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Analista Judiciário - Área de Contabilidade: Preparação Técnica para Concursos Públicos

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17 páginas

Demonstrações Contábeis e Análise para atuação no Judiciário

Capítulo 3

Tempo estimado de leitura: 13 minutos

+ Exercício

Visão geral das demonstrações e foco de prova

No contexto do Judiciário, a leitura técnica das demonstrações contábeis é cobrada para: (a) avaliar situação econômico-financeira e continuidade; (b) identificar inconsistências relevantes para auditoria/perícia; (c) sustentar justificativas técnicas em pareceres e respostas discursivas. Em provas, a banca costuma explorar: classificação e reclassificação de contas, efeitos de eventos no BP/DRE/DFC, coerência entre demonstrações, e interpretação de indicadores com “pegadinhas” (ex.: liquidez alta por excesso de estoques obsoletos; lucro com caixa negativo; melhora de margem por evento não recorrente).

Balanço Patrimonial (BP): composição, finalidade e leitura técnica

Composição e finalidade

O BP evidencia, em determinada data, a posição patrimonial e financeira: Ativo (bens e direitos) e Passivo (obrigações), com o Patrimônio Líquido (PL) representando a participação residual dos proprietários. A finalidade, em análise e auditoria, é avaliar liquidez, estrutura de capital, qualidade dos ativos, suficiência de capital de giro e riscos de solvência.

Leitura técnica: roteiro prático

  • 1) Reclassifique mentalmente: separe itens operacionais vs. financeiros; curto prazo vs. longo prazo; ativos “bons” (alta realizabilidade) vs. ativos de baixa liquidez (estoques lentos, intangível, imobilizado ocioso).
  • 2) Capital de giro: calcule Capital Circulante Líquido (CCL = Ativo Circulante − Passivo Circulante) e observe tendência (comparativo).
  • 3) Qualidade do Ativo Circulante: compare Caixa/Aplicações, Contas a Receber e Estoques. Estoque alto pode inflar liquidez sem representar caixa.
  • 4) Estrutura de financiamento: compare Passivo Circulante vs. Não Circulante e o peso de dívidas onerosas. Verifique se o PL “absorve” perdas potenciais.
  • 5) Sinais de alerta: aumento de contas a receber sem crescimento de vendas; estoques crescendo com queda de receita; imobilizado elevado com baixa rentabilidade; provisões subestimadas; passivos contingentes relevantes nas notas.

Armadilhas comuns em prova (BP)

  • Liquidez aparente: índice corrente alto por estoques e clientes de difícil recebimento.
  • Reclassificação: dívidas de longo prazo com parcela vencendo no próximo exercício devem impactar o Passivo Circulante (e piorar liquidez).
  • PL “inflado”: reservas/reavaliações inexistentes em normas atuais (dependendo do padrão cobrado) e efeitos de ajustes de avaliação patrimonial confundidos com resultado.
  • Compensações indevidas: ativo e passivo não se compensam salvo hipóteses específicas; banca explora isso em itens de verdadeiro/falso.

Demonstração do Resultado (DRE): finalidade e interpretação

Composição e finalidade

A DRE evidencia o desempenho em um período: receitas, custos, despesas, resultado financeiro, tributos e lucro/prejuízo. Serve para avaliar rentabilidade, eficiência operacional, capacidade de geração de resultado e qualidade do lucro (recorrente vs. não recorrente).

Leitura técnica: roteiro prático

  • 1) Margem bruta: (Receita Líquida − Custo) / Receita Líquida. Queda pode indicar aumento de custo, descontos, mix de produtos ou perdas.
  • 2) Despesas operacionais: observe proporção sobre receita (vendas, gerais e administrativas). Crescimento acima da receita reduz margem operacional.
  • 3) Resultado financeiro: compare despesas financeiras com endividamento do BP. Juros altos com dívida crescente sinalizam risco.
  • 4) Itens não recorrentes: ganhos na venda de ativo, reversões de provisões, efeitos cambiais atípicos. Em prova, podem “maquiar” melhora de lucro.
  • 5) Concilie com BP e DFC: lucro deve ter reflexos em PL (lucros acumulados/reservas) e não necessariamente em caixa (DFC).

Armadilhas comuns em prova (DRE)

  • Lucro ≠ caixa: regime de competência. Vendas a prazo elevam lucro e contas a receber, sem entrada imediata de caixa.
  • Classificação: custo vs. despesa; despesa financeira vs. operacional; depreciação afeta resultado mas não é saída de caixa no período.
  • Receita líquida: confundir receita bruta com líquida (impostos sobre vendas e devoluções reduzem).

Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC): finalidade e leitura

Composição e finalidade

A DFC evidencia entradas e saídas de caixa por atividades: operacionais, investimento e financiamento. É central para avaliar liquidez real, capacidade de pagar obrigações, necessidade de capital e sustentabilidade do negócio.

Método indireto: passo a passo prático (cobrança típica)

  • 1) Parta do lucro líquido (DRE).
  • 2) Ajuste itens sem efeito caixa: depreciação/amortização, provisões, equivalência patrimonial (conforme o caso).
  • 3) Ajuste variações no capital de giro: aumento de contas a receber consome caixa; aumento de fornecedores gera caixa; aumento de estoques consome caixa; aumento de impostos a recolher gera caixa (no curto prazo).
  • 4) Separe investimentos: compra/venda de imobilizado, intangível, aplicações de longo prazo.
  • 5) Separe financiamentos: captação/amortização de empréstimos, integralização de capital, pagamento de dividendos/juros sobre capital.

Leitura técnica: sinais relevantes

  • Caixa operacional negativo com lucro: pode indicar crescimento financiado por capital de giro (clientes/estoques) ou reconhecimento de receitas sem recebimento.
  • Caixa operacional positivo com prejuízo: pode ocorrer por redução de estoques/recebíveis, aumento de fornecedores ou provisões elevadas.
  • Dependência de financiamento: caixa operacional fraco e caixa de financiamento positivo recorrente sugere risco de liquidez.

Armadilhas comuns em prova (DFC)

  • Sinal das variações: aumento de ativo circulante geralmente reduz caixa; aumento de passivo circulante geralmente aumenta caixa.
  • Juros e dividendos: classificação pode variar conforme norma/entidade; em prova, siga o enunciado/padrão indicado.
  • Compra a prazo de imobilizado: afeta BP (imobilizado e fornecedores/financiamento), mas não necessariamente caixa no momento da compra.

DMPL e DLPA: mutações do patrimônio líquido

Finalidade e composição

A DMPL evidencia, por período, as movimentações em cada conta do PL (capital, reservas, ajustes, lucros/prejuízos acumulados). A DLPA foca nas alterações em lucros/prejuízos acumulados (quando admitida). Em análise, ajudam a verificar política de dividendos, retenção de lucros, absorção de prejuízos e consistência entre lucro (DRE) e destinação (PL).

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Leitura técnica: roteiro prático

  • 1) Concilie lucro líquido: lucro da DRE deve aparecer como aumento em lucros acumulados/reservas (após destinações).
  • 2) Verifique destinações: dividendos reduzem PL e podem aparecer como saída no fluxo de financiamento (DFC).
  • 3) Observe prejuízos: prejuízo recorrente reduz PL e pode pressionar covenants e solvência.
  • 4) Ajustes patrimoniais: identifique itens que não passam pela DRE (quando aplicável), para não confundir com desempenho operacional.

Notas Explicativas: como extrair evidência para decisão e auditoria

Finalidade

As notas complementam e detalham políticas contábeis, julgamentos relevantes, estimativas, composição de saldos, contingências, eventos subsequentes e riscos. Em auditoria/perícia, são fonte primária para avaliar adequação de critérios e identificar áreas de maior risco de distorção relevante.

Checklist prático de leitura

  • Políticas contábeis e mudanças: houve mudança de critério? Qual efeito? Banca cobra impacto em comparabilidade.
  • Estimativas críticas: perdas esperadas (crédito), provisões, vida útil/depreciação, impairment. Procure sensibilidade e premissas.
  • Contingências: probabilidade, mensuração, valores envolvidos e risco de passivo não reconhecido.
  • Endividamento: garantias, covenants, taxas, vencimentos. Reclassificações por descumprimento podem alterar curto prazo.
  • Partes relacionadas: transações fora de mercado podem distorcer resultado e posição financeira.
  • Eventos subsequentes: fatos após a data-base que exigem ajuste ou divulgação.

Análise horizontal e vertical: técnica e interpretação

Análise horizontal (AH)

A AH compara a evolução de contas ao longo do tempo, medindo variação absoluta e percentual. É usada para identificar tendências, sazonalidade, crescimento anormal e mudanças de estrutura.

Passo a passo (AH)

  • 1) Escolha períodos comparáveis (ex.: 20X1 vs. 20X0).
  • 2) Calcule variação absoluta: Valor(20X1) − Valor(20X0).
  • 3) Calcule variação percentual: (Variação / Valor(20X0)) × 100.
  • 4) Interprete com base no negócio e nas notas (ex.: aumento de clientes pode ser expansão ou inadimplência).

Análise vertical (AV)

A AV avalia a estrutura em um mesmo período, transformando contas em percentuais de um total (BP: % do Ativo Total; DRE: % da Receita Líquida). Ajuda a comparar empresas e identificar concentração de ativos, custos e despesas.

Passo a passo (AV)

  • 1) Defina a base: Ativo Total (BP) ou Receita Líquida (DRE).
  • 2) Para cada conta: (Conta / Base) × 100.
  • 3) Interprete: estrutura de capital, peso de estoques, despesas administrativas elevadas etc.

Pegadinhas frequentes (AH/AV)

  • Base zero ou muito pequena: variações percentuais “explodem” e enganam; priorize variação absoluta e contexto.
  • Inflação e efeitos não recorrentes: crescimento nominal pode não ser real; ganhos extraordinários distorcem margens.
  • Comparabilidade: mudanças de critério contábil exigem cautela na AH.

Indicadores: liquidez, endividamento, rentabilidade e atividade

Liquidez

  • Liquidez Corrente: Ativo Circulante / Passivo Circulante.
  • Liquidez Seca: (Ativo Circulante − Estoques) / Passivo Circulante.
  • Liquidez Imediata: Disponibilidades / Passivo Circulante.

Interpretação: índices maiores sugerem capacidade de pagar obrigações de curto prazo, mas a qualidade dos ativos é decisiva (estoques obsoletos e clientes inadimplentes reduzem a utilidade do índice).

Endividamento (estrutura de capital)

  • Participação de Capitais de Terceiros: Passivo Total / PL.
  • Composição do Endividamento: Passivo Circulante / Passivo Total.
  • Imobilização do PL (forma comum em provas): Ativo Não Circulante (ou Imobilizado, conforme banca) / PL.

Interpretação: maior alavancagem aumenta risco; endividamento mais concentrado no curto prazo pressiona liquidez; imobilização elevada pode reduzir flexibilidade financeira.

Rentabilidade

  • Margem Líquida: Lucro Líquido / Receita Líquida.
  • ROA (retorno sobre ativos): Lucro Líquido / Ativo Médio.
  • ROE (retorno sobre PL): Lucro Líquido / PL Médio.

Interpretação: compare com períodos anteriores e com estrutura de capital. ROE pode subir por aumento de dívida (alavancagem), mesmo com risco maior.

Atividade (eficiência operacional)

  • Prazo Médio de Recebimento (PMR): (Clientes / Receita a prazo) × 360 (ou 365, conforme padrão da prova).
  • Prazo Médio de Estocagem (PME): (Estoques / Custo) × 360.
  • Prazo Médio de Pagamento (PMP): (Fornecedores / Compras a prazo) × 360 (quando compras não são dadas, a banca pode aproximar por Custo).
  • Ciclo Operacional: PMR + PME.
  • Ciclo Financeiro: Ciclo Operacional − PMP.

Interpretação: ciclo financeiro maior indica mais necessidade de capital de giro. Em auditoria, aumento de PMR pode sinalizar reconhecimento agressivo de receita ou deterioração de crédito.

Armadilhas comuns em indicadores

  • Médias: ROA/ROE idealmente usam ativo/PL médios; banca pode aceitar final do período se não houver dados.
  • Receita líquida vs. bruta: use a base indicada; misturar bases altera margens.
  • Compras não informadas: cuidado com aproximações; se a questão não autorizar, use o que foi fornecido.
  • Interpretação automática: índice “melhorou” pode ser por piora (ex.: liquidez sobe porque empresa não investe e acumula caixa por queda de atividade).

Exercícios de cálculo e interpretação (com gabarito)

Exercício 1: análise vertical e horizontal do BP

Considere os dados (em R$ mil):

BP (resumo)          20X0   20X1  Ativo Circulante    500    650  Ativo Não Circ.     700    750  Ativo Total        1200   1400  Passivo Circulante  400    520  Passivo Não Circ.   300    280  PL                 500    600

a) Calcule a AH (variação %) do Ativo Circulante e do Passivo Circulante. b) Calcule a AV do PL em 20X1 (% do Ativo Total). c) Interprete, em 3 a 5 linhas, a mudança de estrutura.

Gabarito (resumo): a) AC: (650−500)/500=30%; PC: (520−400)/400=30%. b) PL AV 20X1: 600/1400=42,86%. c) Crescimento do curto prazo em mesma proporção no ativo e no passivo sugere expansão financiada parcialmente por obrigações de curto prazo; PL aumentou, mas sua participação no total (42,86%) deve ser comparada com 20X0 (500/1200=41,67%), indicando leve fortalecimento patrimonial.

Exercício 2: liquidez e “qualidade” do circulante

Dados em 20X1 (R$ mil): AC=650, Estoques=260, Disponibilidades=90, PC=520.

a) Liquidez Corrente. b) Liquidez Seca. c) Liquidez Imediata. d) Explique por que a Liquidez Corrente pode ser enganosa neste caso.

Gabarito: a) 650/520=1,25. b) (650−260)/520=0,75. c) 90/520=0,17. d) A liquidez corrente acima de 1 pode sugerir folga, mas a liquidez seca abaixo de 1 e a imediata muito baixa indicam dependência de realização de estoques e recebíveis; se estoques forem de baixa rotatividade, a capacidade de pagamento no curto prazo é frágil.

Exercício 3: endividamento e composição

Com base no BP do Exercício 1 (20X1): PT=Passivo Total=520+280=800; PL=600.

a) Participação de Capitais de Terceiros (PT/PL). b) Composição do Endividamento (PC/PT). c) Interprete o risco de curto prazo.

Gabarito: a) 800/600=1,33. b) 520/800=0,65 (65%). c) Alavancagem moderada (1,33), porém com concentração no curto prazo (65%), aumentando pressão por caixa e necessidade de capital de giro.

Exercício 4: DFC (método indireto) e conciliação

Dados (R$ mil) do período 20X1: Lucro Líquido=120; Depreciação=40; Clientes aumentaram em 70; Estoques aumentaram em 30; Fornecedores aumentaram em 50; Impostos a recolher diminuíram em 10.

a) Calcule o Caixa Líquido das Atividades Operacionais (CFO) pelo método indireto. b) Interprete a diferença entre lucro e CFO.

Gabarito: a) CFO = 120 + 40 − 70 − 30 + 50 − 10 = 100. b) O CFO (100) é menor que o lucro ajustado por itens sem caixa (160) porque houve consumo de caixa no capital de giro (aumento de clientes e estoques), parcialmente compensado por aumento de fornecedores; indica crescimento com necessidade de financiamento do giro.

Exercício 5: rentabilidade e efeito da alavancagem

Dados (R$ mil): Lucro Líquido=120; Ativo Total 20X0=1200 e 20X1=1400; PL 20X0=500 e 20X1=600.

a) ROA usando Ativo Médio. b) ROE usando PL Médio. c) Explique por que ROE tende a ser maior que ROA em empresas alavancadas.

Gabarito: a) Ativo médio=(1200+1400)/2=1300; ROA=120/1300=9,23%. b) PL médio=(500+600)/2=550; ROE=120/550=21,82%. c) Com dívida, parte dos ativos é financiada por terceiros; se o retorno dos ativos excede o custo da dívida, o retorno residual ao acionista (ROE) aumenta, elevando também o risco.

Questões discursivas (simulação de parecer e justificativa técnica)

Discursiva 1: parecer sobre liquidez e continuidade

Você foi designado para elaborar nota técnica em processo que discute risco de insolvência. Com base nos indicadores do Exercício 2 (LC=1,25; LS=0,75; LI=0,17) e na composição do endividamento do Exercício 3 (65% no curto prazo), redija um parecer de 10 a 15 linhas avaliando a capacidade de pagamento no curto prazo e indicando quais evidências adicionais buscaria nas notas explicativas.

Pontos esperados: destacar baixa liquidez imediata e seca; risco de dependência de realização de estoques/recebíveis; concentração de dívidas no curto prazo; solicitar notas sobre vencimentos, covenants, garantias, política de crédito, aging de clientes, provisão para perdas, giro de estoques, eventos subsequentes e renegociações.

Discursiva 2: justificativa técnica sobre lucro com caixa pressionado

Em impugnação, a parte alega que “a empresa tem lucro e, portanto, não há risco financeiro”. Usando o raciocínio do Exercício 4, redija justificativa técnica (8 a 12 linhas) explicando por que lucro contábil não garante geração de caixa e quais contas do capital de giro podem explicar a divergência.

Pontos esperados: regime de competência; aumento de contas a receber e estoques consome caixa; aumento de fornecedores pode financiar; impostos a recolher; necessidade de observar DFC e notas; risco de inadimplência/obsolescência.

Discursiva 3: apontamento de risco de distorção relevante (auditoria/perícia)

Ao analisar as notas, você identifica: (i) crescimento expressivo de contas a receber; (ii) política de provisão para perdas “sem alteração há anos”; (iii) aumento de receita sem aumento proporcional de caixa operacional. Elabore um parágrafo técnico (6 a 10 linhas) apontando riscos e procedimentos sugeridos (ex.: circularização, testes de corte, análise de aging, revisão de premissas de perda esperada).

Pontos esperados: risco de reconhecimento indevido de receita, superavaliação de clientes, subprovisionamento; procedimentos de confirmação externa, testes substantivos, revisão de eventos subsequentes e conciliações com DFC.

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Ao elaborar um parecer sobre capacidade de pagamento no curto prazo, qual interpretação é mais adequada quando a Liquidez Corrente está acima de 1, mas a Liquidez Seca e a Liquidez Imediata estão abaixo de 1?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

Liquidez Corrente acima de 1 pode ser enganosa se o Ativo Circulante estiver concentrado em itens de baixa realizabilidade (ex.: estoques/recebíveis). A Liquidez Seca e a Imediata baixas sinalizam pouca disponibilidade para honrar dívidas de curto prazo sem depender da realização desses ativos.

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Contabilidade Aplicada ao Setor Público para Analista Judiciário

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