Capa do Ebook gratuito Preparatório para o Concurso da Escola de Sargentos das Armas (ESA - Exército Brasileiro)

Preparatório para o Concurso da Escola de Sargentos das Armas (ESA - Exército Brasileiro)

Novo curso

15 páginas

História do Brasil para a ESA: Brasil Colônia, Império e República

Capítulo 6

Tempo estimado de leitura: 15 minutos

+ Exercício

Como a ESA cobra História do Brasil

Em prova, História do Brasil costuma aparecer por eixos: estruturas de poder (administração), base econômica e relações sociais, conflitos e projetos políticos, e transições institucionais (Colônia → Império → República). O foco é identificar causas e consequências, reconhecer termos e situar eventos em sequência lógica.

Administração colonial, economia e sociedade

Administração colonial: como Portugal organizou o poder

  • Capitanias hereditárias: delegação de administração e exploração a donatários. Causa: reduzir custos de ocupação. Consequência: desigualdade de resultados e necessidade de centralização.
  • Governo-Geral (1549): centralização administrativa. Termos: governador-geral, ouvidor-mor (justiça), provedor-mor (fazenda), capitão-mor (defesa).
  • Câmaras municipais: poder local (homens bons), articulando interesses de elites coloniais.
  • União Ibérica (1580–1640): Portugal sob a Coroa espanhola. Consequência: ataques holandeses e reconfiguração do comércio atlântico.
  • Reformas pombalinas: fortalecimento do Estado, expulsão dos jesuítas, reorganização administrativa e econômica. Consequência: tensões com elites locais e mudanças na educação e catequese.

Economia colonial: ciclos e lógica do pacto colonial

  • Pacto colonial: colônia produz para a metrópole, com exclusividade comercial (monopólio). Consequência: contrabando e conflitos fiscais.
  • Açúcar: plantation (latifúndio, monocultura, exportação, trabalho escravizado). Atores: senhores de engenho, comerciantes, Coroa.
  • Mineração (século XVIII): ouro e diamantes. Termos: quinto, derrama, casas de fundição. Consequência: urbanização relativa, interiorização, maior controle fiscal.
  • Pecuária: apoio ao litoral açucareiro e ocupação do interior. Consequência: formação de rotas e núcleos no sertão.
  • Drogas do sertão e atividades amazônicas: extrativismo com redes fluviais e missões.

Sociedade colonial: hierarquias e trabalho

  • Escravidão: base do trabalho (indígena em fases iniciais e africana em larga escala). Consequência: estrutura social rigidamente hierarquizada e violência institucional.
  • Mestiçagens e mobilidade limitada: categorias sociais variáveis, mas com privilégios concentrados nas elites.
  • Igreja e ordens religiosas: catequese, educação, controle social; conflitos com políticas estatais (ex.: Pombal).

Passo a passo prático: como responder questões de Colônia

  1. Identifique o eixo: administração (centralização?), economia (plantation/mineração?), sociedade (escravidão/hierarquia?).
  2. Procure o mecanismo: monopólio, imposto, instituição (Governo-Geral, câmaras, casas de fundição).
  3. Feche com causa → consequência: exemplo: “mineração → maior fiscalização → tensões → movimentos nativistas/coloniais”.

Questões de fixação (com comentários)

1) O Governo-Geral foi criado principalmente para: (A) abolir impostos (B) descentralizar a administração (C) centralizar e coordenar a colonização (D) extinguir as câmaras. Comentário: alternativa (C). A medida responde ao fracasso parcial das capitanias e à necessidade de coordenação militar, fiscal e judicial.

2) O “pacto colonial” se relaciona diretamente com: (A) livre-comércio (B) exclusividade metropolitana (C) industrialização colonial (D) sufrágio universal. Comentário: (B). A lógica mercantilista restringe a autonomia econômica e explica contrabando e tensões fiscais.

Movimentos e conflitos

Tipos mais cobrados: nativistas vs. emancipacionistas

  • Nativistas: contestam abusos locais sem romper com Portugal. Exemplos: Revolta de Beckman (Maranhão), Guerra dos Emboabas (Minas), Guerra dos Mascates (PE).
  • Emancipacionistas: influenciados por Iluminismo/independências, com projeto de ruptura. Exemplos: Inconfidência Mineira, Conjuração Baiana.

Relações de causa e consequência

  • Fiscalismo metropolitano (quinto, derrama) → reação de elites → conspirações e repressão.
  • Conflitos entre grupos econômicos (comerciantes x senhores, “reinóis” x “colonos”) → revoltas locais.
  • Circulação de ideias (Iluminismo, Revolução Francesa, independência dos EUA) → projetos políticos com linguagem de direitos e soberania.

Termos essenciais

  • Derrama, quinto, homens bons, reinóis, colonos, Iluminismo, repressão metropolitana.

Questões de fixação (com comentários)

1) A diferença central entre movimentos nativistas e emancipacionistas é: (A) presença de impostos (B) objetivo de ruptura política (C) participação de elites (D) localização no litoral. Comentário: (B). Nativistas buscam ajustes; emancipacionistas articulam independência/soberania.

2) A Conjuração Baiana se distingue por: (A) caráter elitista e minerador (B) defesa de maior participação popular e igualdade (C) apoio explícito da Coroa (D) foco no contrabando amazônico. Comentário: (B). Em geral, é lembrada por maior presença de camadas populares e discurso igualitário.

Continue em nosso aplicativo

Você poderá ouvir o audiobook com a tela desligada, ganhar gratuitamente o certificado deste curso e ainda ter acesso a outros 5.000 cursos online gratuitos.

ou continue lendo abaixo...
Download App

Baixar o aplicativo

Independência e Primeiro Reinado

Independência: fatores e dinâmica política

  • Contexto: crise do Antigo Regime, guerras napoleônicas, transferência da Corte (1808) e mudanças econômicas.
  • Revolução do Porto (1820): pressão por recolonização e retorno do rei. Consequência: conflito entre interesses das Cortes e elites no Brasil.
  • Dia do Fico e 7 de Setembro: marcos políticos. Ideia-chave: independência negociada, com manutenção de estruturas sociais.
  • Reconhecimento: envolve diplomacia e custos (indenizações/pressões externas).

Primeiro Reinado (D. Pedro I): pontos de prova

  • Constituição de 1824: monarquia constitucional, Poder Moderador, voto censitário. Consequência: centralização e conflitos com províncias.
  • Confederação do Equador (1824): reação ao centralismo. Termos: federalismo, republicanismo (em parte), repressão.
  • Crise política: desgaste do imperador, disputas entre “brasileiros” e “portugueses”, e abdicação (1831).

Passo a passo prático: como resolver questões de Independência/1824

  1. Localize o conflito: Cortes x elites brasileiras; centralização x autonomia provincial.
  2. Associe o instrumento: Constituição de 1824 e Poder Moderador como mecanismo de centralização.
  3. Conecte a reação: movimentos como a Confederação do Equador aparecem como resposta ao arranjo centralizador.

Questões de fixação (com comentários)

1) O Poder Moderador na Constituição de 1824 tinha como função: (A) submeter o imperador ao parlamento (B) arbitrar e intervir nos demais poderes (C) extinguir o Judiciário (D) garantir voto universal. Comentário: (B). Era um instrumento de centralização e estabilização sob controle do imperador.

2) A Confederação do Equador se relaciona principalmente com: (A) defesa do centralismo (B) reação ao autoritarismo e centralização (C) apoio à recolonização (D) expansão cafeeira. Comentário: (B). Movimento regional com pauta autonomista/federalista e oposição ao arranjo político do Primeiro Reinado.

Regência

Por que a Regência é cobrada

É um período de instabilidade institucional: disputa entre centralização e autonomia provincial, além de revoltas regionais. Em prova, aparece como “laboratório” de modelos políticos e como antecedente do fortalecimento do poder central no Segundo Reinado.

Estrutura política e reformas

  • Ato Adicional (1834): amplia autonomia provincial (assembleias provinciais). Consequência: alivia tensões em alguns locais, mas não elimina conflitos.
  • Regência Una e disputas entre grupos políticos (moderados, exaltados, restauradores). Ideia-chave: projetos diferentes de Estado e ordem.
  • Maioridade (1840): antecipação do poder de D. Pedro II. Consequência: busca de estabilidade e recomposição da autoridade central.

Revoltas regenciais: mapa mental de prova

  • Cabanagem (PA): forte participação popular e crise social.
  • Farroupilha (RS): elites regionais, tensões fiscais e autonomia; longa duração.
  • Sabinada (BA): contestação política e militar, proposta de governo provisório.
  • Balaiada (MA): conflito social com participação de sertanejos e grupos marginalizados.

Termos essenciais

  • Ato Adicional, Maioridade, autonomia provincial, centralização, revoltas regenciais.

Questões de fixação (com comentários)

1) O Ato Adicional de 1834 é associado principalmente a: (A) extinção das províncias (B) ampliação da autonomia provincial (C) criação do voto feminino (D) fim do Poder Moderador. Comentário: (B). Ele cria assembleias provinciais e reorganiza a regência, refletindo a disputa centro x províncias.

2) A Maioridade de 1840 buscou: (A) aumentar a fragmentação regional (B) estabilizar o governo com reforço do poder central (C) recolonizar o Brasil (D) implantar república federativa. Comentário: (B). A antecipação do imperador é lida como resposta à instabilidade e às revoltas.

Segundo Reinado

Política: estabilidade com mecanismos de controle

  • Parlamentarismo às avessas: o imperador influencia a formação de gabinetes. Consequência: alternância controlada entre partidos e manutenção da ordem.
  • Partidos: Liberal e Conservador (diferenças muitas vezes pragmáticas). Termo: “conciliação”.
  • Centralização: reforço do Estado para conter revoltas e organizar a administração.

Economia e sociedade: café, trabalho e tensões

  • Café: base exportadora, especialmente no Sudeste. Consequência: fortalecimento de elites cafeeiras e infraestrutura (ferrovias, crédito).
  • Fim do tráfico e transição do trabalho: pressão externa e interna; imigração e novas formas de trabalho. Consequência: reconfiguração social e conflitos no pós-abolição.
  • Abolicionismo: mobilização social e política. Marcos: leis graduais e abolição final. Consequência: crise com setores escravistas e impacto na monarquia.

Política externa: Guerra do Paraguai

  • Guerra do Paraguai: conflito regional com mobilização militar e financeira. Consequências: fortalecimento do Exército como ator político, endividamento e mudanças na relação civil-militar.

Crise do Império: chaves interpretativas

  • Questão religiosa: atritos entre Estado e Igreja.
  • Questão militar: insatisfação e protagonismo crescente do Exército.
  • Questão abolicionista: ruptura com elites escravistas.
  • Republicanismo: expansão de clubes e imprensa republicana.

Questões de fixação (com comentários)

1) O “parlamentarismo às avessas” indica que: (A) o parlamento escolhia livremente o imperador (B) o imperador tinha papel decisivo na formação de gabinetes (C) não havia partidos (D) o voto era universal e secreto. Comentário: (B). O mecanismo reforça a centralidade do monarca na política.

2) Entre os fatores da crise do Império, destaca-se: (A) fortalecimento do pacto colonial (B) ausência de conflitos sociais (C) tensões com Igreja, Exército e elites após abolição (D) retorno de D. Pedro I. Comentário: (C). As “questões” religiosa, militar e abolicionista ajudam a explicar a erosão de apoio ao regime.

Proclamação da República e República Oligárquica

Proclamação da República (1889): lógica do evento

  • Atores: militares, elites regionais, republicanos civis. Ideia-chave: mudança de regime com baixa participação popular direta.
  • Consequência imediata: reorganização institucional e disputa por modelo federativo.

República Oligárquica: como funcionava o poder

  • Federalismo: maior autonomia dos estados. Consequência: fortalecimento de oligarquias regionais.
  • Coronelismo: poder local baseado em clientelismo e controle eleitoral. Termos: voto de cabresto, currais eleitorais.
  • Política dos Governadores: acordo entre governo federal e oligarquias estaduais para estabilidade política.
  • Política do café com leite: alternância predominante de lideranças de estados economicamente fortes (interpretação clássica).
  • Economia cafeeira: valorização do café e políticas de sustentação. Consequência: dependência de exportações e vulnerabilidade a crises externas.

Conflitos e contestação social

  • Canudos e Contestado: conflitos no campo envolvendo marginalização social e repressão estatal.
  • Revoltas urbanas: tensões por reformas, saúde pública e custo de vida (ex.: Revolta da Vacina).
  • Tenentismo: jovens oficiais criticando fraudes e oligarquias. Consequência: pressão por reformas e instabilidade política.

Passo a passo prático: identificar “República Oligárquica” em enunciados

  1. Procure o mecanismo eleitoral: coronelismo, voto de cabresto, fraudes.
  2. Veja o arranjo federativo: estados fortes e acordos com o centro (Política dos Governadores).
  3. Conecte economia e política: café → elites regionais → controle institucional.

Questões de fixação (com comentários)

1) Coronelismo se caracteriza principalmente por: (A) voto secreto e livre (B) clientelismo e controle local do eleitorado (C) centralização monárquica (D) industrialização acelerada. Comentário: (B). O coronel articula favores e coerção, sustentando oligarquias e resultados eleitorais.

2) A Política dos Governadores buscava: (A) enfraquecer estados (B) estabilizar o poder por acordos entre União e oligarquias estaduais (C) abolir partidos (D) implantar socialismo. Comentário: (B). É um pacto de governabilidade típico do período oligárquico.

Era Vargas

1930: ruptura e reorganização do Estado

  • Revolução de 1930: crise do arranjo oligárquico e disputa sucessória. Consequência: centralização e novo papel do Estado na economia e no trabalho.
  • Constitucionalização: tensões entre centralização e demandas regionais (ex.: 1932 em SP).

Trabalho, indústria e Estado

  • Legislação trabalhista e corporativismo: sindicatos sob tutela estatal, direitos regulados. Consequência: ampliação de direitos formais e controle político do movimento operário.
  • Industrialização: Estado como indutor (infraestrutura, base). Termo: nacional-desenvolvimentismo (em sentido amplo).

Estado Novo (1937–1945)

  • Autoritarismo: fechamento do regime, censura e repressão. Consequência: concentração de poder e propaganda estatal.
  • Segurança e controle: fortalecimento de órgãos de vigilância política.

Termos essenciais

  • Centralização, corporativismo, CLT, Estado Novo, propaganda, repressão.

Questões de fixação (com comentários)

1) Uma característica do Estado Novo é: (A) pluralismo partidário amplo (B) descentralização extrema (C) autoritarismo com censura e concentração de poder (D) retorno da monarquia. Comentário: (C). O período é marcado por fechamento político e controle social.

2) O corporativismo varguista implica: (A) sindicatos totalmente autônomos (B) sindicatos integrados e regulados pelo Estado (C) fim de direitos trabalhistas (D) ausência de legislação social. Comentário: (B). Direitos e organização sindical caminham junto com tutela e controle.

República Populista (1946–1964)

Instituições e dinâmica política

  • Constituição de 1946: reabertura democrática e reorganização partidária.
  • Populismo: liderança carismática, apelo às massas urbanas e mediação de conflitos sociais. Consequência: políticas trabalhistas e disputas intensas.

Economia: desenvolvimento e tensões

  • Nacional-desenvolvimentismo: industrialização e planejamento. Termos: substituição de importações, investimento estatal.
  • Crises: inflação, conflitos distributivos e polarização ideológica.

Crise de 1964: conexões cobradas

  • Polarização (reformas de base x anticomunismo) + instabilidade + apoios civis e militares → ruptura institucional.

Questões de fixação (com comentários)

1) Populismo, no contexto brasileiro do pós-1946, costuma envolver: (A) ausência de participação urbana (B) mediação carismática e apelo direto às massas (C) retorno do pacto colonial (D) fim de conflitos sociais. Comentário: (B). A prova tende a associar populismo a liderança carismática e negociação com trabalhadores urbanos.

2) Entre fatores que ajudam a explicar 1964, destaca-se: (A) consenso político total (B) polarização e crise institucional (C) fortalecimento do parlamentarismo imperial (D) expansão das capitanias. Comentário: (B). A ruptura é conectada a tensões políticas, econômicas e ideológicas.

Regime Militar (1964–1985)

Estrutura política: autoritarismo e controle

  • Atos Institucionais: instrumentos de exceção para reorganizar o sistema político. Consequência: restrição de direitos e fortalecimento do Executivo.
  • Bipartidarismo: reorganização partidária controlada. Termos: partido governista e oposição consentida.
  • Repressão e censura: controle de imprensa e perseguição política. Consequência: limitação de liberdades civis.

Economia: crescimento e custos sociais

  • Milagre econômico: crescimento com investimento e endividamento. Consequência: aumento de desigualdades e vulnerabilidade a choques externos.
  • Crise: inflação, dívida e desgaste do regime.

Abertura política: como a prova costuma cobrar

  • Distensão/abertura: transição gradual e negociada. Consequência: reorganização partidária, mobilização social e caminho para eleições.

Termos essenciais

  • AI, censura, repressão, milagre econômico, endividamento, abertura.

Questões de fixação (com comentários)

1) Os Atos Institucionais foram: (A) emendas democráticas de ampliação de direitos (B) instrumentos de exceção para reorganizar o poder político (C) leis coloniais de mineração (D) decretos de independência. Comentário: (B). Eles permitem cassações, mudanças institucionais e reforço do Executivo.

2) O “milagre econômico” é frequentemente associado a: (A) crescimento com aumento de dívida e desigualdade (B) estagnação total (C) fim do investimento estatal (D) retorno ao trabalho escravo. Comentário: (A). A prova cobra a combinação “crescimento alto + custos sociais/financeiros”.

Nova República

Redemocratização e Constituição

  • Transição: recomposição institucional e eleições. Consequência: retomada de direitos políticos e reorganização partidária.
  • Constituição de 1988: ampliação de direitos e garantias, fortalecimento de instituições democráticas. Termos: cidadania, direitos sociais, separação de poderes.

Economia e desafios recorrentes

  • Inflação e estabilização: planos econômicos e busca de estabilidade monetária. Consequência: mudanças de política econômica e impactos sociais.
  • Reformas do Estado: debates sobre papel do setor público, privatizações e regulação (cobrança costuma ser conceitual e contextual).

Passo a passo prático: como tratar questões de Nova República

  1. Identifique o marco institucional: Constituição de 1988 e redemocratização.
  2. Associe o problema econômico: inflação/estabilização e seus efeitos políticos.
  3. Evite “memória de datas” isoladas: priorize relações entre instituições, economia e governabilidade.

Questões de fixação (com comentários)

1) A Constituição de 1988 é geralmente associada a: (A) restrição de direitos civis (B) ampliação de direitos e garantias (C) retorno do Poder Moderador (D) implantação do pacto colonial. Comentário: (B). É um marco de cidadania e institucionalização democrática.

2) Um tema econômico recorrente na Nova República, frequentemente ligado à política, é: (A) derrama (B) inflação e estabilização monetária (C) capitanias hereditárias (D) exclusividade metropolitana. Comentário: (B). A prova conecta economia (inflação/planos) a governabilidade e apoio social.

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Em uma questão sobre a administração colonial, qual relação de causa e consequência explica melhor a criação do Governo-Geral em 1549?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

O Governo-Geral surge para enfrentar a ocupação irregular das capitanias e aumentar a coordenação do poder colonial. Ao centralizar funções (justiça, fazenda e defesa), a Coroa buscou melhorar a administração e o controle do território.

Próximo capitúlo

História Geral para a ESA: Mundo Contemporâneo e Conflitos do Século XX

Arrow Right Icon
Baixe o app para ganhar Certificação grátis e ouvir os cursos em background, mesmo com a tela desligada.