Capa do Ebook gratuito Preparação Completa para o Cargo de Policial Penal

Preparação Completa para o Cargo de Policial Penal

Novo curso

13 páginas

Direitos, deveres e responsabilidades do Policial Penal no exercício da função

Capítulo 5

Tempo estimado de leitura: 15 minutos

+ Exercício

1) Deveres funcionais no exercício da função

Deveres funcionais são obrigações práticas e contínuas que orientam a conduta do Policial Penal no serviço. Eles servem para padronizar decisões, reduzir riscos operacionais e garantir que toda intervenção seja justificável, documentada e proporcional.

Legalidade (agir com base em norma e ordem de serviço)

Conceito: toda ação deve ter fundamento em lei, regulamento interno, protocolo institucional e/ou ordem de serviço válida. Na prática, “eu achei melhor” não é justificativa suficiente: é preciso base normativa e registro.

Como aplicar (passo a passo):

  • Identifique a necessidade (qual risco/ocorrência está acontecendo).
  • Enquadre a ação no procedimento previsto (rotina, protocolo, ordem de serviço).
  • Escolha a medida menos invasiva que resolva o problema com segurança.
  • Registre o que motivou, o que foi feito, por quem, quando e quais resultados.
  • Comunique a chefia imediata quando houver exceção, uso de força, apreensão relevante, lesão, dano ou fato atípico.

Exemplo prático: durante revista em cela, o servidor decide apreender um item não permitido. Para manter a legalidade, descreve o item, local exato, circunstâncias, testemunhas e encaminha conforme fluxo de custódia/registro interno.

Hierarquia e disciplina (cumprimento de ordens legítimas)

Conceito: a atuação é coordenada por cadeia de comando. O dever é cumprir ordens legítimas e atuar de forma alinhada ao plano operacional.

Continue em nosso aplicativo

Você poderá ouvir o audiobook com a tela desligada, ganhar gratuitamente o certificado deste curso e ainda ter acesso a outros 5.000 cursos online gratuitos.

ou continue lendo abaixo...
Download App

Baixar o aplicativo

Conduta correta: cumprir a ordem, pedir esclarecimento quando houver dúvida e registrar/relatar inconsistências. Se a ordem for manifestamente ilegal, o dever é não executar e comunicar formalmente.

Exemplo prático: o superior determina “retirar um preso da cela e ‘dar um corretivo’”. Trata-se de ordem manifestamente ilegal. Providência correta: recusar execução, registrar a ordem recebida (data, hora, meio, testemunhas) e comunicar instâncias de controle interno conforme protocolo.

Zelo e diligência (cuidado com pessoas, patrimônio e rotinas)

Conceito: agir com atenção, cuidado e prontidão, evitando negligência. Inclui preservação de equipamentos, conferências, rotinas de segurança, integridade física de custodiados e servidores.

Como aplicar (passo a passo):

  • Antes do turno: checar equipamentos, rádio, algemas, EPI, chaves, viatura (quando houver), e condições do posto.
  • Durante o turno: cumprir rondas e conferências nos horários previstos, mantendo atenção a sinais de risco (barulhos, fumaça, movimentação incomum, queixas de saúde).
  • Após ocorrência: preservar local quando necessário, registrar e encaminhar providências.

Exemplo prático: ao perceber cheiro de queimado e fumaça leve em galeria, o servidor não “espera passar”. Aciona apoio, isola área conforme protocolo, verifica risco de incêndio e registra o fato.

Imparcialidade e isonomia (tratamento sem favorecimento)

Conceito: decisões devem ser técnicas e impessoais, sem favorecimento, perseguição, discriminação ou retaliação. A imparcialidade protege o servidor contra acusações de abuso e reduz conflitos internos.

Sinais de risco: concessões “por amizade”, punições informais, tratamento diferenciado por facção, religião, orientação, origem, ou por pressão externa.

Exemplo prático: um custodiado oferece “ajuda” para obter acesso a área restrita. A providência correta é negar, registrar tentativa de influência e comunicar a chefia, mantendo o mesmo padrão aplicado a todos.

Sigilo e proteção de informações (segurança institucional)

Conceito: informações operacionais, rotinas de segurança, dados pessoais e detalhes de procedimentos internos devem ser compartilhados apenas com quem tem necessidade funcional. O sigilo reduz riscos de fuga, resgate, coação e corrupção.

O que costuma ser sigiloso na prática: escalas e trocas de plantão, rotas e horários de deslocamento, pontos cegos, falhas de câmeras, nomes de servidores em setores sensíveis, relatórios internos, dados pessoais de custodiados e servidores.

Como aplicar (passo a passo):

  • Classifique mentalmente a informação: “isso aumenta risco se vazar?”.
  • Compartilhe apenas pelo canal institucional e com destinatário autorizado.
  • Evite comentar rotinas em locais públicos, aplicativos pessoais e redes sociais.
  • Proteja documentos e telas: não deixe relatórios expostos; bloqueie sistemas ao se ausentar.
  • Se houver vazamento suspeito, comunique e registre.

Exemplo prático: um familiar pergunta “qual o horário da escolta amanhã?”. Mesmo que pareça inofensivo, a resposta correta é orientar a buscar informações pelos canais oficiais, sem confirmar detalhes operacionais.

Uso adequado de equipamentos e força (proporcionalidade e registro)

Conceito: equipamentos (algemas, bastão, agentes químicos, armas, rádio, câmeras, viaturas) devem ser usados conforme treinamento e protocolo, com foco em necessidade, proporcionalidade e segurança.

Como aplicar (passo a passo):

  • Avalie o risco (ameaça real, resistência, agressão, tentativa de fuga).
  • Adote verbalização e técnicas de controle menos lesivas quando possível.
  • Escalone a intervenção conforme resistência e risco.
  • Acione apoio quando a situação superar a capacidade do posto.
  • Preste assistência se houver lesão ou mal-estar após intervenção.
  • Registre detalhadamente: motivo, meios empregados, tempo, local, testemunhas, condições do custodiado e do servidor.

Exemplo prático: em contenção de briga, o servidor utiliza algemas após cessar agressões e mantém monitoramento de sinais de desconforto, registrando a necessidade e o tempo de uso conforme protocolo.

Condutas vedadas relacionadas aos deveres funcionais

  • Usar o cargo para obter vantagem para si ou para terceiros.
  • Aplicar “punição informal” (humilhação, castigo físico, privação arbitrária).
  • Tratar custodiados de forma discriminatória ou retaliatória.
  • Divulgar informações internas, imagens, rotinas e dados pessoais sem autorização.
  • Permitir acesso indevido a áreas restritas ou facilitar entrada de objetos proibidos.
  • Usar equipamentos institucionais para fins particulares (ex.: rádio, viatura, sistemas).
  • Omitir registro de ocorrência relevante ou “ajustar” relato para proteger alguém.

2) Direitos e garantias do Policial Penal

Direitos e garantias são condições mínimas para que o Policial Penal execute a função com segurança, saúde e respaldo institucional. Conhecê-los ajuda o servidor a exigir meios adequados e a reduzir exposição a riscos desnecessários.

Condições de trabalho e meios adequados

Conceito: o serviço deve oferecer estrutura compatível com a atividade: equipamentos, protocolos, treinamento, efetivo mínimo e ambiente seguro.

Como agir quando faltar condição (passo a passo):

  • Identifique o risco objetivo (ex.: falta de EPI, rádio inoperante, posto sem iluminação, cela com tranca defeituosa).
  • Comunique imediatamente a chefia e solicite providência.
  • Registre por meio institucional (livro de ocorrências, sistema, e-mail funcional, formulário interno).
  • Adote medida de mitigação prevista (ex.: reforço de posto, isolamento de área, substituição de equipamento).
  • Evite improvisos perigosos que possam gerar responsabilização pessoal.

Exemplo prático: câmera do corredor principal está inoperante. O servidor registra, comunica e solicita reforço de ronda/posição até manutenção, evitando “deixar para depois” e ficar exposto em caso de incidente.

Segurança e integridade física no serviço

Conceito: o servidor tem direito a medidas de proteção no ambiente de trabalho, como protocolos de emergência, apoio em ocorrências críticas, equipamentos de proteção e planejamento operacional.

Exemplo prático: em movimentação de custodiados de alto risco, o servidor pode exigir que a operação siga o plano, com efetivo e equipamentos previstos, e que qualquer exceção seja formalmente justificada.

Proteção institucional quando prevista (apoio jurídico e medidas administrativas)

Conceito: quando o servidor atua dentro da legalidade e do protocolo, pode haver mecanismos de proteção institucional previstos em normas internas: orientação jurídica, acompanhamento em procedimentos, preservação de identidade em situações específicas, e medidas de segurança.

Como acionar (passo a passo):

  • Guarde registros: relatórios, comunicações, escalas, imagens institucionais quando autorizadas.
  • Informe a chefia e o setor competente assim que houver ameaça, coação, denúncia ou risco.
  • Solicite formalmente as medidas cabíveis (orientação, acompanhamento, proteção).
  • Mantenha conduta padronizada e documentação completa para demonstrar aderência ao protocolo.

Exemplo prático: após apreensão relevante, o servidor passa a receber recados intimidatórios. Providência correta: comunicar formalmente, registrar detalhes (datas, meios, conteúdo), e solicitar medidas de segurança institucional previstas.

3) Responsabilidades do Policial Penal: administrativa, civil e penal

Responsabilidade é a consequência jurídica e funcional por condutas praticadas no serviço ou relacionadas ao cargo. Um mesmo fato pode gerar três frentes de responsabilização ao mesmo tempo: administrativa (no âmbito do órgão), civil (reparação de dano) e penal (crime).

Responsabilidade administrativa (disciplina e dever funcional)

Conceito: ocorre quando o servidor viola deveres funcionais, normas internas, ordens legítimas ou padrões de conduta. Pode resultar em medidas disciplinares e outras consequências funcionais.

Situações de risco comuns:

  • Falta de registro de ocorrência relevante.
  • Descumprimento de protocolo de revista, escolta, movimentação ou custódia de materiais.
  • Tratamento desrespeitoso, humilhante ou retaliatório.
  • Uso inadequado de equipamentos institucionais.
  • Negligência em rondas e conferências.

Providência preventiva: atuar com checklist, registrar decisões críticas e comunicar desvios operacionais imediatamente.

Responsabilidade civil (indenização por dano)

Conceito: surge quando há dano material ou moral e nexo com a conduta (ação ou omissão). Pode envolver o Estado e, em certas situações, o servidor, conforme apuração e regras aplicáveis.

Situações de risco comuns:

  • Lesão por uso de força desnecessária ou desproporcional.
  • Dano a pertences por manuseio inadequado em procedimentos.
  • Omissão em atendimento emergencial que agrave quadro de saúde.

Como reduzir risco (passo a passo):

  • Use força apenas quando necessária e de forma proporcional.
  • Registre justificativas e medidas adotadas.
  • Acione atendimento de saúde quando houver sinais de urgência.
  • Preserve evidências e siga cadeia de custódia interna quando aplicável.

Responsabilidade penal (crimes relacionados à função)

Conceito: ocorre quando a conduta se enquadra como crime. No contexto do Policial Penal, os riscos mais recorrentes envolvem abuso de autoridade, prevaricação, corrupção, omissão relevante e violação de sigilo.

Condutas vedadas e situações críticas de responsabilização

A seguir, situações típicas em que o servidor deve reconhecer o risco e agir com técnica, registro e comunicação.

Abuso de autoridade (excesso e desvio de finalidade)

Como aparece na rotina: usar a posição para constranger, humilhar, ameaçar, impor sofrimento, restringir direitos sem base ou aplicar medidas “para dar exemplo”.

Sinais de alerta: ação sem justificativa objetiva; linguagem de vingança (“para aprender”); punição informal; exposição pública; uso de força após cessar resistência.

Providência correta (passo a passo):

  • Interrompa a escalada emocional e retome o protocolo.
  • Empregue apenas o necessário para cessar risco imediato.
  • Acione testemunhas/apoio e registre a motivação objetiva.
  • Comunique a chefia e encaminhe o custodiado para avaliação quando houver lesão/queixa.

Prevaricação (retardar/omitir ato por interesse pessoal)

Como aparece na rotina: “deixar para depois” uma providência obrigatória para favorecer alguém, punir informalmente ou evitar trabalho.

Exemplos práticos:

  • O servidor deixa de registrar apreensão de celular para “não se incomodar” ou para beneficiar um custodiado.
  • O servidor segura um pedido de atendimento de saúde por antipatia pessoal.

Providência correta: cumprir o ato devido no tempo correto, registrar e encaminhar conforme fluxo, sem selecionar quem “merece” atendimento.

Corrupção e concussão (vantagem indevida)

Como aparece na rotina: aceitar ou solicitar dinheiro/favores para facilitar entrada de itens, permitir visitas irregulares, liberar acesso, “melhorar cela”, antecipar informação de operação, ou influenciar decisões.

Providência correta (passo a passo):

  • Recuse imediatamente e não negocie.
  • Preserve sua segurança: encerre contato e acione apoio se houver risco.
  • Registre a tentativa (quem, quando, como, conteúdo).
  • Comunique a chefia e siga o canal institucional de reporte.

Omissão relevante (deixar de agir quando havia dever e possibilidade)

Como aparece na rotina: ignorar sinais de agressão, extorsão interna, risco de suicídio, incêndio, mal súbito, ou permitir continuidade de violência por “não querer se envolver”.

Providência correta: agir conforme protocolo: acionar apoio, separar envolvidos, solicitar atendimento, isolar área, registrar e comunicar.

Violação de sigilo (vazamento de informação e dados)

Como aparece na rotina: repassar escala, rota, horário de escolta, falhas de segurança, nomes de servidores, prints de sistemas, imagens internas, ou dados pessoais para terceiros.

Providência correta: restringir compartilhamento ao canal oficial e destinatários autorizados; registrar incidentes de vazamento; evitar uso de aplicativos pessoais para dados sensíveis.

Cenários práticos (identifique dever violado, norma aplicável e providência correta)

Nos cenários abaixo, o objetivo é treinar seu raciocínio: (1) qual dever foi violado, (2) qual tipo de norma se aplica (lei, regulamento, protocolo, ordem de serviço), (3) qual providência correta imediata e qual registro/comunicação fazer.

Cenário 1: “Revista fora do padrão”

Situação: em uma revista, um servidor decide “acelerar” e não segue o procedimento previsto. Um objeto proibido passa despercebido e depois é encontrado em ocorrência.

  • Dever violado: zelo/diligência e legalidade (descumprimento de protocolo).
  • Norma aplicável: protocolo institucional de revista e ordem de serviço do setor.
  • Providência correta: retomar o procedimento padrão imediatamente, comunicar a chefia sobre a falha, registrar a ocorrência e participar das medidas de correção (revisão de rotina, reforço de checklist).

Cenário 2: “Pedido de favor”

Situação: um custodiado oferece dinheiro para que o servidor permita a entrada de um item “pequeno e sem perigo”.

  • Dever violado (se aceitar): imparcialidade, legalidade, probidade; risco de corrupção.
  • Norma aplicável: normas anticorrupção, deveres funcionais e regras internas de controle de acesso.
  • Providência correta: recusar, encerrar contato, registrar tentativa de suborno, comunicar chefia e seguir canal institucional de reporte.

Cenário 3: “Ordem duvidosa do superior”

Situação: o superior manda aplicar uma medida não prevista em protocolo, com finalidade de “dar exemplo”, sem registro.

  • Dever em jogo: hierarquia (cumprir ordens legítimas) versus legalidade (não cumprir ordem manifestamente ilegal).
  • Norma aplicável: dever de legalidade, regulamentos internos e legislação sobre abuso de autoridade.
  • Providência correta: solicitar esclarecimento formal; se a ordem for manifestamente ilegal, não executar, registrar e comunicar pelos canais internos.

Cenário 4: “Vazamento de escala”

Situação: um colega envia em grupo de aplicativo pessoal a escala completa do mês, com nomes e setores. A mensagem circula fora do órgão.

  • Dever violado: sigilo e proteção de informações.
  • Norma aplicável: regras internas de segurança da informação e sigilo funcional.
  • Providência correta: orientar retirada imediata, registrar o incidente, comunicar chefia/segurança institucional e adotar canal oficial para compartilhamento.

Cenário 5: “Omissão em risco de saúde”

Situação: um custodiado relata dor intensa e falta de ar. O servidor acredita que é “encenação” e não aciona atendimento. Horas depois, ocorre agravamento.

  • Dever violado: zelo/diligência; risco de omissão relevante.
  • Norma aplicável: protocolos de atendimento/encaminhamento e dever funcional de agir diante de risco.
  • Providência correta: acionar atendimento conforme protocolo, registrar queixa e sinais observados, comunicar chefia e acompanhar fluxo de encaminhamento.

Cenário 6: “Uso de força após cessar resistência”

Situação: após conter um custodiado que resistiu, um servidor continua a agredi-lo verbalmente e fisicamente “para aprender”.

  • Dever violado: legalidade, proporcionalidade, imparcialidade; risco de abuso de autoridade e responsabilização penal/civil/administrativa.
  • Norma aplicável: protocolos de uso da força e legislação pertinente.
  • Providência correta: cessar imediatamente, garantir integridade, acionar supervisão, providenciar atendimento se necessário, registrar fielmente o ocorrido e preservar evidências.

Cenário 7: “Registro incompleto para proteger colega”

Situação: em ocorrência com lesão, o servidor é pressionado a “amenizar” o relato para evitar problema ao colega.

  • Dever violado (se aceitar): legalidade, probidade, dever de registro; risco de prevaricação e outras responsabilizações.
  • Norma aplicável: dever funcional de veracidade e protocolos de registro de ocorrência.
  • Providência correta: registrar com precisão (fatos, horários, envolvidos, testemunhas), anexar informações disponíveis, comunicar chefia e não adulterar versão.

Checklist mental rápido para decisões seguras

  • Base: qual protocolo/norma/ordem de serviço sustenta minha ação?
  • Finalidade: é segurança e disciplina institucional ou é punição/retaliação?
  • Proporcionalidade: existe alternativa menos invasiva?
  • Registro: consigo explicar por escrito o motivo, o meio e o resultado?
  • Sigilo: essa informação pode gerar risco se divulgada?
  • Comunicação: quem precisa saber agora (chefia, apoio, setor competente)?

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Ao receber uma ordem do superior para aplicar uma medida com a finalidade de “dar exemplo”, sem previsão em protocolo e sem registro, qual deve ser a conduta mais adequada do Policial Penal?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

A hierarquia exige cumprir ordens legítimas, mas a legalidade impede executar ordem manifestamente ilegal. A conduta correta é pedir esclarecimento formal; se ilegal, recusar, registrar o ocorrido e comunicar pelas vias institucionais.

Próximo capitúlo

Ética funcional do Policial Penal e integridade no ambiente prisional

Arrow Right Icon
Baixe o app para ganhar Certificação grátis e ouvir os cursos em background, mesmo com a tela desligada.