CPA-10: Glossário Essencial e Roteiro de Conteúdos por Tópicos (Revisão Estruturada)

Capítulo 15

Tempo estimado de leitura: 15 minutos

+ Exercício

Como usar este capítulo (revisão estruturada)

Este capítulo consolida termos recorrentes da CPA-10 em um glossário por temas e, em seguida, organiza um roteiro de revisão por blocos. A ideia é você conseguir: (1) definir com clareza cada termo; (2) relacionar conceitos que caem juntos; (3) comparar produtos e decisões típicas de atendimento (produto x risco x liquidez x tributação).

Glossário essencial por temas

1) SFN (visão funcional, sem repetir estrutura detalhada)

  • Regulação: criação de regras gerais para o mercado financeiro (o “o que pode e o que não pode”). Exemplo prático: regras sobre distribuição de produtos e transparência de informações ao cliente.
  • Supervisão/Fiscalização: verificação do cumprimento das regras e aplicação de sanções quando necessário. Exemplo prático: apuração de irregularidades na oferta de produtos.
  • Autorregulação: conjunto de normas e códigos de conduta criados pelo próprio mercado (entidades e participantes) para elevar padrões. Exemplo prático: regras de distribuição e classificação de fundos e materiais de divulgação.
  • Intermediação financeira: atividade de conectar poupadores e tomadores de recursos, com gestão de riscos e prazos. Exemplo prático: captação via depósitos e concessão de crédito.
  • Distribuição de produtos: oferta e venda de investimentos ao cliente, com dever de informação e adequação ao perfil. Exemplo prático: explicar riscos, custos e prazos antes da aplicação.

2) Economia e juros (conceitos que se conectam)

  • Taxa Selic: taxa básica de juros da economia; influencia custo do dinheiro e rentabilidade de ativos pós-fixados. Exemplo prático: alta da Selic tende a elevar retorno de pós-fixados atrelados a CDI.
  • CDI: taxa de referência do mercado interbancário; muito usada como benchmark de renda fixa e fundos. Exemplo prático: fundo DI busca acompanhar o CDI.
  • Inflação: aumento generalizado de preços; afeta poder de compra e retorno real. Exemplo prático: investimento que rende 8% ao ano com inflação de 6% tem retorno real aproximado de 2% (antes de impostos e custos).
  • Juro real: retorno acima da inflação. Exemplo prático: títulos indexados à inflação (IPCA+) buscam preservar poder de compra.
  • Curva de juros: conjunto de taxas por prazo (curto, médio, longo). Exemplo prático: se taxas longas sobem, títulos prefixados longos tendem a cair de preço no mercado.
  • Risco-país: percepção de risco de crédito soberano e estabilidade; pode afetar câmbio e juros. Exemplo prático: aumento de risco-país pode pressionar taxas futuras.

3) Renda fixa (termos de prova e de atendimento)

  • Emissor: quem capta recursos (Tesouro, banco, empresa). Exemplo prático: CDB é emitido por banco; debênture por empresa.
  • Indexador: referência para remuneração (CDI, Selic, IPCA). Exemplo prático: “110% do CDI” é pós-fixado; “IPCA + 5%” é híbrido.
  • Prefixado: taxa definida no início. Conceito-chave: maior previsibilidade, mas sensível à marcação a mercado.
  • Pós-fixado: taxa varia conforme indexador. Conceito-chave: tende a acompanhar juros correntes; costuma ter menor volatilidade de preço em prazos curtos.
  • Híbrido: combina inflação + taxa fixa (ex.: IPCA + X). Conceito-chave: foco em retorno real.
  • Marcação a mercado: atualização do preço do título pelo valor de mercado. Exemplo prático: se juros sobem, preço de prefixado cai; se juros caem, preço sobe.
  • Liquidez: facilidade de converter em dinheiro sem perda relevante. Exemplo prático: “liquidez diária” permite resgate a qualquer dia útil; já títulos com vencimento podem ter venda antecipada com variação de preço.
  • Fundo Garantidor de Créditos (FGC): proteção para certos produtos bancários, dentro de limites e regras. Exemplo prático: CDB pode ter cobertura; fundos de investimento não são cobertos.
  • Prazo (vencimento): data final de pagamento. Conceito-chave: prazo influencia risco de mercado e liquidez.

4) Renda variável (termos recorrentes)

  • Volatilidade: intensidade das oscilações de preço. Exemplo prático: ações tendem a ter maior volatilidade que títulos pós-fixados.
  • Dividendos: parcela do lucro distribuída aos acionistas. Exemplo prático: investidor pode receber proventos mesmo sem vender a ação.
  • Risco de mercado: possibilidade de perdas por oscilação de preços. Exemplo prático: queda do índice pode reduzir valor de uma carteira de ações.
  • Liquidez de mercado: facilidade de negociar um ativo na bolsa. Exemplo prático: ações muito negociadas tendem a ter spreads menores.
  • ETF: fundo negociado em bolsa que replica um índice. Exemplo prático: ETF de índice amplo dá diversificação com uma única compra.

5) Fundos de investimento (vocabulário operacional)

  • Condomínio: estrutura coletiva em que cotistas compartilham resultados. Exemplo prático: ganhos e perdas são proporcionais às cotas.
  • Cota: fração do patrimônio do fundo. Conceito-chave: o investidor compra cotas, não ativos diretamente.
  • Administrador: responsável por aspectos legais e operacionais do fundo. Exemplo prático: garante cálculo de cota, informações e conformidade.
  • Gestor: decide onde investir conforme a política do fundo. Exemplo prático: define alocação entre títulos, ações, derivativos (se permitido).
  • Custodiante: guarda e controla os ativos do fundo. Exemplo prático: registra e liquida operações.
  • Taxa de administração: remunera serviços de gestão/estrutura. Conceito-chave: reduz retorno líquido ao longo do tempo.
  • Taxa de performance: cobrada quando o fundo supera um benchmark, conforme regra. Exemplo prático: “20% do que exceder o CDI”.
  • Come-cotas: antecipação semestral de IR em alguns fundos. Conceito-chave: reduz número de cotas e afeta capitalização.
  • Prazo de cotização e liquidação: tempo para converter resgate em dinheiro. Exemplo prático: D+1 para cotizar e D+2 para pagar significa que o dinheiro pode cair só após alguns dias úteis.
  • Benchmark: referência de comparação de desempenho. Exemplo prático: CDI para fundos conservadores; índice de ações para fundos de ações.

6) Previdência (termos de produto e tributação)

  • Fase de acumulação: período de aportes e formação de reserva. Exemplo prático: contribuições mensais em PGBL/VGBL.
  • Fase de benefício: período de recebimento (renda) ou resgate. Exemplo prático: renda mensal por prazo certo.
  • Carência: prazo mínimo para resgates/portabilidade conforme regras do plano. Conceito-chave: afeta liquidez.
  • Portabilidade: transferência de recursos entre planos sem resgate (respeitando regras). Exemplo prático: mudar de fundo/entidade buscando outra política de investimento.
  • Regime de tributação (progressivo x regressivo): forma de cálculo do IR no resgate/benefício. Conceito-chave: impacta o líquido recebido.

7) Riscos (linguagem de prova aplicada a produtos)

  • Risco de crédito: chance de o emissor não pagar. Exemplo prático: debênture depende da saúde financeira da empresa.
  • Risco de mercado: perdas por variação de preços/taxas. Exemplo prático: prefixado longo oscila com juros.
  • Risco de liquidez: dificuldade de vender/resgatar sem perda relevante. Exemplo prático: fundo com resgate longo pode não atender necessidade imediata.
  • Risco operacional: falhas de processos, sistemas ou pessoas. Exemplo prático: erro de processamento de ordem.
  • Risco sistêmico: eventos que afetam o sistema financeiro como um todo. Exemplo prático: crise que eleva aversão a risco e seca liquidez.
  • Diversificação: distribuição de investimentos para reduzir risco específico. Exemplo prático: combinar emissores e classes de ativos.

8) Tributação (termos que mudam o retorno líquido)

  • IR (Imposto de Renda): incide sobre ganhos conforme regras do produto. Exemplo prático: renda fixa geralmente segue tabela regressiva por prazo.
  • IOF: imposto que pode incidir em resgates de curto prazo em alguns produtos. Conceito-chave: desestimula saques muito rápidos.
  • Alíquota: percentual de imposto aplicado. Exemplo prático: alíquota menor em prazos maiores na tabela regressiva.
  • Base de cálculo: valor sobre o qual o imposto é calculado. Exemplo prático: em muitos casos, é o rendimento (ganho), não o principal.
  • Custos: taxas e despesas que reduzem retorno. Exemplo prático: taxa de administração em fundos; spread em alguns produtos.

9) Suitability (termos de adequação e registro)

  • Perfil do investidor: classificação baseada em objetivos, horizonte, conhecimento e tolerância a risco. Exemplo prático: conservador tende a priorizar liquidez e baixa volatilidade.
  • Objetivo: finalidade do investimento (reserva, curto prazo, aposentadoria). Conceito-chave: objetivo define prazo e tolerância a oscilação.
  • Horizonte de investimento: tempo até precisar do dinheiro. Exemplo prático: horizonte curto combina com alta liquidez e menor risco de mercado.
  • Capacidade financeira: quanto o cliente pode investir e suportar perdas sem comprometer orçamento. Exemplo prático: evitar produto volátil para quem não suporta oscilações.
  • Registro de recomendação: documentação do que foi ofertado e por quê. Conceito-chave: evidencia transparência e adequação.

Roteiro de conteúdos por tópicos (revisão em sequência lógica)

Bloco 1 — Linguagem do mercado: taxas, inflação e referências

O que revisar neste bloco: como Selic, CDI, inflação e curva de juros se conectam com rentabilidade e preço dos ativos.

  • Definições para dominar: Selic, CDI, inflação, juro real, curva de juros, benchmark.
  • Comparações para saber fazer: pós-fixado x prefixado (sensibilidade a juros); retorno nominal x retorno real.

Checklist de relações-chave (Bloco 1)

  • Selic ↑ → tende a elevar retornos de pós-fixados atrelados a CDI/Selic.
  • Juros futuros ↑ → preço de títulos prefixados/híbridos no mercado tende a ↓ (marcação a mercado).
  • Inflação ↑ → importância de retorno real ↑; produtos indexados ao IPCA ganham relevância.

Bloco 2 — Renda fixa aplicada: emissor, indexador, prazo e marcação a mercado

O que revisar neste bloco: como descrever um título de renda fixa em quatro dimensões: quem emite, como remunera, quando paga e como oscila.

  • Definições para dominar: emissor, indexador, prefixado/pós/híbrido, vencimento, liquidez, marcação a mercado, risco de crédito.
  • Comparações para saber fazer: liquidez diária x vencimento; FGC (quando existe) x ausência de garantia; risco de crédito (banco/empresa/governo) em termos gerais.

Passo a passo prático: como explicar um produto de renda fixa ao cliente (sem recomendar)

  1. Identifique o emissor e explique o que isso significa para risco de crédito (ex.: banco, empresa, governo).
  2. Descreva a remuneração: prefixada, pós-fixada ou híbrida; informe o indexador e a taxa.
  3. Explique o prazo: vencimento e possibilidade (ou não) de resgate/venda antes do vencimento.
  4. Traduza a liquidez: quando o dinheiro pode voltar para a conta e se há carência.
  5. Mostre o principal risco: crédito e/ou mercado (marcação a mercado), conforme o caso.
  6. Finalize com custos e impostos: IR/IOF quando aplicável e impacto no retorno líquido.

Checklist produto x risco x liquidez x tributação (Bloco 2)

DimensãoPergunta que você deve conseguir responderExemplo de resposta esperada
ProdutoQual é o instrumento?“É um título de renda fixa emitido por um banco/empresa/governo.”
RiscoQual risco domina?“Crédito do emissor” e/ou “mercado por marcação a mercado”.
LiquidezQuando consigo resgatar?“Diária” ou “somente no vencimento” ou “venda antecipada com preço de mercado”.
TributaçãoQuais impostos/custos afetam o líquido?“IR conforme regra do produto; IOF se resgate muito curto; taxas se houver.”

Bloco 3 — Renda variável: oscilação, liquidez e instrumentos de acesso

O que revisar neste bloco: como descrever renda variável com foco em volatilidade, risco de mercado e formas comuns de exposição (ações e ETFs).

  • Definições para dominar: volatilidade, risco de mercado, dividendos, liquidez de mercado, ETF.
  • Comparações para saber fazer: ação individual x ETF (diversificação); renda variável x renda fixa (previsibilidade x oscilação).

Checklist de relações-chave (Bloco 3)

  • Maior potencial de oscilação → maior necessidade de horizonte compatível.
  • Diversificação (ex.: ETF) → reduz risco específico, não elimina risco de mercado.
  • Liquidez de mercado alta → tende a facilitar compra/venda com menor spread.

Bloco 4 — Fundos: papéis, taxas, prazos e efeitos no retorno

O que revisar neste bloco: como funciona o “motor” de um fundo (cotas, prestadores, taxas) e como isso aparece para o cliente (rentabilidade, prazos de resgate, tributação).

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  • Definições para dominar: cota, condomínio, administrador, gestor, custodiante, taxa de administração, taxa de performance, benchmark, cotização, liquidação, come-cotas.
  • Comparações para saber fazer: taxa de administração x performance (o que cada uma cobra); D+0/D+1/D+30 (impacto na liquidez); fundo x investimento direto (simplicidade x custos).

Passo a passo prático: como “ler” um fundo a partir de informações essenciais

  1. Identifique a classe e objetivo (ex.: referenciado, renda fixa, multimercado, ações) e o benchmark.
  2. Verifique taxas: administração e performance (se houver) e entenda quando são cobradas.
  3. Cheque prazos: cotização e liquidação do resgate (liquidez real).
  4. Entenda tributação: se há come-cotas e como o IR incide no resgate.
  5. Conecte risco: quais ativos predominam e qual risco tende a ser mais relevante (mercado, crédito, liquidez).

Checklist fundo x risco x liquidez x tributação (Bloco 4)

  • Risco: depende da política de investimento (não do “nome” do fundo).
  • Liquidez: depende de cotização + liquidação (não apenas “aceita resgate”).
  • Tributação: pode haver come-cotas (antecipação) e IR no resgate.
  • Custo: taxas reduzem retorno líquido; comparar fundos exige olhar custos e benchmark.

Bloco 5 — Previdência: fases, carência, portabilidade e regimes de IR

O que revisar neste bloco: termos operacionais (acumulação/benefício), regras de movimentação (carência/portabilidade) e o impacto do regime tributário.

  • Definições para dominar: acumulação, benefício, carência, portabilidade, progressivo, regressivo.
  • Comparações para saber fazer: progressivo x regressivo (lógica de cálculo); resgate x renda (forma de recebimento); previdência x fundo (regras e finalidade do produto).

Checklist de relações-chave (Bloco 5)

  • Carência e regras do plano → determinam liquidez prática.
  • Regime de IR escolhido → altera imposto no resgate/benefício.
  • Portabilidade → troca de plano sem “sair” do produto (conforme regras).

Bloco 6 — Riscos: identificar, nomear e associar ao produto

O que revisar neste bloco: mapear o risco dominante de cada classe e reconhecer quando há combinação de riscos.

  • Definições para dominar: crédito, mercado, liquidez, operacional, sistêmico, diversificação.
  • Comparações para saber fazer: risco de crédito x risco de mercado (o que causa perda em cada um); risco de liquidez em produto com resgate longo x produto com liquidez diária.

Passo a passo prático: identificar o risco dominante de um produto

  1. Veja o emissor/contraparte: se depende de pagamento do emissor, há risco de crédito.
  2. Veja se há preço de mercado: se o valor oscila com juros/bolsa/câmbio, há risco de mercado.
  3. Veja a janela de saída: se resgate é demorado ou restrito, há risco de liquidez.
  4. Veja a estrutura: se é fundo, avalie política e prazos; se é título, avalie vencimento e marcação a mercado.

Bloco 7 — Tributação e custos: do bruto ao líquido

O que revisar neste bloco: transformar rentabilidade “bruta” em “líquida” considerando IR/IOF e taxas.

  • Definições para dominar: alíquota, base de cálculo, IR, IOF, custos (taxas).
  • Comparações para saber fazer: retorno bruto x líquido; produto com taxa alta x taxa baixa (efeito no longo prazo); resgate curto x longo (efeito de IOF/IR quando aplicável).

Checklist: perguntas obrigatórias sobre tributação/custos (Bloco 7)

  • Incide IR? Em que momento (no resgate, semestralmente, na fonte)?
  • Incide IOF em resgate curto?
  • Quais taxas existem (administração, performance, carregamento quando aplicável)?
  • O imposto incide sobre rendimento ou sobre o total?

Bloco 8 — Suitability: adequação, evidências e coerência da oferta

O que revisar neste bloco: como conectar perfil, objetivo e horizonte às características do produto, garantindo registro e transparência.

  • Definições para dominar: perfil, objetivo, horizonte, capacidade financeira, registro de recomendação.
  • Comparações para saber fazer: produto de alta volatilidade x perfil conservador; liquidez baixa x objetivo de curto prazo; risco de crédito elevado x baixa capacidade de perda.

Checklist de coerência (perfil x produto)

Elemento do clienteO que precisa estar coerenteExemplo de checagem
ObjetivoProduto atende a finalidade?Reserva de emergência pede alta liquidez e baixa oscilação.
HorizontePrazo do produto é compatível?Se pode precisar em 30 dias, evitar resgate D+30.
Tolerância a riscoOscilação é aceitável?Se não aceita perdas temporárias, evitar alta volatilidade.
Capacidade financeiraPerdas possíveis cabem no orçamento?Evitar concentração e riscos elevados para quem não suporta.

Mapa rápido de comparações que mais caem (sem repetir teoria)

  • Prefixado x Pós-fixado: previsibilidade de taxa x acompanhamento do indexador; sensibilidade a juros (marcação a mercado) tende a ser mais evidente no prefixado, especialmente em prazos longos.
  • IPCA+ x CDI: foco em retorno real (inflação + taxa) x foco em acompanhar juros correntes.
  • Ação x ETF: concentração em empresa x diversificação via índice; ambos com risco de mercado.
  • Fundo x título direto: gestão profissional e diversificação x custos e regras do fundo (taxas, prazos, come-cotas quando aplicável).
  • Resgate rápido x resgate longo: maior flexibilidade x possível prêmio de prazo; sempre checar cotização/liquidação.
  • Retorno bruto x retorno líquido: considerar IR/IOF e taxas antes de comparar alternativas.

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Ao explicar um título de renda fixa ao cliente, qual sequência de pontos ajuda a comparar produto, risco, liquidez e tributação de forma completa?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

A abordagem completa considera: emissor (crédito), remuneração e indexador, prazo e liquidez (resgate/vencimento), possíveis oscilações por marcação a mercado e, por fim, custos e impostos (IR/IOF). Isso permite comparar produto x risco x liquidez x tributação.

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