CRAS no SUAS: funções, equipe, PAIF e gestão do acompanhamento familiar

Capítulo 4

Tempo estimado de leitura: 14 minutos

+ Exercício

CRAS como unidade de referência da Proteção Social Básica

O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) é a unidade pública responsável por organizar e ofertar, no território, ações de prevenção de riscos sociais e de fortalecimento de vínculos, atuando antes que situações de violação de direitos se agravem. Na prática, o CRAS funciona como “base territorial” para acolher famílias, compreender demandas, construir planos de acompanhamento e articular respostas com a rede local, mantendo foco protetivo e continuidade do cuidado.

No cotidiano, isso significa: receber pessoas e famílias, identificar necessidades e potencialidades, ofertar acompanhamento pelo PAIF, desenvolver atividades coletivas (grupos/oficinas), realizar ações comunitárias e encaminhar de forma qualificada quando a demanda exigir outros serviços.

O que o CRAS faz (atribuições essenciais)

  • Acolhida e escuta qualificada: receber, orientar, identificar demandas e riscos, e definir o melhor encaminhamento/atendimento.
  • Acompanhamento familiar pelo PAIF: construir, executar e monitorar um plano de acompanhamento com a família, com metas protetivas e pactuadas.
  • Trabalho social com famílias e com a comunidade: grupos, oficinas, ações no território e mobilização comunitária.
  • Articulação com a rede local: saúde, educação, habitação, trabalho e renda, justiça, organizações comunitárias, entre outras, para garantir acesso a direitos.
  • Gestão do território: mapear vulnerabilidades, recursos, fluxos e barreiras de acesso; ajustar agenda e estratégias conforme a realidade local.
  • Registro e monitoramento: documentar atendimentos, acompanhar evolução dos casos e produzir informações para gestão e planejamento.

Equipe do CRAS e organização do trabalho

A equipe do CRAS é multiprofissional e precisa operar com divisão de responsabilidades, rotinas claras e comunicação interna constante. Mais importante do que “quantas pessoas” é “como o trabalho é organizado” para garantir acolhida, continuidade e qualidade do acompanhamento.

Papéis típicos na equipe (exemplo de arranjo funcional)

  • Coordenação do CRAS: organiza processos de trabalho, agenda territorial, articulação com gestão municipal e rede, supervisão de registros e indicadores, apoio à equipe em casos complexos.
  • Profissionais de referência do PAIF (ex.: assistente social, psicóloga/o): realizam acolhida técnica, atendimentos individuais/familiares, conduzem acompanhamento, grupos e articulação com rede.
  • Orientador(a) social / educador(a) social: apoio no trabalho social com famílias, condução de atividades coletivas, busca ativa, ações comunitárias e acompanhamento de participação em grupos.
  • Equipe administrativa/recepção: organização de fluxo de chegada, agendamentos, orientações iniciais, apoio documental e encaminhamentos internos conforme protocolo.

Rotinas mínimas para o CRAS funcionar bem

  • Reunião de equipe semanal (ou quinzenal): alinhamento de fluxos, discussão de casos, monitoramento de metas e ajustes na agenda.
  • Reunião técnica (casos prioritários): pactuar plano de acompanhamento, responsabilidades e prazos.
  • Plantão de acolhida com critérios claros: quem atende, quanto tempo, o que registrar, quando agendar retorno.
  • Protocolos simples: acolhida, encaminhamentos, busca ativa, visitas domiciliares, registro e proteção de dados.

Acolhida e escuta qualificada: como fazer sem virar “triagem apressada”

A acolhida é o primeiro contato e deve produzir orientação, vínculo e definição de próximos passos. A escuta qualificada é a capacidade de compreender a demanda para além do pedido imediato, identificando contexto familiar, barreiras de acesso e sinais de risco, sem julgamento e com linguagem acessível.

Passo a passo prático da acolhida

  1. Recepção e orientação inicial: explicar como o CRAS funciona, tempo estimado, sigilo e finalidade do atendimento.
  2. Identificação da demanda: “O que trouxe você hoje?” e “O que você espera que mude?”
  3. Levantamento breve do contexto: composição familiar, renda/trabalho, moradia, acesso a serviços, rede de apoio, eventos recentes (desemprego, separação, adoecimento).
  4. Sinais de alerta: violência, negligência, situação de rua, trabalho infantil, uso problemático de substâncias, sofrimento intenso, ausência de documentação, insegurança alimentar grave. Se houver indícios, registrar e acionar fluxo interno e rede conforme necessidade.
  5. Definição do encaminhamento: (a) orientação e informação; (b) agendamento de atendimento individual/familiar; (c) inclusão em grupo/oficina; (d) encaminhamento para outro serviço com devolutiva e acompanhamento.
  6. Registro do atendimento: anotar síntese objetiva, decisões, prazos e responsável pelo próximo contato.

Perguntas úteis (roteiro curto)

  • “Quem mora com você e quem cuida de quem em casa?”
  • “Quais serviços vocês já procuram quando precisam?”
  • “O que está mais difícil hoje: renda, moradia, saúde, escola, convivência, documentação?”
  • “O que já tentaram fazer e o que ajudou um pouco?”
  • “Há alguém na família que esteja em risco ou sem cuidados?”

Acompanhamento familiar no CRAS: foco protetivo e continuidade

Acompanhamento familiar é um processo continuado, com objetivos protetivos pactuados com a família, que combina atendimentos, visitas (quando necessário), participação em atividades coletivas e articulação com a rede. O foco não é “resolver tudo”, mas reduzir vulnerabilidades, ampliar acesso a direitos e fortalecer capacidades familiares e comunitárias.

Continue em nosso aplicativo e ...
  • Ouça o áudio com a tela desligada
  • Ganhe Certificado após a conclusão
  • + de 5000 cursos para você explorar!
ou continue lendo abaixo...
Download App

Baixar o aplicativo

Quando iniciar acompanhamento (critérios práticos)

  • Demandas recorrentes sem solução com orientação pontual.
  • Barreiras persistentes de acesso a serviços (saúde, escola, documentação, benefícios).
  • Fragilização de vínculos familiares/comunitários (isolamento, conflitos frequentes).
  • Presença de múltiplas vulnerabilidades (renda instável + moradia precária + baixa rede de apoio).
  • Necessidade de coordenação de ações com vários serviços (rede fragmentada).

Passo a passo do acompanhamento familiar (modelo operacional)

  1. Definir profissional(is) de referência: quem será responsável por conduzir o plano e manter contato.
  2. Construir diagnóstico social compartilhado: síntese do que a família vive, com prioridades definidas junto com ela (evitar lista extensa e genérica).
  3. Pactuar objetivos protetivos: poucos, claros e mensuráveis (ex.: “regularizar documentação”, “retomar frequência escolar”, “acessar unidade de saúde”, “organizar rotina de cuidados”).
  4. Planejar ações: atendimentos individuais/familiares, inclusão em grupo, visita domiciliar, encaminhamentos e mediações com rede.
  5. Definir periodicidade: datas de retorno e critérios de reavaliação (ex.: a cada 30/60 dias).
  6. Registrar e monitorar: cada contato deve atualizar o plano e indicar próximos passos.
  7. Reavaliar e ajustar: se não houver avanço, revisar barreiras, estratégia e rede envolvida.

Exemplo de objetivos protetivos bem formulados

Necessidade identificadaObjetivo protetivoAçõesPrazo
Falta de documentação básicaFamília com documentação regularizada para acesso a serviçosOrientação + agendamento no órgão competente + acompanhamento do comparecimento45 dias
Criança com faltas frequentesRetomar frequência escolar e rotina de estudosReunião com responsável + articulação com escola + grupo de famílias sobre rotina e cuidado60 dias
Insegurança alimentar recorrenteReduzir episódios de falta de alimentosMapear acesso a programas locais + encaminhamento para rede + orientação de organização doméstica e rede de apoio30 dias

PAIF: objetivos, atividades e como operar no dia a dia

O PAIF (Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família) é o serviço central do CRAS para fortalecer a função protetiva das famílias, prevenir rupturas de vínculos e ampliar acesso a direitos. Ele se materializa em atendimentos e atividades continuadas, articuladas ao território.

Objetivos do PAIF (em linguagem prática)

  • Fortalecer vínculos dentro da família e com a comunidade.
  • Prevenir agravamentos de vulnerabilidades por meio de acompanhamento e orientação.
  • Ampliar acesso a direitos com mediação e articulação com a rede.
  • Aumentar autonomia e capacidade de organização da vida cotidiana (rotinas, cuidados, planejamento).

Principais atividades do PAIF no CRAS

  • Atendimento individual e familiar: acolhida técnica, construção do plano, devolutivas e reavaliações.
  • Visita domiciliar (quando necessária): compreender contexto, barreiras e rede de apoio; não deve ser punitiva nem “fiscalizatória”.
  • Grupos com famílias: temas protetivos (cuidado, convivência, acesso a direitos, parentalidade, organização doméstica, prevenção de violências).
  • Ações comunitárias: rodas de conversa no território, articulação com lideranças, campanhas informativas, mutirões de orientação (com foco em acesso e prevenção).
  • Encaminhamentos acompanhados: não apenas “dar endereço”, mas orientar, agendar quando possível, e checar retorno.

Registro e monitoramento do acompanhamento (sem burocratizar)

Registrar é garantir continuidade: qualquer profissional que retome o caso deve entender o que aconteceu, o que foi pactuado e o que falta fazer. O registro também permite monitorar resultados e ajustar a oferta no território.

O que registrar em cada contato (checklist)

  • Motivo do contato (demanda apresentada e demanda identificada).
  • Síntese do contexto (mudanças desde o último atendimento).
  • Ações realizadas (orientações, encaminhamentos, contatos com rede, inclusão em grupo).
  • Decisões pactuadas (quem fará o quê e até quando).
  • Riscos/alertas (se houver) e providências adotadas.
  • Próximo passo (data/forma de retorno, responsável).

Indicadores simples para monitorar (exemplos)

  • Percentual de famílias acompanhadas com plano atualizado nos últimos 60 dias.
  • Taxa de comparecimento a retornos agendados.
  • Tempo médio entre acolhida e primeiro atendimento técnico.
  • Principais demandas por território/microárea (para ajustar ações comunitárias).

Ações complementares no território: como ampliar alcance sem perder o foco

Além do acompanhamento, o CRAS precisa “estar no território” com ações que previnam riscos e aproximem as famílias. O critério é sempre protetivo: atividades devem responder a vulnerabilidades reais e fortalecer vínculos e acesso a direitos, evitando virar apenas agenda de eventos.

Exemplos de ações complementares com foco protetivo

  • Rodas de conversa em escolas, unidades de saúde e associações: acesso a direitos, convivência familiar, prevenção de violências, organização de rotinas.
  • Busca ativa em áreas com baixa procura do CRAS: identificar barreiras (transporte, horários, desconhecimento) e ajustar estratégias.
  • Plantões descentralizados (quando viável): acolhida em equipamentos comunitários, com registro e fluxo de continuidade no CRAS.
  • Articulação com lideranças: mapear situações recorrentes (despejos, insegurança alimentar, conflitos comunitários) e construir respostas com a rede.

Como organizar grupos e atendimentos individuais sem perder o foco protetivo

Um erro comum é o CRAS ficar “lotado de atendimentos individuais” e, ao mesmo tempo, com grupos desconectados das necessidades reais. O equilíbrio vem de planejamento: definir objetivos, público, periodicidade e como cada atividade se conecta ao acompanhamento familiar.

Passo a passo para estruturar grupos do PAIF

  1. Escolher tema a partir do território: usar dados de acolhida e acompanhamento (ex.: faltas escolares, conflitos familiares, insegurança alimentar, isolamento de idosos).
  2. Definir público e critério de participação: famílias acompanhadas, público aberto do território, ou grupo misto com vagas reservadas.
  3. Definir objetivo protetivo do grupo: ex.: “fortalecer rotinas de cuidado e convivência”, “ampliar acesso a serviços e direitos”.
  4. Planejar encontros: 6 a 10 encontros com temas encadeados; cada encontro deve ter atividade participativa (dinâmica, estudo de caso, mapa de rede, planejamento de rotina).
  5. Garantir vínculo com o acompanhamento: registrar participação e combinar devolutivas individuais quando necessário.
  6. Avaliar: presença, participação, mudanças percebidas e demandas emergentes para ajustar o próximo ciclo.

Como organizar atendimentos individuais/familiares com qualidade

  • Defina tempos e tipos de atendimento: acolhida (curta), atendimento técnico (mais longo), retorno (objetivo), visita (quando necessária).
  • Use pauta: cada atendimento deve ter objetivo (ex.: revisar plano, checar encaminhamento, mediar acesso a serviço).
  • Evite “atendimento infinito”: pactue próximos passos e prazos; se a demanda é recorrente, transforme em acompanhamento estruturado.
  • Integre com grupos: convide para grupos como estratégia de fortalecimento de vínculos e apoio mútuo, não como “atividade para preencher agenda”.

Delimitação do território de abrangência: como fazer de forma prática

Delimitar território é definir com clareza quais bairros, comunidades e microáreas o CRAS atende prioritariamente, considerando distância, barreiras de acesso, concentração de vulnerabilidades e presença de equipamentos públicos. Uma delimitação bem feita evita sobrecarga, reduz duplicidade com outros CRAS e melhora a articulação com a rede.

Passo a passo para delimitar território

  1. Levantar mapa base: bairros/comunidades, vias de acesso, transporte, áreas de risco, equipamentos públicos e comunitários.
  2. Identificar concentração de vulnerabilidades: usar registros do CRAS, informações da rede (saúde/educação) e observação territorial.
  3. Mapear recursos: escolas, unidades de saúde, associações, serviços públicos, projetos comunitários, lideranças.
  4. Definir microáreas: dividir o território em partes manejáveis para busca ativa, ações comunitárias e referência de equipe.
  5. Pactuar com gestão e rede: alinhar limites com outros serviços e comunicar claramente à população.
  6. Revisar periodicamente: mudanças urbanas, migrações, novas ocupações e obras alteram a demanda.

Construção de agenda de atendimentos: modelo simples e funcional

A agenda do CRAS deve equilibrar porta aberta (acolhida), continuidade (retornos do PAIF), ações coletivas (grupos) e trabalho no território (articulação e ações comunitárias). Sem agenda protegida, o acompanhamento vira apenas resposta a urgências do dia.

Modelo de agenda semanal (exemplo adaptável)

BlocoObjetivoObservações
Acolhida/plantãoReceber demandas espontâneas e definir encaminhamentosHorários fixos; registro padronizado; limite de atendimentos por turno
Atendimentos PAIF (agendados)Plano, retornos, reavaliaçõesReservar vagas para retornos prioritários
Grupos/oficinasFortalecer vínculos e prevenir agravamentosCalendário mensal; lista de presença e registro de temas
Território/redeArticulação, ações comunitárias, visitas quando necessáriasBlocos protegidos (não preencher com acolhida)
Reunião de equipeAlinhar fluxos e monitorar acompanhamentosSem atendimento ao público nesse horário

Regras práticas para a agenda não colapsar

  • Separar acolhida de acompanhamento: acolhida não substitui atendimento técnico completo.
  • Reservar vagas de retorno: se só houver “primeira vez”, o acompanhamento se perde.
  • Definir critérios de prioridade: famílias em acompanhamento, situações com risco, barreiras graves de acesso.
  • Padronizar duração: ex.: acolhida 20–30 min; atendimento técnico 50–60 min; retorno 30–40 min.
  • Confirmar presença quando possível e ter lista de encaixes para reduzir faltas.

Integração com a rede local: como articular sem “empurrar” casos

Articular rede é construir caminhos de acesso e corresponsabilidade. Encaminhamento qualificado envolve comunicação, definição de objetivo e retorno (contrarreferência), para que a família não fique circulando sem solução.

Passo a passo para encaminhamento qualificado

  1. Definir o objetivo do encaminhamento: o que exatamente precisa ser resolvido (ex.: matrícula, consulta, regularização, atendimento especializado).
  2. Orientar a família: documentos, local, horário, como chegar, o que dizer, e possíveis barreiras.
  3. Quando necessário, contatar o serviço: alinhar vaga, fluxo e responsável de referência.
  4. Registrar: para onde, por quê, data e retorno esperado.
  5. Checar retorno: no próximo contato, confirmar se foi atendida e o que falta.

Ferramentas simples de articulação

  • Mapa de rede do território: contatos, horários, fluxos e critérios de acesso.
  • Reuniões intersetoriais periódicas: pautas objetivas (fluxos, gargalos, casos exemplares sem exposição indevida).
  • Protocolos de referência/contrarreferência: combinados mínimos para devolutivas.
  • Ações conjuntas: rodas de conversa, mutirões de orientação, campanhas territoriais (com planejamento e registro).

Gestão do acompanhamento familiar: como manter qualidade com alta demanda

Gerir acompanhamento é decidir prioridades, organizar carteira de famílias, garantir registros e supervisionar a execução do plano. Sem gestão, o PAIF vira uma sequência de atendimentos desconectados.

Carteira de famílias e estratificação de acompanhamento

Uma prática útil é organizar a “carteira” por níveis de intensidade, revisados periodicamente:

  • Intensivo: múltiplas vulnerabilidades e barreiras graves; contatos mais frequentes; maior articulação com rede.
  • Regular: objetivos definidos e em andamento; retornos programados.
  • Monitoramento: objetivos quase alcançados; contatos espaçados para garantir manutenção do acesso.

Reunião técnica de casos (roteiro objetivo)

  • Qual é o objetivo protetivo principal do caso?
  • O que avançou desde o último mês?
  • Qual barreira está travando?
  • Qual ação concreta será feita até a próxima reunião (responsável e prazo)?
  • O caso precisa de articulação com qual serviço da rede?

Cuidados para não perder o foco protetivo

  • Evitar atendimento centrado apenas em benefício: mesmo quando a demanda é renda, incluir orientação e ações de fortalecimento de vínculos e acesso a serviços.
  • Não transformar grupo em palestra: priorizar participação, troca e construção de soluções do cotidiano.
  • Não usar visita domiciliar como controle: visita é ferramenta de compreensão e apoio, com respeito e sigilo.
  • Registrar para dar continuidade: o que não está registrado “não existe” para a equipe e para o planejamento.

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Ao organizar a agenda semanal do CRAS para garantir continuidade do acompanhamento pelo PAIF, qual prática é mais adequada?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

A agenda deve separar acolhida de acompanhamento, reservar vagas de retorno e manter blocos protegidos para território/rede, além de grupos e atendimentos agendados. Isso sustenta a continuidade do PAIF e evita resposta apenas a urgências do dia.

Próximo capitúlo

Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos no SUAS: organização e público

Arrow Right Icon
Capa do Ebook gratuito Assistência Social (SUAS) para Iniciantes: estrutura, serviços e gestão local
22%

Assistência Social (SUAS) para Iniciantes: estrutura, serviços e gestão local

Novo curso

18 páginas

Baixe o app para ganhar Certificação grátis e ouvir os cursos em background, mesmo com a tela desligada.