Principais erros de iniciantes ao abrir uma pequena empresa: como evitar e corrigir rapidamente

Capítulo 13

Tempo estimado de leitura: 15 minutos

+ Exercício

Como usar este capítulo

O objetivo aqui é prevenir falhas comuns e, quando elas já aconteceram, corrigir rápido com ações simples. Para cada erro, você verá: sinais de alerta (o que observar), impacto (o que costuma dar errado) e ação corretiva prática (o que fazer nesta semana). Use como uma auditoria do seu dia a dia.

Erro 1: Começar sem validar demanda (ou ignorar os sinais do mercado)

Mesmo quando você já fez algum teste inicial, é comum o iniciante “se apaixonar” pela solução e parar de medir a demanda real, assumindo que o mercado vai reagir como esperado.

Sinais de alerta

  • Muitas conversas e elogios, mas poucas compras.
  • Você precisa insistir demais para fechar.
  • O ciclo de venda é longo para um produto simples.
  • As pessoas pedem “para pensar” e somem.

Impacto no negócio

  • Gasto de tempo e dinheiro em algo que não gira.
  • Estoque parado, agenda vazia, frustração e retrabalho.
  • Pressão no caixa e decisões precipitadas (descontos sem critério, anúncios sem retorno).

Ação corretiva prática

Faça um “reteste” de demanda em 72 horas com uma oferta objetiva e mensurável.

  1. Defina 1 oferta principal (um pacote/serviço/produto com escopo claro).
  2. Escolha 1 público específico (um segmento que você já atende ou quer atender agora).
  3. Crie 1 chamada direta com preço, prazo e resultado esperado.
  4. Aborde 20 pessoas (clientes antigos, indicações, contatos locais) e registre respostas em uma planilha simples.
  5. Meta mínima: 3 a 5 vendas ou 5 a 8 intenções fortes (ex.: agendamento com data) para seguir; abaixo disso, ajuste oferta, público ou canal.

Exemplo prático: em vez de “faço manutenção geral”, ofereça “revisão completa em 90 minutos + checklist + garantia de 7 dias por R$ X, com 10 vagas esta semana”.

Erro 2: Confundir faturamento com lucro

Faturar é vender. Lucro é o que sobra depois de pagar todos os custos (inclusive taxas, impostos, fretes, devoluções, retrabalho e seu pró-labore). Iniciantes celebram o volume e descobrem tarde que “vender mais” aumentou o prejuízo.

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Sinais de alerta

  • Vendas crescem, mas o saldo bancário não.
  • Você paga contas “no limite” mesmo com boa demanda.
  • Você não sabe dizer quanto lucrou no mês passado.
  • Você depende de antecipação/parcelamento para respirar.

Impacto no negócio

  • Operação vira uma esteira: muito trabalho, pouca sobra.
  • Endividamento para sustentar crescimento.
  • Decisões erradas (contratar, comprar, investir em marketing) sem base.

Ação corretiva prática

Implante um “DRE simplificado” semanal (15 minutos, toda sexta).

  • Receita: total recebido (não apenas vendido).
  • Custos variáveis: mercadoria/insumo, taxas, comissões, frete, embalagem.
  • Margem de contribuição = Receita − Custos variáveis.
  • Custos fixos: aluguel, internet, ferramentas, contador, salários, etc.
  • Resultado = Margem − Fixos.
Semana X: Recebido 5.000  | Variáveis 2.200 | Margem 2.800 | Fixos (semana) 2.400 | Resultado 400

Se o resultado for baixo, a correção geralmente está em: aumentar margem (preço/combos), reduzir variáveis (fornecedor/taxa) ou reduzir fixos (renegociar/cortar).

Erro 3: Misturar finanças pessoais e da empresa

Quando tudo passa na mesma conta, você perde a leitura do negócio. O caixa vira “extensão da vida pessoal” e o negócio não consegue formar reserva.

Sinais de alerta

  • Pagamentos pessoais saem do caixa da empresa sem registro.
  • Você não sabe quanto pode retirar com segurança.
  • Você usa cartão pessoal para comprar insumo e esquece de lançar.

Impacto no negócio

  • Falsa sensação de lucro ou de prejuízo.
  • Atrasos, multas e estresse por falta de previsibilidade.
  • Dificuldade para comprovar renda e negociar com fornecedores.

Ação corretiva prática

Separe em 24 horas com um protocolo simples.

  1. Crie uma conta/caixa da empresa (mesmo que seja uma conta digital básica).
  2. Defina pró-labore fixo (um valor mensal realista) e retire apenas em uma data.
  3. Reembolso: qualquer gasto pessoal pago pela empresa vira “adiantamento” e deve ser devolvido ou descontado do pró-labore.
  4. Regra de ouro: “se não está registrado, não aconteceu”.

Modelo de registro: Data | Tipo (pessoal/empresa) | Categoria | Valor | Forma | Observação.

Erro 4: Precificar sem margem (ou “no feeling”)

Mesmo que você já tenha uma precificação inicial, o erro recorrente é não atualizar a margem quando mudam custos, taxas, tempo de entrega, retrabalho e descontos.

Sinais de alerta

  • Você dá desconto e “não sente” o impacto.
  • Produtos mais vendidos são os que mais dão trabalho.
  • Você não sabe o custo total por venda (taxas, frete, embalagem, tempo).

Impacto no negócio

  • Vendas aumentam e o caixa piora.
  • Você fica preso em volume e não consegue investir.
  • Perde motivação por trabalhar muito e ganhar pouco.

Ação corretiva prática

Crie uma “tabela de margem mínima” e use como trava para descontos.

  1. Liste os 10 itens/serviços mais vendidos.
  2. Para cada um, estime: custo direto + taxas + frete/embalagem + tempo (se serviço).
  3. Defina margem mínima aceitável (ex.: 30%).
  4. Crie 3 níveis de desconto: permitido, com aprovação (você), proibido.
ItemPreçoCusto totalMargemDesconto máximo
Produto AR$ 100R$ 6238%até 5%
Serviço BR$ 250R$ 19024%0% (rever preço)

Erro 5: Comprar estoque/equipamentos cedo demais

O iniciante tenta “parecer profissional” antes de ter giro. Compra variedade, aumenta capacidade e cria custo fixo/estoque parado.

Sinais de alerta

  • Estoque encalhado ou vencendo.
  • Equipamento caro com baixa utilização.
  • Você compra para “aproveitar promoção” sem cálculo de giro.
  • Falta dinheiro para marketing, contas e reposição do que realmente vende.

Impacto no negócio

  • Capital de giro travado.
  • Perdas por obsolescência, validade, avaria.
  • Ansiedade e decisões reativas (queima de estoque com prejuízo).

Ação corretiva prática

Implemente a regra “giro antes de volume”.

  1. Classifique itens em A (mais vendidos), B (médios), C (parados).
  2. Congele compras de C por 30 dias.
  3. Para A, compre para um período curto (ex.: 7 a 14 dias) e reponha com frequência.
  4. Venda C com estratégia: kits, bônus, desconto progressivo, ou devolução/consignação se possível.

Para equipamentos: alugue, terceirize ou compre usado até atingir um volume mínimo consistente por 8 a 12 semanas.

Erro 6: Não registrar vendas e custos (ou registrar “quando der”)

Sem registro, você administra por sensação. O problema não é “não ter sistema”, é não ter disciplina mínima.

Sinais de alerta

  • Você não sabe ticket médio, custo por pedido, nem inadimplência.
  • Você descobre contas atrasadas por surpresa.
  • Não consegue comparar semanas boas e ruins.

Impacto no negócio

  • Decisões erradas (cortar o que dá lucro, insistir no que dá prejuízo).
  • Falta de controle de caixa e risco de quebrar por detalhe.
  • Impossibilidade de delegar (tudo depende da sua memória).

Ação corretiva prática

Adote o “registro em 2 minutos” após cada venda e uma conferência diária.

  • Após a venda: Data | Cliente | Item | Valor | Forma de pagamento | Custo variável estimado.
  • No fim do dia (10 min): conferir recebimentos, taxas, despesas do dia e pendências.

Se você tem muitas vendas, registre por lote (ex.: a cada 2 horas) com um responsável e um horário fixo.

Erro 7: Depender de um único canal de aquisição

Quando 80% das vendas vêm de um canal (uma rede social, um marketplace, um parceiro), qualquer mudança derruba o faturamento.

Sinais de alerta

  • Queda de alcance/conta bloqueada e as vendas despencam.
  • Você não tem lista de contatos de clientes.
  • Você não sabe de onde vêm os melhores clientes, só “aparecem”.

Impacto no negócio

  • Risco operacional alto e instabilidade de caixa.
  • Pressão para aceitar condições ruins (taxas, prazos, comissões).
  • Dificuldade de planejar crescimento.

Ação corretiva prática

Crie redundância em 7 dias com um plano 70/20/10.

  • 70% esforço no canal principal (mantém o motor).
  • 20% em um canal secundário (ex.: indicações estruturadas, parcerias locais, tráfego pago pequeno).
  • 10% em um canal experimental (testes rápidos).

Obrigatório: construir base própria (contatos) com consentimento: nome, telefone/e-mail, data da compra, item e preferência.

Erro 8: Prometer além da capacidade (prazo, qualidade, escopo)

Para fechar vendas, o iniciante promete entrega rápida, personalização ilimitada ou suporte total. O custo aparece depois: retrabalho, atrasos e reclamações.

Sinais de alerta

  • Você vive apagando incêndio e pedindo desculpas.
  • Fila de pedidos aumenta e a qualidade cai.
  • Clientes perguntam “vai ficar pronto quando?” e você não sabe.

Impacto no negócio

  • Reputação prejudicada, devoluções e chargebacks.
  • Equipe (ou você) entra em exaustão.
  • Margem some por retrabalho e urgências.

Ação corretiva prática

Defina um “catálogo de entrega” com limites claros.

  1. Crie 3 níveis de oferta: básico, padrão, premium (com prazos e escopo).
  2. Inclua “o que não está incluso” em linguagem simples.
  3. Use um quadro de capacidade semanal: quantos pedidos você consegue entregar com qualidade.
  4. Quando lotar, aplique lista de espera ou aumente prazo/preço.

Frase prática para vender sem se comprometer demais: “Consigo entregar em X dias úteis mantendo o padrão. Se precisar antes, tenho taxa de urgência e depende de agenda.”

Erro 9: Falta de contratos (ou acordos mal definidos)

Sem contrato ou termo de serviço, o combinado vira discussão. Isso vale para prestação de serviço, encomendas, parcerias e até vendas recorrentes.

Sinais de alerta

  • Cliente muda escopo no meio (“só mais um ajuste”).
  • Discussões sobre prazo, pagamento, garantia e reembolso.
  • Você tem medo de cobrar porque “não está escrito”.

Impacto no negócio

  • Inadimplência e prejuízo por retrabalho.
  • Conflitos que consomem tempo e energia.
  • Risco jurídico e reputacional.

Ação corretiva prática

Use um termo simples de 1 página (mesmo para trabalhos pequenos).

  • Escopo: o que será entregue e o que não será.
  • Prazos: início, marcos e data final.
  • Pagamento: valor, forma, datas, multa/juros (se aplicável).
  • Política de alterações: quantas revisões, custo de extras.
  • Cancelamento e reembolso: regras objetivas.
  • Garantia/suporte: período e limites.

Passo a passo: (1) envie proposta resumida, (2) confirme por escrito, (3) só inicie após aceite e sinal quando necessário, (4) arquive tudo em uma pasta por cliente.

Erro 10: Ausência de rotina financeira (caixa, contas, impostos, reservas)

Mesmo quem registra vendas pode falhar por não ter cadência: pagar, cobrar, conciliar, separar impostos e formar reserva. A empresa vira refém do “quando sobrar”.

Sinais de alerta

  • Você não sabe quanto tem a pagar nos próximos 7/30 dias.
  • Impostos e taxas chegam como surpresa.
  • Você cobra atrasados tarde demais.
  • Não existe reserva para imprevistos.

Impacto no negócio

  • Multas, juros, nome negativado e perda de crédito.
  • Paralisação por falta de insumo ou capital de giro.
  • Decisões de curto prazo que destroem margem (promoções desesperadas).

Ação corretiva prática

Implante uma rotina financeira mínima com três cadências.

  • Diária (10 min): registrar entradas/saídas do dia e conferir recebimentos.
  • Semanal (30 min): contas a pagar/receber dos próximos 14 dias, cobrança ativa, conciliação de taxas.
  • Mensal (60 min): fechamento (resultado), provisão de impostos, revisão de preços e metas.

Regra prática de provisões: ao receber, separe imediatamente percentuais em “impostos/taxas”, “reposições”, “fixos” e “reserva”. Ajuste os percentuais conforme sua realidade, mas torne automático.

Checklist de auditoria do negócio (30 perguntas)

Responda com Sim/Não e anote evidências (link, planilha, documento, extrato). Onde for “Não”, vira item do seu plano de 14 dias.

Demanda e oferta

  • 1) Eu consigo descrever minha oferta principal em uma frase com preço e prazo?
  • 2) Eu sei qual produto/serviço mais vende e qual dá mais lucro?
  • 3) Eu tenho uma meta semanal de vendas (quantidade e valor) baseada na capacidade real?
  • 4) Eu sei por que os clientes não compram (objeções registradas)?
  • 5) Eu tenho um roteiro de abordagem/atendimento padrão para não improvisar sempre?

Lucro e margem

  • 6) Eu sei meu resultado (lucro/prejuízo) do último mês?
  • 7) Eu conheço meus custos variáveis por venda (taxas, frete, embalagem, comissões)?
  • 8) Eu tenho margem mínima definida por item/serviço?
  • 9) Eu tenho uma regra clara de desconto (limites e condições)?
  • 10) Eu reviso preços quando custos mudam?

Caixa e contas

  • 11) Eu sei quanto tenho em caixa hoje (saldo real, não “achismo”)?
  • 12) Eu tenho uma lista de contas a pagar e a receber dos próximos 30 dias?
  • 13) Eu concilio recebimentos (cartão/PIX/dinheiro) com o que foi vendido?
  • 14) Eu faço cobrança ativa de atrasados com um script e prazos?
  • 15) Eu separo provisão para impostos/taxas assim que recebo?

Separação empresa x pessoal

  • 16) Eu tenho conta/caixa separado para a empresa?
  • 17) Eu tenho pró-labore definido (valor e data)?
  • 18) Eu registro reembolsos e retiradas pessoais?
  • 19) Eu sei quanto a empresa pode distribuir sem comprometer o caixa?
  • 20) Eu consigo provar financeiramente o desempenho do negócio sem misturar gastos pessoais?

Estoque e compras

  • 21) Eu sei quais itens são A (giram), B e C (parados)?
  • 22) Eu tenho regra de reposição (quantidade e frequência) para itens A?
  • 23) Eu evito comprar variedade antes de confirmar giro?
  • 24) Eu tenho plano para reduzir estoque parado (kits, descontos, devolução)?
  • 25) Eu avalio compra de equipamento por uso real (capacidade x demanda) e não por impulso?

Operação, promessas e proteção

  • 26) Eu tenho prazos padrão e limites de escopo por tipo de pedido?
  • 27) Eu acompanho capacidade semanal (quantos pedidos consigo entregar com qualidade)?
  • 28) Eu uso contrato/termo por escrito para serviços/encomendas?
  • 29) Eu tenho política clara de cancelamento, reembolso e garantia?
  • 30) Eu tenho pelo menos 2 canais ativos de aquisição e uma base própria de contatos?

Plano de ajustes para os próximos 14 dias

Use este plano como um sprint. A ideia é corrigir o que mais causa quebra de caixa e desgaste com clientes. Adapte a ordem conforme sua urgência, mas mantenha a cadência diária.

Dia 1: Diagnóstico rápido e organização

  • Escolha 5 “Nãos” mais perigosos do checklist (os que afetam caixa e entrega).
  • Crie uma pasta (digital ou física) com: vendas, custos, contratos, fornecedores, impostos.
  • Defina um horário fixo diário de 10 minutos para financeiro.

Dia 2: Separação financeira

  • Abra/defina conta/caixa da empresa.
  • Defina pró-labore e regra de retiradas.
  • Crie categorias mínimas: Receita, Variáveis, Fixos, Impostos/Taxas, Pró-labore, Reserva.

Dia 3: Registro obrigatório

  • Monte uma planilha simples de vendas e despesas.
  • Registre todas as vendas do dia e as despesas do dia (sem exceção).
  • Liste pendências de recebimento e datas.

Dia 4: Rotina de caixa (14 dias à frente)

  • Monte um fluxo de caixa dos próximos 14 dias: entradas previstas e saídas previstas.
  • Marque “dias de risco” (saldo negativo) e defina ação: cobrança, renegociação, promoção com margem, corte de gasto.

Dia 5: Margem e descontos

  • Escolha os 10 itens/serviços mais vendidos e calcule custo total estimado.
  • Defina margem mínima e desconto máximo por item.
  • Atualize seu script de venda para não prometer desconto automático.

Dia 6: Estoque e compras

  • Classifique A/B/C e congele compras de C.
  • Crie plano de queima inteligente de C (kits, bônus, desconto progressivo).
  • Defina reposição curta para A (7 a 14 dias).

Dia 7: Capacidade e promessas

  • Defina prazos padrão por tipo de entrega.
  • Crie um limite semanal de pedidos (capacidade).
  • Escreva “o que está incluso” e “o que não está” para sua oferta principal.

Dia 8: Contrato/termo de serviço

  • Crie um termo de 1 página com escopo, prazo, pagamento, alterações, cancelamento e garantia.
  • Padronize o processo: só iniciar após aceite e sinal quando aplicável.

Dia 9: Cobrança e inadimplência

  • Liste todos os atrasados.
  • Crie um script de cobrança educado e objetivo com 3 tentativas (D+1, D+3, D+7).
  • Defina regra para novos pedidos: sinal/entrada, prazos e formas.

Dia 10: Redundância de canais

  • Escolha 1 canal secundário para ativar (parcerias, indicações, lista de clientes, presença local).
  • Defina 1 ação diária por 5 dias (ex.: 5 contatos/dia pedindo indicação com oferta clara).

Dia 11: Base própria de clientes

  • Organize contatos de clientes (com consentimento) em uma lista única.
  • Registre: data da compra, item, valor, preferência e retorno previsto.

Dia 12: Reteste de demanda (se necessário)

  • Se as vendas estiverem fracas, faça um reteste com 20 abordagens e oferta objetiva.
  • Registre objeções e ajuste: oferta, preço, prazo ou canal.

Dia 13: Fechamento semanal (DRE simplificado)

  • Some recebido, custos variáveis, fixos da semana e calcule resultado.
  • Escolha 1 alavanca para a próxima semana: aumentar margem, reduzir custo ou aumentar conversão.

Dia 14: Padronização e próximos passos

  • Transforme o que funcionou em rotina: horários, planilhas, termos, limites de desconto.
  • Reaplique o checklist de 30 perguntas e compare “antes/depois”.
  • Defina 3 metas para os próximos 14 dias (ex.: reduzir C em 30%, aumentar margem média em 5 p.p., ativar 1 canal secundário com 10 vendas).

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Ao perceber muitas conversas e elogios, mas poucas compras, qual ação corretiva prática deve ser feita ainda nesta semana para retestar a demanda?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

O sinal indica demanda não validada. A correção recomendada é retestar em 72 horas com oferta mensurável, público definido, abordagem a 20 pessoas e uma meta mínima para decidir se ajusta oferta, público ou canal.

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