Doenças de Plantas na Agricultura Moderna: Prevenção, Diagnóstico e Manejo

Capítulo 10

Tempo estimado de leitura: 15 minutos

+ Exercício

O que são doenças de plantas e por que elas “aparecem”

Doença de planta é qualquer alteração que reduz o funcionamento normal do vegetal (fotossíntese, transporte de seiva, crescimento, frutificação), causada por agentes bióticos (vivos) ou por fatores abióticos (não vivos). Na prática, a doença se estabelece quando há combinação favorável entre: planta suscetível, agente causal e ambiente favorável (e, muitas vezes, manejo que facilita a infecção).

O que favorece doenças no campo (principais “gatilhos”)

  • Umidade elevada e molhamento foliar prolongado: orvalho, irrigação por aspersão no fim da tarde/noite, baixa ventilação e sombreamento aumentam o tempo de folha molhada, favorecendo muitas doenças foliares.
  • Temperatura: cada patógeno tem faixa ótima. Dias quentes e noites úmidas costumam acelerar epidemias; frio pode favorecer algumas podridões e reduzir a cicatrização de ferimentos.
  • Densidade de plantas e fechamento do dossel: adensamento reduz circulação de ar, aumenta umidade e dificulta cobertura de pulverizações.
  • Ferimentos: granizo, vento, poda, colheita, insetos, abrasão por areia, queimaduras por produtos; feridas são portas de entrada para fungos e bactérias.
  • Material contaminado: sementes/mudas infectadas, estacas, substratos, água contaminada, caixas e ferramentas sujas, restos culturais doentes.
  • Desequilíbrios nutricionais e estresse: excesso de nitrogênio pode deixar tecido mais tenro e suscetível; deficiência de cálcio favorece desordens e aumenta predisposição a podridões; estresse hídrico alternado pode intensificar sintomas.

Reconhecendo padrões comuns de sintomas (e o que eles sugerem)

Em diagnóstico, observe padrões (como o sintoma se distribui na planta e no talhão) e tipo de lesão. Abaixo estão sinais/sintomas frequentes e interpretações úteis.

Manchas foliares

  • Manchas circulares com halo, anéis concêntricos, pontos que coalescem: frequentemente associadas a fungos.
  • Manchas encharcadas (aspecto “molhado”) que escurecem, com bordas angulares limitadas por nervuras: sugestivas de bacterioses.
  • Manchas com pontuações pretas (estruturas do fungo) ou pó/veludo na superfície: indicam presença de estruturas reprodutivas (sinal do patógeno).

Murchas

  • Murcha durante o dia e recuperação à noite no início: pode ser estresse hídrico, mas também início de murcha vascular.
  • Murcha progressiva sem recuperação, com amarelecimento e queda de folhas: pode indicar patógeno vascular (fungo/bactéria) ou dano severo de raiz.
  • Teste simples: corte transversal do caule próximo ao colo; escurecimento de vasos sugere problema vascular (não é prova definitiva, mas orienta).

Podridões

  • Podridão mole e com odor: frequentemente bacteriana (principalmente em tecidos suculentos).
  • Podridão seca, com micélio/bolor visível: mais comum em fungos.
  • Podridão no colo/raiz com estrangulamento: típica de patógenos de solo e condições de encharcamento.

Mosaicos, cloroses e deformações

  • Mosaico (manchas verde-claras/verde-escuras alternadas), enrugamento e deformação: frequentemente viroses.
  • Clorose uniforme ou padrão relacionado a nervuras pode ser nutrição, herbicida, pH, salinidade ou virose; o padrão no talhão ajuda a diferenciar.
  • Nanismo e encurtamento de entrenós: pode ser vírus, fitotoxicidade, deficiência, ou estresse crônico.

Diferenciando causas bióticas e abióticas (na prática)

Use estas perguntas rápidas para separar hipóteses:

CritérioMais comum em causas bióticasMais comum em causas abióticas
Distribuição no talhão“Manchas” que se expandem, focos, bordas seguindo vento/água, plantas vizinhas afetadasFaixas, linhas, áreas uniformes, relação com topografia, irrigação, deriva, adubação
ProgressãoPiora ao longo de dias/semanas, com aumento de incidênciaAparece de uma vez após evento (geada, calor, aplicação), tende a estabilizar
Presença de sinaisMofo, esporulação, exsudato, estruturas no tecidoAusência de sinais; tecido “queimado”, necrose uniforme
Partes afetadasComeça em folhas mais velhas/baixas (respingo), ou em brotações novas (alguns vírus), ou em raízes/coloRelaciona-se a ponto de contato (fertilizante), exposição (sol/vento), padrão de irrigação

Atenção: causas abióticas podem predispor a infecções. Por exemplo, queimadura por produto pode abrir porta para podridões; encharcamento pode levar a morte de raiz e, depois, invasão por patógenos oportunistas.

Roteiro de diagnóstico em campo (passo a passo)

1) Delimite “onde” e “como” o problema ocorre

  • Marque no mapa mental do talhão: bordaduras, baixadas, áreas próximas a carreadores, pontos de acúmulo de água, locais com sombra.
  • Verifique se há relação com linhas de irrigação, setores, bicos, pressão, ou com faixas de aplicação (adubo/defensivo).

2) Observe o padrão de distribuição

  • Focos circulares que aumentam: sugere patógeno com disseminação local.
  • Faixas retas acompanhando plantio/aplicação: sugere erro de operação, fitotoxicidade, adubação localizada, falha de irrigação.
  • Manchas em baixadas: sugere encharcamento, asfixia radicular e patógenos de solo favorecidos por excesso de água.

3) Avalie a progressão no tempo

  • Pergunte: quando começou? após chuva? após aplicação? após poda? após onda de calor/frio?
  • Compare plantas com sintomas iniciais e avançados para entender a sequência (ex.: primeiro manchas, depois necrose e queda).

4) Identifique quais partes estão afetadas (e em que idade)

  • Folhas inferiores vs superiores; folhas novas vs velhas; ramos, flores, frutos, colo e raízes.
  • Em suspeita de doença de solo, desenterre com cuidado e observe raízes finas, odor, cor, presença de lesões no colo.

5) Procure sinais do agente

  • Use lupa simples (10–20x) para ver esporulação, pontuações, mofo.
  • Em bacterioses, pode haver exsudato; em alta umidade, algumas lesões ficam brilhantes/encharcadas.

6) Revise o histórico de manejo (últimas 2–4 semanas)

  • Origem de sementes/mudas e lote; entrada de novas mudas no viveiro.
  • Irrigação (horário, lâmina, frequência), chuvas e períodos de molhamento foliar.
  • Podas, desbrotas, amarrações, colheita (ferimentos).
  • Aplicações: produtos, doses, adjuvantes, mistura em tanque, intervalo, condições climáticas na aplicação.
  • Ocorrência de pragas que ferem tecido (porta de entrada).

7) Faça testes simples de campo (sem “forçar” diagnóstico)

  • Comparação: pegue plantas de área sadia e doente e compare raiz, colo e folhas.
  • Corte do caule: observe escurecimento vascular e consistência do tecido.
  • Cheiro e textura em podridões: odor forte e tecido aquoso sugerem bactéria; mofo e tecido mais seco sugerem fungo.

8) Decida ação imediata e necessidade de laboratório

Enquanto o diagnóstico definitivo não vem, priorize ações de redução de disseminação: retirar focos muito doentes quando viável, ajustar irrigação para reduzir molhamento, melhorar ventilação, higienizar ferramentas, evitar operações com plantas molhadas.

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Quando buscar análise laboratorial

  • Quando o sintoma pode ser confundido com nutrição, fitotoxicidade ou estresse e a decisão de manejo é cara (ex.: errar fungicida/bactericida).
  • Quando há suspeita de vírus (mosaico/deformações) para confirmar e orientar eliminação de plantas e controle de vetores.
  • Quando há murcha vascular ou doença de solo recorrente (necessário identificar o patógeno para escolher rotação, porta-enxerto, solarização/biofumigação e produtos).
  • Quando o problema persiste apesar de manejo correto e alternância de produtos (suspeita de resistência ou diagnóstico errado).

Como coletar amostra (resumo prático): escolha plantas com sintomas iniciais e intermediários (não só tecido totalmente morto), inclua parte sadia adjacente, acondicione em saco limpo, mantenha fresco e envie rápido. Para raiz/colo, envie com um pouco de solo aderido quando solicitado pelo laboratório.

Prevenção: medidas que reduzem risco antes e durante o ciclo

Sementes e mudas sadias

  • Use material propagativo de origem confiável e com padrões sanitários.
  • Inspecione mudas: descarte bandejas com foco de podridão, murcha, manchas ativas ou mosaico.
  • Evite “salvar” mudas fracas: elas são mais suscetíveis e podem introduzir patógenos.

Rotação e manejo de restos culturais

  • Alterne famílias botânicas para reduzir inóculo de patógenos específicos.
  • Remova ou incorpore adequadamente restos muito doentes; não deixe “ponte verde” (plantas voluntárias) mantendo o patógeno.

Espaçamento, condução e ventilação

  • Ajuste densidade para permitir circulação de ar e entrada de luz.
  • Em tutorados, conduza para reduzir sobreposição de folhas e facilitar pulverização.
  • Faça desfolha/poda sanitária com critério e ferramentas limpas.

Manejo de irrigação para reduzir doença

  • Priorize métodos que reduzam molhamento foliar quando possível.
  • Se usar aspersão, prefira horários que permitam secagem rápida (manhã) e evite final de tarde/noite.
  • Evite encharcamento e oscilações extremas; excesso de água favorece patógenos de solo e podridões.

Limpeza e higiene operacional

  • Higienize ferramentas de poda/colheita ao mudar de talhão ou ao passar por plantas doentes.
  • Limpe caixas, bancadas, estufas e linhas de gotejo quando aplicável.
  • Evite trabalhar com plantas molhadas para reduzir disseminação mecânica.

Cultivares resistentes e enxertia/porta-enxerto

  • Quando disponível, use cultivares com resistência/tolerância às principais doenças da região.
  • Em frutíferas e hortaliças enxertadas, escolha porta-enxertos com resistência a patógenos de solo e boa adaptação ao ambiente.

Uso criterioso de defensivos e produtos biológicos

Produtos químicos e biológicos funcionam melhor quando integrados ao manejo preventivo e aplicados no momento certo. O objetivo é reduzir infecção e progresso da doença, não “ressuscitar” tecido já necrosado.

Momento de aplicação: preventivo x curativo

  • Preventivo: antes de períodos favoráveis (chuva/umidade) ou no início do ciclo de infecção. Em doenças foliares, costuma ser a estratégia mais eficiente.
  • Início de sintomas: ainda pode reduzir avanço, mas exige boa cobertura e escolha correta do produto.
  • Sintoma avançado: tende a ter baixa resposta; foque em conter disseminação e proteger tecido novo.

Cobertura e tecnologia de aplicação (passo a passo prático)

  1. Defina o alvo: face superior/inferior da folha, brotações, frutos, colo.
  2. Ajuste volume e bicos para penetrar no dossel; em plantas densas, aumente atenção à cobertura interna.
  3. Evite deriva e evaporação: aplique em condições adequadas de vento e temperatura.
  4. Reaplicação: considere crescimento rápido (novo tecido desprotegido) e lavagem por chuva.

Alternância e risco de resistência

  • Alterne modos de ação (quando aplicável) e evite repetir o mesmo mecanismo em sequência longa.
  • Use dose e intervalo conforme recomendação técnica e rótulo; subdose favorece seleção de resistência.
  • Integre com medidas culturais para reduzir pressão de seleção.

Produtos biológicos: onde se encaixam melhor

  • Em geral, têm melhor desempenho preventivo e com aplicações repetidas, mantendo população benéfica no alvo (folha, raiz, rizosfera).
  • São úteis para reduzir pressão de doença e compor programas de alternância, especialmente em períodos de menor pressão.
  • Exigem atenção a compatibilidade de mistura e condições ambientais (radiação, pH da calda, cloro na água) conforme orientação do fabricante.

Exemplos práticos de manejo (3 situações comuns)

1) Doença foliar em hortaliças (ex.: manchas e queima em folhas)

Cenário: folhas com manchas que aumentam após sequência de dias úmidos; talhão adensado e irrigação por aspersão no fim da tarde.

Objetivo: reduzir molhamento foliar, conter avanço e proteger folhas novas.

Passo a passo em campo:

  1. Mapeie focos e estime incidência (quantas plantas afetadas por linha/quadra).
  2. Ajuste irrigação imediatamente: trocar horário para manhã e reduzir tempo de molhamento; evitar irrigar em dias com orvalho persistente quando possível.
  3. Melhore ventilação: desbaste pontual em áreas muito fechadas e remoção de folhas muito doentes (sem exagero para não estressar).
  4. Higiene: evitar manejo com folhas molhadas; limpar ferramentas e caixas.
  5. Proteção química/biológica: iniciar/ajustar programa com foco preventivo para proteger tecido novo, garantindo cobertura (principalmente folhas internas). Alternar mecanismos de ação ao longo das aplicações.
  6. Reavaliação em 3–5 dias: verificar se surgem novas lesões e se a progressão desacelerou; se não houver resposta, revisar hipótese (bactéria, fitotoxicidade, nutrição) e considerar laboratório.

Dica de diagnóstico: se as manchas forem angulares e com aspecto encharcado, e houver rápida expansão após chuva/aspersão, aumente suspeita de bacteriose e reforce medidas de redução de molhamento e disseminação mecânica.

2) Podridão em frutíferas (ex.: podridão de frutos em pré e pós-colheita)

Cenário: frutos com lesões que evoluem para podridão; maior incidência em áreas sombreadas e após chuvas; presença de ferimentos por atrito e colheita.

Objetivo: reduzir ferimentos, diminuir umidade no dossel e proteger frutos em fases críticas.

Passo a passo em campo:

  1. Inspecione o pomar por zonas: áreas mais fechadas, baixadas e bordas com maior umidade.
  2. Revise manejo de copa: poda de arejamento e remoção de ramos que encostam em frutos (reduz atrito e microclima úmido).
  3. Controle de ferimentos: ajuste práticas de colheita (luvas, recipientes limpos, evitar queda), e controle de pragas que perfuram frutos.
  4. Sanidade no chão: recolher frutos caídos/doentes quando viável para reduzir fonte de inóculo.
  5. Programa de proteção: posicionar aplicações conforme fase de maior suscetibilidade (floração, pegamento, pré-colheita, conforme cultura), com boa cobertura de frutos e alternância de modos de ação.
  6. Pós-colheita: separar frutos com lesões, higienizar caixas e área de beneficiamento; reduzir tempo entre colheita e resfriamento/armazenamento quando aplicável.

Quando suspeitar de problema abiótico associado: rachaduras por variação hídrica e queimadura de sol aumentam podridões secundárias; nesse caso, ajuste irrigação e manejo de copa para reduzir estresse e exposição.

3) Doença de solo (ex.: tombamento, podridão de raiz/colo e murcha)

Cenário: falhas de estande e plantas murchas em reboleiras, mais fortes em áreas encharcadas; raízes escurecidas e pouco volume de radicelas.

Objetivo: reduzir condições favoráveis no solo, evitar disseminação e planejar prevenção para próximos ciclos.

Passo a passo em campo:

  1. Delimite reboleiras e verifique relação com drenagem, compactação e pontos de acúmulo de água.
  2. Abra plantas (com pá) para observar colo e raízes; registre com fotos e anotações (cor, odor, presença de micélio).
  3. Ajuste irrigação: reduzir lâmina e frequência; corrigir vazamentos e desuniformidade; evitar saturação.
  4. Evite movimentar solo úmido e não levar terra de área doente para área sadia (rodas, ferramentas).
  5. Remoção pontual: retirar plantas muito afetadas quando viável e descartar adequadamente (reduz inóculo local).
  6. Planejamento do próximo ciclo: rotação com espécies não hospedeiras, uso de mudas sadias, escolha de cultivares/porta-enxerto resistentes quando disponível, e medidas preventivas no preparo de canteiros/linhas para melhorar drenagem.
  7. Laboratório: recomendado quando há recorrência anual, perdas altas ou dúvida entre patógenos de solo e causas físicas (asfixia/compactação/salinidade).

Indicador útil: se o problema acompanha exatamente o setor de irrigação ou a linha de gotejo, investigue primeiro desuniformidade e encharcamento local; se forma reboleiras que crescem ao longo do tempo, aumenta suspeita de patógeno de solo.

Checklist de prevenção por etapa do ciclo

Antes do plantio (planejamento e implantação)

  • Escolher sementes/mudas com padrão sanitário e inspecionar lotes na chegada.
  • Definir rotação e evitar áreas com histórico forte da mesma doença sem estratégia específica.
  • Planejar espaçamento e condução visando ventilação e acesso para pulverização.
  • Garantir drenagem e evitar pontos de encharcamento; corrigir falhas de irrigação antes de iniciar.
  • Higienizar bandejas, ferramentas, caixas e áreas de produção de mudas.
  • Selecionar cultivares resistentes/porta-enxertos quando disponíveis para os principais problemas locais.

Estabelecimento (primeiras semanas)

  • Monitorar falhas de estande e sintomas iniciais (tombamento, podridão de colo).
  • Ajustar irrigação para evitar excesso de água e molhamento prolongado.
  • Evitar operações com plantas molhadas; iniciar rotina de higiene de ferramentas.
  • Eliminar focos iniciais quando viável (plantas muito doentes).

Desenvolvimento vegetativo

  • Manter ventilação: condução, desbaste e poda sanitária com ferramentas limpas.
  • Monitorar semanalmente: folhas inferiores (respingo), brotações novas (vírus), e reboleiras (solo).
  • Posicionar aplicações preventivas quando houver condições favoráveis (chuvas/umidade), garantindo cobertura.
  • Alternar modos de ação e integrar biológicos para reduzir pressão e risco de resistência.

Floração, frutificação e enchimento

  • Reduzir ferimentos (operações cuidadosas) e controlar pragas que abrem porta de entrada.
  • Evitar excesso de umidade no dossel; ajustar irrigação e arejamento.
  • Reforçar proteção de órgãos-alvo (flores/frutos) em janelas críticas, com boa cobertura.
  • Remover frutos/partes altamente doentes quando viável para reduzir fonte de inóculo.

Colheita e pós-colheita (quando aplicável)

  • Colher com cuidado para minimizar ferimentos; usar recipientes limpos.
  • Separar e descartar produtos com lesões/podridões; não misturar com sadios.
  • Higienizar caixas, ferramentas e área de beneficiamento.
  • Registrar talhões com maior incidência para ajustar rotação, ventilação e irrigação no próximo ciclo.

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Ao observar manchas nas folhas, qual característica sugere mais fortemente uma bacteriose em vez de uma doença fúngica?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

Manchas encharcadas que evoluem para escurecimento e têm bordas angulares limitadas por nervuras são indicativas de bacterioses. Já anéis concêntricos e estruturas visíveis sugerem fungos, e clorose uniforme costuma apontar causas abióticas.

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