Intervenções iniciais baseadas em tarefas: seleção, dosagem e progressão na Fisioterapia Neurológica

Capítulo 16

Tempo estimado de leitura: 14 minutos

+ Exercício

Intervenções iniciais baseadas em tarefas: o que são e por que guiam o início do plano

Intervenções iniciais baseadas em tarefas são escolhas terapêuticas organizadas em torno de atividades funcionais reais (por exemplo: sentar-levantar, transferências, alcance funcional e marcha), treinadas de forma estruturada e mensurável. Na prática, isso significa transformar achados da avaliação (o que limita a tarefa) e os objetivos do paciente (o que é significativo) em um conjunto de tarefas-alvo, com dosagem definida, manipulações planejadas (tarefa/ambiente) e feedback ajustado para promover desempenho e autonomia.

O foco inicial costuma ser: (1) garantir segurança e viabilidade da tarefa, (2) aumentar a quantidade e a qualidade de prática, (3) reduzir dependência de ajuda externa, (4) criar um “caminho de progressão” claro para as próximas semanas.

Seleção de intervenções a partir da avaliação e dos objetivos: um roteiro prático

1) Liste as tarefas significativas e priorize

Use as informações do paciente e do cuidador para selecionar 2 a 4 tarefas-alvo para o ciclo inicial (geralmente 1–2 semanas). Priorize tarefas que: (a) são necessárias no dia a dia, (b) têm alto impacto na independência, (c) podem ser treinadas com segurança no contexto atual.

  • Exemplos de tarefas-alvo frequentes: sentar-levantar; transferência cama-cadeira; virar na cama e sentar à beira do leito; alcance funcional (pegar copo, higiene); marcha em casa (quarto-banheiro); subir um degrau.
  • Critério de priorização rápido: impacto funcional + risco (quedas/aspiração/fadiga) + oportunidade de prática diária.

2) Para cada tarefa, identifique “gargalos” observáveis

Transforme achados da avaliação em gargalos específicos da tarefa (o que impede o sucesso). Evite termos genéricos; descreva o problema em linguagem operacional.

  • Sentar-levantar: não consegue deslocar o tronco à frente; assimetria de carga; joelho colapsa em valgo; precisa de apoio excessivo nos braços; perde equilíbrio ao finalizar em pé.
  • Transferência: não consegue pivotar; arrasta o pé; não controla descida; não posiciona a cadeira; não sustenta apoio unilateral.
  • Alcance funcional: não estabiliza tronco; eleva ombro e perde alinhamento; não abre a mão; não mantém atenção na tarefa.
  • Marcha: não inicia passo; arrasta antepé; base muito alargada; não tolera dupla tarefa; fadiga precoce.

3) Defina o “alvo mínimo viável” (versão inicial da tarefa)

Escolha a versão mais simples que ainda preserve o significado funcional. A tarefa deve ser: realizável com assistência adequada, repetível e mensurável.

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  • Sentar-levantar: iniciar com cadeira mais alta e apoio de braços, se necessário, mas mantendo a sequência funcional.
  • Transferência: iniciar com transferência lateral com prancha, se for o modo mais seguro no momento, e planejar redução gradual de dispositivos.
  • Marcha: iniciar em barras paralelas ou com andador, mas com foco em passos funcionais e não apenas “ficar em pé”.

4) Converta em metas de sessão (micro-objetivos)

Para cada tarefa-alvo, defina 1 a 3 micro-objetivos observáveis para a sessão. Exemplo: “realizar 8 repetições de sentar-levantar com contato-guarda, mantendo simetria de carga em pelo menos 6/8 tentativas”.

Dosagem: como definir repetições, séries, tempo e intensidade percebida

Componentes de dosagem

  • Repetições: número de tentativas da tarefa (ex.: 10 sentar-levantar).
  • Séries: blocos de repetições com pausas (ex.: 3 séries de 8).
  • Tempo: minutos de prática contínua ou por blocos (ex.: 12 minutos de treino de marcha em intervalos).
  • Intensidade percebida: esforço relatado (ex.: escala de 0–10) e sinais clínicos (dispneia, fadiga, qualidade do movimento).
  • Densidade: relação trabalho/pausa (ex.: 60 s de prática / 60 s de descanso).

Passo a passo para prescrever dosagem na primeira semana

  1. Escolha 2 tarefas principais (maior impacto) e 1 tarefa complementar (ex.: sentar-levantar + transferência; complementar: alcance).
  2. Defina um “piso” de prática que seja tolerável e seguro: comece com 20–40 repetições totais por tarefa na sessão (ajuste conforme nível de assistência e fadiga).
  3. Organize em séries curtas para manter qualidade: 4–8 repetições por série para tarefas exigentes (sentar-levantar), 1–3 minutos por bloco para marcha.
  4. Use intensidade percebida como guia: alvo comum no início é esforço moderado (por exemplo, 4–6/10). Se o paciente não consegue graduar, use sinais: fala entrecortada, queda abrupta de qualidade, necessidade crescente de ajuda.
  5. Planeje pausas antes da falha: pausas curtas e frequentes preservam técnica e reduzem compensações.
  6. Registre “dose entregue” (o que foi realmente feito) e “dose tolerada” (como respondeu).

Exemplo de prescrição de dosagem por tarefa

TarefaInício (exemplo)Como aumentarComo reduzir
Sentar-levantar3×6 repetições, pausa 60–90 s+2 repetições por série; reduzir altura da cadeira; reduzir apoioAumentar altura; permitir apoio de braços; reduzir para 2×5
Transferência6 tentativas completas (ida/volta), com pausa conforme necessidadeAdicionar variabilidade (ângulo, superfície); reduzir ajuda manualSegmentar (posicionamento + pivot); usar prancha
Alcance funcional2×10 alcances a diferentes alvosAumentar distância/altura; adicionar carga leve; dupla tarefa simplesReduzir amplitude; estabilizar tronco; diminuir velocidade
Marcha6 blocos de 1 min (ou 10–20 m), pausa 1–2 minAumentar tempo por bloco; reduzir dispositivo; incluir obstáculosDiminuir tempo; aumentar apoio; retornar a ambiente mais previsível

Manipulação de tarefa e ambiente: como “mexer nas alavancas” sem perder o objetivo funcional

Manipular tarefa e ambiente permite ajustar dificuldade mantendo a tarefa significativa. Pense em três categorias: (1) suporte externo, (2) exigência biomecânica, (3) complexidade contextual.

Sentar-levantar: variáveis de progressão/regressão

  • Altura da cadeira: mais alta facilita; mais baixa aumenta demanda de força e controle.
  • Apoio de braços: permitir inicialmente; progredir para toque leve; depois sem apoio.
  • Posição dos pés: pés mais atrás aumentam demanda; assimetria pode ser usada para estimular carga no lado afetado (com segurança).
  • Velocidade: lento para controle; progredir para ritmo funcional (sem “jogar o tronco”).
  • Dupla tarefa: segurar um objeto leve; responder perguntas simples; apenas quando a tarefa base estiver estável.

Transferências: variáveis-chave

  • Tipo: lateral com prancha → pivot → pivot com menos apoio → transferência em ambientes reais.
  • Altura e superfície: superfícies estáveis e alturas semelhantes facilitam; progredir para alturas diferentes e superfícies mais macias.
  • Posicionamento do equipamento: cadeira mais próxima e em ângulo favorável facilita; progredir para posicionamento mais “realista” (com treino de planejamento).
  • Obstáculos: espaço reduzido, presença de apoio lateral, tapetes (simulados com segurança).

Alcance funcional: como graduar

  • Distância/altura do alvo: perto e na linha média → longe e fora da linha média.
  • Base de suporte: sentado com encosto → sentado sem encosto → em pé com apoio → em pé sem apoio.
  • Objeto: grande e leve → pequeno → com peso leve → com exigência de preensão mais fina.
  • Organização do ambiente: reduzir distrações no início; progredir para ambiente com estímulos (sons, pessoas, múltiplos itens).

Marcha: manipulações comuns

  • Dispositivo de auxílio: barras paralelas → andador → bengala → sem dispositivo (se apropriado).
  • Velocidade: ritmo confortável → variação de velocidade (acelerar/desacelerar) → paradas e retomadas.
  • Trajeto: linha reta → curvas → mudanças de direção → ambientes com pessoas.
  • Obstáculos: cones baixos, marcas no chão, degrau único; sempre com estratégia de segurança e assistência compatível.
  • Demandas adicionais: carregar objeto leve; virar a cabeça; tarefas cognitivas simples (apenas quando seguro).

Integração de feedback: quando, como e quanto

Feedback orienta desempenho e aprendizagem. No início, ele também é ferramenta de segurança. Ajuste o feedback ao nível de assistência e ao objetivo da sessão (melhorar desempenho imediato versus consolidar autonomia).

Tipos de feedback aplicáveis na sessão

  • Feedback de resultado: “Você levantou sem usar as mãos em 5 de 8 tentativas”.
  • Feedback de desempenho: “Traga o tronco à frente antes de tirar o quadril da cadeira”.
  • Feedback externo (foco no efeito): “Encoste o peito na fita à sua frente” (para promover inclinação anterior).
  • Feedback interno (foco no corpo): “Ative o abdômen e alinhe o joelho”. Use com parcimônia se aumentar rigidez/auto-monitoramento excessivo.
  • Feedback tátil/manual: contato-guarda, facilitação leve, bloqueio de joelho, guia de pelve; reduzir gradualmente.

Passo a passo para dosar feedback

  1. Comece com instrução simples (1 comando por tentativa) e demonstre se necessário.
  2. Durante as primeiras repetições, use feedback mais frequente para estabelecer segurança e sequência.
  3. Quando a tarefa estabilizar, reduza frequência e estimule autoavaliação: “O que você percebeu nessa tentativa?”
  4. Use reforço específico (o que funcionou) e uma correção por vez (o principal gargalo).
  5. Planeje “tentativas sem dica” para verificar retenção dentro da sessão.

Sessões-modelo por nível de assistência (dependente, supervisionado, independente)

Os modelos abaixo são exemplos de estrutura. Ajuste duração, pausas e número de tarefas conforme tolerância, comorbidades e segurança.

Modelo 1: Paciente dependente (assistência máxima a moderada)

Objetivo do bloco inicial (7–10 dias): tornar possíveis versões seguras das tarefas e reduzir a ajuda necessária em componentes críticos.

  • Aquecimento orientado à tarefa (5–8 min): prática de rolar/ajustar posição na cama e sentar à beira do leito com assistência; 4–6 tentativas com pausas.
  • Tarefa 1 – Transferência (20 min): 6–10 tentativas de transferência cama-cadeira (pode ser segmentada: posicionar → inclinar tronco → elevar quadril → pivot). Dosagem: 2–3 tentativas seguidas, pausa 1–2 min. Manipulações: cadeira mais alta, ângulo favorável, apoio de braços. Feedback: tátil + comandos curtos.
  • Tarefa 2 – Sentar-levantar (15 min): 3×4–6 repetições com cadeira alta e apoio de braços; foco em inclinação anterior e controle na descida. Progressão dentro da sessão: reduzir ajuda manual do terapeuta para contato-guarda em 1–2 repetições finais, se seguro.
  • Tarefa complementar – Alcance sentado (10 min): 2×8 alcances na linha média e leve fora da linha média, com apoio de tronco se necessário. Objetivo: estabilidade e orientação ao alvo.
  • Checagem final (2–3 min): 2 tentativas “teste” da tarefa principal com menos dicas para medir retenção imediata.

Registro mínimo recomendado: nível de assistência por tarefa (ex.: Máx/Mod), número de tentativas completas, motivo de interrupção (fadiga/dor/instabilidade), e melhor desempenho do dia (ex.: “1 transferência com Mod em vez de Máx”).

Modelo 2: Paciente supervisionado (contato-guarda a supervisão)

Objetivo do bloco inicial: aumentar volume de prática e variabilidade, reduzindo dependência de dicas e apoio.

  • Preparação (5 min): 2–3 min de marcha leve no ambiente (com dispositivo habitual) + 2 ensaios de sentar-levantar.
  • Tarefa 1 – Sentar-levantar (15–20 min): 4×6–8 repetições. Manipulações: reduzir altura gradualmente (1–2 cm), alternar com/sem apoio de braços, variar posição dos pés. Intensidade percebida alvo: moderada. Feedback: mais de resultado do que de desempenho; inserir tentativas sem dica.
  • Tarefa 2 – Marcha (20 min): 8 blocos de 1 min (ou 15–25 m) com pausas curtas. Manipulações: curvas, paradas, mudança de velocidade, obstáculos baixos. Progressão: reduzir apoio do dispositivo (quando indicado) ou aumentar complexidade do trajeto. Feedback: foco externo (alvo no chão, “pise na marca”).
  • Tarefa complementar – Transferência funcional (10 min): treino de transferência em diferentes cadeiras (com e sem braços), incluindo posicionamento do equipamento pelo paciente.

Registro mínimo recomendado: distância/tempo total de marcha, número de sentar-levantar, necessidade de contato-guarda (quantas vezes), e qualidade (ex.: “arrasto do pé em 3/8 blocos”).

Modelo 3: Paciente independente (com risco residual ou metas de desempenho)

Objetivo do bloco inicial: aumentar desempenho em contextos reais, robustez (consistência) e tolerância, com menor supervisão e maior auto-monitoramento.

  • Aquecimento (5 min): mobilidade funcional + 2 min de marcha em ritmo confortável.
  • Tarefa 1 – Marcha avançada (25 min): 10–15 min contínuos (ou intervalado) com variação de velocidade, mudanças de direção, obstáculos e dupla tarefa (ex.: carregar objeto leve). Intensidade percebida: moderada a moderadamente alta, mantendo segurança e técnica.
  • Tarefa 2 – Sentar-levantar e agachar funcional (15 min): 3×10 repetições, alternando alturas (cadeira padrão, sofá simulado), com foco em controle excêntrico na descida e simetria de carga.
  • Tarefa complementar – Alcance em pé (10 min): alcançar e colocar objetos em prateleiras de diferentes alturas, com deslocamento lateral e para frente.
  • Autogestão (5 min): paciente descreve 2 pontos de ajuste técnico e define meta para prática domiciliar (ex.: “10 sentar-levantar após o almoço”).

Registro mínimo recomendado: tempo total em tarefa, complexidades adicionadas (quais obstáculos/dupla tarefa), eventos de instabilidade (quase queda, necessidade de apoio), e autoavaliação do paciente (esforço 0–10, confiança 0–10).

Como registrar resposta ao tratamento: o que anotar para decidir o próximo passo

O registro deve permitir responder: “a dose foi suficiente?”, “a tarefa ficou mais independente?”, “a qualidade melhorou?”, “houve efeitos adversos?”. Use medidas simples e repetíveis.

Checklist de resposta (por tarefa)

  • Dose entregue: repetições/séries/tempo total.
  • Nível de assistência: Dependente (Máx/Mod/Min) / Contato-guarda / Supervisão / Independente.
  • Qualidade: 1–2 marcadores observáveis (ex.: simetria de carga; controle na descida; arrasto do pé; necessidade de apoio manual).
  • Segurança: perdas de equilíbrio, necessidade de interrupção, sinais autonômicos relevantes.
  • Sintomas: dor, fadiga, tontura; intensidade percebida (0–10).
  • Transferência para contexto real: o paciente conseguiu repetir fora da terapia? (relato/observação).

Exemplo de registro em formato rápido (SOAP focado em tarefa)

S: Refere fadiga 6/10 após marcha; sem dor. Quer caminhar até o banheiro sem ajuda.  O: Marcha com andador: 8x1 min (total 8 min), CG em 2 blocos por instabilidade em curva. Sentar-levantar: 4x6 (cadeira 48 cm), supervisão; usou braços em 5/24 rep. Alcance em pé: 2x10, sem perda de equilíbrio.  A: Melhorou independência no sentar-levantar (menos uso de braços). Curvas ainda exigem CG; fadiga limita tempo contínuo.  P: Próxima sessão: manter dose de marcha e adicionar treino de curvas com marcações no chão; reduzir pausas gradualmente; progredir cadeira para 46 cm se mantiver supervisão.

Critérios de progressão e regressão: decisões objetivas durante e entre sessões

Critérios práticos de progressão (subir dificuldade)

  • Assistência reduzida: mantém segurança com menos ajuda em ≥ 70–80% das tentativas.
  • Qualidade estável: marcadores-chave (ex.: controle na descida, simetria, ausência de colapso) presentes na maior parte das repetições.
  • Tolerância: intensidade percebida dentro do alvo e recuperação adequada entre séries/blocos.
  • Consistência: desempenho semelhante em 2 sessões consecutivas ou em diferentes condições do ambiente.

Como progredir (uma variável por vez): aumente primeiro volume (repetições/tempo), depois reduza suporte (apoio/dispositivo/ajuda manual), depois aumente complexidade (obstáculos/velocidade/dupla tarefa).

Critérios práticos de regressão (reduzir dificuldade)

  • Queda significativa de qualidade: compensações marcantes ou perda de controle em > 30–40% das tentativas.
  • Aumento de risco: instabilidade recorrente, necessidade súbita de assistência maior, quase quedas.
  • Sintomas limitantes: dor relevante, fadiga desproporcional, sinais de intolerância ao esforço.
  • Não retenção: melhora apenas com muita dica; sem dica o desempenho colapsa.

Como regredir sem “abandonar a tarefa”: aumente altura/apoio, reduza velocidade, diminua amplitude, simplifique o ambiente, segmente a tarefa e retorne gradualmente à tarefa completa.

Plano de reavaliação periódica: quando medir e o que comparar

A reavaliação deve ser frequente o suficiente para ajustar dose e progressão, mas simples para não consumir a sessão. Combine reavaliações rápidas (a cada sessão) com marcos semanais.

Reavaliação rápida (toda sessão)

  • 1 medida por tarefa-alvo: por exemplo, número de sentar-levantar em 30–60 s; tempo para transferência; distância/tempo total de marcha; número de alcances sem perda de equilíbrio.
  • Nível de assistência e eventos de segurança.
  • Esforço percebido e fadiga pós-tarefa.

Reavaliação de marco (a cada 1–2 semanas)

  • Comparar com a linha de base: independência (assistência), volume tolerado, qualidade e participação (o que voltou a fazer em casa).
  • Atualizar tarefas-alvo: manter as que ainda são limitantes e inserir novas tarefas significativas quando as anteriores atingirem critério de progressão.
  • Replanejar dosagem: ajustar volume e complexidade conforme resposta (melhora, platô, efeitos adversos).

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Ao decidir progredir uma tarefa-alvo nas intervenções iniciais baseadas em tarefas, qual sequência de ajustes é mais indicada para aumentar a dificuldade mantendo segurança e qualidade?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

A progressão recomendada é ajustar uma variável por vez, começando por aumentar o volume, depois reduzir o suporte e, por último, elevar a complexidade, preservando segurança e qualidade.

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