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Microcopy que Converte: Textos Curtos para UX, Onboarding e Erros

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18 páginas

Heurísticas de linguagem para revisão e padronização

Capítulo 15

Tempo estimado de leitura: 15 minutos

+ Exercício

Heurísticas de linguagem são regras práticas (atalhos de decisão) para revisar e padronizar microcopy em produtos digitais. Em vez de depender apenas de “bom senso” ou de preferências pessoais, você usa um conjunto de verificações repetíveis para identificar inconsistências, riscos e oportunidades de melhoria. O objetivo não é “embelezar” o texto, e sim reduzir ambiguidade, aumentar previsibilidade e garantir que diferentes telas, fluxos e autores falem a mesma língua.

Este capítulo foca em como criar e aplicar heurísticas específicas para revisão e padronização. A ideia é que você consiga olhar para qualquer trecho de interface (botões, mensagens, instruções, avisos, descrições curtas) e avaliar rapidamente: está consistente com o produto? está alinhado com regras internas? está seguro do ponto de vista legal e de risco? está pronto para tradução? está pronto para escala?

O que torna uma heurística útil (e o que não torna)

Uma heurística útil tem três características: é objetiva o suficiente para ser aplicada por pessoas diferentes, é rápida (cabe em uma checklist) e é acionável (aponta o que mudar). Heurísticas vagas como “deixar mais amigável” ou “soar mais humano” geram debates intermináveis. Heurísticas boas se parecem com: “Evitar negação dupla”, “Não usar ‘clique aqui’”, “Sempre nomear a ação do botão com verbo no imperativo”, “Não prometer prazos sem fonte”.

Também é importante separar heurísticas de estilo (padronização) de heurísticas de risco (conformidade e segurança) e de heurísticas operacionais (prontas para manutenção e escala). Um texto pode estar “bonito” e ainda assim ser difícil de manter, difícil de traduzir ou inconsistente com o resto do produto.

Mapa de heurísticas: 6 categorias para revisar microcopy

1) Consistência interna (o produto fala igual em todo lugar)

  • Termos fixos: o mesmo conceito deve ter o mesmo nome em todas as telas (ex.: “Plano”, “Assinatura” e “Mensalidade” não podem alternar sem motivo).

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  • Formato fixo: datas, moedas, unidades e abreviações seguem um padrão único (ex.: “R$ 10,00” vs “10 reais”).

  • Capitalização e pontuação: títulos, botões e mensagens seguem regras consistentes (ex.: botões sem ponto final; mensagens completas com ponto final).

  • Variações controladas: se houver variação por contexto (ex.: “Salvar” vs “Salvar alterações”), ela precisa de regra explícita.

2) Precisão semântica (o texto descreve exatamente o que acontece)

  • Verbos específicos: preferir verbos que descrevem a ação real (ex.: “Enviar comprovante” em vez de “Confirmar”).

  • Evitar promessas implícitas: “Instantâneo”, “garantido”, “sem risco” só quando for verdade e sustentado por política/processo.

  • Escopo explícito: quando algo vale apenas para um caso, isso aparece no texto (ex.: “Válido para pagamentos via Pix”).

  • Evitar termos elásticos: “em breve”, “rápido”, “normalmente” sem referência clara.

3) Previsibilidade e padronização de padrões (o usuário aprende e reaplica)

  • Mesma estrutura para o mesmo tipo de mensagem: se você usa “Não foi possível + motivo + o que fazer”, mantenha esse padrão em mensagens semelhantes.

  • Rótulos e ações recorrentes: ações iguais têm o mesmo texto (ex.: “Editar” não vira “Alterar” em outra tela).

  • Ordem consistente: quando há lista de passos, sempre na mesma ordem (ex.: “1. Selecione 2. Revise 3. Confirme”).

4) Robustez para escala (manutenção, tradução, variações)

  • Evitar texto “colado” no layout: frases que dependem de espaço exato quebram em telas menores ou em outros idiomas.

  • Evitar concatenação: não montar frases com pedaços (“Olá, ” + nome + “!”) se isso causar problemas em idiomas com ordem diferente.

  • Tokens e variáveis claros: quando houver {nome}, {data}, {valor}, o texto deve funcionar com valores vazios ou longos.

  • Pluralização: prever singular/plural (ex.: “1 item” vs “2 itens”).

5) Segurança, conformidade e risco (o texto não cria dívida legal)

  • Não prometer o que depende de terceiros: “Seu banco vai aprovar” é arriscado; prefira “Seu banco pode solicitar confirmação”.

  • Consentimento explícito: quando há ação com implicação legal, o texto deve refletir isso (ex.: “Ao continuar, você autoriza…”).

  • Evitar linguagem enganosa: nada de “grátis” se houver condição relevante; nada de “cancelamento em 1 clique” se não for verdade.

  • Termos sensíveis: cuidado com “garantia”, “reembolso”, “cobrança”, “juros”, “multa” — padronizar com base em política.

6) Qualidade editorial (clareza técnica e revisão)

  • Ortografia e acentuação: erros minam confiança e aumentam suporte.

  • Ambiguidade: pronomes sem referência (“isso”, “aqui”) e frases que podem ser lidas de duas formas.

  • Voz verbal consistente: se o padrão é voz ativa, manter (ex.: “Enviamos seu recibo” vs “Seu recibo foi enviado”).

  • Jargão interno: nomes de projetos, siglas e termos de time não devem vazar para a interface.

Heurísticas práticas (checklist pronta) para revisão e padronização

A seguir, um conjunto de heurísticas que você pode aplicar como checklist. Elas foram escritas para serem verificáveis. Use como base e adapte ao seu produto.

Heurística A: “Um conceito, um nome”

Regra: se o usuário vê o mesmo conceito em mais de um lugar, o termo deve ser idêntico (incluindo plural, gênero e capitalização).
Como revisar: procure sinônimos e variações (“assinatura/plano/pacote”; “endereço/local”).
Correção típica: escolher um termo oficial e substituir os demais.
Exemplo:

Antes: “Escolha seu Plano” / “Gerenciar assinatura” / “Cancelar mensalidade”
Depois: “Escolha seu plano” / “Gerenciar plano” / “Cancelar plano”

Heurística B: “Ação igual, rótulo igual”

Regra: botões e links que fazem a mesma coisa devem ter o mesmo texto.
Como revisar: liste as ações recorrentes (Salvar, Continuar, Voltar, Editar, Remover) e compare telas.
Armadilha comum: variar por “estilo” (“Salvar” vs “Guardar”) e criar dúvida.
Exemplo:

Antes: “Salvar” (perfil) / “Salvar alterações” (configurações) / “Atualizar” (dados)
Depois: “Salvar” em todas as telas (ou regra explícita para exceções)

Heurística C: “Sem promessas não verificáveis”

Regra: evitar palavras que impliquem garantia, prazo ou resultado sem base (“instantâneo”, “sempre”, “100%”).
Como revisar: destaque advérbios e absolutos; pergunte “isso é sempre verdade?”.
Correção típica: trocar por linguagem condicional ou por informação mensurável.
Exemplo:

Antes: “A aprovação é instantânea.”
Depois: “A aprovação costuma levar até 2 minutos.” (se houver dado)
Ou: “A aprovação pode levar alguns minutos, dependendo do seu banco.”

Heurística D: “Formato padrão para números e unidades”

Regra: moeda, data, hora, porcentagem e unidades seguem um guia único.
Como revisar: procure variações como “10,00”, “R$10”, “R$ 10,00”; “10/12/24” vs “10 dez 2024”.
Correção típica: definir padrão e aplicar com exemplos no guia editorial.
Exemplo:

Padrão sugerido (pt-BR): “R$ 10,00”, “10 de dez de 2024”, “14:30”, “10%”, “2 km”

Heurística E: “Mensagem com estrutura repetível”

Regra: mensagens do mesmo tipo usam a mesma estrutura sintática.
Como revisar: agrupe mensagens por tipo (carregamento, indisponibilidade, limite, confirmação) e compare padrões.
Correção típica: escolher um template e reescrever as demais seguindo o mesmo molde.
Exemplo:

Template: “Não foi possível {ação}. {Motivo}. {Próximo passo}.”
Aplicação: “Não foi possível atualizar seu endereço. O CEP está incompleto. Verifique e tente novamente.”

Heurística F: “Evitar dependência de contexto (‘aqui’, ‘isso’, ‘ali’)”

Regra: o texto deve ser compreensível mesmo fora do layout (em logs, notificações, leitores de tela, prints).
Como revisar: marque “aqui”, “isso”, “este”, “abaixo” e veja se a frase se sustenta sozinha.
Correção típica: substituir por referência explícita ao objeto/ação.
Exemplo:

Antes: “Clique aqui para ver isso.”
Depois: “Ver detalhes do pedido”

Heurística G: “Variáveis e placeholders não quebram a frase”

Regra: textos com variáveis devem funcionar com nomes longos, vazios e com caracteres especiais.
Como revisar: simule {nome} = “A” e {nome} = “Maria Eduarda de Albuquerque e Silva”; simule vazio.
Correção típica: reescrever para não depender do nome; prever fallback.
Exemplo:

Antes: “Olá, {nome}! Seu relatório de {produto} está pronto.”
Depois: “Seu relatório está pronto.” (e usar saudação apenas quando houver nome)

Heurística H: “Padronizar negações e restrições”

Regra: quando algo não é permitido, a forma de dizer deve ser consistente (evitar alternar entre “não pode”, “indisponível”, “bloqueado”, “proibido” sem critério).
Como revisar: liste todas as mensagens de restrição e classifique por motivo (limite, política, segurança, indisponibilidade técnica).
Correção típica: criar vocabulário controlado por categoria.
Exemplo:

Categoria “limite”: “Você atingiu o limite de {x}. Tente novamente em {data}.”
Categoria “segurança”: “Por segurança, confirme sua identidade para continuar.”

Passo a passo: como conduzir uma revisão e padronização com heurísticas

Passo 1: Defina o escopo e o objetivo da rodada

Escolha um recorte que faça sentido: um fluxo (ex.: alteração de dados), uma área (ex.: configurações), ou um tipo de mensagem (ex.: avisos e bloqueios). Defina o que você quer melhorar: consistência terminológica, redução de risco, preparação para tradução, ou padronização de templates.

Passo 2: Monte um inventário do texto (mesmo que simples)

Você precisa enxergar o conjunto para padronizar. Crie uma tabela com: localização (tela/URL), componente (botão, título, helper), texto atual, observações. Se houver variáveis, registre o formato (ex.: “{valor}”, “{data}”).

Campos mínimos: ID | Local | Tipo | Texto | Termos-chave | Observação | Status

Passo 3: Crie (ou recupere) um mini guia editorial aplicável

Mesmo que o produto não tenha um guia completo, crie um “mínimo viável” para a rodada: lista de termos oficiais, regras de capitalização, padrões numéricos, e 3 a 5 templates de mensagens recorrentes. Esse guia é o árbitro das decisões.

  • Glossário: termo oficial + definição curta + exemplos de uso e de não uso.

  • Regras de forma: botões (imperativo), títulos (sem ponto), mensagens (com ponto), etc.

  • Templates: estruturas para categorias de mensagem (indisponibilidade, limite, confirmação, instrução curta).

Passo 4: Aplique a checklist de heurísticas em duas passagens

Passagem 1 (macro): consistência de termos, formatos e padrões. Aqui você encontra “assinatura vs plano”, “R$10 vs R$ 10,00”, variações de botões e estruturas.
Passagem 2 (micro): precisão semântica, risco e robustez (variáveis, promessas, dependência de contexto). Aqui você elimina “sempre”, “instantâneo”, “clique aqui”, e ajusta textos com tokens.

Marque cada item com um status simples: “OK”, “Ajustar”, “Depende de política”, “Depende de produto/engenharia”. Isso evita travar a revisão por pendências externas.

Passo 5: Resolva inconsistências por prioridade (não por gosto)

Use critérios objetivos para priorizar: (1) risco legal/financeiro, (2) impacto em conversão/decisão, (3) volume de ocorrência (texto repetido em muitas telas), (4) custo de mudança (ex.: depende de código), (5) impacto em tradução/expansão.

Exemplo de priorização:
P1: promessas não verificáveis + termos sensíveis (“garantido”, “reembolso”)
P2: termos inconsistentes em navegação e configurações
P3: variações de botões e templates em mensagens recorrentes

Passo 6: Padronize criando “fontes de verdade”

Padronização não se sustenta só com revisão pontual. Transforme decisões em artefatos reutilizáveis:

  • Glossário controlado: uma lista curta, fácil de consultar, com termos proibidos e preferidos.

  • Biblioteca de strings: textos reutilizáveis para ações e mensagens comuns (com IDs).

  • Templates com exemplos: 3 exemplos reais por template, mostrando variações permitidas.

Passo 7: Faça uma checagem de regressão (antes de publicar)

Depois de alterar textos, revise novamente procurando efeitos colaterais: quebras de layout, inconsistências novas, variáveis que não encaixam, e mudanças que alteram sentido. Se houver múltiplos autores, peça uma revisão cruzada usando a mesma checklist para validar que a heurística é realmente aplicável por outra pessoa.

Como transformar heurísticas em um padrão de time (sem burocracia)

Checklist curta para PR/QA de texto

Uma forma prática de institucionalizar heurísticas é criar uma checklist de 8 a 12 itens para revisão em mudanças de interface. Ela deve caber em poucos minutos e ser aplicada sempre que um texto for alterado.

  • Termos oficiais foram usados (glossário)?

  • Ações iguais usam o mesmo rótulo?

  • Há promessas de prazo/resultado? Se sim, estão sustentadas?

  • Números, moeda e datas seguem o padrão?

  • Há “aqui/isso/abaixo” que dependem do layout?

  • Variáveis { } funcionam com valores longos e vazios?

  • Há termos sensíveis (reembolso, multa, juros) alinhados à política?

  • O texto mantém o template do tipo de mensagem?

Regras de exceção (para evitar “polícia do texto”)

Padronização saudável prevê exceções. O ponto é que exceções precisam de regra, não de improviso. Defina quando é permitido variar:

  • Limite de caracteres: se o componente não comporta o rótulo padrão, definir uma versão curta oficial.

  • Contexto crítico: em telas de alto risco, usar termos mais formais e explícitos pode ser obrigatório.

  • Diferença real de ação: se “Salvar” e “Salvar e enviar” fazem coisas diferentes, os rótulos devem diferenciar.

Exercício guiado: padronização de um conjunto de mensagens

Aplique as heurísticas em um conjunto fictício e veja como a padronização emerge. Imagine que o produto tem três telas com textos relacionados a atualização de cadastro.

Trechos originais:
1) Botão: “Atualizar”
2) Mensagem: “Não foi possível salvar. Tente novamente mais tarde.”
3) Mensagem: “Falha ao atualizar seus dados, verifique isso e tente de novo”
4) Link: “Clique aqui para editar”
5) Título: “Atualização de Dados”

Aplicando heurísticas:

  • Ação igual, rótulo igual: decidir entre “Salvar” e “Atualizar” como ação padrão. Se a ação é persistir mudanças, “Salvar” costuma ser mais estável. Padronizar o botão como “Salvar”.

  • Estrutura repetível: reescrever mensagens 2 e 3 para um mesmo template.

  • Sem dependência de contexto: remover “clique aqui”.

  • Capitalização: título com padrão definido (ex.: frase: “Atualizar dados”).

Versão padronizada (exemplo):
1) Botão: “Salvar”
2) Mensagem: “Não foi possível salvar suas alterações. Verifique os campos e tente novamente.”
3) Mensagem: “Não foi possível salvar suas alterações. Verifique os campos e tente novamente.”
4) Link: “Editar dados”
5) Título: “Atualizar dados”

Note que a padronização reduziu variação desnecessária e tornou as mensagens mais previsíveis. Mesmo sem discutir “tom”, você já melhora a experiência por consistência e repetição de padrões.

Heurísticas avançadas para produtos com múltiplos domínios (pagamentos, suporte, conta)

Heurística de “domínio manda no termo”

Regra: quando um termo tem significado diferente por domínio, o glossário deve registrar o uso por contexto. Ex.: “limite” pode ser limite de transação, limite de crédito, limite de tentativas. A heurística aqui é: nunca usar “limite” sozinho; sempre qualificar quando houver ambiguidade.

Antes: “Você atingiu o limite.”
Depois: “Você atingiu o limite de tentativas. Tente novamente em 15 minutos.”

Heurística de “estado do sistema não é intenção do usuário”

Regra: quando o texto descreve um estado técnico, ele deve ser traduzido para uma condição compreensível e acionável. Isso ajuda a padronizar mensagens que hoje variam entre “Erro 500”, “Falha”, “Indisponível”. A heurística não é “explicar tecnologia”, e sim padronizar a forma de comunicar indisponibilidade.

Padrão: “Serviço indisponível no momento. Tente novamente em alguns minutos.”
Variação permitida: incluir ID técnico apenas em área de suporte: “Código: {id}”

Heurística de “cada termo sensível tem um dono”

Regra: termos com implicação legal/financeira precisam de uma definição oficial e um responsável (política interna). Na revisão, qualquer ocorrência fora do padrão vira item “Depende de política”. Isso evita padronizar errado e escalar risco.

  • “Reembolso”: quando aplica, prazo, forma.

  • “Cancelamento”: efeito imediato ou ao fim do ciclo.

  • “Cobrança”: quando ocorre, como é calculada.

Modelo de guia rápido de padronização (para colar no seu projeto)

Use este modelo como base para documentar heurísticas e regras. Ele é curto de propósito, para ser consultado no dia a dia.

1) Termos oficiais (glossário)
- Termo: “plano” | Não usar: “assinatura”, “pacote” | Ex.: “Gerenciar plano”
- Termo: “dados” | Não usar: “informações” (se causar variação) | Ex.: “Atualizar dados”

2) Padrões de escrita
- Botões: verbo no imperativo, sem ponto final (ex.: “Salvar”, “Continuar”)
- Títulos: frase curta, sem ponto final (ex.: “Atualizar dados”)
- Mensagens: frase completa com ponto final

3) Padrões numéricos
- Moeda: “R$ 0,00”
- Data: “10 de jan de 2026”
- Hora: “14:30”

4) Templates
- Indisponibilidade: “Serviço indisponível no momento. Tente novamente em alguns minutos.”
- Restrição: “Você não pode {ação} no momento. {Motivo}. {Alternativa}.”

5) Proibições
- Evitar: “clique aqui”, “instantâneo”, “garantido”, “sem risco” (sem base)

Agora responda o exercício sobre o conteúdo:

Qual opção descreve melhor o que caracteriza uma heurística de linguagem útil para revisar e padronizar microcopy?

Você acertou! Parabéns, agora siga para a próxima página

Você errou! Tente novamente.

Uma heurística útil funciona como verificação repetível: é clara o bastante para pessoas diferentes aplicarem, cabe em checklist e orienta mudanças concretas, reduzindo debates subjetivos.

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Banco de exemplos adaptáveis: modelos prontos para cenários comuns

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