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Figma para Design Systems na Prática: Componentes, Tokens e Handoff sem Ruído

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Padronização de estilos e mapeamento entre estilos e tokens

Capítulo 5

Tempo estimado de leitura: 15 minutos

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Padronizar estilos no Figma é o processo de transformar decisões visuais recorrentes (cores, textos, efeitos e grids) em definições consistentes, reutilizáveis e fáceis de manter. Já o mapeamento entre estilos e tokens é a ponte entre o que o time usa no arquivo (estilos aplicados em camadas e componentes) e a “fonte de verdade” do Design System (tokens que representam essas decisões de forma agnóstica de ferramenta). Na prática, isso reduz variações acidentais, evita retrabalho no handoff e torna mudanças globais previsíveis.

Neste capítulo, o foco é: (1) como padronizar estilos de forma pragmática, evitando duplicidade e inconsistências, e (2) como mapear cada estilo para um token correspondente, garantindo rastreabilidade e manutenção. A ideia não é “criar mais coisas”, e sim alinhar o que já existe no arquivo com um conjunto enxuto de estilos que reflita os tokens.

O que significa padronizar estilos (na prática)

No Figma, “estilos” são presets aplicáveis a camadas: estilos de cor (Fill/Stroke), estilos de texto (font family, size, line height, letter spacing, etc.), estilos de efeito (shadow, blur) e estilos de grid (layout grids). Padronizar estilos significa:

Ilustração minimalista de interface do Figma mostrando painéis de Styles e camadas, com ícones de cor, texto, sombra e grid, estilo flat, cores neutras, alta legibilidade
  • Reduzir variações: eliminar cores quase iguais, textos com pequenas diferenças, sombras duplicadas.
  • Definir intenção: cada estilo deve representar um propósito (ex.: “texto secundário”, “borda sutil”, “superfície elevada”), não um caso isolado.
  • Garantir consistência: o mesmo propósito visual deve sempre usar o mesmo estilo.
  • Facilitar manutenção: mudanças devem acontecer em um lugar e se propagar com segurança.

Um erro comum é tratar estilos como “atalhos” criados conforme a necessidade do momento. Isso gera um acúmulo de estilos redundantes e dificulta a evolução do sistema. Padronização é o oposto: menos estilos, mais intenção, mais previsibilidade.

Estilos x tokens: diferença e por que mapear

Tokens são nomes estáveis para decisões de design (por exemplo, um token de cor para texto primário). Estilos no Figma são implementações dessas decisões dentro da ferramenta. O mapeamento é necessário porque:

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Diagrama simples em duas colunas: à esquerda Design no Figma com Styles aplicados em camadas, à direita Código com tokens, com uma seta de mapeamento entre os dois, estilo clean, tipografia sans, fundo claro
  • O time de design aplica estilos no dia a dia (camadas e componentes).
  • O time de desenvolvimento consome tokens (em código, tema, variáveis, build).
  • Sem mapeamento, surgem ambiguidades: “Qual estilo corresponde a qual token?”
  • Sem rastreabilidade, mudanças quebram: altera-se um token, mas o estilo não acompanha (ou vice-versa).

Um bom mapeamento permite que qualquer pessoa responda rapidamente: “Este estilo existe porque representa tal token”. E também permite auditorias: “Temos estilos sem token? Temos tokens sem estilo?”

Princípio de ouro: um estilo deve ter um dono semântico

Evite estilos “descritivos demais” (ex.: “Azul 500”, “Cinza #111111”) como nome final de uso. Eles podem existir como referência interna, mas o que escala é o nome semântico (ex.: “text/primary”, “border/subtle”, “surface/default”). O token pode carregar a escala (500, 600) internamente, mas o estilo aplicado deve comunicar intenção.

Quando usar estilos e quando usar tokens diretamente

Em muitos fluxos modernos, tokens podem ser representados no Figma por variáveis (Variables) e aplicados diretamente. Mesmo assim, estilos continuam úteis:

  • Texto: estilos de texto encapsulam múltiplas propriedades e aceleram aplicação consistente.
  • Efeitos: sombras e blurs como estilos evitam divergências sutis.
  • Compatibilidade e legibilidade: estilos são mais fáceis de “ler” no painel e de aplicar em massa.

O objetivo aqui é garantir que, seja via estilos, via variáveis, ou via ambos, exista um mapeamento claro para tokens. Se seu sistema usa variáveis como fonte operacional, os estilos podem atuar como “presets” que apontam para essas variáveis (por exemplo, um estilo de texto que usa variáveis de cor e tipografia).

Diagnóstico: identificando inconsistências antes de padronizar

Antes de criar ou renomear estilos, faça um diagnóstico do arquivo para entender o tamanho do problema e priorizar. O diagnóstico evita “padronização no escuro” e ajuda a decidir o que consolidar.

Checklist de diagnóstico

  • Cores: quantos fills únicos existem? há múltiplos pretos (ex.: #000, #0A0A0A, #111)? há opacidades diferentes para o mesmo propósito?
  • Texto: quantas combinações de font size/line height existem? há variações mínimas (ex.: 14/20 vs 14/21)?
  • Efeitos: sombras com diferenças de 1px? blur aplicado de formas inconsistentes?
  • Grids: páginas com grids diferentes sem justificativa? colunas e gutters variando aleatoriamente?
  • Uso real: quais estilos são mais usados e quais aparecem uma vez só?

O resultado esperado do diagnóstico é uma lista de “famílias” de valores que deveriam ser unificados (ex.: todos os textos de corpo em 14/20; todas as bordas sutis com a mesma cor e opacidade; sombras de elevação com 2 ou 3 níveis).

Padronização de estilos de cor (Fill/Stroke)

Padronizar cores como estilos envolve duas decisões: (1) quais cores realmente precisam existir como estilos aplicáveis e (2) como representar estados e opacidades sem criar dezenas de duplicatas.

Boas práticas para estilos de cor

  • Separar por intenção: texto, ícones, bordas, superfícies, feedback (sucesso/erro/alerta), overlay.
  • Evitar duplicar por contexto: “azul do botão” e “azul do link” podem ser o mesmo token semântico (ex.: “action/default”), se o comportamento for igual.
  • Tratar opacidade como decisão: se a opacidade é parte do sistema (ex.: overlay 40%), ela merece token/estilo próprio; se é pontual, não.
  • Manter poucos níveis: em vez de 12 cinzas para borda, defina 2–3 níveis (subtle, default, strong) alinhados aos tokens.

Passo a passo: consolidando estilos de cor

1) Agrupe valores equivalentes

Liste cores que são praticamente iguais (ex.: #111111, #121212). Escolha uma como padrão (a que corresponde ao token) e marque as outras para substituição.

2) Defina a “tabela de intenções”

Crie uma lista curta de intenções que o produto realmente usa. Exemplo:

  • text/primary
  • text/secondary
  • icon/default
  • border/subtle
  • surface/default
  • surface/raised
  • feedback/success
  • feedback/danger
  • overlay/scrim

3) Crie/ajuste estilos para essas intenções

Para cada intenção, crie um estilo de cor (Fill/Stroke) ou ajuste o existente para bater com o valor do token correspondente.

4) Substitua usos antigos

Troque manualmente (ou com seleção por propriedades) as camadas que usam cores “soltas” para usar os estilos padronizados. Priorize componentes e elementos mais reutilizados.

5) Bloqueie a recaída

Combine com o time uma regra simples: “Cores em componentes e telas devem usar estilos (ou variáveis) do sistema; cores soltas só em exploração e devem ser removidas antes de entregar”.

Padronização de estilos de texto

Estilos de texto são onde inconsistências mais aparecem: tamanhos próximos, line heights diferentes, pesos variados, e nomes pouco claros. Padronizar texto é alinhar a hierarquia tipográfica real do produto com um conjunto de estilos aplicáveis e fáceis de escolher.

O que um estilo de texto deve capturar

  • Família tipográfica
  • Peso (regular, medium, semibold, etc.)
  • Tamanho
  • Altura de linha
  • Espaçamento entre letras (quando aplicável)
  • Transformações (uppercase, etc., se fizer parte do sistema)

Cor de texto pode ser aplicada via estilo de cor/variável separada, para evitar duplicar estilos de texto apenas por cor.

Passo a passo: criando uma hierarquia tipográfica consistente

1) Identifique padrões de uso reais

Em vez de começar por uma escala “ideal”, observe o que o produto usa: títulos de página, títulos de seção, corpo, legenda, botão, label de campo, helper text. Liste esses papéis.

2) Normalize variações pequenas

Se existem 14/20 e 14/21, escolha um. Se existem dois pesos para o mesmo papel sem motivo, escolha um padrão e documente exceções.

3) Defina estilos por papel (não por número)

Exemplo de conjunto enxuto:

  • heading/lg
  • heading/md
  • heading/sm
  • body/md
  • body/sm
  • label/md
  • caption

4) Garanta consistência em componentes

Aplique os estilos nos componentes-base (botões, campos, cards, modais). Isso faz com que telas herdem consistência automaticamente.

5) Trate exceções como decisão explícita

Se um componente precisa de um texto “condensado” por restrição de espaço, crie um estilo específico (ex.: body/sm-tight) apenas se for recorrente. Se for pontual, mantenha como exceção controlada e evite transformar em padrão.

Padronização de estilos de efeito (sombras e blurs)

Efeitos são um terreno fértil para divergências sutis: sombras com opacidade ligeiramente diferente, offsets inconsistentes, blur variando. O impacto visual é grande e a inconsistência é perceptível.

Estratégia: níveis de elevação

Em vez de criar sombras por componente (“sombra do dropdown”, “sombra do modal”), crie por nível de elevação. Exemplo:

  • elevation/1 (elementos levemente elevados)
  • elevation/2 (menus, popovers)
  • elevation/3 (modais)

Se o sistema usa blur (por exemplo, fundo desfocado em overlays), trate como estilo separado (ex.: blur/background).

Passo a passo: consolidando efeitos

1) Liste sombras existentes e agrupe

Procure sombras parecidas e agrupe por intenção (leve, média, forte). Escolha 2–4 níveis no máximo.

2) Crie estilos de efeito por nível

Crie estilos “elevation/1..n” e aplique nos componentes que representam cada nível.

3) Valide em contextos diferentes

Teste as sombras em fundos claros e escuros (ou em superfícies diferentes). Ajuste para manter legibilidade e consistência.

Padronização de layout grids (quando aplicável)

Layout grids ajudam a manter alinhamento e ritmo espacial. A padronização aqui não é “um grid para tudo”, mas um conjunto pequeno de grids coerentes com os principais breakpoints e tipos de tela.

Se o produto tem múltiplos contextos (ex.: web e mobile), defina grids por contexto e aplique nas frames correspondentes. O importante é que grids não sejam criados ad hoc em cada frame.

Mapeamento entre estilos e tokens: como estruturar

Mapear é criar uma relação explícita “estilo do Figma → token do sistema”. Esse mapeamento pode ser documentado em uma tabela (em uma página de documentação do arquivo ou em um artefato externo), mas o essencial é que seja fácil de manter e consultar.

Tabela simples em uma página de documentação: colunas Estilo (Figma), Token (Design System), Categoria e Exemplos, visual limpo, estilo editorial, sem marcas, fundo claro

Tipos de mapeamento

  • 1:1 (ideal): um estilo corresponde a um token. Ex.: estilo “text/primary” → token “color.text.primary”.
  • 1:n (cuidado): um estilo depende de múltiplos tokens (comum em texto). Ex.: estilo de texto “body/md” pode mapear para tokens de font family, size, line height, weight.
  • n:1 (evitar): vários estilos apontando para o mesmo token sem necessidade; isso cria redundância e confusão.

Regras práticas para um mapeamento saudável

  • O nome do estilo deve sugerir o token: se o token é “color.border.subtle”, o estilo pode ser “border/subtle”.
  • Não misture papéis: um estilo de cor de texto não deveria ser usado como cor de borda, mesmo que o valor seja igual, se a intenção for diferente. Se a intenção é a mesma, então o token deveria refletir isso.
  • Evite estilos “genéricos” demais: “gray/500” é difícil de aplicar corretamente sem contexto; prefira “text/secondary”.
  • Documente exceções: se um componente usa uma cor específica por requisito de marca, registre como token específico e mapeie o estilo para ele.

Passo a passo: criando uma tabela de mapeamento (estilo → token)

Este passo a passo funciona mesmo que você já tenha tokens definidos em outro lugar. O objetivo é criar rastreabilidade no arquivo.

1) Liste todos os estilos existentes

Separe por categoria: cores (fills/strokes), texto, efeitos, grids. Remova duplicatas óbvias antes de mapear, para não documentar bagunça.

2) Para cada estilo, defina a intenção

Pergunte: “Qual problema este estilo resolve?” e “Em quais contextos ele deve ser usado?”. Se a resposta for “depende”, o estilo provavelmente está mal definido e precisa ser dividido ou renomeado.

3) Associe ao token correspondente

Crie uma tabela com colunas como:

  • Categoria (Color/Text/Effect/Grid)
  • Nome do estilo (Figma)
  • Propriedade (Fill/Stroke/Text/Effect)
  • Token(s) correspondente(s)
  • Exemplos de uso (componentes)
  • Observações (restrições, exceções)

4) Resolva conflitos de mapeamento

Conflitos comuns:

  • Um estilo sem token: ou o estilo é redundante e deve ser removido, ou falta um token no sistema.
  • Um token sem estilo: ou o token não é necessário no Figma (talvez seja só para código), ou falta criar um estilo para facilitar uso.
  • Dois estilos para o mesmo token: consolide em um e migre usos.

5) Ajuste nomes para refletir o mapeamento

Renomeie estilos para que a relação fique óbvia. Exemplo de padrão simples:

Estilo (Figma): text/primary  → Token: color.text.primary
Estilo (Figma): border/subtle → Token: color.border.subtle
Estilo (Figma): elevation/2   → Token: shadow.elevation.2
Estilo (Figma): body/md       → Tokens: typography.body.md.*

6) Valide com casos reais

Escolha 2–3 fluxos do produto e verifique se, ao redesenhar rapidamente usando apenas estilos padronizados, você consegue reproduzir o visual sem “gambiarras”. Se não conseguir, o conjunto de estilos está incompleto ou mal segmentado.

Mapeamento específico por categoria: exemplos práticos

Cores: texto, ícone, borda e superfície

Mesmo que o valor hexadecimal seja igual, a intenção pode ser diferente. Exemplo: o mesmo cinza pode servir para texto secundário e para borda sutil, mas isso só é saudável se o sistema realmente quiser que eles mudem juntos no futuro. Se não, crie tokens separados e mantenha estilos separados.

text/secondary  → color.text.secondary
border/subtle   → color.border.subtle
icon/default    → color.icon.default
surface/default → color.surface.default

Esse mapeamento permite que uma alteração de contraste em bordas não afete textos, por exemplo.

Texto: estilo composto mapeando para família de tokens

Um estilo de texto no Figma encapsula várias propriedades. Em tokens, isso frequentemente vira um conjunto. Exemplo:

Estilo: body/md
→ typography.body.md.fontFamily
→ typography.body.md.fontSize
→ typography.body.md.lineHeight
→ typography.body.md.fontWeight
→ typography.body.md.letterSpacing

Na documentação do mapeamento, registre o “pacote” de tokens associado ao estilo. Isso ajuda o desenvolvimento a entender que “body/md” não é só tamanho, é um conjunto coerente.

Efeitos: sombras por elevação

elevation/1 → shadow.elevation.1
elevation/2 → shadow.elevation.2
elevation/3 → shadow.elevation.3

Se houver variações por tema (claro/escuro), o token pode ser temático e o estilo permanece o mesmo nome semântico, apontando para o valor correto por tema.

Como lidar com temas (claro/escuro) sem duplicar estilos

Quando há temas, o risco é duplicar estilos: “text/primary (light)” e “text/primary (dark)”. Isso aumenta manutenção e chance de erro. A padronização recomendada é manter o estilo semântico único (ex.: “text/primary”) e fazer com que o valor venha do token/variável do tema.

Na tabela de mapeamento, registre que o token “color.text.primary” é temático e possui valores por tema. Assim, o estilo permanece estável e o tema muda por contexto.

Governança: como evitar que estilos voltem a virar bagunça

Padronização não é um evento único; é um hábito com regras simples. Algumas práticas que funcionam bem:

  • Regra de criação: um novo estilo só pode ser criado se houver um token correspondente (ou se a criação do token estiver planejada e registrada).
  • Revisão periódica: a cada ciclo (quinzenal/mensal), revisar estilos criados recentemente e consolidar duplicatas.
  • Componentes como guardiões: componentes-base devem sempre usar estilos/tokens; se alguém precisar “quebrar” isso, a exceção deve ser discutida.
  • Auditoria de uso: estilos sem uso real devem ser removidos para reduzir ruído.

Erros comuns e como corrigir rapidamente

1) Estilos demais para o mesmo propósito

Sintoma: existem 6 estilos de “cinza para texto”.

Correção: escolha 2–3 intenções (primary/secondary/disabled), mapeie para tokens e migre usos. Remova o resto.

2) Estilos com nomes numéricos sem semântica

Sintoma: “Gray/700”, “Blue/500” usados em tudo.

Correção: mantenha a escala numérica apenas como referência interna (se necessário), mas crie estilos semânticos para aplicação e mapeie para tokens de intenção.

3) Estilo de texto duplicado por cor

Sintoma: “Body 14 - Black”, “Body 14 - Gray”.

Correção: separe: um estilo de texto “body/md” e estilos de cor “text/primary”, “text/secondary”. Isso reduz explosão combinatória.

4) Sombras ajustadas manualmente em componentes

Sintoma: cada card tem uma sombra diferente.

Correção: defina níveis de elevação e aplique estilos de efeito. Se um componente precisa de exceção, transforme em nível adicional apenas se for recorrente.

Checklist operacional para aplicar no dia a dia

  • Antes de criar um estilo novo, procure se já existe um com a mesma intenção.
  • Se não existir, defina a intenção e só então crie o estilo.
  • Ao criar/alterar um estilo, registre o token correspondente na tabela de mapeamento.
  • Evite valores soltos em componentes; use estilos (ou variáveis) sempre.
  • Ao revisar uma tela, procure por camadas com propriedades “custom” e substitua por estilos.
  • Se um estilo não tem token, decida: remover, consolidar, ou criar token.

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Qual pratica ajuda a evitar duplicacao de estilos ao lidar com temas claro e escuro no Design System?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

Para reduzir manutencao e chance de erro, o recomendado e manter o estilo semantico estavel (por exemplo text/primary) e variar apenas o valor via token ou variavel de tema, registrando isso no mapeamento.

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Componentes escaláveis com Auto Layout e constraints para interfaces responsivas

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