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Agente da Polícia Federal: Preparação Completa para Atividades Operacionais e Investigativas

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12 páginas

Agente da Polícia Federal: Entrevistas, Interrogatórios e Produção de Prova Testemunhal

Capítulo 9

Tempo estimado de leitura: 13 minutos

+ Exercício

Entrevistas, oitivas e interrogatórios são momentos distintos de coleta de informação e produção de prova, com finalidades, formalidades e riscos diferentes. O objetivo prático do agente é obter relatos úteis, verificáveis e juridicamente aproveitáveis, preservando garantias, evitando contaminação de memória e registrando fielmente o que foi dito.

1) Diferenças essenciais: entrevista, oitiva e interrogatório

Entrevista (fase de levantamento de informação)

  • Finalidade: obter informações iniciais, mapear fatos, identificar pessoas, locais, documentos e linhas de apuração.
  • Natureza: predominantemente informativa; pode ocorrer antes de qualquer formalização, inclusive em campo.
  • Produto: anotações operacionais e encaminhamentos (diligências, checagens, pedidos de documentos). Quando necessário, pode ser formalizada em termo, mas a lógica é de triagem e direcionamento.
  • Risco típico: perguntas sugestivas e “contaminação” do relato (a pessoa passa a repetir o que ouviu do entrevistador).

Oitiva (declaração formal de vítima/testemunha/informante)

  • Finalidade: registrar formalmente o relato de vítima, testemunha ou declarante, com foco em fatos e circunstâncias.
  • Natureza: ato formal de colheita de declarações; exige cuidado com identificação, compromisso (quando aplicável), condições do declarante e fidelidade do registro.
  • Produto: termo de declarações claro, verificável e auditável (quem disse, o quê, quando, onde, como soube).
  • Risco típico: nulidades por falhas de formalização, registro impreciso, indução, ou mistura de opinião com fato.

Interrogatório (ato voltado ao investigado)

  • Finalidade: colher a versão do investigado sobre fatos e elementos já existentes, permitindo esclarecimentos e confrontos controlados com dados objetivos.
  • Natureza: ato formal e sensível, com garantias reforçadas (direito ao silêncio, não autoincriminação, assistência de defesa quando aplicável, tratamento digno).
  • Produto: termo de interrogatório com perguntas e respostas registradas com precisão, incluindo eventuais negativas, silêncios e justificativas.
  • Risco típico: nulidades por violação de garantias, coação, promessas indevidas, ausência de formalidades, ou registro que “interpreta” em vez de transcrever.

2) Garantias, formalidades e pontos de atenção para evitar nulidades

Checklist de garantias e cautelas (aplicável conforme o ato)

  • Identificação completa: nome, filiação (quando pertinente), documento, endereço, contatos, profissão, e relação com os fatos (vítima, testemunha, informante, investigado).
  • Condições do declarante: verificar se está sob efeito de álcool/drogas, exaustão, medo intenso, ou pressão externa. Se houver comprometimento, registrar e avaliar remarcação.
  • Ambiente: local reservado, sem interrupções, sem presença de terceiros que possam influenciar (salvo hipóteses legais/necessárias).
  • Voluntariedade e ausência de coação: não prometer benefícios, não ameaçar, não “negociar” versões. Qualquer percepção de coação fragiliza o ato.
  • Direitos do investigado: informar direito ao silêncio e a não produzir prova contra si; registrar que foi cientificado. Evitar perguntas capciosas que transformem o ato em indução.
  • Contraditório: quando aplicável, observar a participação/ciência da defesa e a forma adequada do ato, evitando “atalhos” que comprometam a validade.
  • Registro fiel: diferenciar claramente o que é fala do declarante do que é observação do agente. Evitar adjetivos e conclusões no corpo do termo.
  • Integridade do registro: páginas numeradas, rubricas/assinaturas quando cabível, correções feitas de modo transparente (sem rasuras obscuras).

Erros que mais geram fragilidade probatória

  • Perguntas sugestivas: “Foi o João que te entregou o documento falso, não foi?”
  • Pressa no registro: resumir demais e perder detalhes verificáveis (datas, locais, meios, nomes, valores).
  • Misturar fato com opinião: “Ele é corrupto” (opinião) em vez de “Ele pediu R$ X para fazer Y” (fato).
  • Não separar fonte direta de indireta: “Eu vi” versus “me disseram”.
  • Confronto agressivo precoce: aumenta resistência e reduz qualidade do relato; pode gerar alegações de coação.

3) Técnicas de comunicação: rapport e condução sem indução

Rapport operacional (sem perder formalidade)

  • Apresentação objetiva: identifique-se, explique o propósito do ato e o que será feito com a informação.
  • Escuta ativa: mantenha contato visual adequado, use sinais verbais neutros (“certo”, “entendi”), sem validar conteúdo (“isso prova que…”).
  • Neutralidade: postura calma e respeitosa; evite sarcasmo, julgamento moral e linguagem técnica excessiva.
  • Controle de ritmo: permita pausas; não complete frases do declarante.

Perguntas abertas, fechadas e de precisão

  • Abertas (exploratórias): ampliam narrativa. Ex.: “Conte, do início, o que aconteceu.”
  • Fechadas (confirmatórias): fixam pontos. Ex.: “Foi no dia 12?” “O encontro foi no estacionamento?”
  • De precisão (detalhamento verificável): buscam elementos checáveis. Ex.: “Qual era o número do telefone?” “Qual agência bancária?” “Qual placa?”
  • De fonte (origem do conhecimento): se a pessoa viu, ouviu, deduziu. Ex.: “Como você sabe disso?” “Você presenciou ou alguém contou?”

Sequência recomendada de perguntas

  • 1. Narrativa livre: “Conte com suas palavras.”
  • 2. Linha do tempo: “O que aconteceu antes? E depois?”
  • 3. Pontos críticos: autoria, participação, meios, valores, locais, documentos, comunicações.
  • 4. Checagem de consistência: retomar pontos com perguntas fechadas e de precisão.
  • 5. Encaminhamentos verificáveis: “Você consegue indicar testemunhas?” “Há mensagens, e-mails, comprovantes?”

4) Prevenção de contaminação de memória e aumento de confiabilidade

Princípios práticos

  • Evitar “informar” o declarante: não apresente hipóteses como fatos (“já sabemos que foi X”).
  • Não mostrar provas antes da narrativa livre: fotos, mensagens e documentos podem “ancorar” a lembrança e alterar a descrição espontânea.
  • Separar múltiplas fontes: perguntar o que foi visto pessoalmente e o que foi ouvido de terceiros.
  • Registrar incertezas: “não lembro”, “acho que”, “aproximadamente” devem constar como tais, sem “corrigir” o declarante.
  • Evitar repetição excessiva: recontagens sucessivas podem gerar reconstruções e não lembranças.

Técnicas úteis sem indução

  • Contextualização neutra: “Tente lembrar do ambiente: iluminação, sons, pessoas ao redor.”
  • Recuperação por marcos: “Isso foi antes ou depois do seu expediente?” “Foi antes ou depois do feriado?”
  • Detalhamento progressivo: do geral ao específico, sem sugerir respostas.

5) Passo a passo prático por tipo de ato

5.1 Entrevista (levantamento inicial)

Objetivo: obter um mapa de apuração com pontos checáveis.

  • Passo 1 — Preparação rápida: defina o que precisa saber (quem, o quê, quando, onde, como, com quais evidências).
  • Passo 2 — Abertura: explique que é uma conversa para entender fatos e direcionar diligências; alinhe tempo e privacidade.
  • Passo 3 — Narrativa livre: deixe a pessoa falar sem interrupções longas; anote palavras-chave.
  • Passo 4 — Clarificação: use perguntas de precisão para obter dados verificáveis (nomes, números, locais, valores, datas aproximadas).
  • Passo 5 — Fontes e evidências: identifique onde estão documentos, mensagens, registros, câmeras, testemunhas.
  • Passo 6 — Encaminhamento: combine próximos passos (entrega de documentos, indicação de contatos, eventual formalização em termo).

5.2 Oitiva (vítima/testemunha/declarante)

Objetivo: produzir um termo com narrativa coerente e verificável, preservando espontaneidade.

  • Passo 1 — Qualificação e vínculo: registre dados pessoais e como a pessoa se relaciona com os fatos.
  • Passo 2 — Orientação inicial: peça para relatar apenas o que sabe, distinguindo o que viu do que ouviu; explique que “não sei” é resposta válida.
  • Passo 3 — Relato livre: registrar em primeira pessoa, com fidelidade, evitando “traduções” técnicas.
  • Passo 4 — Linha do tempo: organizar eventos por ordem; se houver lacunas, registrar como lacunas.
  • Passo 5 — Detalhamento checável: documentos, locais, horários, meios de comunicação, valores, pessoas presentes, características físicas, veículos.
  • Passo 6 — Confirmação final: ler o termo (ou permitir leitura), corrigir de forma transparente, colher anuência e assinatura quando cabível.

5.3 Interrogatório (investigado)

Objetivo: colher versão, esclarecer contradições e obter informações que possam ser verificadas, respeitando garantias.

  • Passo 1 — Preparação do roteiro: liste pontos objetivos a esclarecer e documentos/dados que podem ser apresentados no momento oportuno.
  • Passo 2 — Abertura formal: qualificação, ciência de direitos, registro de presença de defesa quando aplicável, e confirmação de compreensão.
  • Passo 3 — Versão livre: “Explique, com suas palavras, sua relação com os fatos.”
  • Passo 4 — Perguntas por blocos: (i) vínculo com pessoas/empresas; (ii) cronologia; (iii) atos específicos; (iv) fluxos de dinheiro/bens; (v) comunicações.
  • Passo 5 — Confronto controlado: apresentar inconsistências com base em elementos objetivos, sem acusação emocional. Ex.: “Há registro de reunião em tal data; como explica?”
  • Passo 6 — Encerramento técnico: registrar respostas, negativas, silêncios e justificativas; solicitar indicação de provas de defesa (documentos, testemunhas, álibis) para checagem.

6) Simulações de roteiros de perguntas por ocorrência

6.1 Fraude documental (documento falso/ideologicamente falso/uso de documento)

Objetivo do roteiro: identificar origem do documento, cadeia de custódia informal (quem entregou a quem), contexto de uso e elementos de verificação (impressão, envio, autenticação, dados divergentes).

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A) Para vítima/declarante (oitiva)

  • “Conte como você teve contato com esse documento pela primeira vez.”
  • “Quem apresentou o documento e em que circunstâncias?”
  • “Você viu o documento físico? Por quanto tempo? Em qual local?”
  • “Houve envio por e-mail, mensagem ou aplicativo? Qual número/conta?”
  • “Que finalidade o documento teria (cadastro, contrato, viagem, abertura de conta)?”
  • “Quais dados chamaram atenção (nome, CPF, foto, assinatura, carimbos)?”
  • “Você chegou a fotografar, escanear ou encaminhar a alguém? Para quem?”
  • “Há testemunhas que viram a entrega/uso do documento?”
  • “Você consegue indicar datas aproximadas e locais (endereço, estabelecimento, guichê)?”

B) Para testemunha presencial (oitiva)

  • “O que exatamente você viu a pessoa fazer com o documento?”
  • “Você consegue descrever o documento (cor, formato, brasão, foto) sem que eu mostre nada?”
  • “Quem estava presente? Onde cada um estava?”
  • “Quanto tempo durou a interação? Houve conversa? O que foi dito, se você ouviu?”

C) Para investigado (interrogatório)

  • “Qual sua relação com o documento mencionado?”
  • “Como você obteve esse documento? De quem? Em qual data e local?”
  • “Você pagou algum valor? Como foi o pagamento (espécie, transferência, intermediário)?”
  • “Você sabia que o documento era irregular? O que te levou a acreditar que era legítimo?”
  • “Você já utilizou esse documento antes? Em quais situações?”
  • “Você consegue indicar quem produziu ou forneceu? Como contatou essa pessoa?”

6.2 Tráfico (foco em dinâmica de transporte/guarda/distribuição e vínculos)

Objetivo do roteiro: estabelecer cronologia, papéis (transportador, armazenador, vendedor), rotas, meios de comunicação, pontos de entrega e elementos de corroboração (câmeras, bilhetes, hospedagens, veículos).

A) Para testemunha (oitiva)

  • “O que você presenciou diretamente?”
  • “Em que local foi? Qual era a iluminação e distância?”
  • “Quantas pessoas? Descreva características e roupas.”
  • “Havia veículo? Qual modelo/cor/placa (mesmo parcial)?”
  • “Você ouviu alguma conversa? Quais palavras exatas lembra?”
  • “Você viu troca de objetos? Como eram (embalagem, tamanho, cor)?”
  • “Isso ocorreu outras vezes? Com que frequência?”
  • “Há câmeras no local? Quem pode ter imagens?”

B) Para vítima/colaborador eventual (oitiva, quando aplicável)

  • “Como você conheceu a pessoa que te contatou?”
  • “Qual foi a proposta? Quem deu instruções e por qual meio?”
  • “Quais eram os pontos de encontro e horários?”
  • “Houve promessa de pagamento? Como seria pago?”
  • “Você tem mensagens, áudios, comprovantes, localização, fotos?”

C) Para investigado (interrogatório)

  • “Qual sua relação com as pessoas citadas?”
  • “Onde você estava no dia X e por quê?”
  • “Explique o motivo do deslocamento/viagem e quem financiou.”
  • “Qual a finalidade de objetos encontrados (embalagens, balança, anotações), segundo você?”
  • “Você reconhece este número/conta/perfil? Quem usa?”
  • “Você pode indicar testemunhas ou documentos que confirmem sua versão (trabalho, hospedagem, passagens)?”

6.3 Corrupção (solicitação/aceitação de vantagem e contrapartida)

Objetivo do roteiro: fixar o ato de solicitar/oferecer/receber, a contrapartida, o contexto funcional, intermediários, forma de pagamento e registros (agenda, e-mails, mensagens, reuniões).

A) Para vítima/denunciante (oitiva)

  • “Conte desde o primeiro contato: quem falou com você e em qual contexto?”
  • “Qual foi a frase ou pedido, com as palavras mais próximas do que você lembra?”
  • “Qual era a contrapartida esperada (ato, omissão, facilitação, prioridade)?”
  • “Foi pedido valor específico? Houve negociação? Qual valor final?”
  • “Como seria o pagamento (espécie, transferência, terceiro, empresa)?”
  • “Onde e quando ocorreram reuniões? Quem estava presente?”
  • “Há mensagens, e-mails, prints, gravações, agenda, comprovantes?”
  • “Você comunicou isso a alguém na época? Quem pode confirmar?”

B) Para testemunha (oitiva)

  • “Você presenciou pedido/oferta/entrega? Em qual local e circunstâncias?”
  • “Quem estava na sala/ambiente? Onde cada um estava?”
  • “Você viu dinheiro/objeto? Como era (envelope, pacote)?”
  • “Você ouviu menção a valores ou contrapartidas? Quais termos?”

C) Para investigado (interrogatório)

  • “Qual sua relação com o denunciante e com o procedimento/decisão envolvida?”
  • “Você teve reuniões com essa pessoa? Em quais datas e por qual motivo?”
  • “Houve solicitação de valor ou vantagem? Qual sua versão?”
  • “Explique movimentações financeiras/pagamentos/depósitos relacionados (se questionado com base em dados objetivos).”
  • “Quem mais participou das tratativas? Houve intermediários?”
  • “Você tem documentos que justifiquem encontros/pagamentos (contratos, notas, serviços)?”

7) Registro fiel: como elaborar termos de declarações claros e verificáveis

Princípios de redação

  • Foco em fatos observáveis: ações, falas, datas, locais, valores, meios.
  • Separar percepção de inferência: “vi”, “ouvi”, “deduzi”, “me contaram”.
  • Evitar linguagem conclusiva: não escrever “ficou comprovado”, “era esquema”, “claramente”.
  • Usar marcadores de incerteza: “aproximadamente”, “não recorda”, “estima”.
  • Detalhes checáveis: números, endereços, nomes completos, apelidos, perfis, placas, horários, rotas.

Estrutura sugerida de termo (modelo)

1. Qualificação do declarante (dados pessoais e vínculo com os fatos). 2. Advertências/orientações registradas (quando aplicável). 3. Relato em narrativa livre (primeira pessoa, sequência temporal). 4. Esclarecimentos por tópicos: 4.1 Pessoas envolvidas (nomes, contatos, relação). 4.2 Cronologia (datas/horários aproximados, antes/depois). 4.3 Locais (endereços, pontos de referência, câmeras). 4.4 Meios de comunicação (números, e-mails, perfis, aplicativos). 4.5 Documentos/objetos (descrição, origem, onde estão). 4.6 Valores e forma de pagamento (quando houver). 5. Indicação de testemunhas e outras fontes de prova. 6. Leitura, correções transparentes e anuência do declarante.

Exemplos de frases bem registradas (clareza e verificabilidade)

  • Bom: “No dia 12/03, por volta de 15h, recebi mensagem do número (XX) XXXXX-XXXX, que se identificou como ‘Carlos’, solicitando que eu enviasse foto do meu RG por aplicativo.”
  • Evitar: “Ele me aplicou um golpe e com certeza falsificou meus documentos.”
  • Bom: “Eu não presenciei a entrega do envelope; soube do fato porque a Sra. X me contou no mesmo dia, por telefone.”
  • Bom: “Não me recordo do valor exato; estimo entre R$ 3.000 e R$ 4.000, pois foi o que entendi na conversa.”

8) Controle de qualidade do ato: revisão rápida antes de finalizar

  • O termo permite responder: quem fez o quê, quando, onde, como e como se sabe?
  • Há distinção clara entre fato presenciado e informação de terceiros?
  • As perguntas foram majoritariamente neutras e o relato começou com narrativa livre?
  • Existem pontos verificáveis (documentos, mensagens, locais, testemunhas, registros) para diligências?
  • Foram observadas as garantias e registradas as formalidades pertinentes ao tipo de ato?

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Ao conduzir a coleta de informações, qual prática melhor reduz o risco de contaminação de memória e aumenta a confiabilidade do relato?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

Começar com narrativa livre preserva a espontaneidade e reduz “ancoragens”. Em seguida, perguntas fechadas e de precisão ajudam a checar consistência e obter dados verificáveis, sem indução ou apresentação prévia de provas como se fossem fatos.

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Agente da Polícia Federal: Inteligência, Análise de Dados e Apoio à Investigação

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