Manutenção preventiva e corretiva de placas solares e inversores

Capítulo 14

Tempo estimado de leitura: 13 minutos

+ Exercício

O que é manutenção preventiva e corretiva em sistemas fotovoltaicos

Manutenção preventiva é o conjunto de inspeções e ações programadas para manter módulos, cabeamento, estruturas e inversores operando com desempenho e segurança, reduzindo paradas e evitando falhas maiores. O foco é detectar sinais iniciais (sujeira, afrouxamentos, corrosão, degradação de conectores, alertas em logs) antes que virem defeitos.

Manutenção corretiva é a intervenção após a ocorrência de uma falha (queda de geração, inversor em alarme, disjuntor desarmando, DPS atuado, falha de comunicação). O objetivo é diagnosticar a causa raiz, corrigir e registrar o ocorrido para evitar recorrência.

Na prática, a manutenção fotovoltaica combina: (1) inspeção visual e mecânica, (2) checagens elétricas pontuais, (3) análise de dados do monitoramento, e (4) limpeza quando necessária.

Rotinas de manutenção preventiva (checklist completo)

1) Inspeção dos módulos fotovoltaicos

Faça a inspeção preferencialmente em horário de boa iluminação, sem ofuscamento excessivo, e com acesso seguro. Procure por:

  • Trincas no vidro: podem ser finas (tipo “teia”) e evoluir com dilatação térmica e granizo. Indício: linhas claras, reflexos irregulares, pontos de umidade.
  • Delaminação: separação de camadas do módulo (EVA/vidro/backsheet). Indício: bolhas, áreas esbranquiçadas, aspecto “leitoso”.
  • Hotspots: pontos de aquecimento anormal por célula danificada, sombreamento persistente, sujeira localizada ou falha interna. Indício: escurecimento localizado, marcas no backsheet, odor de aquecimento; confirmação ideal com termografia.
  • Backsheet e moldura: rachaduras, ressecamento, amarelamento, empeno, cantos soltos.
  • Caixa de junção: tampa solta, sinais de aquecimento, resina trincada, entrada de água.

Passo a passo prático (inspeção visual):

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  1. Compare a aparência entre módulos da mesma fileira: diferenças chamam atenção (cor, brilho, manchas).
  2. Observe bordas e cantos (onde delaminação e infiltração costumam iniciar).
  3. Verifique a caixa de junção e cabos do módulo: procure deformações e escurecimento.
  4. Se houver suspeita de hotspot, programe termografia em dia ensolarado (módulos em operação) e registre imagens por string/área.

2) Limpeza segura dos módulos (quando, como e com o quê)

Limpeza não é “obrigatória” em toda visita: ela deve ser baseada em evidências (acúmulo visível, queda de geração, poeira agrícola, fuligem, maresia, fezes de aves). Limpar em excesso pode aumentar risco de micro-riscos e desgaste.

Frequência recomendada (referência prática):

  • Ambiente urbano comum: a cada 6–12 meses, ou conforme monitoramento indicar.
  • Regiões com poeira intensa/estradas de terra/agro: a cada 1–3 meses.
  • Maresia: inspeção mais frequente; limpeza conforme depósito de sal (muitas vezes 1–3 meses).
  • Após eventos: queimadas, tempestades de poeira, obras próximas.

Condições climáticas ideais: início da manhã ou fim da tarde, módulos frios, sem sol forte direto no vidro. Evite choque térmico (água fria em módulo muito quente) e evite vento forte.

Produtos e ferramentas recomendados:

  • Água limpa (preferencialmente de baixa dureza para reduzir manchas).
  • Detergente neutro diluído quando necessário (sujeira oleosa/fuligem leve).
  • Escova macia ou rodo com espuma/microfibra próprio para vidro.
  • Panos de microfibra limpos para acabamento.

Evite: produtos abrasivos, solventes fortes, cloro, ácidos, palha de aço, escovas rígidas, lavadora de alta pressão muito próxima (pode forçar vedação e conectores), e pisar sobre módulos.

Passo a passo prático (limpeza):

  1. Inspecione antes: identifique trincas e pontos frágeis; não aplique força em vidro trincado.
  2. Remova sujeira solta com água (sem jato agressivo).
  3. Aplique solução leve de detergente neutro se necessário e esfregue com ferramenta macia.
  4. Enxágue bem para não deixar película.
  5. Seque com microfibra para evitar manchas (principalmente em água dura).
  6. Registre data, condição (muito sujo/normal) e impacto na geração (comparar antes/depois).

3) Inspeção de conectores e cabos (CC e CA)

Grande parte das falhas intermitentes e aquecimentos vem de mau contato, conectores mal crimpados, infiltração e cabos expostos ao UV/atrito.

  • Conectores: verifique travamento, folgas, trincas, sinais de aquecimento (escurecimento), entrada de água, oxidação.
  • Cabos: procure ressecamento, cortes, esmagamentos, pontos de atrito com telha/estrutura, abraçadeiras quebradas, raio de curvatura inadequado.
  • Organização: cabos soltos podem bater com vento e desgastar isolamento.

Passo a passo prático (inspeção):

  1. Faça varredura visual do caminho dos cabos: do campo fotovoltaico até caixas/condutos.
  2. Toque com cuidado em pontos suspeitos (sem forçar): conectores não devem estar “moles”.
  3. Procure por marcas de arco elétrico (fuligem, cheiro, derretimento).
  4. Se houver suspeita de aquecimento, programe termografia em operação para localizar ponto quente em conector/borne.

4) Verificação de estruturas: corrosão, torque e vedação

Estrutura é responsável por manter alinhamento, afastamento do telhado e integridade mecânica. Vibração, vento e dilatação podem afrouxar fixações.

  • Corrosão: pontos de ferrugem, galvanização comprometida, contato de metais diferentes (corrosão galvânica), maresia.
  • Torque/afrouxamento: grampos e parafusos com folga, trilhos desalinhados, ruídos com vento.
  • Vedação: passagens de telhado, calhas e pontos de fixação com sinais de infiltração (manchas internas, goteiras, umidade).
  • Deformações: trilhos empenados, módulos com tensão mecânica (podem induzir microtrincas).

Passo a passo prático (estrutura):

  1. Inspecione visualmente trilhos, grampos e fixadores em toda a extensão.
  2. Verifique pontos de corrosão e trate conforme recomendação do fabricante (substituição/repintura/isolamento).
  3. Reaperte apenas com referência de torque do fabricante do sistema de fixação (evite “aperto no feeling”).
  4. Cheque vedação em passagens e pontos críticos; se houver infiltração, priorize correção imediata.

5) Checagem do inversor: logs, ventilação e filtros

O inversor é o “centro de diagnóstico” do sistema. Mesmo quando o campo fotovoltaico está bem, problemas de ventilação, temperatura e comunicação podem reduzir geração.

  • Logs e alarmes: verifique histórico de falhas, eventos recorrentes e horários (ex.: falha sempre ao meio-dia pode indicar sobretemperatura).
  • Ventilação: entradas e saídas de ar desobstruídas; distância mínima para circulação; ausência de poeira excessiva.
  • Filtros (quando aplicável): alguns modelos possuem filtros removíveis; limpar/substituir conforme manual.
  • Conexões: bornes e conectores sem sinais de aquecimento; cabos bem fixados; ausência de umidade no gabinete.
  • Atualizações e parametrização: confirme se firmware e parâmetros de rede/monitoramento estão consistentes com a operação local (sem alterar sem necessidade e sem registro).

Passo a passo prático (inversor):

  1. Acesse o portal/app local do inversor e exporte/registre eventos do período desde a última visita.
  2. Verifique potência instantânea e compare com irradiância aproximada/horário (para identificar limitação).
  3. Inspecione fisicamente entradas de ar, ventoinhas (ruído anormal) e filtros.
  4. Registre temperatura interna/estado térmico se disponível.
  5. Teste comunicação (Wi-Fi/Ethernet/RS485) e qualidade do sinal quando aplicável.

Diagnóstico de falhas comuns (roteiro de campo)

Queda de geração: como separar causa ambiental, sujeira e falha elétrica

Antes de medir, use dados: compare geração atual com períodos equivalentes (mesmo mês/semana) e com outras instalações próximas quando possível. Quedas graduais sugerem sujeira/degradação; quedas abruptas sugerem falha elétrica ou sombreamento novo.

A) Sombreamento novo

  • Sintomas: queda em horários específicos; “dentes” no gráfico de potência; diferença entre strings em horários de sombra.
  • Verificação: inspeção visual do entorno (árvore cresceu, nova antena, caixa d’água, construção vizinha). Compare curvas diárias no monitoramento.
  • Ação: poda autorizada, remanejamento de módulos, reconfiguração de strings (quando tecnicamente viável), ou uso de otimizadores (caso aplicável).

B) Sujeira

  • Sintomas: queda relativamente uniforme ao longo do dia; melhora após chuva/limpeza; sujeira visível (poeira, fuligem, fezes).
  • Verificação: inspeção visual e comparação antes/depois de limpeza em uma área piloto (ex.: limpar 2–4 módulos e comparar corrente/potência).
  • Ação: limpeza conforme procedimento e ajuste de periodicidade.

C) String aberta (circuito interrompido)

  • Sintomas: inversor com menos MPPTs/strings ativas; queda grande e súbita; corrente de uma string próxima de zero.
  • Verificação: conferir no monitoramento a corrente por MPPT/string; inspeção de conectores e caixas; procurar conector solto, cabo rompido, fusível aberto (se houver), borne frouxo.
  • Ação: corrigir conexão/terminação, substituir conector danificado, refazer crimpagem quando necessário, e testar novamente.

Falhas de isolamento (isolamento baixo para terra)

Falhas de isolamento ocorrem quando há fuga para terra por umidade, cabo danificado, conector com água, caixa de junção comprometida ou componente degradado. Muitos inversores acusam alarme de isolamento e podem reduzir/cessar geração.

Passo a passo prático (triagem):

  1. Verifique logs do inversor: horário e recorrência (após chuva é um forte indício de umidade).
  2. Inspecione visualmente pontos suscetíveis: conectores expostos, caixas no telhado, passagens de cabo, emendas, conduítes com água.
  3. Se disponível e autorizado pelo procedimento técnico, isole por seções: desconecte strings uma a uma (com método e registro) para identificar qual ramal derruba o isolamento.
  4. Após localizar a string/trecho, procure o ponto físico: conector com água, cabo com corte, caixa de junção com trinca.

Ação típica: secagem e vedação correta, substituição de conectores/cabos/caixas comprometidas, reorganização de cabos para evitar acúmulo de água e pontos de gotejamento.

DPS atuado (surto) e seus efeitos

Quando o DPS atua, ele pode indicar fim de vida ou evento de surto. Em muitos modelos há indicador visual (janela verde/vermelha) e, se houver contato auxiliar, pode aparecer alarme no monitoramento.

  • Sintomas: indicador do DPS em estado de falha; inversor pode acusar falhas relacionadas; em casos severos, disjuntores podem desarmar.
  • Verificação: checar indicador do DPS no quadro/caixa; verificar se houve tempestade recente; inspecionar conexões e sinais de aquecimento.
  • Ação: substituir o cartucho/módulo do DPS conforme modelo; registrar data e possível causa; verificar se a proteção está corretamente dimensionada e se não há sinais de sobreaquecimento nos bornes.

Disjuntores desarmando (CA ou CC)

Desarme recorrente indica sobrecorrente, curto, fuga, aquecimento em conexão, ou defeito no próprio disjuntor. O padrão do desarme ajuda a direcionar o diagnóstico.

  • Desarma imediatamente ao religar: suspeita de curto/defeito grave no circuito.
  • Desarma após alguns minutos: pode ser aquecimento, mau contato, sobrecarga, ou falha intermitente.
  • Desarma em horários de pico: pode indicar aquecimento por corrente elevada, ventilação ruim, ou problema no equipamento.

Passo a passo prático (abordagem):

  1. Identifique qual disjuntor desarma (CA do inversor, geral, string/CC, auxiliar).
  2. Verifique aperto e sinais de aquecimento nos bornes (escurecimento/odor).
  3. Consulte logs do inversor no horário do evento (sobretensão, sobrecorrente, falha de rede, temperatura).
  4. Se o disjuntor estiver envelhecido ou com sinais de aquecimento, considere substituição após confirmar causa raiz.

Problemas de comunicação (monitoramento offline)

Falhas de comunicação não param a geração necessariamente, mas impedem diagnóstico e podem mascarar quedas de desempenho.

  • Sintomas: dados ausentes, inversor “offline”, leituras congeladas.
  • Causas comuns: Wi-Fi fraco, roteador trocado, senha alterada, cabo de rede danificado, interferência, falha no datalogger, configuração IP.

Passo a passo prático (restabelecer):

  1. Confirme se o inversor está gerando localmente (display/LEDs/potência instantânea).
  2. Verifique o meio de comunicação (Wi-Fi/Ethernet/RS485) e o estado de link.
  3. Teste sinal Wi-Fi no ponto do inversor; se fraco, reposicione roteador, use repetidor ou migre para cabo.
  4. Reconfigure credenciais e registre as alterações no relatório de atendimento.

Plano de manutenção: periodicidade sugerida

ItemO que fazerPeriodicidade típicaObservações
Monitoramento de geraçãoComparar energia diária/mensal, alarmes e stringsSemanal (remoto) / Mensal (relatório)Ajuda a detectar queda antes de virar falha
Inspeção visual dos módulosTrincas, delaminação, manchas, backsheet, caixa de junçãoSemestralApós granizo/vento forte, fazer extra
LimpezaLimpeza segura conforme necessidade1–12 meses (conforme ambiente)Basear em sujeira visível e/ou queda de geração
Conectores e cabosFolgas, aquecimento, UV, atrito, fixaçãoSemestralTermografia anual ajuda a achar pontos quentes
Estruturas e fixaçõesCorrosão, torque, alinhamento, vedaçãoAnualAmbiente marinho: reduzir intervalo
Inversor (físico)Ventilação, filtros, ruídos, limpeza externaTrimestral a semestralLocais com poeira exigem mais frequência
Inversor (logs)Exportar eventos, checar alarmes recorrentesMensalCorrelacionar com clima e horários
Termografia (módulos/conexões)Buscar hotspots e aquecimentos em conectoresAnualPreferir dia ensolarado, sistema em carga

Formulário de atendimento técnico (modelo preenchível)

Use um formulário padronizado para garantir rastreabilidade. Abaixo um modelo em texto para copiar e usar em campo.

FORMULÁRIO DE ATENDIMENTO TÉCNICO – SISTEMA FOTOVOLTAICO  Data: ____/____/____  Hora: ____:____  Técnico: ____________________  Cliente/Local: ______________________________  Endereço: ___________________________________  Contato: ____________________  Telefone: ____________________  Tipo de visita: ( ) Preventiva  ( ) Corretiva  ( ) Emergencial  Nº do sistema/ID monitoramento: ______________________________  Inversor (marca/modelo): ____________________  Nº de série: ____________________  Potência do sistema (kWp): ________  Quantidade de módulos: ________  CONDIÇÕES AMBIENTAIS  Clima: ( ) Sol  ( ) Nublado  ( ) Chuva  ( ) Pós-chuva  Temperatura aprox.: _______°C  Observações: ________________________________________________  1) INSPEÇÃO DE MÓDULOS  ( ) Sem anomalias  ( ) Trincas  ( ) Delaminação  ( ) Manchas  ( ) Suspeita de hotspot  Observações/Localização (fileira/módulo): ______________________  Evidências (fotos/termografia): ( ) Sim  ( ) Não  2) LIMPEZA  Necessária? ( ) Sim  ( ) Não  Método: ( ) Água  ( ) Água + detergente neutro  Horário: ________  Resultado percebido: _________________________________________  3) CONECTORES E CABOS  ( ) OK  ( ) Conector solto  ( ) Aquecimento  ( ) Cabo danificado  ( ) Fixação inadequada  Ações executadas: ____________________________________________  4) ESTRUTURA E VEDAÇÃO  ( ) OK  ( ) Corrosão  ( ) Parafuso/Grampo frouxo  ( ) Infiltração/vedação  Ações executadas: ____________________________________________  5) INVERSOR E MONITORAMENTO  Status geração no momento: ________ kW  Alarmes no período: __________________________________________  Ventilação: ( ) OK  ( ) Obstruída  Filtros: ( ) N/A  ( ) Limpos  ( ) Substituídos  Comunicação: ( ) Online  ( ) Offline  Meio: ( ) Wi-Fi  ( ) Ethernet  ( ) RS485  Ações executadas: ____________________________________________  6) PROTEÇÕES E OCORRÊNCIAS  DPS: ( ) OK  ( ) Atuado/Indicador falha  Disjuntores: ( ) OK  ( ) Desarmando  Observações: ________________________________________________  DIAGNÓSTICO (se corretiva)  Sintoma relatado: ____________________________________________  Causa provável: ______________________________________________  Testes realizados: ___________________________________________  Peças substituídas: __________________________________________  RESULTADO  ( ) Sistema normalizado  ( ) Pendente (aguardando peça/retorno)  Recomendações ao cliente: ____________________________________  Assinatura técnico: ____________________  Assinatura cliente: ____________________

Dicas de registro e comparação (para melhorar o diagnóstico)

  • Registre sempre fotos do antes/depois (módulos sujos, conectores, corrosão, infiltração).
  • Salve prints dos gráficos (dia típico, dia com falha, comparação entre strings/MPPTs).
  • Quando houver intervenção em conectores/cabos, anote local exato (ex.: “String 2, conector positivo no módulo da extremidade direita, fileira superior”).
  • Se um problema ocorrer após chuva, vento forte ou obra próxima, registre como evento correlato para orientar a prevenção.

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Ao observar uma queda grande e súbita na geração e notar que uma string está com corrente próxima de zero no monitoramento, qual é a ação mais adequada para diagnosticar e corrigir o problema?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

Queda súbita com corrente de string próxima de zero indica provável circuito interrompido (string aberta). O procedimento é checar correntes no monitoramento e inspecionar conexões/terminações (conectores, cabos, fusíveis e bornes), corrigindo o ponto defeituoso e retestando.

Próximo capitúlo

Qualidade, entrega do projeto e documentação final de instalação fotovoltaica

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