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Preparatório para o Concurso da Escola de Aprendizes-Marinheiros (EAM - Marinha do Brasil)

Novo curso

10 páginas

EAM: Língua Portuguesa aplicada ao edital

Capítulo 2

Tempo estimado de leitura: 13 minutos

+ Exercício

Compreensão e interpretação de textos

Conceito e foco em prova

Em concursos, “compreender” é identificar o que está explicitamente dito (informações, dados, relações diretas). “Interpretar” é inferir sentidos implícitos (pressupostos, intenções, ironias, consequências), sempre com base em pistas do texto. A banca costuma cobrar: tema central, ideia principal por parágrafo, inferências, sentido de palavras no contexto, relações lógico-discursivas (causa, oposição, conclusão) e efeitos de sentido.

Passo a passo prático para interpretar

  • 1) Leia o enunciado antes: identifique o que é pedido (tema, inferência, sentido de termo, relação entre partes).
  • 2) Localize o trecho-base: sublinhe palavras-chave e conectivos (porém, portanto, embora, porque).
  • 3) Diferencie fato de opinião: fato é verificável; opinião envolve julgamento (bom, ruim, necessário, lamentável).
  • 4) Faça inferências com “prova textual”: toda inferência precisa de apoio em marcas do texto (exemplos, dados, modalizadores).
  • 5) Elimine alternativas extremas: “sempre”, “nunca”, “totalmente” costumam exagerar o texto.

Exemplo guiado

Trecho: “Embora o treinamento seja exigente, a rotina bem planejada reduz o desgaste e melhora o desempenho.”

  • Explícito: treinamento é exigente; rotina planejada reduz desgaste; melhora desempenho.
  • Implícito (inferência): sem planejamento, o desgaste tende a ser maior e o desempenho pode piorar.
  • Conectivo-chave: “Embora” indica concessão (há um obstáculo, mas ocorre um resultado positivo).

Exercício-modelo (interpretação)

(EAM - modelo) Considere: “Embora o treinamento seja exigente, a rotina bem planejada reduz o desgaste e melhora o desempenho.” Assinale a alternativa correta. A) O texto afirma que o treinamento não causa desgaste. B) O texto sugere que planejamento pode minimizar efeitos negativos do treinamento. C) O texto conclui que a rotina substitui o treinamento. D) O texto defende que o desempenho independe de rotina. 

Gabarito: B.

Comentário: “reduz o desgaste e melhora o desempenho” indica mitigação de efeitos negativos, não eliminação total (erro da A). Não há substituição (C) nem independência (D). Erro recorrente: trocar “reduz” por “elimina” e extrapolar além do texto.

Tipologias textuais e finalidade comunicativa

Conceito

Tipologia textual é o “modo de organização” predominante do texto. Em prova, é comum pedirem a finalidade comunicativa (informar, narrar, argumentar, instruir, descrever) e marcas linguísticas típicas.

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  • Narração: fatos em sequência, tempo, personagens, ações (verbos de ação; marcadores temporais).
  • Descrição: características, estados, detalhes (adjetivos; verbos de estado; enumerações).
  • Dissertação/argumentação: tese + justificativas (conectivos: portanto, porque, contudo; modalizadores: é necessário, é provável).
  • Injunção: orienta ações (imperativo: faça, evite; verbos no infinitivo: preencher, apresentar).
  • Exposição: explica um tema de forma objetiva (definições, classificações, exemplos).

Passo a passo para identificar a tipologia

  • 1) Observe o objetivo: contar, explicar, convencer, orientar, retratar.
  • 2) Procure marcas: tempo e ação (narração), adjetivação (descrição), tese (argumentação), comandos (injunção).
  • 3) Determine o predominante: textos mistos existem, mas a prova pede o tipo dominante.

Exercício-modelo (tipologia)

(EAM - modelo) “Preencha o formulário com letra legível, anexe os documentos solicitados e confira os prazos.” A finalidade comunicativa predominante é: A) narrar um fato passado. B) descrever um ambiente. C) instruir o leitor. D) defender uma tese. 

Gabarito: C.

Comentário: verbos no imperativo (“preencha”, “anexe”, “confira”) caracterizam injunção/instrução. Erro recorrente: confundir com exposição por estar “explicando”; aqui há ordem/orientação.

Ortografia e acentuação conforme norma-padrão

Ortografia: pontos mais cobrados

  • Por que/porque/por quê/porquê: “Por que” (pergunta/razão): “Por que você faltou?”; “porque” (explicação): “FalteI porque adoeci.”; “por quê” (fim de frase): “Você faltou por quê?”; “porquê” (substantivo): “Não explicou o porquê.”
  • Mal x mau: “mal” (oposto de bem; advérbio): “Ele se sentiu mal.”; “mau” (oposto de bom; adjetivo): “Ele é um mau aluno.”
  • Há x a: “há” (tempo decorrido/existir): “Há dois anos”; “a” (tempo futuro/distância): “Daqui a dois anos”; “a” (preposição): “Cheguei a tempo.”
  • Onde x aonde: “onde” (permanência): “Onde você mora?”; “aonde” (movimento, com “a”): “Aonde você vai?”

Acentuação: regras práticas

  • Oxítonas: acentuam-se terminadas em a(s), e(s), o(s), em(ens): “café”, “também”, “avó”.
  • Paroxítonas: acentuam-se terminadas em l, n, r, x, ps, ã(s), ão(s), i(s), us, um(uns), ditongo: “fácil”, “hífen”, “tórax”, “órfã”, “órgãos”, “júri”, “vírus”, “álbum”, “tênis”, “história”.
  • Proparoxítonas: todas são acentuadas: “médico”, “público”, “técnica”.
  • Hiatos: “i” e “u” tônicos em hiato costumam ser acentuados quando sozinhos na sílaba: “saída”, “baú”. (Atenção a exceções como “feiura”, “baiuca” conforme regra de ditongo anterior.)

Exercício-modelo (ortografia/acentuação)

(EAM - modelo) Assinale a alternativa com emprego correto. A) Não sei porquê ele faltou. B) Não sei por que ele faltou. C) Não sei por quê ele faltou. D) Não sei porque ele faltou? 

Gabarito: B.

Comentário: “por que” em pergunta indireta (“não sei por que”). “porquê” é substantivo e exigiria artigo (“o porquê”). “por quê” ocorre no fim da frase. “porque” é explicação, e a interrogação final torna a construção incoerente. Erro recorrente: usar “porquê” sempre que há ideia de motivo.

Classes de palavras e funções no enunciado

O que a banca costuma exigir

Além de reconhecer classes (substantivo, adjetivo, verbo, advérbio, pronome, preposição, conjunção, artigo, numeral, interjeição), a prova cobra a função que a palavra exerce no contexto: por exemplo, um termo pode ser “adjetivo” (classe) e exercer “predicativo” (função sintática).

Mapa rápido: classe x função (com exemplos)

  • Substantivo: nomeia seres/ideias. Pode ser núcleo do sujeito: “O candidato estudou.”
  • Adjetivo: caracteriza. Pode ser adjunto adnominal: “rotina exigente”; ou predicativo: “A rotina é exigente.”
  • Advérbio: circunstância. “Ele chegou cedo.”
  • Pronome: retoma/substitui. “O candidato revisou o conteúdo. Ele acertou mais.”
  • Preposição: liga termos. “gosto de leitura.”
  • Conjunção: liga orações/termos. “Estudou, mas não revisou.”

Passo a passo para identificar a função no enunciado

  • 1) Encontre o verbo: ele organiza a oração.
  • 2) Pergunte “quem?” ao verbo: localize o sujeito.
  • 3) Pergunte “o quê?”/“a quem?”/“de quê?”: localize complementos (objetos).
  • 4) Veja quem caracteriza (adjetivos) e quem circunstancia (advérbios): isso evita confundir adjunto adnominal com adjunto adverbial.

Exercício-modelo (classe e função)

(EAM - modelo) Em “A rotina bem planejada reduz o desgaste”, o termo “bem” é: A) adjetivo, com função de adjunto adnominal. B) advérbio, modificando o adjetivo “planejada”. C) substantivo, núcleo do sujeito. D) pronome, retomando “rotina”. 

Gabarito: B.

Comentário: “bem” intensifica/modifica “planejada” (adjetivo), logo é advérbio. Erro recorrente: achar que toda palavra perto de substantivo é adjetivo; aqui ela modifica um adjetivo.

Concordância verbal e nominal

Concordância verbal: regras e armadilhas

  • Regra geral: verbo concorda com o núcleo do sujeito: “Os candidatos estudam.”
  • Sujeito posposto: “Chegaram cedo os candidatos.”
  • Expressões partitivas: “A maioria dos candidatos estudou” (singular mais comum) / “estudaram” (ênfase no plural).
  • “Um dos que”: “Ele foi um dos que mais estudaram.” (verbo no plural após “que”).
  • “Haver” no sentido de existir: impessoal, fica no singular: “ questões difíceis.”
  • “Fazer” indicando tempo: impessoal: “Faz dois anos.”

Concordância nominal: pontos frequentes

  • Adjetivo posposto a dois substantivos: “prova e edital difíceis” (plural) ou concordância com o mais próximo em alguns casos: “prova e edital difícil” (menos usual, depende do contexto).
  • “É proibido/é necessário/é bom”: sem artigo, tende a ficar invariável: “É proibido entrada.”; com artigo, concorda: “É proibida a entrada.”
  • “Anexo/obrigado/mesmo”: variam: “Seguem anexas as fotos.”; “Obrigada, disse ela.”; “Eles mesmos resolveram.”

Exercício-modelo (concordância)

(EAM - modelo) Assinale a frase correta. A) Fazem dois anos que estudo para a prova. B) Há muitos candidatos que estudam diariamente. C) Segue anexos os documentos solicitados. D) É proibida entrada de pessoas não autorizadas. 

Gabarito: B.

Comentário: “haver” = existir, impessoal, singular (“há”). Em A, “fazer” tempo é impessoal: “Faz dois anos”. Em C, o verbo concorda com “os documentos”: “Seguem anexos os documentos” ou “Segue anexo o documento” (singular). Em D, sem artigo antes de “entrada”, a forma mais cobrada é “É proibido entrada...”. Erro recorrente: pluralizar “fazem” e “haviam” com sentido de tempo/existência.

Regência e crase

Regência: como estudar de forma objetiva

Regência é a relação de dependência entre palavras, especialmente verbos e seus complementos. Em prova, cobram verbos de uso frequente e a preposição exigida.

  • Assistir (ver): “assistir a ao filme” (preferível na norma-padrão).
  • Preferir: “preferir X a Y” (sem “do que”).
  • Obedecer: “obedecer a às regras”.
  • Chegar: “chegar a algum lugar”.
  • Visar (objetivar): “visar a a um objetivo” (na prova, costuma aparecer assim).
  • Informar/avisar: “informar algo a alguém” / “informar alguém de algo” (variações aceitas, atenção ao padrão do item).

Crase: conceito e verificação prática

Crase é a fusão de preposição “a” + artigo “a/as” (ou “a” + pronome demonstrativo “a(s)” em “àquele(s)”, “àquela(s)”, “àquilo”).

Passo a passo para decidir se há crase

  • 1) O termo anterior exige preposição “a”? (ex.: “obedecer a”, “chegar a”, “assistir a”).
  • 2) O termo seguinte aceita artigo “a/as”? Troque por masculino: se virar “ao/aos”, no feminino tende a ser “à/às”. Ex.: “chegar ao porto” → “chegar à escola”.
  • 3) Casos em que não ocorre: antes de verbo (“a partir”), antes de palavra masculina (“a prazo”), antes de pronomes pessoais (“a ela”), antes de nomes de cidade sem artigo (“a Brasília”).

Exercício-modelo (crase)

(EAM - modelo) Assinale a alternativa correta quanto ao uso da crase. A) O candidato chegou à tempo de realizar a prova. B) O candidato obedeceu a regras do edital. C) O candidato dirigiu-se à secretaria para solicitar informações. D) O candidato foi a à escola entregar documentos. 

Gabarito: C.

Comentário: “dirigir-se a” + “a secretaria” (com artigo) = “à secretaria”. Em A, é “a tempo” (sem artigo): não há crase. Em B, falta artigo: o correto seria “obedeceu às regras” (se definido) ou “obedeceu a regras” (indefinido); a alternativa não traz crase e fica ambígua, mas não é a melhor resposta. Em D, há duplicação (“a à”). Erro recorrente: usar crase antes de expressões fixas sem artigo (“a pé”, “a prazo”, “a tempo”).

Pontuação

Função da pontuação na clareza

Pontuação não é “pausa para respirar”: é organização sintática e semântica. Em prova, cobram vírgula (termos deslocados, orações subordinadas), dois-pontos (explicação/enumeração), ponto e vírgula (separar itens complexos), e casos proibidos (vírgula entre sujeito e verbo).

Regras essenciais com exemplos

  • Não se separa sujeito do verbo por vírgula: “Os candidatos que estudam passam.” (não: “Os candidatos, que estudam, passam” muda o sentido para explicativo).
  • Adjunto adverbial deslocado pode ser isolado:Em geral, a prova exige atenção.”
  • Orações explicativas: “Os candidatos, que chegaram cedo, foram atendidos.” (todos chegaram cedo).
  • Orações restritivas: “Os candidatos que chegaram cedo foram atendidos.” (apenas alguns).
  • Dois-pontos: “Leve os seguintes itens: documento, caneta e comprovante.”

Exercício-modelo (vírgula e sentido)

(EAM - modelo) Assinale a alternativa em que a vírgula altera o sentido de modo inadequado ao contexto. A) Os candidatos que estudam com regularidade tendem a melhorar. B) Os candidatos, que estudam com regularidade, tendem a melhorar. C) Em geral, a disciplina favorece o desempenho. D) Leve os seguintes itens: caneta, documento e comprovante. 

Gabarito: B.

Comentário: Em B, a oração entre vírgulas vira explicativa: dá a entender que todos os candidatos estudam com regularidade, o que costuma ser inadequado se a intenção é restringir a um grupo. Em A, a restrição é clara (somente os que estudam). Erro recorrente: colocar vírgulas “por estilo” e transformar restritiva em explicativa.

Colocação pronominal

Conceitos: próclise, ênclise e mesóclise

  • Próclise: pronome antes do verbo: “Não me diga.”
  • Ênclise: pronome depois do verbo: “Diga-me.”
  • Mesóclise: pronome no meio do verbo (futuro do presente/pretérito): “Dir-me-ei” (mais formal; aparece em itens teóricos).

Regras práticas mais cobradas

  • Próclise com palavras atrativas: não, nunca, jamais, ninguém, nada, que, quem, advérbio anteposto sem pausa: “Nunca se esqueça.”; “O conteúdo que se estuda...”
  • Ênclise no início da oração (norma-padrão):Entregue-me o documento.” (evita “Me entregue” em início, em itens mais formais).
  • Com infinitivo: “É importante preparar-se.” (ênclise comum).

Exercício-modelo (colocação)

(EAM - modelo) Assinale a alternativa adequada à norma-padrão. A) Me informe o horário da prova. B) Não informe-me o horário da prova. C) Não me informe o horário da prova. D) Informarei-lhe o horário, se você pedir. 

Gabarito: C.

Comentário: “não” atrai próclise: “não me informe”. Em B, a ênclise após “não” é inadequada. Em A, início de oração com “me” é evitado na norma-padrão cobrada em concursos. Em D, “informarei-lhe” é possível (ênclise com futuro não é proibida), mas a alternativa C é a construção mais direta e típica do padrão exigido. Erro recorrente: usar ênclise após palavra negativa (“não diga-me”).

Coesão e coerência

Coesão: como o texto “se amarra”

Coesão é o conjunto de mecanismos linguísticos que conectam frases e parágrafos: pronomes (retomada), sinônimos, elipses, conectivos (causa, oposição, conclusão), repetição controlada. Em prova, cobram substituição pronominal correta, conectivo adequado e referência sem ambiguidade.

  • Referência pronominal: “O candidato entregou os documentos. Ele conferiu o protocolo.” (“ele” retoma “o candidato”).
  • Conectivos: “portanto” (conclusão), “contudo” (oposição), “porque” (causa), “além disso” (adição), “assim” (consequência/modo).
  • Elipse: omissão recuperável: “Alguns estudam de manhã; outros, à noite.”

Coerência: sentido global e ausência de contradição

Coerência é a lógica do texto: ideias compatíveis entre si e com o mundo, progressão temática e adequação ao objetivo. Um texto pode ser coeso (bem conectado) e incoerente (contraditório).

Passo a passo para revisar coesão e coerência

  • 1) Verifique referências: todo pronome tem antecedente claro?
  • 2) Cheque conectivos: o “portanto” realmente conclui? o “porém” realmente contrasta?
  • 3) Procure contradições: o texto afirma e nega a mesma ideia?
  • 4) Garanta progressão: cada frase acrescenta algo, sem “voltar ao zero”.

Exercício-modelo (coesão/coerência)

(EAM - modelo) Assinale a alternativa que melhora a coesão do período. “O candidato revisou o conteúdo. Isso aumentou o desempenho, porém ele estudou mais.” A) O candidato revisou o conteúdo. Isso aumentou o desempenho, porque ele estudou mais. B) O candidato revisou o conteúdo. Isso aumentou o desempenho, contudo ele estudou mais. C) O candidato revisou o conteúdo. Isso aumentou o desempenho, portanto ele estudou mais. D) O candidato revisou o conteúdo. Isso aumentou o desempenho, embora ele estudou mais. 

Gabarito: A.

Comentário: A relação lógica é de causa: o desempenho aumentou porque ele estudou mais (e revisar pode ser parte desse estudo). “Porém/contudo” indicam oposição, o que não existe (B). “Portanto” indicaria que estudar mais é consequência de aumentar desempenho (C), invertendo a lógica. Em D, além do conectivo inadequado, há erro de regência/construção: “embora tenha estudado mais” (subjuntivo). Erro recorrente: escolher conectivo pelo “som” e não pela relação de sentido.

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Ao analisar a frase “Embora o treinamento seja exigente, a rotina bem planejada reduz o desgaste e melhora o desempenho.”, qual inferência está corretamente apoiada em pistas do próprio enunciado?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

O enunciado afirma que a rotina planejada reduz o desgaste e melhora o desempenho; logo, é coerente inferir que, sem planejamento, o desgaste tende a aumentar e o desempenho pode cair. As demais opções extrapolam: impedimento total ou substituição do treinamento.

Próximo capitúlo

EAM: Matemática essencial para a prova

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