer competir pela reserva direta. O ponto-chave é consistência de tarifas e uma página de reserva rápida. Se o site demora, o usuário volta para a OTA em poucos cliques.

Como integrar os canais no dia a dia (rotina operacional)

Rotina semanal enxuta para uma equipe pequena

  • Segunda: revisar disponibilidade e definir foco da semana (datas a preencher). Ajustar ofertas e mensagens.
  • Terça: produzir conteúdo em lote para redes (vídeos e fotos). Atualizar perfil local com 2 novas fotos.
  • Quarta: revisar desempenho de anúncios (se houver) e pausar o que não funciona. Ajustar páginas de destino.
  • Quinta: enviar e-mail segmentado (baixa temporada, eventos, reativação). Responder avaliações.
  • Sexta: otimizar marketplaces: fotos, descrição, tarifas e políticas; checar competitividade e calendário.

Quadro de decisão: qual canal priorizar em cada cenário

  • Propriedade nova ou pouco conhecida: marketplaces + redes sociais para prova visual + busca local bem feita.
  • Destino com muita concorrência: busca (SEO + anúncios) para termos de intenção + remarketing em redes.
  • Baixa temporada: e-mail para base + anúncios em redes com oferta por período + conteúdo de destino.
  • Alta temporada: foco em conversão (site, páginas, políticas claras), gestão de reputação e otimização de vitrine em marketplaces.

Indicadores mínimos por canal (para não operar no escuro)

  • Busca: visitas orgânicas, cliques para reservas/contato, termos que trazem tráfego, posição para termos principais.
  • Redes sociais: alcance, salvamentos/compartilhamentos, cliques no link, volume e tempo de resposta no direct.
  • E-mail: abertura, cliques, respostas, reservas atribuídas.
  • Anúncios: custo por clique, custo por lead, taxa de conversão da página, retorno estimado por período.
  • Marketplaces: conversão do anúncio, cancelamentos, nota e volume de avaliações, receita líquida.

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Ao planejar o mix de canais digitais para um hotel ou pousada, qual combinação tende a gerar reservas mais rapidamente, segundo a lógica de canais de intenção?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

Canais de intenção, como busca e marketplaces, costumam gerar reservas mais rápido porque atingem usuários com intenção alta, já procurando onde se hospedar. Redes sociais e e-mail são mais fortes para relacionamento e recorrência.

Próximo capitúlo

Indicadores essenciais: taxa de conversão, CAC, LTV, RevPAR e ADR

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