Microbiologia essencial: transmissão de doenças e cadeia de infecção

Capítulo 8

Tempo estimado de leitura: 14 minutos

+ Exercício

O que é transmissão de doenças e por que a “cadeia de infecção” importa

Transmissão de doenças é o processo pelo qual um microrganismo sai de uma fonte, percorre uma via e alcança um novo hospedeiro em quantidade suficiente para iniciar infecção. A cadeia de infecção organiza esse processo em elos. Se você interromper qualquer elo (por exemplo, bloquear a via de transmissão com higiene das mãos), reduz a probabilidade de novos casos.

Cadeia de infecção: os 6 elos com exemplos (bactérias, vírus, fungos e protozoários)

1) Agente infeccioso

É o microrganismo capaz de causar doença. O mesmo tipo de via pode servir para agentes diferentes, mas a facilidade de transmissão varia conforme resistência no ambiente, dose necessária e local de replicação.

  • Bactéria: Salmonella enterica (gastroenterite) — frequentemente transmitida por via fecal-oral.
  • Vírus: Influenza — transmissão respiratória por gotículas e, em algumas situações, aerossóis.
  • Fungo: Trichophyton (tinha/pé de atleta) — contato direto/indireto com pele e fômites.
  • Protozoário: Plasmodium (malária) — transmissão vetorial por mosquito.

2) Reservatório

Local onde o agente vive e se multiplica (ou se mantém) antes de infectar outra pessoa. Pode ser humano, animal, água, solo ou superfícies.

  • Bactéria: humanos portadores (assintomáticos) e alimentos contaminados para Salmonella.
  • Vírus: humanos com infecção respiratória (sintomáticos ou não) para influenza.
  • Fungo: pele humana e ambientes úmidos (vestiários, toalhas) para dermatófitos.
  • Protozoário: humanos (reservatório do parasita) e o vetor (mosquito) como parte essencial do ciclo na malária.

3) Porta de saída

É por onde o agente deixa o reservatório.

  • Bactéria: fezes (diarreia) em infecções entéricas; secreções de feridas em infecções cutâneas.
  • Vírus: secreções respiratórias (tosse, espirro, fala) em influenza; sangue em vírus transmitidos por via sanguínea.
  • Fungo: escamas de pele e fragmentos de unhas em dermatofitoses.
  • Protozoário: sangue (gametócitos) para serem ingeridos pelo mosquito na malária; fezes em protozoários intestinais.

4) Via de transmissão

É o caminho entre a porta de saída e a porta de entrada. Pode envolver contato, ar, água/alimentos, sangue, vetores ou transmissão mãe-filho.

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5) Porta de entrada

É por onde o agente entra no novo hospedeiro: mucosas (respiratória, oral, genital), pele não íntegra, conjuntiva, via parenteral (agulhas), placenta.

  • Bactéria: ingestão (oral) em Salmonella; pele lesionada em algumas infecções cutâneas.
  • Vírus: mucosa respiratória (influenza); mucosa genital ou via sanguínea em vírus sexualmente/sanguineamente transmitidos.
  • Fungo: pele (especialmente úmida/macerada) em dermatófitos.
  • Protozoário: pele (picada do mosquito) na malária; ingestão em protozoários intestinais.

6) Hospedeiro suscetível

É a pessoa com chance de adoecer ao ser exposta. Suscetibilidade aumenta com baixa imunidade, barreiras físicas comprometidas (pele/mucosas), ausência de imunidade prévia, comorbidades e fatores ambientais.

  • Exemplo respiratório (vírus): idosos e pessoas com doença pulmonar crônica têm maior risco de complicações por influenza.
  • Exemplo oportunista (fungo): imunossuprimidos têm maior risco de infecções fúngicas invasivas.
  • Exemplo entérico (bactéria/protozoário): crianças pequenas e pessoas sem acesso a saneamento têm maior risco de doença e desidratação.

Principais vias de transmissão: como funcionam e exemplos por grupo

1) Contato direto

Transmissão por toque pele a pele, beijo, contato com lesões, ou contato sexual. Depende muito de higiene, integridade da pele e proximidade.

  • Bactéria: impetigo por Staphylococcus aureus/Streptococcus pyogenes (contato com lesões/pele).
  • Vírus: herpes simples (contato com lesões/secreções).
  • Fungo: tinha corporal por dermatófitos (contato pele a pele).
  • Protozoário: transmissão sexual de Trichomonas vaginalis (contato íntimo).

2) Contato indireto (fômites)

O agente passa por objetos/superfícies (maçanetas, celulares, toalhas, equipamentos). A relevância aumenta quando o microrganismo sobrevive no ambiente e quando há falhas de limpeza/desinfecção.

  • Bactéria: transmissão de bactérias associadas a superfícies em ambientes de cuidado (ex.: equipamentos compartilhados sem desinfecção adequada).
  • Vírus: vírus respiratórios podem ser transferidos das mãos para mucosas após tocar superfícies contaminadas.
  • Fungo: dermatófitos via toalhas, calçados, pisos úmidos.
  • Protozoário: menos comum por fômites, mas pode ocorrer indiretamente quando há contaminação fecal em objetos e higiene inadequada.

3) Gotículas (droplets)

Partículas respiratórias maiores, geradas ao falar, tossir ou espirrar, que tendem a percorrer distâncias curtas e depositar-se em mucosas (nariz, boca, olhos) ou superfícies próximas.

  • Vírus: influenza é exemplo clássico de transmissão por gotículas.
  • Bactéria: algumas infecções respiratórias bacterianas podem se disseminar por gotículas em ambientes fechados.

4) Aerossóis (transmissão aérea)

Partículas menores que podem permanecer suspensas por mais tempo e se dispersar no ar, especialmente em ambientes fechados, mal ventilados ou durante procedimentos que geram aerossóis.

  • Vírus: alguns vírus respiratórios podem ter componente por aerossóis em determinadas condições (alta densidade de pessoas, baixa ventilação).
  • Fungo: esporos ambientais podem ser inalados e causar doença em pessoas suscetíveis (especialmente imunossuprimidos), dependendo do fungo e do contexto.

5) Fecal-oral (água/alimentos)

O agente sai nas fezes, contamina água, alimentos, mãos ou superfícies e é ingerido. É fortemente influenciada por saneamento, higiene das mãos e segurança alimentar.

  • Bactéria: Salmonella, Shigella, Vibrio cholerae (exemplos clássicos de enteropatógenos).
  • Vírus: norovírus e hepatite A (alta transmissibilidade em surtos).
  • Protozoário: Giardia duodenalis, Entamoeba histolytica.
  • Fungo: não é via típica para a maioria dos fungos patogênicos humanos, mas contaminação alimentar por fungos/toxinas é um tema distinto de infecção (não é o foco aqui).

6) Sangue e sexual

Transmissão por exposição a sangue e fluidos corporais (agulhas, transfusão, acidentes perfurocortantes) e por contato sexual (mucosas, microlesões). A presença do agente no sangue/secreções e a carga viral/bacteriana influenciam o risco.

  • Vírus: HIV, hepatites B e C (exemplos importantes).
  • Bactéria: sífilis (Treponema pallidum) por via sexual; outras IST bacterianas por contato mucoso.
  • Protozoário: Trichomonas vaginalis (sexual).

7) Vetorial

Transmissão por artrópodes (mosquitos, carrapatos, flebotomíneos). Pode ser biológica (o agente se desenvolve no vetor) ou mecânica (o vetor apenas carrega).

  • Protozoário: malária (Plasmodium) por mosquito; leishmaniose por flebotomíneo.
  • Vírus: dengue, zika, chikungunya (mosquitos).
  • Bactéria: algumas bacterioses transmitidas por carrapatos (dependendo da região).

8) Vertical (mãe → filho)

Ocorre durante a gestação (transplacentária), no parto (contato com secreções) ou na amamentação (em situações específicas). O risco depende do agente, do momento da infecção materna e de medidas preventivas.

  • Vírus: HIV, hepatite B (exemplos com estratégias preventivas bem estabelecidas).
  • Bactéria: transmissão perinatal de Streptococcus do grupo B pode ocorrer no parto.
  • Protozoário: toxoplasmose pode ser transmitida na gestação (transplacentária).

Fatores de risco que facilitam a transmissão e a infecção

Aglomeração e ambientes fechados

  • Aumenta a exposição a gotículas/aerossóis e a chance de contato com superfícies compartilhadas.
  • Exemplos práticos: transporte público lotado, dormitórios, salas sem ventilação adequada.

Saneamento e acesso à água segura

  • Determinante para via fecal-oral: coleta/tratamento de esgoto, água potável, higiene de alimentos.
  • Exemplos práticos: surtos de gastroenterite após falhas no abastecimento de água; contaminação cruzada em cozinhas.

Imunossupressão e comorbidades

  • Maior risco de adoecer com doses menores e maior risco de formas graves.
  • Exemplos: uso de corticoide/imunossupressores, quimioterapia, HIV avançado, diabetes descompensado.

Integridade de barreiras e exposição ocupacional

  • Pele lesionada, dermatites, feridas e procedimentos invasivos aumentam risco.
  • Profissionais com risco de perfurocortantes e contato com secreções precisam de medidas de barreira consistentes.

Incubação, período de transmissibilidade e por que isso muda o controle

Período de incubação

Tempo entre a exposição e o início dos sintomas. Varia conforme agente, dose, via de entrada e resposta do hospedeiro. Incubação curta favorece surtos rápidos; incubação longa dificulta rastrear a fonte.

  • Exemplo (vírus respiratório): incubação frequentemente de poucos dias, facilitando ondas rápidas em aglomerações.
  • Exemplo (protozoário vetorial): pode ter incubação mais longa, com sintomas surgindo dias a semanas após a picada.

Período de transmissibilidade

Janela em que a pessoa (ou reservatório) consegue transmitir. Pode começar antes dos sintomas (transmissão pré-sintomática) e pode persistir após melhora clínica.

  • Implicação prática: isolamento baseado apenas em sintomas pode falhar; por isso, higiene das mãos, ventilação e etiqueta respiratória são medidas universais.

Carga infecciosa, dose infectante e “quantidade importa”

Dose infectante (ID) e carga infecciosa

Dose infectante é a quantidade mínima (aproximada) necessária para iniciar infecção em um hospedeiro. Carga infecciosa é a quantidade de microrganismos presentes na fonte (ex.: secreção, fezes, sangue) e/ou no ambiente. Em geral, quanto maior a carga e quanto mais eficiente a via, maior o risco.

  • Fecal-oral: higiene inadequada pode levar a ingestão de doses altas, aumentando chance de doença.
  • Respiratória: ambientes fechados e mal ventilados podem elevar a exposição cumulativa a partículas infecciosas.
  • Sangue: inoculação direta (agulha) pode ser altamente eficiente por bypass de barreiras.

Fatores que aumentam a exposição efetiva

  • Tempo: quanto mais tempo no mesmo ambiente, maior a dose acumulada (especialmente em aerossóis).
  • Proximidade: aumenta risco por gotículas e contato.
  • Ventilação: baixa ventilação aumenta concentração de partículas no ar.
  • Barreiras: máscara, luvas e higiene reduzem a dose que chega à porta de entrada.

Guia prático: medidas de barreira e higiene conforme a via de transmissão

Base universal (vale para todas as vias)

  • Higiene das mãos nos momentos críticos: antes de comer/preparar alimentos; após usar o banheiro/trocar fraldas; após tossir/espirrar; ao chegar da rua; antes e depois de cuidar de alguém doente; após tocar lixo/animais.
  • Evitar tocar olhos, nariz e boca com as mãos não higienizadas.
  • Limpeza e desinfecção de superfícies de alto toque (maçanetas, celulares, bancadas) com rotina definida.
  • Etiqueta respiratória: tossir/espirrar no antebraço ou lenço e higienizar as mãos em seguida.

Passo a passo: higiene das mãos (prático)

  1. Se as mãos estiverem visivelmente sujas, lave com água e sabão; caso contrário, pode usar preparação alcoólica quando apropriado.
  2. Friccione todas as superfícies: palmas, dorso, entre os dedos, polegares, pontas dos dedos e punhos.
  3. Mantenha fricção por tempo suficiente para cobrir toda a mão e secar (no caso do álcool) ou enxágue completo (no caso de água e sabão).
  4. Seque bem as mãos (umidade favorece irritação e pode reduzir aderência a boas práticas).

Contato direto/indireto: barreiras e rotina

  • Medidas-chave: higiene das mãos + limpeza de fômites + evitar compartilhamento de itens pessoais.
  • Em casa: separar toalhas, lâminas, escovas; lavar roupas/lençóis conforme necessidade; manter pele seca em áreas de dobras para reduzir risco de fungos.
  • Em cuidado de saúde: uso de luvas quando houver contato com secreções/lesões; avental se houver risco de sujar roupas; desinfecção de equipamentos entre pacientes.

Gotículas: o que fazer na prática

  • Medidas-chave: máscara bem ajustada para sintomáticos e cuidadores em proximidade, distanciamento em ambientes lotados, etiqueta respiratória.
  • Ambiente: priorizar ventilação (janelas abertas quando possível) e reduzir aglomeração.
  • Superfícies: manter limpeza de alto toque, pois gotículas depositam-se em objetos próximos.

Aerossóis: controle por engenharia + comportamento

  • Medidas-chave: ventilação (troca de ar), filtração quando disponível, evitar permanência prolongada em locais fechados lotados.
  • Máscaras: em situações de maior risco (ambiente fechado, alta densidade), máscaras de melhor vedação e filtragem reduzem a dose inalada.
  • Procedimentos geradores de aerossóis: requerem protocolos específicos no serviço de saúde (ambiente adequado e EPI apropriado).

Fecal-oral: segurança da água e dos alimentos

  • Medidas-chave: saneamento, água segura, higiene das mãos e manipulação correta de alimentos.

Passo a passo: reduzir risco fecal-oral na cozinha

  1. Separar alimentos crus de prontos para consumo (tábuas/utensílios diferentes ou higienização rigorosa entre usos).
  2. Cozinhar adequadamente (especialmente carnes, ovos e preparações com risco).
  3. Refrigerar perecíveis e evitar longos períodos em temperatura ambiente.
  4. Higienizar mãos, bancadas e utensílios após contato com alimentos crus.
  5. Água segura: usar água tratada; em locais sem garantia, ferver/filtrar conforme orientação local.

Sangue/sexual: prevenção de exposição

  • Medidas-chave: preservativos, não compartilhar agulhas/seringas, descarte correto de perfurocortantes, uso de luvas e barreiras em procedimentos com sangue.
  • Em serviços: precauções padrão sempre; protocolos pós-exposição quando indicado (avaliar rapidamente após acidente).

Vetorial: reduzir contato com o vetor e o criadouro

  • Medidas-chave: repelentes, roupas que cubram pele, telas/mosquiteiros, eliminação de água parada, controle ambiental.
  • Passo a passo (mosquitos): 1) identificar recipientes com água; 2) eliminar/vedar; 3) limpar calhas e ralos; 4) usar repelente nos horários de maior atividade; 5) proteger dormitórios com telas/mosquiteiro quando necessário.

Vertical: ações por fase (pré-natal, parto, pós-parto)

  • Pré-natal: triagens e acompanhamento conforme protocolos locais; tratar/monitorar infecções maternas para reduzir transmissão.
  • Parto: medidas específicas dependem do agente (ex.: profilaxias e condutas obstétricas quando indicadas).
  • Pós-parto: orientar higiene, vacinação e medidas específicas quando aplicáveis; avaliar amamentação caso a caso para agentes em que isso seja relevante.

Como “quebrar” a cadeia de infecção: mapa rápido (elo → intervenção)

EloO que interrompeExemplos práticos
AgenteReduzir/neutralizar o microrganismoDesinfecção/esterilização; tratamento adequado quando indicado
ReservatórioControlar fonteIsolamento de doentes quando necessário; controle de água/alimentos; controle de vetores
Porta de saídaConter secreções/excreçõesCurativos em feridas; etiqueta respiratória; manejo seguro de excretas
Via de transmissãoBloquear o caminhoHigiene das mãos; limpeza de superfícies; ventilação; preservativos; mosquiteiros
Porta de entradaProteger mucosas/peleMáscaras/óculos em risco de respingos; luvas; cuidado com pele íntegra
Hospedeiro suscetívelAumentar resistênciaVacinação quando disponível; manejo de comorbidades; reduzir imunossupressão quando possível

Exercícios de aplicação: identificando a cadeia em cenários comuns

Cenário 1: surto de gastroenterite após refeição coletiva (fecal-oral)

  • Agente (exemplo): Salmonella ou norovírus.
  • Reservatório: manipulador infectado ou alimento contaminado.
  • Porta de saída: fezes/vômito.
  • Via: mãos/superfícies/alimento.
  • Porta de entrada: ingestão.
  • Hospedeiro suscetível: todos os expostos; maior risco em crianças/idosos.
  • Quebra de cadeia (passos): 1) afastar manipulador sintomático; 2) reforçar higiene das mãos; 3) revisar separação cru/cozido; 4) desinfetar superfícies; 5) garantir água segura.

Cenário 2: transmissão respiratória em sala mal ventilada (gotículas/aerossóis)

  • Agente (exemplo): influenza.
  • Reservatório: pessoa infectada (mesmo com sintomas leves).
  • Porta de saída: secreções respiratórias.
  • Via: gotículas em curta distância e aerossóis em permanência prolongada.
  • Porta de entrada: mucosa respiratória/conjuntiva.
  • Quebra de cadeia (passos): 1) melhorar ventilação; 2) reduzir lotação/tempo de permanência; 3) uso de máscara em períodos de alta circulação; 4) higiene das mãos e etiqueta respiratória.

Cenário 3: micose em vestiário (contato indireto)

  • Agente (exemplo): dermatófitos.
  • Reservatório: pele/unhas de pessoas infectadas e superfícies úmidas.
  • Porta de saída: escamas de pele.
  • Via: piso úmido, toalhas, calçados.
  • Porta de entrada: pele macerada (entre os dedos).
  • Quebra de cadeia (passos): 1) manter pés secos; 2) usar chinelos; 3) não compartilhar toalhas; 4) higienizar áreas comuns; 5) tratar casos para reduzir disseminação.

Cenário 4: malária em área endêmica (vetorial)

  • Agente: Plasmodium.
  • Reservatório: humanos infectados; vetor necessário para transmissão.
  • Porta de saída: sangue (para o mosquito).
  • Via: mosquito (transmissão biológica).
  • Porta de entrada: pele (picada).
  • Quebra de cadeia (passos): 1) repelente e roupas longas; 2) mosquiteiro/telas; 3) eliminar criadouros; 4) diagnóstico e tratamento para reduzir reservatório humano.

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Ao analisar a cadeia de infecção, qual intervenção atua principalmente no elo "via de transmissão", reduzindo a chance de o microrganismo chegar ao novo hospedeiro?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

O elo “via de transmissão” é o caminho entre a porta de saída e a porta de entrada. Medidas como higiene das mãos e limpeza/desinfecção de superfícies interrompem esse caminho, reduzindo a transferência do agente para o novo hospedeiro.

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