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Bombeiros Militares: Guia Completo de Preparação para Concursos Públicos

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21 páginas

Atendimento Pré-Hospitalar tático e civil para Bombeiros Militares

Capítulo 9

Tempo estimado de leitura: 15 minutos

+ Exercício

Conceito e objetivos do Atendimento Pré-Hospitalar (APH) tático e civil

O Atendimento Pré-Hospitalar (APH) é o conjunto de ações realizadas fora do ambiente hospitalar para identificar riscos, reconhecer agravos, iniciar intervenções imediatas e organizar o transporte seguro da vítima. No contexto do Bombeiro Militar, o APH civil foca em ocorrências do cotidiano (acidentes de trânsito, quedas, emergências clínicas), enquanto o APH tático aplica os mesmos princípios com ênfase ampliada em segurança da equipe, controle rápido de hemorragias e tomada de decisão sob ameaça, mantendo o objetivo central: preservar vida e evitar piora do quadro.

Em ambos os cenários, a sequência operacional é estruturada para reduzir erros: avaliar a cena, garantir segurança, estimar mecanismo/cinemática, triar quando houver múltiplas vítimas, executar abordagem primária (ameaças imediatas à vida), abordagem secundária (exame detalhado), estabilizar, monitorar, decidir transporte e comunicar informações essenciais.

Sequência operacional do APH: visão geral em fluxo

Chegada → Avaliação da cena e segurança → Cinemática do trauma / queixa principal → Triagem (se necessário) → Abordagem primária (ameaças imediatas) → Intervenções críticas (hemorragia, via aérea, ventilação, choque) → Abordagem secundária (exame + história) → Reavaliações + sinais vitais seriados → Decisão de transporte (prioridade/destino) → Entrega com passagem de caso

1) Avaliação da cena e segurança (civil e tático)

Objetivo

Evitar que a equipe se torne vítima e garantir condições mínimas para atendimento. Segurança é intervenção clínica: sem segurança, não há APH efetivo.

Passo a passo prático

  • Parada segura: posicionar viatura protegendo a cena (quando aplicável), sinalizar, usar EPI adequado (luvas, óculos, máscara conforme risco).
  • Varredura de riscos: tráfego, incêndio, eletricidade, produtos perigosos, instabilidade estrutural, violência, animais, aglomeração.
  • Controle do ambiente: isolar área, solicitar apoio (polícia, concessionária de energia, resgate, mais ambulâncias), definir rotas de entrada/saída.
  • Número de vítimas: estimar rapidamente e pedir recursos cedo.
  • No tático: priorizar cobertura/abrigo, reduzir exposição, atuar por zonas (quente/morna/fria) conforme doutrina local, e só avançar quando a ameaça permitir.

Checklist rápido de segurança

  • Tráfego controlado?
  • Risco de fogo/fumaça/explosão?
  • Risco elétrico (fios, postes, painéis)?
  • Risco químico/biológico (odor, placas, derramamento)?
  • Risco de violência ativa?
  • Estrutura estável?
  • EPI adequado?
  • Rotas de fuga definidas?

2) Cinemática do trauma e suspeitas imediatas

A cinemática do trauma é a leitura do mecanismo de lesão para antecipar lesões ocultas e ajustar prioridades. Quanto maior a energia envolvida, maior a chance de lesões internas graves mesmo com sinais externos discretos.

Exemplos práticos de cinemática

  • Colisão frontal: lesões torácicas, abdome, membros inferiores, trauma cranioencefálico (TCE) por impacto.
  • Capotamento/ejeção: alta energia; suspeitar politrauma e lesão de coluna.
  • Atropelamento: múltiplos impactos; risco de fraturas pélvicas e hemorragia interna.
  • Queda de altura: calcâneo/coluna/pelve; quanto maior a altura, maior a gravidade.
  • Ferimento penetrante: risco de hemorragia externa e interna; no tático, controle de sangramento é prioridade imediata.

Decisão orientada pela cinemática

Alta energia OU sinais de instabilidade → abordagem primária rápida + transporte prioritário + reavaliações frequentes

3) Triagem em múltiplas vítimas (MCI)

Triagem é o processo de priorizar atendimento quando recursos são insuficientes para todos ao mesmo tempo. O objetivo é maximizar sobreviventes, não “atender primeiro quem grita mais”. Use um método simples e consistente adotado pela corporação (princípios universais: avaliar respiração, perfusão e estado mental).

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Fluxo de decisão (princípios universais)

1) Vítima anda? → direcionar para área segura (prioridade menor inicial) e reavaliar depois (pode piorar) 2) Não anda: avalie respiração - Não respira: abrir via aérea - Continua sem respirar: óbito/expectante conforme protocolo local - Volta a respirar: prioridade alta 3) Respira: avaliar perfusão (pulso radial/enchimento capilar/hemorragia maciça) - Perfusão ruim ou hemorragia grave: prioridade alta 4) Perfusão adequada: avaliar estado mental - Não obedece comandos/confuso: prioridade alta - Obedece comandos: prioridade intermediária

Checklist de triagem

  • Marcar/identificar prioridade e registrar achados essenciais.
  • Intervenções rápidas permitidas: controle de hemorragia, abertura de via aérea, posicionamento.
  • Organizar fluxo: área de triagem, área de tratamento, área de evacuação.

4) Abordagem primária: ameaças imediatas à vida

A abordagem primária é um exame rápido e sistemático para identificar e tratar condições que matam em minutos. Em cenários táticos, a prioridade prática costuma ser hemorragia maciça antes de outras etapas, pois sangramento exsanguinante pode matar mais rápido que obstrução parcial de via aérea.

Sequência operacional (modelo prático)

1) Responsividade + pedido de ajuda 2) Controle de hemorragia maciça 3) Via aérea (nível básico) 4) Respiração/ventilação 5) Circulação e choque 6) Avaliação neurológica rápida 7) Exposição controlada e prevenção de hipotermia

4.1 Controle de hemorragias (prioridade crítica)

Hemorragia externa grave deve ser controlada imediatamente. A regra é: identificar, expor o local, aplicar técnica eficaz e reavaliar.

Passo a passo prático

  • Pressão direta: compressão firme com gaze/tecido limpo; manter por tempo suficiente; reforçar curativo sem retirar o primeiro (evita desfazer coágulo).
  • Curativo compressivo: manter pressão contínua com bandagem.
  • Empacotamento de ferida (quando aplicável): preencher cavidade com gaze e manter pressão sustentada.
  • Torniquete (membros, sangramento ameaçador à vida): aplicar proximal ao ferimento, apertar até cessar sangramento e ausência de pulso distal; registrar horário; não afrouxar para “ver como está”.
  • Hemorragia em junções (axila/virilha/pescoço): pressão direta e empacotamento; torniquete pode não ser possível.

Checklist de controle de sangramento

  • Local exposto e fonte identificada?
  • Sangramento cessou?
  • Perfusão distal avaliada (quando aplicável)?
  • Horário do torniquete registrado?
  • Sinais de choque presentes?

4.2 Via aérea (manejo em nível básico)

O objetivo é garantir passagem de ar e reduzir risco de aspiração. Em nível básico, priorize manobras manuais, posicionamento e dispositivos simples conforme protocolo local.

Passo a passo prático

  • Avaliar: vítima fala? há roncos/gorgolejo/estridor? há vômito/sangue?
  • Posicionar: se não houver suspeita de trauma cervical importante, usar elevação do queixo e inclinação da cabeça; se houver suspeita, usar tração da mandíbula.
  • Aspirar secreções quando disponível e indicado.
  • Dispositivo básico: cânula orofaríngea (inconsciente sem reflexo de vômito) ou nasofaríngea (quando indicada e permitida), seguindo contraindicações usuais.
  • Recuperação: se respira e não há contraindicação, posição lateral de segurança para reduzir aspiração.

Fluxo de decisão (via aérea)

Consegue falar frases completas? → via aérea provavelmente pérvia (monitorar) Não consegue falar / sons anormais / rebaixamento → abrir via aérea + aspirar se necessário Se mantém pérvia? → continuar e monitorar Se não mantém / rebaixa mais → ventilar com bolsa-válvula-máscara (se disponível) + transporte prioritário

4.3 Respiração e ventilação

Avalie frequência, esforço respiratório, simetria do tórax e sinais de hipóxia. Intervenções básicas incluem oxigenação conforme disponibilidade/protocolo, ventilação assistida com bolsa-válvula-máscara quando necessário e posicionamento.

Checklist respiratório

  • Frequência respiratória adequada?
  • Uso de musculatura acessória?
  • Cianose/sudorese/agitação?
  • Expansão torácica simétrica?
  • Ventilação assistida necessária?

4.4 Circulação, choque e perfusão

Choque é falha de perfusão tecidual. No APH, reconheça cedo e trate com medidas imediatas: controlar hemorragia, posicionar, manter aquecimento, oxigenar/ventilar se indicado e transportar rapidamente.

Sinais sugestivos de choque

  • Pele fria, pálida, sudoreica
  • Taquicardia
  • Alteração do nível de consciência (ansiedade, confusão)
  • Pulso fraco/filiforme
  • Tempo de enchimento capilar aumentado (quando aplicável)
  • Hipotensão (sinal tardio em muitos traumas)

Condutas imediatas (nível básico)

  • Controle definitivo do sangramento externo.
  • Posicionamento conforme quadro (ex.: supino se tolerado; evitar piora respiratória).
  • Prevenir hipotermia: cobertor, isolar do solo, minimizar exposição.
  • Reavaliações frequentes e transporte prioritário.

4.5 Avaliação neurológica rápida

Use avaliação simples e repetível: nível de consciência (alerta/responde à voz/dor/não responde), pupilas quando possível e sinais de déficit. Alteração neurológica pode indicar hipóxia, choque, TCE, hipoglicemia ou outras causas clínicas.

4.6 Exposição controlada

Expor o suficiente para encontrar lesões graves, mas evitar perda de calor e preservar privacidade. Hipotermia piora coagulação e aumenta mortalidade em trauma.

5) Abordagem secundária: exame detalhado e história

Após estabilizar ameaças imediatas, faça exame da cabeça aos pés e colete história dirigida. Em vítimas instáveis, a secundária é abreviada e o foco permanece em transporte e reavaliação.

Passo a passo prático (exame físico)

  • Cabeça e face: ferimentos, sangramento, deformidades, sinais de trauma.
  • Pescoço: dor, deformidade, ingurgitamento, feridas; cuidado com coluna.
  • Tórax: dor, crepitação, assimetria, feridas.
  • Abdome: dor, rigidez, distensão, equimoses.
  • Pelve: dor/instabilidade (avaliar com cautela, evitar manobras repetidas).
  • Membros: deformidades, perfusão distal, sensibilidade e movimento.
  • Dorso: inspeção e palpação quando possível com rolamento em bloco.

História dirigida (modelo prático)

  • Sinais e sintomas principais
  • Alergias
  • Medicamentos em uso
  • Passado médico relevante
  • Última refeição/ingestão (quando útil)
  • Eventos relacionados ao problema (o que aconteceu, quando, como)

6) Sinais vitais e monitorização: o que medir e como interpretar

Sinais vitais devem ser colhidos e repetidos para identificar tendência (piora/melhora). Em APH, a tendência muitas vezes é mais importante que um valor isolado.

Conjunto mínimo recomendado

  • Nível de consciência: alerta/confuso/sonolento/não responsivo.
  • Respiração: frequência, padrão, esforço.
  • Circulação: pulso (frequência/força/regularidade), perfusão periférica, cor/temperatura da pele.
  • Pressão arterial (quando disponível).
  • Saturação de oxigênio (quando disponível).
  • Temperatura (quando disponível e relevante).
  • Glicemia capilar (quando disponível, especialmente em alteração de consciência).

Checklist de reavaliação

  • Reavaliar ABC e sangramentos após cada intervenção.
  • Repetir sinais vitais em intervalos curtos em instáveis.
  • Checar curativos/torniquetes: sangramento voltou?
  • Checar dor, perfusão distal e imobilizações.

7) Imobilizações e movimentação: quando e como

Imobilização deve ser seletiva e baseada em risco: mecanismo, sintomas, exame e nível de consciência. O objetivo é reduzir dor, prevenir piora e permitir transporte seguro.

Princípios práticos

  • Coluna: suspeitar em trauma significativo, dor cervical/dorsal, déficit neurológico, rebaixamento, intoxicação, distração por dor intensa.
  • Membros: imobilizar fraturas/luxações com alinhamento suave quando indicado e permitido; avaliar pulso, sensibilidade e movimento antes e depois.
  • Pelvis: suspeitar em alta energia/dor pélvica; estabilização reduz sangramento potencial.

Checklist de imobilização de membro

  • Perfusão distal (pulso/cor/temperatura) antes?
  • Sensibilidade e movimento antes?
  • Imobilização inclui articulação acima e abaixo (quando aplicável)?
  • Perfusão distal reavaliada após?
  • Dor reduziu e transporte estável?

8) Suporte em emergências clínicas comuns no APH

Nem toda ocorrência é trauma. Em emergências clínicas, a lógica permanece: identificar ameaça imediata, suportar funções vitais e transportar com comunicação adequada.

8.1 Dor torácica e suspeita de síndrome coronariana

  • Avaliar sinais de gravidade: sudorese fria, dispneia, síncope, hipotensão, alteração de consciência.
  • Manter repouso, monitorar sinais vitais, preparar transporte prioritário.
  • Se houver parada, iniciar RCP e usar DEA.

8.2 Dispneia (asma/DPOC/edema agudo, etc.)

  • Posicionar para conforto respiratório (geralmente sentado).
  • Avaliar esforço, fala entrecortada, cianose, fadiga.
  • Ventilação assistida se rebaixamento/falência ventilatória.

8.3 Alteração do nível de consciência

  • Checar via aérea e respiração imediatamente.
  • Considerar causas reversíveis: hipoglicemia, hipóxia, intoxicação, convulsão, AVC, choque.
  • Se disponível, medir glicemia; se convulsão ativa, proteger de traumas e manter via aérea.

8.4 AVC suspeito

  • Reconhecer sinais focais (assimetria facial, fraqueza em braço/perna, fala alterada) e registrar horário de início/última vez visto bem.
  • Transporte rápido e comunicação prévia ao destino.

8.5 Anafilaxia (reação alérgica grave)

  • Sinais: urticária + dispneia/estridor, edema de face/língua, hipotensão, colapso.
  • Prioridade: via aérea e ventilação; transporte imediato; seguir protocolo local para medicações quando aplicável.

9) RCP e uso do DEA: protocolo prático

Parada cardiorrespiratória exige ação imediata e coordenada. O foco é compressões de alta qualidade e desfibrilação precoce quando indicada.

RCP em adulto (passo a passo)

  • Confirmar inconsciência e ausência de respiração normal.
  • Acionar apoio e solicitar DEA.
  • Iniciar compressões no centro do tórax, com profundidade e frequência adequadas, permitindo retorno completo.
  • Ventilar conforme treinamento e recursos (ou compressões contínuas quando indicado pelo protocolo).
  • Minimizar interrupções.

Uso do DEA (passo a passo)

  • Ligar o DEA e seguir comandos de voz.
  • Expor tórax, secar se molhado, remover excesso de pelos se necessário para aderência.
  • Colar pás nos locais indicados pelo dispositivo.
  • Afastar todos durante análise e choque.
  • Após choque (ou se não indicado), retomar RCP imediatamente.

Checklist de qualidade em RCP

  • Interrupções mínimas?
  • Compressões com retorno completo?
  • Troca de revezamento para evitar fadiga?
  • DEA aplicado o quanto antes?
  • Causa reversível suspeita considerada (hipóxia, hipovolemia, etc.)?

10) Transporte, decisão de prioridade e comunicação

Transporte é parte do tratamento. A decisão deve equilibrar gravidade, tempo e recursos. Em trauma grave, “tempo até cuidado definitivo” é crítico; em clínica instável, monitorização e suporte durante o deslocamento são essenciais.

Critérios práticos para transporte prioritário

  • Instabilidade hemodinâmica (sinais de choque).
  • Comprometimento de via aérea/ventilação.
  • Alteração importante do nível de consciência.
  • Hemorragia grave (mesmo controlada, risco de recorrência/choque).
  • Trauma de alta energia com suspeita de lesões internas.

Passagem de caso (modelo estruturado)

  • Identificação: idade/sexo (quando possível), mecanismo/queixa principal.
  • Achados críticos: via aérea, respiração, circulação, nível de consciência.
  • Intervenções realizadas: controle de sangramento, imobilizações, RCP/DEA, ventilação.
  • Sinais vitais e tendência.
  • Tempo: horário do evento, início de sintomas, horário de torniquete, tempo de RCP.

Checklists integrados (para treino e prova)

Checklist operacional do APH (1 minuto)

  • Segurança da cena e EPI
  • Número de vítimas e recursos
  • Cinemática/queixa
  • Triagem (se múltiplas vítimas)
  • Primária: hemorragia → via aérea → respiração → circulação/choque → neuro → exposição/hipotermia
  • Secundária: exame + história
  • Sinais vitais seriados
  • Transporte e comunicação

Fluxo de decisão: “ficar e tratar” vs “carregar e levar”

Instável (choque, via aérea/ventilação comprometida, rebaixamento, hemorragia grave, alta energia com sinais de gravidade) → intervenções críticas rápidas + transporte prioritário Estável → secundária completa + imobilizações/curativos + monitorização + transporte conforme necessidade

Casos simulados (com perguntas)

Caso 1: Colisão com motociclista

Você chega a um acidente. Motociclista ao solo, capacete danificado, sangramento intenso em coxa, consciente porém agitado, pele fria e sudoreica. Trânsito ainda fluindo.

  • Pergunta 1: Quais são as três primeiras ações na cena antes de tocar na vítima?
  • Pergunta 2: Na abordagem primária, qual intervenção vem primeiro e por quê?
  • Pergunta 3: Quais sinais sugerem choque neste caso?
  • Pergunta 4: Após controlar o sangramento, quais reavaliações imediatas você faz?

Caso 2: Múltiplas vítimas em queda de arquibancada

Há 12 vítimas. Algumas caminham, outras estão no chão. Uma vítima não anda, respira rápido, está confusa e com sangramento moderado no braço.

  • Pergunta 1: Como você organiza a triagem inicial e o que faz com as vítimas que conseguem andar?
  • Pergunta 2: Quais critérios colocam a vítima confusa como prioridade alta?
  • Pergunta 3: Quais intervenções rápidas são aceitáveis durante a triagem?

Caso 3: Parada cardiorrespiratória em local público

Homem de meia-idade cai ao chão. Está inconsciente e não respira normalmente. Há um DEA disponível no local.

  • Pergunta 1: Descreva a sequência de ações nos primeiros 2 minutos.
  • Pergunta 2: Em que momentos você interrompe as compressões e por quanto tempo?
  • Pergunta 3: O que você faz imediatamente após o choque do DEA?

Caso 4: Suspeita de AVC

Mulher com fala enrolada e fraqueza em braço direito iniciadas “há cerca de 40 minutos”, segundo familiar. Pressão arterial elevada, consciente.

  • Pergunta 1: Quais informações de tempo são essenciais para registrar?
  • Pergunta 2: Quais sinais vitais e reavaliações você prioriza durante o transporte?
  • Pergunta 3: Qual é o risco de atrasar o transporte para “observar melhor”?

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Em uma ocorrência com múltiplas vítimas e recursos limitados, qual é o objetivo principal da triagem no APH?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

A triagem organiza prioridades quando não há recursos para todos ao mesmo tempo, buscando maximizar sobreviventes. Para isso, aplica critérios objetivos (respiração, perfusão e estado mental), em vez de seguir quem grita mais ou fazer avaliação completa antes.

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Combate a incêndio e comportamento do fogo para Bombeiros Militares

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