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Agente de Polícia Civil: Preparação Essencial para Concursos Públicos

Novo curso

18 páginas

Língua Portuguesa Aplicada a Provas de Agente de Polícia Civil

Capítulo 16

Tempo estimado de leitura: 14 minutos

+ Exercício

Em provas de Agente de Polícia Civil, Língua Portuguesa costuma cobrar duas frentes ao mesmo tempo: (1) leitura e interpretação com inferências e (2) gramática aplicada ao texto (o “erro” aparece dentro de um enunciado plausível). Por isso, o estudo mais eficiente combina leitura ativa com exercícios contextualizados e reescrita sem alteração de sentido.

Interpretação de textos: o que a banca realmente avalia

Interpretação não é “opinião”: é localizar informações, inferir o que está implícito, reconhecer a tese do autor, identificar relações lógicas (causa, consequência, oposição, condição), e distinguir fato de julgamento.

Habilidades mais cobradas

  • Ideia central e objetivo do texto: qual problema o autor discute e qual posição assume.
  • Inferência: concluir algo que não está dito literalmente, mas decorre do texto.
  • Pressupostos e implícitos: o que precisa ser verdadeiro para a frase fazer sentido.
  • Sentido de palavras e expressões no contexto: polissemia, ironia, conotação.
  • Relações entre partes do texto: conectivos, retomadas pronominais, progressão temática.

Treino de leitura ativa (passo a passo) em textos curtos e médios

Use este roteiro em qualquer texto de prova (inclusive enunciados longos):

  • 1) Primeira leitura (30–60s): identifique tema e “tom” (crítico, informativo, argumentativo).
  • 2) Marque a tese: sublinhe a frase que melhor resume a posição do autor (geralmente no início ou no fim do parágrafo).
  • 3) Mapeie conectivos: destaque “porém”, “logo”, “portanto”, “embora”, “além disso”, “assim”, “contudo”. Eles revelam a lógica.
  • 4) Resolva pronomes e elipses: pergunte “isso” se refere a quê? “Tal medida” é qual medida?
  • 5) Faça uma paráfrase mental: reescreva com suas palavras em 1–2 frases. Se não conseguir, releia o parágrafo mais denso.
  • 6) Vá às questões: responda com base em trechos do texto (prova textual), não em conhecimento externo.

Mini-texto para treino (curto)

Texto A: “A eficiência de um serviço público não se mede apenas pela rapidez, mas pela capacidade de entregar resultados consistentes com transparência. Quando a pressa substitui o método, o erro deixa de ser exceção e passa a ser rotina.”

  • Questão 1 (ideia central): O texto defende que eficiência depende de rapidez? Gabarito esperado: Não. Defende que rapidez não basta; é preciso método, transparência e consistência.
  • Questão 2 (inferência): Pode-se inferir que a ausência de método aumenta a ocorrência de erros? Gabarito esperado: Sim, pois “a pressa substitui o método” leva o erro a virar “rotina”.
  • Questão 3 (relação lógica): “Quando” introduz ideia de quê? Gabarito esperado: Condição/tempo com valor condicional (“se a pressa substitui o método…”).

Mini-texto para treino (médio)

Texto B: “A circulação de informações em redes sociais ampliou o acesso a notícias, mas também reduziu o tempo de verificação. Em ambientes de alta velocidade, a correção perde espaço para a viralização: o conteúdo que confirma crenças tende a ser compartilhado antes de ser checado. Por isso, a leitura crítica não é um luxo; é uma habilidade de sobrevivência informacional.”

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  • Questão 1 (tese): A tese principal é que redes sociais são negativas em si? Gabarito esperado: Não. O texto aponta benefício (ampliou acesso), mas critica a redução da verificação e defende leitura crítica.
  • Questão 2 (pressuposto): Pressupõe-se que as pessoas compartilham conteúdos por confirmação de crenças? Gabarito esperado: Sim, o texto afirma que “conteúdo que confirma crenças tende a ser compartilhado antes de ser checado”.
  • Questão 3 (conectivo): “Por isso” introduz que relação? Gabarito esperado: Conclusão/resultado do que foi dito antes.

Coesão e coerência: como a banca cria armadilhas

Coesão é a ligação formal entre palavras e frases (conectivos, pronomes, repetição controlada, elipse). Coerência é o sentido global: ideias compatíveis, sem contradição, com progressão lógica.

Principais mecanismos de coesão

  • Referência: pronomes e expressões que retomam termos (“isso”, “tal medida”, “o referido”).
  • Conectores: indicam relação lógica (adição, oposição, causa, consequência, condição, concessão).
  • Substituição e elipse: evita repetição (“o primeiro… o segundo…”, omissão de termo recuperável).
  • Reiteração: repetição estratégica de palavras-chave para manter o tema.

Exercício: identificar quebra de coesão

Assinale a alternativa em que há problema de referência pronominal.

  • A) “Os candidatos estudaram o edital e, por isso, ajustaram o cronograma.”
  • B) “A equipe revisou o relatório; isso reduziu inconsistências.”
  • C) “A banca publicou o gabarito e ele foi contestado, embora a prova estivesse clara.”
  • D) “O investigador analisou os dados e, em seguida, redigiu a síntese.”

Comentário: Em C, “ele” pode retomar “gabarito” (ok), mas a concessão “embora a prova estivesse clara” pode gerar incoerência dependendo do contexto: contestação não é incompatível com prova clara. A banca pode explorar ambiguidade e relação lógica mal construída. Em itens assim, procure o termo retomado e verifique se a relação “embora” faz sentido.

Banco rápido de conectivos (com sentido típico)

  • Adição: além disso, bem como, não só… mas também.
  • Oposição: porém, contudo, entretanto, todavia.
  • Causa: porque, visto que, uma vez que.
  • Consequência: portanto, logo, assim, por conseguinte.
  • Condição: se, caso, desde que.
  • Concessão: embora, ainda que, mesmo que.

Pontuação: sentido e estrutura (não “pausa para respirar”)

Pontuação em concurso é cobrada como ferramenta de sentido e de estrutura sintática. A banca testa especialmente: vírgula com orações subordinadas, adjuntos adverbiais deslocados, aposto, vocativo, e proibições clássicas.

Regras que mais caem

  • Não separar sujeito e verbo: “Os candidatos, estudaram.” (errado)
  • Não separar verbo e complemento: “A banca divulgou, o resultado.” (errado)
  • Isolar adjunto adverbial deslocado (muitas vezes): “Em geral, a prova cobra interpretação.”
  • Orações explicativas com vírgulas: “Os candidatos, que estudam com método, evoluem.”
  • Orações restritivas sem vírgulas: “Os candidatos que estudam com método evoluem.”
  • Dois-pontos para explicação/enumeração: “Há um ponto central: a tese do autor.”
  • Ponto e vírgula para separar itens complexos: útil em enumerações longas.

Exercício: vírgula muda o sentido

  • Frase 1: “Candidatos que revisam erram menos.” (restritiva: apenas os que revisam)
  • Frase 2: “Candidatos, que revisam, erram menos.” (explicativa: todos revisam; informação acessória)

Em questões, a banca pode pedir a alternativa em que a inserção/retirada de vírgulas altera o sentido. Compare restrição vs explicação.

Concordância verbal e nominal (com foco em casos de prova)

Concordância é ajuste de número e pessoa (verbal) e de gênero/número (nominal). Em concurso, o erro costuma estar “camuflado” por termos longos entre sujeito e verbo.

Concordância verbal: pontos críticos

  • Sujeito posposto: “Chegaram os documentos.”
  • Expressões partitivas: “A maioria dos candidatos estuda/estudam.” (ambas podem ocorrer; banca costuma preferir concordância com “maioria” no singular, mas observe o padrão do enunciado)
  • Percentuais: “30% dos inscritos faltaram.” / “30% do efetivo faltou.”
  • “Haver” impessoal: “Há questões difíceis.” (sem plural)
  • “Fazer” indicando tempo: “Faz dois anos.” (sem plural)

Concordância nominal: pontos críticos

  • Adjetivo com dois substantivos: “prova e edital atualizados” (plural) ou “prova e edital atualizado” (concordância com o mais próximo, dependendo da estrutura)
  • “É proibido/é necessário/é bom”: varia com artigo: “É proibida a entrada.” / “É proibido entrar.”

Exercício contextualizado: identifique o erro

  • A) “Faz três meses que estudo pontuação.”
  • B) “Houve muitas dúvidas na revisão.”
  • C) “Devem existir alternativas corretas.”
  • D) “Há muitos candidatos preparados.”

Gabarito esperado: B está errada se estiver no plural com “houve”: o correto é “Houve muita dúvida” ou “Houve muitas dúvidas” (aqui está correto). A é correta (“faz” tempo). D é correta (“há” impessoal). C é correta. Este tipo de questão exige atenção: a banca mistura “pegadinhas” com frases corretas para testar automatismos.

Regência verbal e nominal: o que muda na prova

Regência é a relação de dependência entre termo regente e termo regido (com ou sem preposição). Em questões, o foco é: verbo que exige preposição, troca indevida de preposição e impacto na crase.

Verbos campeões de cobrança

  • Assistir (ver): “assistir a ao filme” (com preposição) | (dar assistência): “assistir o paciente” (sem preposição)
  • Preferir: “preferir X a Y” (sem “do que” na forma padrão)
  • Visar: (objetivar) “visar a” | (mirar) “visar o alvo”
  • Implicar: (acarretar) “implicar” (sem preposição) | (antipatizar) “implicar com
  • Obedecer: “obedecer a
  • Informar: “informar algo a alguém” / “informar alguém de algo” (variação possível)

Regência nominal frequente

  • “apto a”, “favorável a”, “necessário a”, “compatível com”, “avesso a”, “orgulhoso de”.

Exercício: complete com a preposição adequada

  • 1) “O candidato assistiu ___ aula e depois assistiu ___ professor na organização.”
  • 2) “Ele preferiu revisar pontuação ___ estudar apenas regras soltas.”
  • 3) “A mudança implicou ___ aumento de acertos.”

Gabarito esperado: 1) a / (sem preposição) 2) a 3) (sem preposição) “implicou aumento”.

Crase: decisão em 3 perguntas (passo a passo)

Crase é a fusão de a (preposição) + a (artigo feminino) ou + aquele(s)/aquela(s)/aquilo (a + a = à). Em prova, a banca testa: regência, presença de artigo e casos proibidos.

Passo a passo prático

  • 1) Há preposição “a” exigida pelo termo anterior? (verbo ou nome pede “a”?)
  • 2) O termo seguinte admite artigo feminino “a”? (é feminino e determinado?)
  • 3) Se eu trocar por um termo masculino, vira “ao”? Se sim, há forte indicativo de crase.

Casos típicos

  • Obrigatória: “dirigir-se à autoridade”; “referir-se à norma”; “chegar à conclusão”.
  • Facultativa: antes de nome próprio feminino (quando admite artigo): “entregou a/à Maria”; antes de pronome possessivo feminino: “referiu-se a/à sua equipe”.
  • Proibida: antes de palavra masculina (“a prazo”), verbos (“a partir”), pronomes pessoais (“a ela”), nomes de cidade sem artigo (“a Brasília”), e antes de substantivo feminino indefinido (“a uma situação”).

Exercício: marque a alternativa correta

  • A) “O candidato chegou à Brasília cedo.”
  • B) “O candidato chegou a Brasília cedo.”
  • C) “O candidato chegou à uma conclusão.”
  • D) “O candidato referiu-se a ela com respeito.”

Gabarito esperado: B (Brasília, em geral, não admite artigo). C está errada (não há crase antes de “uma”). D está correta sem crase (pronome pessoal “ela”).

Colocação pronominal: onde a banca mais pega

Colocação pronominal é a posição do pronome oblíquo átono (me, te, se, o, a, lhe, nos, vos, lhes) em relação ao verbo: próclise (antes), ênclise (depois) e mesóclise (no meio, em futuro do presente/pretérito, em registro formal).

Regras práticas de prova

  • Próclise com palavras atrativas: não, nunca, ninguém, nada, já, ainda, que, quem, onde, quando, como, se (condicional), pronomes relativos, e em certas subordinadas.
  • Ênclise quando o verbo inicia a oração (sem atrativo): “Entregou-se o documento.”
  • Proibição de próclise no início absoluto (norma padrão): evitar “Me disseram…” em texto formal de prova; preferir “Disseram-me…”.
  • Mesóclise (cobrada como “correta” em itens formais): “Dir-se-á”, “far-se-á”, quando não houver atrativo.

Exercício: escolha a forma mais adequada à norma padrão

  • A) “Me informaram que o gabarito saiu.”
  • B) “Informaram-me que o gabarito saiu.”
  • C) “Não informaram-me que o gabarito saiu.”
  • D) “Informaram que o gabarito saiu-me.”

Gabarito esperado: B. Em C, com “não” (atrativo), o correto é “Não me informaram…”. D é inadequada.

Reescrita sem alteração de sentido: como resolver com segurança

Questões de reescrita cobram equivalência semântica e manutenção de relações lógicas, tempos verbais, foco e pressupostos. A banca costuma trocar conectivos, voz verbal, ordem de termos e pontuação.

Checklist de equivalência (passo a passo)

  • 1) Preserve a relação lógica: “embora” (concessão) não equivale a “porque” (causa).
  • 2) Verifique escopo de negação: “não apenas X, mas também Y” ≠ “apenas não X, mas Y”.
  • 3) Cuidado com quantificadores: “alguns” ≠ “muitos” ≠ “a maioria”.
  • 4) Atenção a tempos e modos: “pode” ≠ “deve”; “teria” ≠ “terá”.
  • 5) Voz ativa/passiva: pode manter sentido, mas observe foco e agente: “A banca anulou a questão” ↔ “A questão foi anulada pela banca”.
  • 6) Pontuação pode restringir/explicar: vírgulas em oração relativa mudam sentido.

Exercícios de reescrita (com pegadinhas)

1) Original: “A pressa substituiu o método; por isso, os erros aumentaram.”

  • A) “Os erros aumentaram, embora a pressa tenha substituído o método.”
  • B) “Como a pressa substituiu o método, os erros aumentaram.”
  • C) “Os erros aumentaram, portanto a pressa substituiu o método.”

Gabarito esperado: B (mantém causa → consequência). A troca “por isso” por “embora” muda a relação. C inverte a relação (consequência virando causa).

2) Original: “Os candidatos que revisam diariamente tendem a errar menos.”

  • A) “Os candidatos, que revisam diariamente, tendem a errar menos.”
  • B) “Os candidatos que revisam diariamente tendem a cometer menos erros.”

Gabarito esperado: B. Em A, as vírgulas transformam a oração em explicativa (pressupõe que todos revisam), alterando o sentido.

3) Original: “É necessário atenção aos detalhes.”

  • A) “É necessária atenção aos detalhes.”
  • B) “São necessários atenção aos detalhes.”

Gabarito esperado: A (concordância nominal: “atenção” é núcleo singular).

Identificação de erros: como a banca disfarça

Questões de “correção gramatical” frequentemente trazem períodos longos, com sujeito distante do verbo, termos intercalados e conectivos que confundem. A técnica é fatiar a frase e checar em camadas.

Roteiro rápido de checagem

  • 1) Encontre o verbo principal e pergunte “quem?” (sujeito).
  • 2) Confira concordância (sujeito simples, composto, porcentagem, coletivos).
  • 3) Verifique regência do verbo e do nome (preposição correta).
  • 4) Teste crase se houver “a/à”.
  • 5) Revise pontuação: sujeito-verbo, verbo-complemento, orações relativas.
  • 6) Observe pronomes: colocação e referência (a que/quem se referem).

Exercício: encontre o problema

“A análise dos itens, que foram cobrados no último certame, indicam que a banca valoriza interpretação.”

Comentário: O núcleo do sujeito é “análise” (singular). O correto é “indica”. A oração “que foram cobrados…” refere-se a “itens” (plural), por isso “foram” está correto. A pegadinha é o verbo principal concordar com o núcleo do sujeito, não com o termo plural mais próximo.

Banco de pegadinhas frequentes em concursos (Português)

1) Vírgula proibida

  • Separar sujeito e verbo: “A leitura ativa, melhora o desempenho.”
  • Separar verbo e objeto: “O candidato revisou, as regras.”

2) “Haver” e “fazer” impessoais

  • “Haviam questões” (errado) → “Havia questões”.
  • “Fazem dois anos” (errado) → “Faz dois anos”.

3) Crase antes de “uma” e pronomes

  • “à uma” (errado) → “a uma”.
  • “à ela” (errado) → “a ela”.

4) Regência que muda sentido

  • “assistir o filme” (norma padrão para “ver”: “assistir a”).
  • “preferir do que” (forma padrão: “preferir X a Y”).

5) Colocação pronominal com atrativos

  • “Não diga-me” (errado) → “Não me diga”.
  • Início de oração: “Me informaram” (evitar em norma padrão formal) → “Informaram-me”.

6) Relativa explicativa vs restritiva

  • Com vírgula, vira explicação e pode alterar pressuposto: “Os candidatos, que estudam, passam.”
  • Sem vírgula, restringe: “Os candidatos que estudam passam.”

7) Ambiguidade pronominal

  • “O candidato avisou o professor que ele faltaria.” (quem faltaria?)
  • Em reescrita, a banca pede a alternativa que elimina ambiguidade sem mudar o sentido: “O candidato avisou ao professor que o candidato faltaria.” (ou reformulação equivalente).

8) Conectivo trocado

  • “portanto” (conclusão) trocado por “porém” (oposição) muda o sentido.
  • “embora” (concessão) não equivale a “porque” (causa).

Rotina de treino (leitura + gramática contextualizada)

Plano de 30–40 minutos

  • 10 min: leitura ativa de 1 texto curto + 3 perguntas (tese, inferência, conectivo).
  • 10–15 min: 6 itens de gramática contextualizada (pontuação, concordância, regência/crase, pronomes).
  • 10–15 min: 3 questões de reescrita (uma com conectivo, uma com vírgulas em relativa, uma com voz ativa/passiva).

Modelo de registro de erros (para evitar repetição)

Data: __/__/__  | Tema: Crase / Pontuação / Concordância / Regência / Pronomes / Interpretação  Problema: ( ) regra desconhecida ( ) distração ( ) confusão de conectivo ( ) ambiguidade  Exemplo do erro: __________________________  Regra correta em 1 linha: ___________________  Frase correta reescrita: ____________________

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Ao fazer uma questão de reescrita sem alteração de sentido, qual cuidado é essencial para garantir que a frase reescrita mantenha o mesmo significado da original?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

Em reescrita, a equivalência depende de manter as relações lógicas (causa, conclusão, concessão etc.). Trocar conectivos como “por isso” por “embora” altera o sentido, mesmo que a frase permaneça correta gramaticalmente.

Próximo capitúlo

Atualidades e Contexto de Segurança Pública para Agente de Polícia Civil

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