Prevenção de complicações em reabilitação neurofuncional: pele, dor, contraturas e trombose

Capítulo 15

Tempo estimado de leitura: 14 minutos

+ Exercício

Prevenção desde o primeiro atendimento: por que é prioridade

Em reabilitação neurofuncional, complicações secundárias podem surgir rapidamente por imobilidade, alterações sensoriais, fraqueza, assimetrias de descarga de peso, dor e dificuldades de comunicação. A prevenção começa no primeiro contato e deve ser integrada ao plano terapêutico diário, com rotinas simples: inspeção sistemática, alívio de pressão, mobilidade dosada, educação do cuidador e monitoramento de sinais de alerta.

Uma forma prática de organizar o raciocínio preventivo é pensar em cinco frentes que se retroalimentam: pele (lesão por pressão), dor (músculo-esquelética e neuropática), contraturas (encurtamentos e rigidez), edema (estase venosa/linfática) e complicações respiratórias (hipoventilação, retenção de secreções). A cada sessão, o fisioterapeuta identifica fatores de risco, aplica medidas imediatas e orienta continuidade em casa.

Lesões por pressão (LPP): fatores de risco e medidas práticas

Conceito e fatores de risco

Lesões por pressão resultam de pressão prolongada, cisalhamento e fricção, geralmente sobre proeminências ósseas. Em neurologia, o risco aumenta por: mobilidade reduzida, diminuição de sensibilidade, incontinência/umidade, desnutrição, alterações vasculares, espasticidade/posicionamentos mantidos, dispositivos (talas, órteses, cateteres) e incapacidade de comunicar desconforto.

Inspeção de pele: passo a passo (rotina rápida)

  • 1) Preparar: boa iluminação; explicar ao paciente; preservar privacidade.
  • 2) Mapear áreas de risco: sacro/cóccix, trocânteres, calcâneos, maléolos, joelhos (contato), escápulas, occipital, orelhas, cotovelos; em cadeira de rodas: ísquios e região posterior de coxas.
  • 3) Observar e palpar: vermelhidão persistente, calor local, endurecimento, dor ao toque (quando há sensibilidade), bolhas, maceração, áreas arroxeadas (especialmente em pele escura), fissuras.
  • 4) Checar umidade: suor, urina/fezes, curativos úmidos; avaliar necessidade de barreira protetora e troca de roupas/lençóis.
  • 5) Registrar: local, tamanho aproximado, aspecto e conduta (alívio imediato e comunicação).

Alívio de pressão e reposicionamento: medidas práticas

O objetivo é reduzir tempo e intensidade de carga em pontos críticos e minimizar cisalhamento.

  • No leito: programar mudanças de decúbito (ex.: a cada 2 horas, ajustando à tolerância e risco), usar travesseiros/coxins para descarregar calcâneos e joelhos, evitar elevação excessiva da cabeceira quando não necessária (reduz cisalhamento sacral), manter alinhamento e apoio de membros.
  • Na cadeira: orientar alívio de pressão frequente (ex.: a cada 15–30 minutos, por 30–60 segundos) com inclinação, push-up assistido ou deslocamento lateral/anteroposterior conforme capacidade e segurança.
  • Dispositivos: revisar pontos de pressão de órteses/talas; checar bordas, tiras e áreas de contato; orientar pausas e inspeção após uso.

Superfícies de apoio: como escolher e usar

  • Colchões/colchonetes: preferir superfícies que redistribuam pressão (espuma de alta densidade, viscoelástico, pneumático/alternante quando indicado).
  • Almofadas de assento: selecionar conforme risco, controle de tronco e tempo sentado (espuma, gel, ar). Ajustar altura e estabilidade para evitar escorregamento.
  • Cuidados: superfície de apoio não substitui reposicionamento; verificar se está bem posicionada e íntegra (sem vazamentos/afundamentos).

Sinais de alerta (comunicação imediata com equipe médica/enfermagem)

  • Vermelhidão que não desaparece após alívio de pressão.
  • Bolhas, ferida aberta, secreção, mau odor.
  • Área arroxeada/escurecida com dor, endurecimento ou calor.
  • Febre, calafrios, piora do estado geral associada a lesão de pele.

Dor em reabilitação neurofuncional: ombro, lombar e dor neuropática

Conceito e fatores de risco

A dor pode ser nociceptiva (músculo-esquelética, por sobrecarga/posicionamento) e/ou neuropática (lesão do sistema nervoso). Em neurologia, é comum coexistirem mecanismos. Fatores de risco incluem: imobilidade, assimetria postural, transferências inadequadas, subluxação/instabilidade de ombro, fraqueza de tronco, espasticidade, hipersensibilidade, alterações do sono e humor.

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Dor no ombro (padrão frequente): prevenção prática

Objetivo: proteger estruturas, manter alinhamento e promover ativação funcional sem tração.

  • Manuseio e transferências: evitar puxar pelo braço; conduzir pelo tronco/escápula; usar apoio proximal.
  • Posicionamento: manter ombro em alinhamento, com suporte do membro superior (travesseiro/mesa de apoio); evitar queda do braço em adução e rotação interna sustentadas.
  • Mobilidade dosada: realizar mobilizações suaves dentro de amplitude confortável, priorizando controle escapular; evitar movimentos bruscos acima do limite de dor.
  • Ativação: inserir tarefas com apoio (ex.: deslizar mão sobre mesa, alcance assistido) para estimular coativação e estabilidade.
  • Órteses/suportes: considerar suporte de membro superior quando há subluxação/instabilidade e dor, conforme avaliação e tolerância.

Dor lombar: prevenção prática

  • Postura e simetria: ajustar altura de cadeira/leito, apoio de pés, alinhamento pélvico; reduzir inclinação pélvica sustentada e assimetrias.
  • Higiene de movimento: treinar rolamento, sentar-levantar e transferências com estratégia de tronco e apoio adequado.
  • Dosagem de treino: alternar posições (sentado, em pé, leito) para evitar sobrecarga; progredir tempo sentado gradualmente.
  • Fortalecimento funcional: inserir controle de tronco e estabilização em tarefas (ex.: alcançar com apoio, mudanças de peso assistidas).

Dor neuropática: identificação e medidas iniciais

Caracteriza-se por queimação, choque, formigamento, alodinia (dor ao toque leve) e hiperalgesia. Pode piorar com estresse, fadiga e estímulos táteis.

  • Educação: explicar que é um tipo de dor relacionada ao sistema nervoso; validar sintomas e orientar registro de gatilhos.
  • Exposição graduada: dessensibilização com texturas e pressão leve progressiva, respeitando tolerância.
  • Movimento: mobilidade ativa/assistida e tarefas funcionais em baixa intensidade podem reduzir sensibilização em alguns casos.
  • Encaminhamento: discutir com equipe médica quando há dor intensa persistente, impacto importante no sono/funcionalidade ou suspeita de necessidade de ajuste medicamentoso.

Sinais de alerta (comunicação imediata)

  • Dor súbita intensa com perda de função, deformidade, queda recente ou suspeita de fratura/luxação.
  • Dor no ombro associada a aumento rápido de edema, calor e limitação importante.
  • Dor lombar com febre, perda de controle esfincteriano, anestesia em sela ou déficit neurológico progressivo.
  • Dor desproporcional com pele muito quente/vermelha e edema importante (considerar processos inflamatórios/infecciosos; comunicar).

Contraturas: prevenção com posicionamento, mobilização e alongamentos dosados

Conceito e fatores de risco

Contratura é a perda progressiva de amplitude por encurtamento de tecidos (músculo, cápsula, fáscia) e manutenção de posturas em encurtamento. Em neurofuncional, fatores comuns: imobilidade, padrões posturais sustentados, dor que limita movimento, edema, uso inadequado de órteses e baixa variabilidade de posições ao longo do dia.

Estratégia prática em três camadas

1) Posicionamento preventivo (24 horas)

  • Variabilidade: planejar alternância de posições ao longo do dia (leito, sentado, ortostatismo quando possível).
  • Evitar encurtamento sustentado: não manter articulações por longos períodos em flexão/adução/rotação interna (ex.: quadril e joelho sempre flexionados; punho sempre fletido).
  • Apoios: usar coxins para manter alinhamento e reduzir esforço postural.
  • Órteses: quando indicadas, garantir ajuste, tempo de uso progressivo e inspeção de pele; reavaliar se aumentam dor ou pressão.

2) Mobilização articular e tecidual (sessão e casa)

Mobilização deve ser lenta, controlada e confortável, com foco em qualidade do movimento e proteção articular.

  • Passo a passo: (a) aquecer com movimento ativo/assistido; (b) estabilizar segmento proximal; (c) mobilizar em amplitude disponível sem dor; (d) repetir em séries curtas, observando resposta (dor, espasmos, fadiga); (e) finalizar com posicionamento em amplitude ganha.
  • Frequência: pequenas doses várias vezes ao dia tendem a ser mais eficazes do que uma dose grande isolada.

3) Alongamentos dosados (quando aplicável)

  • Dosagem: alongamento sustentado leve a moderado, sem dor aguda; priorizar tempo total sob tensão ao longo do dia.
  • Critérios de segurança: interromper se houver dor intensa, aumento de espasmos, formigamento novo, mudança de cor/temperatura distal.
  • Integração funcional: sempre que possível, transformar amplitude em função (ex.: após alongar flexores de punho, treinar apoio de mão em superfície; após alongar flexores plantares, treinar apoio do pé).

Sinais de alerta (comunicação imediata)

  • Perda rápida de amplitude com dor importante, calor e edema articular (suspeita de processo inflamatório/lesão).
  • Espasmos intensos novos, associados a infecção, retenção urinária, constipação importante ou lesão de pele (gatilhos comuns; comunicar para investigação).
  • Suspeita de ossificação heterotópica: dor, calor, edema e rigidez progressiva ao redor de grandes articulações (especialmente quadril/cotovelo), com redução acelerada de ADM.

Edema: elevação, movimento ativo e prevenção de estase

Conceito e fatores de risco

O edema em pacientes neurológicos pode ocorrer por imobilidade, redução da bomba muscular, dependência prolongada do membro, alterações autonômicas e inflamação local. Edema aumenta dor, limita movimento e eleva risco de lesão de pele.

Medidas práticas

  • Elevação: posicionar o membro edemaciado acima do nível do coração quando possível, evitando compressões localizadas.
  • Movimento ativo/ativo-assistido: priorizar movimentos repetidos de tornozelo, dedos, punho e mão (bomba muscular) em séries curtas ao longo do dia.
  • Alternância postural: reduzir tempo com membro pendente; programar pausas com elevação.
  • Cuidados com pele: hidratação, inspeção e atenção a áreas de maceração.
  • Compressão: somente quando indicada e liberada pela equipe, com tamanho adequado e monitoramento de perfusão (especialmente em pacientes com doença vascular).

Sinais de alerta (comunicação imediata)

  • Edema súbito unilateral com dor, calor e vermelhidão em panturrilha/coxa (suspeita de trombose venosa profunda).
  • Edema com falta de ar, dor torácica ou taquicardia (suspeita de embolia pulmonar; emergência).
  • Edema com pele muito tensa, dor desproporcional, alteração de cor e redução de pulso/perfusão distal (urgência).

Trombose venosa profunda (TVP) e embolia: prevenção integrada à mobilidade

Fatores de risco comuns

Imobilidade, paresia/paralisia, desidratação, infecções, pós-operatório, histórico prévio de TVP, câncer, uso de alguns medicamentos e longos períodos sentado sem alívio de pressão/movimento.

Medidas práticas no contexto da fisioterapia

  • Mobilização precoce: iniciar mudanças de posição, sedestação e ortostatismo conforme segurança clínica.
  • Exercícios de bomba: dorsiflexão/plantiflexão, flexoextensão de joelho e quadril dentro da tolerância; incentivar frequência ao longo do dia.
  • Hidratação e pausas: orientar rotina de líquidos conforme restrições médicas e evitar longos períodos sem movimento.
  • Meias/dispositivos: quando prescritos, checar uso correto e sinais de compressão excessiva.

Sinais de alerta (comunicação imediata/urgência)

  • Dor em panturrilha, aumento de volume unilateral, calor e vermelhidão.
  • Falta de ar súbita, dor torácica, tosse com sangue, desmaio ou queda de saturação.

Complicações respiratórias: expansão torácica e higiene brônquica quando indicada

Conceito e fatores de risco

Pacientes neurológicos podem apresentar hipoventilação por fraqueza, sedentarismo, postura em flexão, redução de mobilidade torácica e tosse ineficaz, favorecendo atelectasias e acúmulo de secreções. Risco maior em acamados, com disfagia/aspiração, redução do nível de alerta, doenças pulmonares prévias e uso de sedativos.

Expansão torácica: medidas práticas

  • Posicionamento: variar decúbitos, elevar tronco quando indicado, evitar postura colapsada em sedestação; facilitar alinhamento costal.
  • Exercícios ventilatórios: inspirações lentas e profundas com pausa inspiratória curta, associadas a mobilidade de membros superiores quando tolerado.
  • Mobilidade: sedestação ativa, ortostatismo e marcha assistida (quando possível) aumentam ventilação e perfusão.

Higiene brônquica (quando indicada)

Indicada quando há secreção retida, tosse ineficaz, roncos/crepitações, queda de saturação associada a secreção ou infecções recorrentes, conforme avaliação e protocolos do serviço.

  • Estratégias: técnicas de expiração forçada, tosse assistida, vibração/percussão quando apropriado, drenagem postural com cautela (especialmente em refluxo/risco de aspiração), e incentivo à hidratação conforme liberação.
  • Segurança: monitorar saturação, frequência respiratória, fadiga e sinais de broncoaspiração.

Sinais de alerta (comunicação imediata)

  • Queda de saturação persistente, aumento importante do trabalho respiratório, cianose.
  • Febre, secreção purulenta, piora súbita de tosse e dispneia.
  • Sinais de aspiração: tosse após alimentação, voz molhada, engasgos frequentes, desconforto respiratório pós-refeição.

Checklists de rotina clínica (fisioterapeuta)

Checklist rápido do primeiro atendimento (10–15 itens)

  • Inspeção de pele em áreas de risco e sob dispositivos (órteses/talas).
  • Mapeamento de pontos de pressão no leito e na cadeira (sacro, calcâneo, ísquios).
  • Plano de reposicionamento e alívio de pressão definido (frequência e método).
  • Triagem de dor: localização (ombro/lombar), intensidade, gatilhos, sinais neuropáticos.
  • Checagem de amplitude funcional e risco de encurtamentos (articulações-chave).
  • Plano de mobilidade diária (leito-sedestação-ortostatismo conforme tolerância).
  • Avaliação de edema (unilateral/bilateral, depressível, associado a dor/calor).
  • Risco de TVP: imobilidade, história prévia, sinais atuais.
  • Triagem respiratória: padrão ventilatório, tosse, secreções, saturação (se disponível).
  • Educação inicial ao paciente/cuidador: 3 prioridades para casa (pele, movimento, sinais de alerta).
  • Registro e comunicação interprofissional de achados relevantes.

Checklist por sessão (rotina diária)

  • Pele: checar áreas de contato e pontos de apoio; perguntar/observar desconforto.
  • Pressão: confirmar se houve reposicionamento/alívio desde a última sessão.
  • Dor: reavaliar antes e após intervenção; ajustar dosagem e manuseio.
  • Mobilidade/contraturas: incluir mobilidade ativa/assistida e posicionamento final protetor.
  • Edema: observar volume, cor, temperatura; aplicar elevação e bomba muscular.
  • Respiração: inserir expansão torácica e mobilidade global; higiene brônquica se indicada.
  • Sinais de alerta: rastrear TVP/infecção/lesão de pele; comunicar imediatamente se presentes.

Orientação ao paciente e cuidador: continuidade em casa (roteiro prático)

Rotina de pele e alívio de pressão

  • Inspecionar pele 1–2 vezes ao dia (ou mais se alto risco): sacro, calcâneos, ísquios, tornozelos, cotovelos, escápulas.
  • Reposicionar no leito conforme orientação (ex.: a cada 2 horas) e evitar escorregar na cama.
  • Na cadeira: fazer alívio de pressão frequente (a cada 15–30 minutos) com ajuda, se necessário.
  • Manter pele seca: trocar roupas/lençóis úmidos; usar barreira protetora quando indicado.

Rotina de movimento para prevenir dor, contraturas e edema

  • 3–5 vezes ao dia: séries curtas de movimentos de mãos/punhos, tornozelos e joelhos (bomba muscular).
  • Alongamentos leves: somente os prescritos, sem dor aguda; manter respiração calma.
  • Posicionamento: apoiar bem o braço e a perna; evitar deixar o membro “pendurado” por longos períodos.
  • Transferências seguras: nunca puxar pelo braço; usar apoio no tronco e pedir ajuda quando necessário.

Rotina respiratória

  • Postura: sentar com tronco mais ereto por períodos curtos e frequentes, se tolerado.
  • Expansão torácica: 5–10 respirações profundas lentas, 2–3 vezes ao dia, se não houver contraindicação.
  • Secreções: observar tosse, catarro e cansaço; seguir orientações de higiene brônquica quando prescritas.

Quando procurar ajuda imediatamente (resumo para cuidador)

  • Ferida na pele, bolha, secreção, mau cheiro ou vermelhidão que não melhora após aliviar pressão.
  • Inchaço súbito e doloroso em uma perna, com calor/vermelhidão.
  • Falta de ar súbita, dor no peito, desmaio ou queda de saturação.
  • Febre, piora respiratória, secreção purulenta ou sinais de aspiração após alimentação.
  • Dor súbita intensa após queda, deformidade ou perda rápida de movimento.
ComplicaçãoO que observarAção imediata
Lesão por pressãoVermelhidão persistente, bolha, ferida, área arroxeadaAliviar pressão, proteger área, comunicar equipe
Dor no ombroDor ao manusear, piora com tração, limitaçãoEvitar puxar pelo braço, suportar membro, ajustar exercícios
ContraturaPerda progressiva de amplitude, rigidez, dorReforçar posicionamento, mobilidade frequente, reavaliar órteses
EdemaInchaço, pele brilhante/tensa, desconfortoElevar, ativar bomba muscular, reduzir tempo dependente
TVP/EmboliaPerna unilateral dolorosa e quente; falta de ar súbitaComunicar/encaminhar como urgência
Complicações respiratóriasQueda de saturação, secreção, tosse ineficazPosicionar, exercícios ventilatórios, higiene brônquica se indicada e comunicar

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Durante a prevenção de lesões por pressão em um paciente neurológico que permanece sentado por longos períodos, qual conduta melhor reduz o risco de complicações e deve ser incorporada à rotina?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

O alívio de pressão frequente na cadeira reduz tempo e intensidade de carga em pontos críticos. Superfícies de apoio ajudam, mas não substituem reposicionamento e inspeção sistemática.

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