Nutrição e Adubação na Agricultura Moderna: Estratégias e Boas Práticas

Capítulo 7

Tempo estimado de leitura: 15 minutos

+ Exercício

Necessidades nutricionais das plantas: o que observar no campo

A nutrição vegetal é o fornecimento equilibrado de elementos essenciais para que a planta forme folhas, raízes, flores e frutos com produtividade e qualidade. Na prática, o manejo nutricional moderno combina: (1) diagnóstico (análise e observação), (2) escolha de fontes (minerais e orgânicas), (3) forma e momento de aplicação (plantio, cobertura, foliar) e (4) eficiência e proteção ambiental.

Macronutrientes (maior demanda) e funções práticas

  • N (Nitrogênio): crescimento vegetativo, cor verde, teor de proteína. Muito ligado a resposta rápida e a perdas por volatilização/lixiviação.
  • P (Fósforo): enraizamento, energia (ATP), florescimento inicial. Pouco móvel no solo; responde bem à aplicação localizada.
  • K (Potássio): regulação hídrica, enchimento de grãos/frutos, tolerância a estresses. Pode lixiviar em solos arenosos.
  • Ca (Cálcio): parede celular, qualidade de frutos, crescimento de pontas (raízes e brotos). Pouco móvel na planta; depende de fluxo de água.
  • Mg (Magnésio): clorofila e fotossíntese; antagonismo com K e Ca em excesso.
  • S (Enxofre): aminoácidos e qualidade; muitas vezes acompanha fontes como sulfatos e matéria orgânica.

Micronutrientes (menor demanda, alto impacto)

  • B (Boro): florescimento, pegamento, crescimento de tecidos novos; risco de toxicidade se superdosado.
  • Zn (Zinco): crescimento e hormônios; comum em solos com pH elevado e alto P.
  • Mn (Manganês) e Fe (Ferro): fotossíntese/enzimas; deficiência frequente em pH alto (clorose).
  • Cu (Cobre): enzimas e lignificação; cuidado com acúmulo em aplicações repetidas.
  • Mo (Molibdênio): metabolismo do N; importante em leguminosas e em solos ácidos.
  • Cl (Cloro) e Ni (Níquel): requeridos em pequenas quantidades; raramente limitantes, mas podem aparecer em situações específicas.

Sintomas de deficiência e excesso: leitura rápida e confirmação

No campo, sintomas ajudam a orientar, mas não substituem confirmação por análise (foliar/tecido) e histórico de manejo. Um atalho prático é observar onde o sintoma aparece primeiro: nutrientes móveis (N, P, K, Mg) tendem a mostrar deficiência em folhas velhas; pouco móveis (Ca, B, Fe, Mn, Zn, Cu) aparecem em folhas novas e ponteiros.

Deficiências comuns (sinais práticos)

  • N: amarelecimento geral começando em folhas velhas, crescimento lento.
  • P: plantas pequenas, folhas verde-escuras; em algumas culturas, arroxeamento em folhas velhas.
  • K: “queima”/necrose nas bordas de folhas velhas, menor tolerância a seca.
  • Mg: clorose entre nervuras em folhas velhas (nervuras ficam verdes).
  • Ca: morte de ponteiros, deformação de folhas novas; em frutos, distúrbios fisiológicos associados a baixa translocação.
  • Fe: clorose entre nervuras em folhas novas (folha amarela com nervuras verdes).
  • B: deformação e morte de brotos, rachaduras, má formação de flores/frutos.
  • Zn: folhas pequenas, entrenós curtos, clorose em folhas novas.

Excessos e desequilíbrios (erros frequentes)

  • Excesso de N: plantas muito vegetativas, maior suscetibilidade a pragas/doenças, atraso de maturação, risco de acamamento.
  • Excesso de K: pode induzir deficiência de Mg e Ca (antagonismo), afetando qualidade.
  • Excesso de B: queima de bordas e pontas, principalmente em folhas mais velhas; janela entre deficiência e toxicidade é estreita.
  • Salinidade por fertilizantes: murcha, queima de plântulas e redução de estande quando adubo fica muito próximo da semente/raiz.

Passo a passo para confirmar e agir:

  • 1) Delimite a área com sintoma e uma área “boa” para comparação.
  • 2) Verifique padrão (manchas, linhas, reboleiras) e relação com aplicação anterior (faixas de adubação, carreadores).
  • 3) Cheque irrigação/drenagem e compactação local (podem simular deficiência).
  • 4) Faça coleta de folha/tecido conforme recomendação da cultura e estágio; registre variedade, idade e condição climática.
  • 5) Ajuste com correção pontual (foliar quando apropriado) e corrija o plano de solo/parcelamento para o próximo ciclo.

Modalidades de adubação: plantio, cobertura e foliar

Adubação de plantio (base)

Objetivo: garantir arranque inicial, enraizamento e suprimento de nutrientes menos móveis (principalmente P e parte de micronutrientes). Em geral, é a adubação com maior impacto no estabelecimento.

Boas práticas:

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  • Localização: aplicar em faixa ou no sulco, evitando contato direto com a semente (reduz risco de salinidade e fitotoxicidade).
  • Foco em P: por ser pouco móvel, responde bem a aplicação localizada.
  • Micros estratégicos: Zn e B (quando indicados) podem ser aplicados no plantio, mas com atenção à dose e uniformidade.
  • Compatibilidade: misturas físicas devem considerar higroscopicidade e reação entre fontes (ex.: algumas misturas podem empedrar).

Passo a passo (plantio):

  • 1) Defina meta de produtividade e extração estimada (com base em histórico e recomendação técnica).
  • 2) Determine dose total de P e parte de K e N para o arranque.
  • 3) Escolha fonte (ex.: MAP/DAP para P+N; SSP/TSP para P; fórmulas NPK).
  • 4) Ajuste posicionamento (faixa lateral e abaixo da semente, quando aplicável).
  • 5) Calibre o distribuidor/adubador e faça teste de vazão antes de iniciar.

Adubação de cobertura

Objetivo: suprir nutrientes de alta demanda ao longo do ciclo, principalmente N e K, acompanhando o crescimento. É a principal ferramenta para parcelamento e aumento de eficiência.

Boas práticas:

  • Parcelar N para reduzir perdas e casar oferta com demanda (mais importante em solos arenosos e períodos chuvosos).
  • Aplicar no momento certo: antes de picos de crescimento (ex.: fase vegetativa intensa e início reprodutivo, conforme cultura).
  • Evitar aplicação antes de chuvas intensas (risco de lixiviação/escoamento) e em solo muito seco (menor incorporação e maior volatilização em ureia).
  • Considerar fonte e inibidores: ureia com inibidor de urease pode reduzir volatilização; fontes nítricas tendem a menor volatilização, mas maior risco de lixiviação em excesso de chuva.

Passo a passo (cobertura):

  • 1) Divida a dose total de N e K em 2–4 aplicações (ajuste conforme ciclo, textura do solo, irrigação e risco de chuva).
  • 2) Defina gatilhos por estádio (ex.: número de folhas, início de perfilhamento, pré-florada, enchimento).
  • 3) Escolha fonte considerando clima e logística (ureia, nitrato, sulfato, cloreto de potássio, etc.).
  • 4) Aplique com distribuição uniforme; em seguida, se possível, programe irrigação leve ou chuva moderada para incorporar.
  • 5) Reavalie com inspeção visual e, se disponível, ferramentas de monitoramento (clorofilômetro, NDVI) para ajustar a próxima parcela.

Adubação foliar

Objetivo: correção rápida de micronutrientes e complementação em situações específicas (estresse, baixa absorção radicular, demanda pontual). Não substitui o manejo via solo para macronutrientes, exceto em estratégias muito bem definidas.

Boas práticas:

  • Alvo principal: micronutrientes (B, Zn, Mn, Fe) e, em alguns casos, Ca (com limitações de mobilidade).
  • Condições de aplicação: evitar horas quentes e baixa umidade; preferir manhã cedo ou fim de tarde.
  • Qualidade da calda: pH e dureza da água podem afetar estabilidade; usar adjuvante quando recomendado.
  • Fitotoxicidade: respeitar dose e concentração; fazer teste em pequena área quando usar mistura nova.

Passo a passo (foliar):

  • 1) Identifique o nutriente-alvo (sintoma + confirmação por análise quando possível).
  • 2) Escolha formulação adequada (quelatos, sais, complexados) e dose por hectare e por volume de calda.
  • 3) Ajuste pulverizador (bicos, volume, cobertura) para atingir folhas-alvo.
  • 4) Aplique em condições climáticas amenas e sem vento forte.
  • 5) Reavalie em 5–10 dias (dependendo da cultura) e registre resposta.

Fontes minerais e orgânicas: como escolher e combinar

Fontes minerais (principais características)

  • Solubilidade e velocidade: fontes mais solúveis tendem a resposta mais rápida; algumas são mais indicadas para plantio (P) e outras para cobertura (N, K).
  • Índice salino: importante no plantio e em hortaliças; doses altas próximas à semente aumentam risco de falhas.
  • Acompanhantes: cloreto (KCl) pode ser limitante em culturas sensíveis; sulfatos fornecem S junto.

Fontes orgânicas (compostos, estercos, resíduos, adubos verdes)

Orgânicos fornecem nutrientes, aumentam atividade biológica e melhoram a estrutura do solo, mas têm liberação gradual e variabilidade de composição. Por isso, o uso seguro depende de análise, maturação e planejamento de dose.

  • Composto orgânico: mais estável e seguro quando bem maturado; menor risco sanitário.
  • Esterco: pode ter alta carga de N e K, mas varia muito; exige cuidado com patógenos e sementes de plantas daninhas se mal curtido.
  • Adubos verdes: fornecem biomassa, reciclam nutrientes e podem aportar N (leguminosas); exigem manejo de época de dessecação/incorporação.

Integração orgânico + mineral (manejo seguro e eficiente)

A estratégia mais consistente é usar orgânicos para construir fertilidade e fornecer parte do N, P, K e micronutrientes ao longo do tempo, e minerais para ajustar rapidamente o que falta em cada estádio.

Regras práticas de integração:

  • Quantifique: sempre que possível, use análise do composto/esterco (N total, N amoniacal, P2O5, K2O, umidade) para estimar aporte real.
  • Considere a mineralização: nem todo N orgânico vira disponível no mesmo ciclo; trabalhe com fração de disponibilidade (ex.: parte no 1º ano e o restante nos seguintes, conforme material e clima).
  • Evite excesso de P: aplicações repetidas de cama/esterco podem elevar P e aumentar risco ambiental; ajuste a adubação mineral de P para baixo quando o aporte orgânico for alto.
  • Sincronize: aplique orgânicos com antecedência (pré-plantio) e use mineral em cobertura para acompanhar demanda.
  • Higiene e rastreabilidade: registre origem, lote, data e tratamento do material orgânico.

Eficiência de uso de nutrientes: onde ocorrem as perdas e como reduzir

Volatilização (principalmente N amoniacal/ureia)

Perda de N para a atmosfera, comum quando ureia fica na superfície em condições de calor, vento e umidade intermitente.

  • Como reduzir: aplicar antes de chuva leve/irrigação; incorporar quando possível; usar ureia com inibidor de urease; evitar aplicação em palhada seca e quente sem previsão de incorporação.

Lixiviação (principalmente nitrato e K em solos leves)

Perda por percolação com água, aumentando em solos arenosos e chuvas fortes.

  • Como reduzir: parcelar doses; evitar aplicação antes de eventos de chuva intensa; preferir fontes e estratégias que liberem N gradualmente; manter cobertura do solo e boa infiltração.

Fixação/adsorção (especialmente P e alguns micronutrientes)

Parte do nutriente fica retida em formas menos disponíveis. No caso do P, a aplicação localizada e o manejo de dose ajudam a aumentar a eficiência.

  • Como reduzir: aplicar P em faixa/sulco; evitar superdosagens; usar fontes adequadas e, quando indicado, combinar com matéria orgânica bem estabilizada para melhorar dinâmica no solo.

Localização e parcelamento: decisões que mais mudam o resultado

  • Localização: P e micronutrientes geralmente respondem melhor quando posicionados próximos à zona de raízes ativas; N e K podem ser distribuídos e parcelados.
  • Parcelamento: aumenta eficiência de N e K, reduz risco de perdas e permite correções ao longo do ciclo.
  • Calibração: erro de calibração é uma das maiores causas de sub/superdosagem; faça teste de vazão e uniformidade sempre que trocar produto ou regulagem.

Proteção ambiental e segurança operacional na adubação

Zonas de proteção e prevenção de contaminação

  • Respeite faixas de proteção próximas a cursos d’água, nascentes e áreas sensíveis; evite aplicação direta em margens e áreas com escoamento concentrado.
  • Evite aplicar antes de chuvas intensas: reduz risco de carreamento superficial e perda de nutrientes.
  • Gerencie pátios e armazenamento: fertilizantes e orgânicos devem ficar cobertos, em piso impermeável quando necessário, evitando lixiviados.
  • Controle de deriva (foliar): ajuste bicos, pressão e vento; evite atingir corpos d’água e áreas vizinhas.

Checklist rápido antes de aplicar

  • Previsão de chuva: há risco de chuva forte nas próximas 24–48 h?
  • Solo: está saturado/encharcado? há enxurradas?
  • Vento e temperatura: adequado para aplicação foliar?
  • Equipamento: calibrado e com distribuição uniforme?
  • Produto: lote, validade, integridade e compatibilidade de mistura conferidos?

Compostagem e bioinsumos: orientações práticas com cuidados sanitários

Compostagem (passo a passo prático)

Objetivo: transformar resíduos orgânicos em material estável, com menor risco sanitário e melhor manuseio.

  • 1) Seleção de materiais: combine fontes ricas em N (esterco, restos verdes) com fontes ricas em carbono (palha, serragem, folhas secas) para evitar mau cheiro e perdas.
  • 2) Montagem: faça leiras com boa aeração; evite compactar demais.
  • 3) Umidade: mantenha úmido como “esponja torcida” (úmido sem escorrer).
  • 4) Temperatura e higienização: busque fase termofílica (temperaturas elevadas) para reduzir patógenos e sementes; revolva a leira para aquecer por igual.
  • 5) Maturação: use apenas quando o material estiver com cheiro de terra, sem aquecimento interno e com partículas mais homogêneas.
  • 6) Controle de qualidade: se possível, faça análise (umidade, pH, condutividade, NPK) e registre lote/data.

Uso de estercos e resíduos: cuidados essenciais

  • Sanidade: evite aplicar material fresco em culturas de consumo in natura; prefira composto maturado e siga boas práticas de higiene e intervalos de segurança conforme orientação técnica local.
  • Contaminantes: atenção a resíduos com risco de metais pesados, salinidade e materiais estranhos (plásticos, vidros).
  • Uniformidade: espalhamento irregular gera manchas de excesso/deficiência; calibre distribuidores e faça passadas sobrepostas corretamente.

Bioinsumos (inoculantes, solubilizadores, bioestimulantes): como usar com segurança

Bioinsumos podem melhorar eficiência de nutrientes e vigor, mas exigem qualidade e manejo correto para funcionar.

  • Origem e registro: adquira de fornecedores confiáveis, com identificação de lote e instruções claras.
  • Armazenamento: respeite temperatura e prazo; calor excessivo reduz viabilidade.
  • Compatibilidade: evite misturar inoculantes com produtos incompatíveis (ex.: alguns químicos concentrados); quando necessário, aplique separado.
  • Aplicação: siga dose e modo (semente, sulco, fertirrigação, foliar) e garanta condições para sobrevivência do microrganismo (umidade, proteção UV quando aplicável).
  • Verificação: monitore resposta e compare áreas com/sem aplicação para validar custo-benefício.

Exemplo prático: plano nutricional por estádios (modelo adaptável)

A seguir, um exemplo genérico (modelo) para uma cultura anual de ciclo médio. Ajuste doses e fontes conforme recomendação técnica, meta de produtividade, análise e histórico da área.

Estádio 1 — Pré-plantio (15–30 dias antes)

  • Objetivo: preparar disponibilidade gradual e melhorar ambiente radicular.
  • Ações: aplicar composto maturado (dose definida por análise e logística) e/ou incorporar palhada de adubo verde manejado no ponto correto.
  • Cuidados: evitar aplicação em solo encharcado; manter distância de cursos d’água; registrar lote e origem do orgânico.

Estádio 2 — Plantio (dia 0)

  • Objetivo: arranque e enraizamento.
  • Ações: aplicar P (principal) e parte de N e K em faixa/sulco, com distância segura da semente; incluir micronutrientes estratégicos quando indicados (ex.: Zn).
  • Cuidados: atenção ao índice salino e à proximidade do fertilizante da semente; calibrar dosadores.

Estádio 3 — Vegetativo inicial (ex.: 15–25 dias)

  • Objetivo: sustentar crescimento sem excessos.
  • Ações: 1ª cobertura de N (e K se necessário), preferencialmente com previsão de incorporação por chuva leve/irrigação.
  • Monitoramento: cor e vigor; se houver suspeita de microdeficiência, planejar aplicação foliar direcionada.

Estádio 4 — Vegetativo pleno (ex.: 30–45 dias)

  • Objetivo: máximo acúmulo de biomassa e preparação reprodutiva.
  • Ações: 2ª cobertura de N (parcelamento) e ajuste de K; foliar de micronutrientes apenas se houver indicação (análise/sintoma).
  • Cuidados: evitar aplicar N antes de chuva intensa; em ureia superficial, considerar inibidor ou incorporação.

Estádio 5 — Início reprodutivo (ex.: pré-florada/início de frutificação)

  • Objetivo: suportar flores/frutos e qualidade.
  • Ações: reforço de K (se demanda alta) e manejo de Ca/B via estratégia adequada (solo/foliar conforme cultura e diagnóstico).
  • Cuidados: aplicações foliares em clima ameno; evitar misturas sem teste prévio.

Estádio 6 — Enchimento/maturação

  • Objetivo: manter sanidade e qualidade, evitando excesso de N.
  • Ações: evitar N tardio (salvo necessidade comprovada); focar em K e micronutrientes apenas se houver benefício claro.
  • Monitoramento: qualidade do produto, uniformidade e sinais de desequilíbrio.

Tabela-modelo: registro de aplicações (rastreabilidade e ajuste fino)

DataTalhão/ÁreaEstádio da culturaProduto/FonteNutriente-alvoDose (kg/ha ou L/ha)Forma (plantio/cobertura/foliar)Localização (sulco/faixa/lanço)Condição climática (T°, UR, vento)Solo (úmido/seco)Previsão de chuva (24–48h)Observações (lote, mistura, resposta)
__/__/____Talhão 1PlantioFórmula NPK / MAP / etc.P, N____PlantioFaixa____________Calibração ok; distância da semente: ____
__/__/____Talhão 1VegetativoUreia / Nitrato / etc.N____CoberturaLanço____________Aplicado antes de irrigação leve
__/__/____Talhão 1Pré-floradaQuelato de Zn / B / etc.Micros____FoliarPulverização________Teste de compatibilidade realizado

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Ao observar um sintoma de deficiência que aparece primeiro nas folhas mais velhas, qual interpretação está mais alinhada ao manejo nutricional apresentado?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

Nutrientes móveis tendem a mostrar deficiência primeiro em folhas velhas (ex.: N, P, K, Mg). Já os pouco móveis aparecem em folhas novas e ponteiros. A observação orienta, mas deve ser confirmada com análises e histórico.

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