Este capítulo foca na leitura técnica de impressões digitais e no registro decadactilar padronizado, com ênfase em morfologia, pontos focais, zonas de interesse, sistemas de classificação aplicados à ficha e procedimentos de coleta (tinta/rolagem e live-scan), incluindo critérios de aceitabilidade e correção de falhas.
Morfologia dos desenhos digitais
A morfologia descreve o “tipo” de desenho formado pelas cristas papilares. O reconhecimento correto do tipo orienta a classificação, a busca em arquivos e a conferência de consistência entre dedos.
Arcos
Nos arcos, as cristas atravessam o dedo de um lado ao outro com curvatura suave, sem recurve pronunciado e, em regra, sem delta verdadeiro. São comuns em polegares e indicadores, mas podem ocorrer em qualquer dedo.
- Arco simples: cristas com elevação discreta no centro, sem pico acentuado.
- Arco em tenda (tented): elevação central mais abrupta, com aspecto de “pico” ou ângulo; pode gerar dúvida com presilha quando há recurve mínimo. A decisão deve considerar a presença de delta e de recurve claro.
Presilhas (loops)
Nas presilhas, as cristas entram por um lado, fazem recurve (volta) e saem pelo mesmo lado. Em geral há um delta e um núcleo. A presilha é classificada conforme o lado de abertura (direção de saída das cristas).
- Presilha ulnar: abre em direção ao lado ulnar (lado do dedo mínimo) da mão.
- Presilha radial: abre em direção ao lado radial (lado do polegar) da mão.
Dica prática: para não confundir o lado, identifique a mão (direita/esquerda) e localize o polegar; o lado radial é sempre o do polegar.
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Verticilos (whorls)
Verticilos apresentam desenho circular/espiralado ou concêntrico, com dois deltas na maioria dos casos e núcleo bem definido. São relevantes porque tendem a oferecer mais detalhes de minúcias e exigem atenção ao posicionamento dos deltas.
- Verticilo simples: linhas concêntricas/espirais relativamente simétricas.
- Verticilo central pocket: núcleo “encapsulado” por uma presilha; pode parecer loop, mas a presença de dois deltas e de circuito interno fechado orienta a decisão.
- Verticilo duplo (double loop): duas presilhas combinadas, formando desenho em “S” ou dupla espiral.
- Verticilo acidental: mistura irregular de padrões que não se enquadra bem nas categorias anteriores; costuma ocorrer com cicatrizes, deformações ou desenhos atípicos.
Variações e interferências morfológicas
Alguns fatores alteram a leitura do desenho sem “mudar” o dedo: cicatrizes lineares, calosidade, dermatites, cortes recentes, desgaste ocupacional, excesso de umidade ou ressecamento. Nesses casos, a prioridade é obter um registro aceitável e, quando possível, capturar áreas alternativas do mesmo dedo (rolagem completa) para recuperar pontos focais e minúcias.
Pontos focais: delta e núcleo
Pontos focais são referências estruturais usadas para classificar e orientar a comparação. Na prática, ajudam a verificar se a rolagem capturou a área correta e se a imagem está centrada.
Delta
O delta é a região triangular onde cristas divergem em três direções. Em presilhas, costuma haver um delta; em verticilos, dois. Em arcos, geralmente não há delta verdadeiro (podem existir formações semelhantes, mas sem a convergência típica).
Como localizar: procure a área onde as cristas “se abrem” em forma de Y ou tridente. Em imagens borradas, busque a transição entre linhas mais paralelas e linhas que passam a curvar e divergir.
Núcleo
O núcleo é o centro do desenho: na presilha, fica na região do recurve mais interno; no verticilo, no centro do circuito/espiral. O núcleo é útil para avaliar se a rolagem capturou a porção mais informativa do dedo.
Como localizar: identifique a crista mais interna do recurve (presilha) ou o circuito mais interno fechado (verticilo). Se houver cicatriz no centro, o núcleo pode estar deslocado; nesse caso, registre o melhor núcleo funcional disponível e priorize a captura de deltas e áreas laterais.
Linhas de contorno e zonas de interesse
Para leitura técnica e para controle de qualidade do registro, é útil dividir a impressão em zonas.
Linhas de contorno
As linhas de contorno são as cristas periféricas que delimitam o desenho e indicam se a impressão está completa. Em rolagem, espera-se capturar a área de uma borda ungueal à outra (de um lado ao outro do dedo), com continuidade suficiente para visualizar a transição do desenho central para as bordas.
Zonas de interesse
- Zona central: onde ficam núcleo e parte do desenho principal; essencial para classificar.
- Zonas laterais: próximas às bordas ungueais; importantes para completar a rolagem e recuperar minúcias quando o centro está degradado.
- Zona basal: próxima à prega flexora; pode trazer continuidade de cristas e ajudar em casos de desgaste no topo do dedo.
Checklist visual: (1) núcleo visível, (2) delta(s) visível(is), (3) bordas laterais presentes, (4) cristas nítidas sem “empastamento”, (5) contraste adequado.
Sistemas de classificação e aplicação em fichas decadactilares
Um sistema de classificação organiza os desenhos para facilitar arquivamento, busca e conferência. No contexto de ficha decadactilar, a aplicação prática é: identificar o tipo de desenho em cada dedo, registrar de forma padronizada e garantir consistência com a imagem coletada.
Classificação morfológica básica (uso operacional)
Para fins de registro e triagem, a classificação morfológica básica costuma ser suficiente: Arco (A), Presilha (P) e Verticilo (V), com variações quando o órgão adota subtipos (ex.: presilha ulnar/radial; verticilo duplo/central pocket/acidental). O ponto-chave é manter o padrão exigido pela instituição e registrar de modo coerente com os pontos focais.
Como aplicar a classificação na ficha decadactilar
O procedimento recomendado é sempre o mesmo, dedo a dedo:
- 1) Confirmar a mão e o dedo: evite inversões (ex.: indicador direito lançado como esquerdo).
- 2) Identificar o tipo de desenho: arco/presilha/verticilo, observando recurve e número de deltas.
- 3) Determinar subclasse quando exigida: ulnar/radial nas presilhas; tipo de verticilo quando o padrão institucional pedir.
- 4) Conferir pontos focais: delta(s) e núcleo devem estar compatíveis com o tipo escolhido.
- 5) Registrar no campo de classificação: usar siglas/códigos oficiais e legíveis.
Regra de ouro: se a imagem não permite ver com segurança delta/núcleo, trate como problema de qualidade e avalie recoleta antes de “forçar” uma classificação.
Modelo de ficha decadactilar: campos e preenchimento
A ficha decadactilar reúne as impressões dos dez dedos, normalmente com: rolagem individual de cada dedo e impressões planas (simultâneas) de quatro dedos, além dos polegares. A seguir, um modelo textual de estrutura para estudo (a nomenclatura exata pode variar conforme o órgão).
FICHA DECADACTILAR (MODELO DIDÁTICO) Identificação civil/funcional: ___________________________ Documento/Registro: __________________ Data/Hora: ____/____/______ ____:____ Coletor (matrícula/assinatura): __________________________ Método: ( ) Tinta/rolagem ( ) Live-scan Local: ___________________________ Observações: ____________________________________________ IMPRESSÕES ROLADAS (um dedo por campo) Mão Direita: Polegar (D1): [imagem] Indicador (D2): [imagem] Médio (D3): [imagem] Anelar (D4): [imagem] Mínimo (D5): [imagem] Mão Esquerda: Polegar (E1): [imagem] Indicador (E2): [imagem] Médio (E3): [imagem] Anelar (E4): [imagem] Mínimo (E5): [imagem] IMPRESSÕES PLANAS (controle) 4 dedos direitos (D2-D5): [imagem] 4 dedos esquerdos (E2-E5): [imagem] Polegares (D1 e E1): [imagem] CLASSIFICAÇÃO (conforme padrão adotado) D1: ____ D2: ____ D3: ____ D4: ____ D5: ____ E1: ____ E2: ____ E3: ____ E4: ____ E5: ____Campos obrigatórios (boas práticas)
- Identificação do indivíduo: nome e identificador (documento/registro) conforme rotina.
- Data/hora e local: rastreabilidade.
- Identificação do coletor: assinatura/matrícula.
- Método de coleta: tinta ou live-scan.
- Impressões roladas e planas: ambas, quando exigidas.
- Observações: cicatrizes, amputações, curativos, limitações, dedos ausentes, condições de pele.
Erros comuns de preenchimento e correção
- Inversão de mãos/dedos: corrigir conferindo a sequência de coleta (D1 a D5, E1 a E5) e comparando com as planas (4 dedos). Se houver incompatibilidade, recoletar o conjunto afetado.
- Classificação incompatível com a imagem: revisar delta(s) e recurve. Se não for possível confirmar, recoletar o dedo.
- Campo de observação vazio em caso de anomalia: registrar cicatriz, curativo, amputação parcial, deformidade, para justificar diferenças e orientar análise futura.
- Impressão rolada “curta” (sem bordas): ajustar técnica de rolagem e recoletar; a falta de bordas reduz a utilidade para confronto.
Procedimentos de coleta: tinta/rolagem e live-scan
Coleta com tinta e rolagem (passo a passo)
Objetivo: obter uma impressão rolada nítida, com cristas bem definidas, cobrindo de uma borda ungueal à outra, e uma impressão plana de controle.
- 1) Preparação do dedo: limpar sujeira/oleosidade; secar. Se pele muito seca, umedecer minimamente; se muito úmida, secar e reduzir brilho.
- 2) Preparação da tinta: camada fina e uniforme no rolo/placa; excesso gera empastamento e perda de cristas.
- 3) Entintamento do dedo: rolar o dedo na tinta sem pressionar demais, cobrindo a polpa digital.
- 4) Rolagem no cartão: posicionar o dedo em um lado (borda ungueal) e rolar continuamente até a outra borda, com pressão constante e moderada. Evitar “vai e volta”.
- 5) Impressão plana: pressionar o dedo verticalmente, sem rolar, para controle.
- 6) Conferência imediata: verificar nitidez, presença de núcleo/delta quando aplicável, bordas laterais e ausência de borrões. Se falhar, recoletar na hora.
Controle de pressão: pressão excessiva “alarga” cristas e fecha vales; pressão insuficiente gera falhas e áreas brancas. Busque cristas com espaçamento visível e sem “massa preta” contínua.
Coleta por live-scan (quando aplicável) (passo a passo)
Objetivo: capturar imagens digitais com qualidade e metadados, reduzindo sujeira e variabilidade, mas exigindo controle de posicionamento e de artefatos do sensor.
- 1) Higienização do sensor: limpar conforme protocolo para evitar manchas e “fantasmas” (resíduos).
- 2) Preparação do dedo: limpar e secar; remover cremes/óleos.
- 3) Captura rolada guiada: seguir a orientação do software, rolando de borda a borda com velocidade constante.
- 4) Captura plana: posicionar dedos conforme moldura; evitar inclinação que cause distorção.
- 5) Avaliação de qualidade: usar indicadores do sistema (quando houver) e inspeção visual: cristas nítidas, sem saturação, sem cortes de borda, sem duplicidade.
- 6) Repetição imediata: se houver baixa qualidade, recapturar antes de finalizar o atendimento.
Atenção: live-scan pode gerar artefatos por dedo “escorregando” no vidro, pressão desigual ou sensor sujo. A inspeção visual continua indispensável.
Critérios de aceitabilidade (qualidade mínima)
Uma impressão aceitável deve permitir leitura do desenho e, preferencialmente, minúcias. Use critérios objetivos para decidir entre aceitar, repetir ou registrar como limitação.
- Nitidez de cristas: cristas e vales distinguíveis, sem empastamento generalizado.
- Área capturada: rolagem completa de borda a borda; ausência de cortes no núcleo/deltas.
- Ausência de borrões críticos: borrão leve periférico pode ser tolerável; borrão no núcleo/delta geralmente exige recoleta.
- Sem duplicidade (double impression): não deve haver sobreposição de duas posições do mesmo dedo.
- Contraste adequado: nem “estourado” (tudo preto), nem “lavado” (muito claro).
- Coerência com a plana: a impressão rolada deve ser compatível com a plana do mesmo dedo (padrão geral e orientação).
Quando aceitar com ressalva: em dedos com cicatriz extensa, amputação parcial ou desgaste severo, pode não ser possível atingir o ideal. Nesse caso, registre a condição no campo de observações e garanta o melhor conjunto possível (rolada + plana), priorizando áreas laterais.
Tratamento de falhas: identificação, causa provável e correção
Borrões
Como aparece: cristas “arrastadas”, sem separação clara; núcleo e deltas ficam indefinidos.
- Causas comuns: excesso de tinta; movimento lateral durante a pressão; rolagem com “vai e volta”; dedo escorregando no sensor.
- Correção (tinta): reduzir tinta; estabilizar a mão do coletado; rolar em um único movimento contínuo; ajustar pressão.
- Correção (live-scan): limpar sensor; reduzir velocidade; orientar o dedo para rolar sem deslizar; repetir captura.
Pressão irregular
Como aparece: áreas muito escuras (pressão alta) e áreas muito claras (pressão baixa) no mesmo dedo.
- Causas comuns: coletor muda a força durante a rolagem; dedo rígido; apoio inadequado do punho.
- Correção: apoiar o punho do coletado; conduzir o dedo pelo osso, não pela polpa; manter pressão constante; treinar rolagem com ritmo uniforme.
Duplicidade (double impression)
Como aparece: duas imagens parcialmente sobrepostas, com cristas duplicadas.
- Causas comuns: reposicionamento do dedo no meio da impressão; retorno na rolagem; dedo levantado e recolocado.
- Correção: descartar e recoletar; reforçar a regra de rolar uma única vez, de borda a borda, sem interrupção.
Impressão “curta” ou cortada
Como aparece: falta uma borda ungueal, ou o núcleo/delta ficou fora do campo.
- Causas comuns: dedo mal centralizado; rolagem incompleta; campo pequeno no cartão; no live-scan, dedo fora da área útil.
- Correção: reposicionar; iniciar a rolagem na borda correta; garantir que o dedo percorra toda a largura; repetir captura.
Excesso de tinta / empastamento
Como aparece: massa escura contínua, vales fechados, minúcias invisíveis.
- Correção: reduzir tinta; redistribuir na placa; limpar o dedo e reentintar com camada fina.
Falta de tinta / impressão “lavada”
Como aparece: cristas fracas, muitas falhas brancas, baixa definição.
- Correção: aumentar levemente tinta; garantir contato completo da polpa; ajustar pressão; em pele muito seca, umedecer minimamente antes da coleta.
Tomada de decisão: reapreensão/recoleta
Recoletar é uma decisão técnica baseada em risco: se a impressão não sustenta classificação confiável e confronto futuro, a recoleta é indicada. Use um roteiro objetivo.
Roteiro rápido de decisão (por dedo)
- 1) Núcleo e delta(s) estão visíveis? Se não, há risco alto de classificação errada.
- 2) Há duplicidade ou borrão no centro? Se sim, recoletar.
- 3) A rolagem capturou borda a borda? Se não, recoletar.
- 4) A plana confirma o padrão geral? Se não, suspeitar de troca de dedo/mão e recoletar o conjunto.
- 5) Existe limitação física documentada? Se sim, aceitar o melhor possível e registrar observação detalhada.
Estudos de caso (com decisão técnica)
Caso 1: Presilha com delta “apagado” por pressão
Cenário: indicador direito com recurve aparente, mas a região do delta está muito escura e sem separação de cristas; a plana está mais clara e sugere presilha.
- Análise: o tipo provável é presilha, porém o delta não é confirmável na rolada por empastamento.
- Decisão: recoletar a rolada do dedo, reduzindo tinta e pressão, priorizando nitidez na área do delta.
- Correção aplicada: reentintar com camada fina; conduzir rolagem contínua; conferir imediatamente se o delta ficou legível.
Caso 2: Verticilo com “corte” de uma borda ungueal
Cenário: polegar esquerdo mostra circuito central e um delta claro; o segundo delta parece fora do campo porque a rolagem não alcançou a borda.
- Análise: verticilos frequentemente exigem visualização de ambos os deltas para classificação segura e boa indexação.
- Decisão: recoletar para obter borda a borda e capturar o segundo delta.
- Correção aplicada: iniciar a rolagem na borda ungueal “faltante” e rolar até a outra, mantendo o dedo centralizado no campo.
Caso 3: Duplicidade em live-scan por deslize
Cenário: médio direito no live-scan apresenta duas camadas de cristas, como se o dedo tivesse “escorregado” durante a captura rolada.
- Análise: duplicidade inviabiliza leitura de minúcias e pode gerar falso padrão.
- Decisão: recapturar após limpeza do sensor e reorientação do dedo.
- Correção aplicada: limpar vidro; pedir para relaxar a mão; rolar com velocidade menor e pressão uniforme; verificar se o software indica qualidade adequada e confirmar visualmente.
Caso 4: Desgaste ocupacional com falhas no centro
Cenário: trabalhador com polpas desgastadas; centro do indicador e do polegar com falhas brancas, mas laterais mostram cristas razoáveis; há queixa de ressecamento.
- Análise: pode não ser possível obter núcleo perfeito; laterais podem fornecer minúcias úteis. A condição deve ser documentada.
- Decisão: tentar recoleta orientada (hidratação mínima/ajuste de pressão) e, se persistir, aceitar com ressalva registrando a limitação.
- Correção aplicada: limpeza; umedecimento mínimo; pressão moderada; rolagem completa para maximizar laterais; observação na ficha: “desgaste acentuado de polpas, falhas centrais persistentes”.
Caso 5: Suspeita de troca de dedos (inconsistência com planas)
Cenário: as roladas dos quatro dedos direitos parecem compatíveis, mas a plana de quatro dedos direitos mostra orientação/padrões que não batem com as roladas (ex.: um verticilo aparece na plana onde a rolada registrada era presilha).
- Análise: forte indício de erro operacional (ordem de dedos, inversão de mão, ou lançamento no campo errado).
- Decisão: recoletar o conjunto (roladas e planas) da mão afetada, garantindo sequência correta e conferência imediata dedo a dedo.
- Correção aplicada: adotar rotina de conferência: após cada dedo rolado, comparar rapidamente com a posição correspondente na plana e com a etiqueta do campo antes de avançar.
Rotina prática de conferência final (antes de validar a ficha)
- Sequência: confirmar D1–D5 e E1–E5, sem saltos.
- Completude: todas as roladas e planas presentes.
- Qualidade: cristas nítidas, sem duplicidade, sem cortes críticos.
- Pontos focais: núcleo e delta(s) visíveis quando aplicável.
- Observações: registrar cicatrizes, amputações, curativos, limitações de pele.
- Classificação: coerente com a imagem; se houver dúvida, priorizar recoleta em vez de suposição.